terça-feira, 18 de junho de 2013

CURSO - ONDE O CONSULTOR DE MARKETING POLITICO PODE AJUDAR NAS ELEIÇÕES?


O QUE UM CONSULTOR PODE FAZER POR VOCE?
Contar com a orientação de um consultor em Marketing Político e Eleitoral para realizar avaliação de sua campanha eleitoral não é privilégio de candidatos que dispõe de muito dinheiro. Cada vez mais, candidatos com poucos recursos procuram profissionais especializados em Marketing Político com o objetivo de não errar na escolha de sua estratégia de campanha e na elaboração do projeto mais adequado para cada situação.

            Vários candidatos entrevistados por nós contam como relutaram antes de contratar um consultor para ajuda-los nas questões da estratégia eleitoral, pois achavam que o serviço sairia caro demais. “Fiquei realmente satisfeito com o resultado de uma simples consulta, pois consegui vislumbrar saídas para questões que rondavam há muito tempo à campanha”.Diz um dos candidatos “A relação custo-benefício foi bem favorável, visto que ele acabou sugerindo muitas idéias novas e conseguindo até baixar o custo da campanha” diz outro candidato que já utilizou os serviços de um consultor. “Agora acho que vale a pena buscar a ajuda de profissionais para qualquer ação eleitoral” enfatiza um terceiro.

            Também há soluções práticas e de baixo custo, para quem precisa apenas de algumas breves dicas para completar ou dirimir pequenas dúvidas estratégicas. A Associação Brasileira dos Consultores Políticos – ABCOP (www.abcop.com.br) que existe a 21 anos, tem em seus quadros consultores credenciados em todo o Brasil e altamente qualificados nas mais variadas especialidades que compõem o leque de ciências que interferem no processo eletivo. O cliente pode requisitar apenas algumas sugestões, sem a necessidade da elaboração de um projeto. “A pessoa liga, marca uma reunião em nosso escritório ou no local em que esta acontecendo à campanha, damos algumas idéias e fazemos um relatório dirimindo as principais dúvidas do candidato, mostrando caminhos e alternativas para o bom andamento do processo eletivo” explica Carlos Manhanelli Presidente da ABCOP e que presta consultoria eleitoral há 40 anos.

            Manhanelli diz que a maior parte dos clientes apresenta dúvidas na escolha de alternativas quanto aos canais de comunicação que possam chegar com maior impacto aos seus eleitores, a interpretação das pesquisas, alem de pedir conselhos sobre sua atuação nas mídias. “Ainda existe um preconceito de que o serviço do consultor em Marketing Político e Eleitoral é muito caro, mas a maioria dos candidatos não sabem que o profissional especializado serve para baratear os custos, já que, sem orientação, os candidatos podem contratar serviços e produtos que não correspondem ao que eles realmente necessitam”. Segundo Manhanelli, a consulta pode ser feita em qualquer caso, mas em situações mais complexas pode ser necessário realizar um projeto. É muito comum a consulta se transformar em um contrato para elaboração de um projeto. O preço, ao contrário do que muitos pensam não é tão salgado e costuma variar de acordo com a dificuldade e complexidade da campanha.

“Os candidatos tem que entender que o trabalho de um consultor especializado em campanhas eleitorais não é uma despesa a mais e sim investimento” finaliza.
 
Este mes a ABCOP estará apoiando o curso "Formação e Atualização de Consultores em Marketing Político Eleitoral que acontece em São Paulo nos dias 26 e 27 de julho de 2.013. Maiores informações no site: http://www.cursomarketingpolitico.org.br/#consultoria
 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Marketing Político - La sucesión presidencial neo-populista en la América Latina


Yo soy un hombre que respeta mucho la medicina, y también a veces recurro a algunas enseñanzas de los indios mapuches del sur que utilizaban determinadas hierbas, pero cuando no me encuentro bien de salud voy al médico, escucho su diagnóstico, por ahí me dice que no me va a cobrar, pero le pago los honorarios porque el médico tiene que vivir. Salgo de ahí con la receta, voy a la farmacia, si me llegan a conocer, también le pago los remedios porque el farmacéutico tiene que vivir. Llego a mi casa, y los remedios los tiro todos al cesto porque yo también tengo que vivir.
 
Anécdota atribuida al ex-Presidente argentino Juan Domingos Perón

El pasaje arriba presenta el tema central del tipo de liderazgo populista, la irreverencia, la empatía con el pueblo, con sus inseguridades más chicas, con sus idiosincrasias más vulgares.  En la América Latina se fue un tiempo en que se ascendió al poder tipos muy populares, con apelo muy fuerte a el pueblo, dichos “padres de la nación”, una imagen centrada en el personalismo, una asociación directa de la política con la persona del político, reduciendo instituciones al papel secundario en el proceso político.

Hoy vemos un fenómeno que algunos expertos llaman de “neo-populismo”, con la ascensión de liderazgos con características muy similares a de los antiguos populistas, pero que enfrentan nuevos contextos sociales. Normalmente se trata esos tipos de forma negativa y sorprendente, por la academia haber considerado extintos los fenómenos populistas con la llegada de la posmodernidad.

Para nosotros, no estamos para juzgarlos sino para comentar sobre los movimientos de sucesión de estos tipos en los gobiernos presidenciales de la América Latina, una vez que ya se habló mucho sobre el fenómeno neo-populista. Para un análisis de imágenes, nos importa las características paternalistas y carismáticas que esos presidentes tuvieran y como sus sucesores lograran o no éxito en las campañas subsecuentes.

No todos los países en que hemos visto la ascensión resiente de tipos populistas sobrevinieran sus sucesores. En general, lo movimiento que hicieran los neo-populistas para llegar al poder se fue en una aproximación de intereses entre las clases obreras y los empresarios, en algunos casos como Venezuela y Bolivia, una postura más a la izquierda, vista por los economistas como fantasmas comunistas en la América.

Hoy la experiencia sucesoria en Brasil, de Lula con Dilma, parece reflejar el pasaje de Néstor a Cristina en Argentina. Pero la diferencia de perfil de Dilma y Cristina es nítida. La primera tuve de recibir un tratamiento de imagen, antes y durante la campaña, que la presentase como una “grande madre”, una vez que su papel en gobierno de Lula se quedaba en la posición del “sargentona”, una gestora fría y dura. Para Cristina se fue más fácil la transición de imagen, quizá, ella sí tenía una faceta populista más grande que de Néstor, y la comparación con la pareja Perón-Evita se hice inevitable. Pero la actual experiencia administrativa en Brasil, ha demostrado que la faceta gestora de Dilma autonomizo su imagen a de Lula, mismo manteniendo el aspecto maternal de proveedora, aún que en Argentina el apelo por la imagen de madre del pueblo, en comparación nítida con Evita, hice Cristina presentar una imagen negativa de demagoga.

                En la Venezuela con la muerte de Chávez, Maduro paso por una elección apretada, llena de dudas y contestación, y su postura se presentó tan o más radical que de Chávez, con acusaciones conspiratorias en rede nacional y fuerte apelo a el imaginario dela revolución chavista, en un esfuerzo de equilibrar el déficit que la falta personal de Chávez hice en las elecciones.

                En Peru, Alan García Pérez fue sucedido por Humala, de otro partido, pero los dos ya fueran llamados de populistas, y para Humala ganar tuve de suavizar su discurso populista como Lula hice en 2002. En Chile Michelle Bachelet ha sido comparada con Evita, afronto muchos problemas con su aprobación e imagen, pero en 2010 perdió la elección para un centro-derecha, Sebastián Piñera.

                Lo que pasa en la política Latino Americana es que, el uso despreciativo del adjetivo “populista” ocurre principalmente cuando los adversarios no logran en conquistar el corazón de los electores, y tal acusación (¡Populista!) se tomará como mala en casos donde la perspectiva personalista se configura como demagógica para la población, si no, la oposición se queda llorando (¡Populista!) y la población sigue apoyando su gran líder.
Caio Manhanelli e Carlos Manhanelli

sábado, 13 de abril de 2013

Curso: Internet na Comunicação Política

 
Pessoal, em 01 de junho acontece um super curso em SP: "O Uso da Internet no Mandato Executivo e Legislativo", promovido pela Manhanelli & Associados. O Programa está muito completo e bem dinâmico. Você pode conferir aqui: — com Gabriel Rossi e Gil Castillo http://www.cursomarketingpolitico.org.br/#internet

Este curso foi construido para dar base ao uso da internet nas Prefeituras e Camâras Municipais de todo o Brasil, assim como em gabinetes parlamentares. Um curso altamente prático e que leva a experiencia de dois especialistas na área: Gil Castillo trabalhando em Comunicação Política desde 1992, especializou-se em uso da internet na área política, culminando em escrever o livro "Internet Bicho de sete cabeças?" - Gabriel Rossi um dos mais importantes profissionais da área, ministra aulas na ESPM e USP e fornece entrevistas nos mais respeitados veículos e comunicação do país, alem de vasta experiencia prática no assunto.
O futuro chegou e não tem mais como fugir das ferramentas das mídias sociais.
A hora é agora.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O MARKETING ELEITORAL NA AMÉRICA LATINA

Muito tem se falado sobre a atuação do Marketing Político - Eleitoral na América Latina, como um dos fatores de expansão deste conhecimento entre nós. O Brasil tem uma enorme responsabilidade na disseminação desta ciência, que para muitos parece nova, porem vem sendo aplicada em nosso país há muito tempo. Tomemos como exemplo o Prof. Cid Pacheco da Uferj  que começou a aplicar estas técnicas na campanha de governador em 1954 no estado de Minas Gerais. Obviamente que de lá pra cá, muita coisa se aprimorou, novas tecnologias de comunicação apareceram e se consagraram, mas somos pioneiros na América Latina, no uso de ferramentas de marketing eleitoral e somos reconhecidos por isso. Desde 1986 que sou convidado a ministrar palestras e aulas sobre marketing político em países latinos e tenho percebido que estes países acompanham e aplicam técnicas bastante próximas a nós e, tenho que admitir, até com uma certa inventividade, aplicando ações que nunca tinha pensado em aplicar, ou criando novas situações comunicacionais que até então não havia pensado, e olha que faz 39 anos que estou na área. O primeiro evento que participei, foi em Buenos Aires - Argentina pela IAPC, organismo internacional que congrega os melhores especialistas em Marketing político/eleitoral do mundo. Fui convidado a explicar o uso da TV nas campanhas eleitorais no Brasil, em apenas 10 minutos. Através de um vídeo, apresentei desde a primeira aparição televisiva com intuito eleitoral (Programa de entrevistas comandado por Jânio Quadros – Rede Record 1958) até a ultima campanha eleitoral (na época Fernando Henrique). Terminada minha exibição, o Papa da matéria Joe Napolitan (Joseph Napolitan) levantou-se e me intimou a fazer parte da IAPC. Para mim como brasileiro foi um tremendo orgulho ver aquele que comandou a campanha de John Kennedy, reconhecer o valor da palestra e fazer tal convite. Mas o mais importante de tudo foi que comecei a perceber que alem de ensinar na América latina, temos também muito que aprender com “los hermanos”.

De 05 a 07 de maio de 2005 fui para Miami nos EUA, ministrar palestra sobre “La Conquista Del Voto” no “Seminário Internacional de Estratégias Electorales” promovido pelo Centro Interamericano de Gerencia Política e fiz questão de participar na integra de todas as palestras.

Os temas foram fantásticos.  A primeira palestra foi com Mário Elgarresta, um cubano americano que tem 28 anos de experiência como consultor político e  que já desenvolveu trabalhos no México, Nicarágua, Guatemala, Panamá, Venezuela, Ecuador, Peru, Bolívia e República Dominicana, alem de participação na campanha presidencial americana “Ronald Regan 1980. Seu tema “El modelo de Mercadeo Político em las Campañas Modernas “, onde abordou: “Definições de campaña electorais, Fases de uma campaña electoral”, e tantos outros sempre tendo como mote o eleitor latino e concluindo que:” Uma campaña Ganadora Necesita: Tener um Buon Candidato, Desarrolar uma estratégia triunfadora, Organizar uma estructura eficaz de campaña, Capturar la atención del electorado com temas correctos y llegarle a la mente y al corazón, Recaudar los fondos necesarios para ganar e Trabajar duro todos los dias.  Vou descrever somente a primeira palestra, para que vejam que os temas abordados são absolutamente necessários para uma discussão séria sobre marketing eleitoral.  Neste mesmo evento tivemos ainda: Jose Luis Sanchis(campanhas Cavaco Silva, Giscard d’Estaign, Hogo Banzer, Fujimori, Fox) com o tema:”La campaña integral”, Alfredo Keller (Assessor da União dos partidos Latinoamericanos – UPLA) “Investigación Política y Estratégia”, Joaquim Pérez Rodrigues (participou de várias campanhas, entre elas a de Prefeito na cidade de Tampa) “Dirección y Gerencia de Campañas Políticas”, J.J. Rendón (campanha Carlos Andrez Peres – Rafael Caldera 1993)“Diseño de Estratégias para Campañas”, Dick Morris”(campanha Bill Clinton 1996) Estratégias Políticas Exitosas”, Alex Castellanos (Consultor do partido republicano – EUA) “Comunicando la Estratégia”, Roy Campos (Assesor de governos na Guatemala e El Salvador)“Investigación Política y Opinión Publica” e por fim Ralph Murphine (assessor de Robert Kennedy  e Mijail Gorbachov) com “Teoria de Ataque y Defensa”.

Em março de 2006 estive no curso “Estratégias Electorais” na Cidade do México ministrando aula sobre “La gerencia de uma campaña electoral” pela Universidade Ibero Americana.,  de 08 a 10 de março de 2007, estive novamente em Miami – EUA agora ministrando palestra pela Universidad de Miami no “Foro Interamericano Campanhas Presidenciales Del 2006 – Aprendiendo de las experiências. Análisis Político Electoral de las Campañas Presidenciales Del año 2006”, e de 14 a 16 de maio de 2007, estive ministrando aula master na Universidad Católica de Colômbia,em Bogotá,  no curso de Marketing e Propaganda, sobre o tema “Estratégias elecorales exitosas”, retornando agora em 17 de julho, porem não mais em Bogotá, mas sim em Barranquila, norte da Colômbia. No ano que vem, estarei ministrando aula no curso “Máster em Comunicación Política" na Universidad de Salamanca – Espanha. Em 2005 estive também ministrando curso em Angola , África do Sul e Moçambique no continente africano, pela fundação Konrad Adenauer e pelo CEFOJOR – Centro de Formação de Jornalistas Angolanos.
Desde então, todos os anos, sou convidado a ministrar aproximadamente 06 palestras, alem das aulas em torno de 08 Universidades como professor convidado e efetivo.

Estas experiências na América Latina, Europa, África e EUA, nos mostraram o quanto é importante conhecer outras culturas que se utilizam do marketing político eleitoral e quantos ensinamentos podemos adquirir.

Teremos a oportunidade de, em maio de 2.013, participar da "IV CUMBRE MUNDIAL DE COMUNICACIÓN POLÍTICA" que acontecerá em Buenos Aires - Argentina, e irá reunir em torno de 120 especialistas na área para ministrar palestras. (www.cumbre2013.com)

O Marketing Político Eleitoral transcende nossas fronteiras e surge uma oportunidade única de aprendermos com consultores vitoriosos nas suas campanhas na América Latina. Quem sabe as próximas estratégias vitoriosas das campanhas eleitorais no Brasil não estarão neste evento?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

QUERIDOS AMIGOS


DITADURA NUNCA MAIS
 
Em abril de 2008, a Rede Globo de Televisão encerrou a mini série de Maria Adelaide, “Queridos Amigos, que retrata a saga de amigos que viveram a época da ditadura militar em nosso país.

Tristes lembranças e recordações trouxeram para pessoas que, assim como eu, militavam para o restabelecimento da democracia nesse país. Recordações tristes, resultados alegres.

Mas, alguma coisa no ar , me diz que o famoso estado de direito pelo qual tanto lutamos, está se transformando em estado totalitário de um poder constituído, e dessa vez, nem é o poder executivo, muito menos o legislativo.  Justamente o poder que deveria ser o grande arbitro das questões políticas, vem sendo usado pelos políticos e pelos seus membros, como instrumento de pressão e ameaça política, retornando a tolher  liberdades constitucionais adquiridas aos cidadãos de bem desse país, graças a nossa luta. Quando qualquer dos poderes extrapola suas funções e motivos pelo qual existem, quem perde é o resultado conseguido a tão duras penas.

O poder Judiciário deve ficar atento ao uso que os políticos vem dando a sua existência, como instrumento de pressão política aos oponentes políticos e eleitorais. Toda vez que chega perto de uma eleição, a oposição, ou a situação, que em não tendo condições de se impor através da opinião pública, apela aos tribunais no afã de conseguir que o poder judiciário, cace os direitos políticos e de liberdade de expressão de veículos de comunicação e de pessoas, que julgam sejam seus oponentes e com isso viabilizem a tomada do poder pela força judicial, o cala boca  pela censura de matérias, artigos e assuntos, o “você sabe com quem está falando”.  Atentem para o numero de processos proibindo esse ou aquele assunto na mídia.

Em alguns casos, muitos dos novos promotores e juizes iniciantes na carreira, necessitando, por vaidade ou ego, de holofotes para sua promoção pessoal, viram-se, principalmente, contra a mídia, que é hoje, sem dúvida, a maior fiscalizadora da coisa pública.

O que aconteceu em Águas de Lindóia, em 2008 e o que aconteceu com o jornal “O Estado de São Paulo”, é o caso típico do uso de uma das pilastras da democracia, sendo usado de forma arrogante, prepotente e se prestando ao papel de ser instrumento de pressão política, desvirtuando sua função existencial de arbitro e grande responsável pela democratização desse país.

O Jornal Tribuna das Águas, em 2008 foi, por ordem judicial, devidamente censurado (arrepios) por um promotor e uma juíza que, ignorando o papel da imprensa na sociedade, chega ao absurdo de proibir noticias, notas sociais, citação dos nomes e fotos de todos os vereadores da cidade (poder legislativo constituído) e do poder executivo municipal (poder executivo constituído).

O Jornal Estadão, recebe a censura nos assuntos que se referem aos processos do filho do ex-Presidente do Senado, através de ordem judicial.

A democracia exige que os três poderes convivam harmoniosamente. Uma atitude dessa, quebra o equilíbrio necessário para a existência da democracia plena.
 
Os políticos, principalmente Prefeitos, viraram alvo de promotores e juizes de primeira instancia que, arvorando-se em competentes administradores, ditam normas e condutas do executivo através de TAC's que na maioria das vezes atentam contra as proprias leis, intimidando e acuando o executivo nas suas ações constitucionais.
 
Já existe um movimento entre os deputados estaduais de São Paulo no intuito de colocar no seu lugar promotores de primeira instancia, tirando-lhes o poder de processar Prefeitos, Vereadores e demais poderes constituidos. Isso é um avanço na democracia, pois passa para um promotor de instancia superior e isento de influencia local as decisões sobre as demandas judiciais, lastreando-as apenas em documentos e provas e não em sentimentos e interesses politicos partidários locais, ou interesse em aparecer na mídia.

Estou com medo. Uma célula cancerosa em um corpo pode virar um grande tumor e, com a metástase, aniquilar o ser.

Queridos amigos, será que teremos que pegar em bandeiras e ir para as ruas novamente pedir que, antes que as instituições democráticas sejam defloradas e estupradas por um dos poderes, conservemos a democracia em sua plenitude. Afinal foi para isso que fomos torturados presos e mortos pela repressão representada por um dos poderes.

Fizemos uma nova constituição em 1988, que preserva os direitos e elucida deveres dentro do regime democrático. O artigo 220, da Constituição Federal, no capítulo dedicado à Comunicação Social, explicita que é vedado qualquer tipo de censura prévia além do inciso IX do artigo 5º que expressa claramente “é livre a expressão da atividade de comunicação, independente de censura ou licença”.

Convoco de imediato a nossa Presidenta Sra. Dilma Vana Rousseff que tão valentemente lutou pela democratização deste país, os deputados federais e estaduais, que viveram na pele as agruras da repressão, o ex - Governador Jose Serra Ex líder estudantil e Presidente da UNE e outros com a mesma história de vida, os representantes maiores do poder judiciário e todos os veículos de comunicação que foram censurados e foram obrigados a se calar por tantos anos, juntamente com os poderes politicos consituidos e legitimados pelo voto, que de imediato extirpem essa célula cancerosa que está nascendo na democracia brasileira, Por enquanto só em Águas de Lindóia e no Jornal “O Estado de São Paulo”, e em cidades de menor porte, pequena célula que se extirpada, conterá sua progressão a caminho da volta da censura e a cassação da liberdade de imprensa.

A nossa omissão resultará, inevitavelmente em metástase e ai será tarde para reclamarmos e teremos que, de novo, ir as ruas e perder queridos amigos para reconquistar o que temos hoje. 

Alea Jacta Est.,

Prof. Carlos Manhanelli

Presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos

Cientista Político, Sociólogo, Jornalista, Radialista, Mestre em Comunicação Social

Credenciado em Comunicação Pública pelo IAPC – International Association Political Consultants, Professor na Universidade de Salamanca – Espanha e em mais oito Universidades de paises da América Central, América do Sul e Continente Africano.

Membro da Abracom – Associação Brasileira das Empresas de Comunicação.

                                                                                                    

sexta-feira, 22 de março de 2013

Marketing Político, Mídias Sociais e as Eleições Brasileiras de 2010

Aproximam-se as eleições de 2.014 e novamente o assunto Internet vem a baila. Vamos recordar algumas considerações que fizemos em 2.010 e que ainda são perfeitamente inerentes ao assunto.
 Imaginavam que no Brasil o sucesso das mídias sociais seria proporcional ao que ocorreu nos Estados Unidos. Pensavam que o povo iria correr para seus celulares interativos, computadores e notebooks atrás de informações sobre seu candidato preferido, como se este fosse um ídolo do futebol, ator famoso ou um rockstar.
Acharam que a dona Maria e o tio Zé – que assistem novelas, o jornal por embalo e desligam a TV quando a conhecida tela azul com letras em branco anuncia que a lei número 9.504/97 entra em ação com seu horário eleitoral gratuito – se dariam ao trabalho de buscar motivos para acreditar e votar em um candidato na internet.
Aliás, dentro desse contexto, no de acreditar, foi um dos motivos pelo qual deu tão certo a campanha virtual de Obama: a esperança. Foi o que alimentou e, principalmente, moveu as pessoas naquele país a trabalhar em prol do candidato democrata e acessar a internet e até colaborar financeiramente com débitos em cartões de crédito.
Sendo a primeira vez que se usaram, na sua plenitude, as ferramentas da internet em uma campanha eleitoral aqui no Brasil, nada se tem de muito concreto sobre como funcionam – se funcionam – as mídias sociais por aqui no âmbito político ou eleitoral. Houve partido que fez desembarcar por essas terras o norte-americano Ben Self, sócio da Blue State Digital, responsável pela movimentação na rede de computadores da campanha de Barack, acreditando naquela antiga máxima “O que é bom para os E.U.A é bom pára o Brasil. Ledo engano.
Só faltou levar em conta que eram realidades distintas, e avisar essa turma que nem tudo que serve lá serve aqui também. Entretanto, uma experiência pioneira que se mostrou muito acertada foi o debate online entre presidenciáveis na internet brasileira que ocorreu dia 18 de agosto de 2.010 no teatro da PUC-SP, em uma parceria entre o portal UOL e o jornal Folha de São Paulo.
Foi algo que realmente movimentou as redes sociais e quem se interessava por política, o que converteu a contenda em algo de alto nível. Algo de grande interatividade e dinâmica. Este é ainda um ano de experiências para o Brasil no campo das mídias sociais e suas aplicações na política e eleições. Estamos vivenciando um grande laboratório virtual nas campanhas eleitorais no nosso país.
No Amapá, foi minguada a implantação da campanha virtual para o cargo de governador. Isso ocorreu, pois, entre outras coisas, nesse Estado não há conexão por Banda Larga, o que torna pouco atrativo passar o dia brigando com a lentidão do velho modem discado.
Outro motivo foi que a maioria das pessoas que tinham acesso à internet era contrária as candidaturas que se apresentavam, apesar da penetração dos candidatos ser muito forte entre os jovens. Por receio de entrar com mais intensidade nesse meio, não se aplicou muito empenho e dinheiro às mídias sociais durante essa campanha.
O mesmo temor houve em uma campanha para deputado estadual no interior do Estado de São Paulo. Por preferir não se arriscar nesse plano, direcionou-se a verba para outras esferas da campanha e simplesmente ignorou-se a “moda” das mídias sociais.
Em outra mão, outro aspirante a um cargo na Assembléia Legislativa de São Paulo, um senhor, na casa dos 70 anos idade, que não tinha boa penetração entre o eleitorado jovem, decidiu entrar nesse campo. Foi criado um perfil no Orkut na tentativa de aproximá-lo desse público. Resultado: em dois meses dois perfis do candidato ficaram cheios, lotam de acessos e geram interatividade com o deputado. Surpresas de campanha eleitoral.
Há, inclusive, campanhas e candidatos que se tornam um dos assuntos mais comentados na rede. Isso passou com um candidato a deputado federal por São Paulo (Tiririca), que se tornou, pelo menos durante uma semana, o nome mais comentado no Twitter. No Youtube, os vídeos desse mesmo candidato com seus pedidos de voto no horário eleitoral gratuito, são campeões de audiência na categoria.
Outros apelaram para o SPAM causando indignação entre os eleitores pelo número recebidos, de todos os lados, vindos de amigos, parentes, colegas de trabalho em uma militância mal-direcionada, dos próprios candidatos comprando maillings e disparando a torto e a direito sua “propaganda virtual”. Na rede social Twitter, por exemplo, há uma profusão de protestos nesse sentido. Algumas pessoas reclamam de receber até 50 emails por dia com esse teor. É caso clássico para analisarmos por que envio de email não solicitado, também chamado de SPAM, simplesmente não funciona.
Utilizando o email marketing político da maneira certa, ele até pode ser vantajoso, pois estreita e deixa mais intimo o contato entre candidato e eleitor e serve como fonte de notícias e avisos sobre datas de comícios, debates, pesquisas, etc. principalmente aos militantes. Em outras palavras, é útil para quem se interessa. Por outro lado, quando emails não solicitados com teor político chegam às caixas de entrada quase sempre são mal-recebidos.
A não ser que você concorde plenamente com o conteúdo daquela mensagem eleitoral e, detalhe importante, não se importe nem um pouco de receber spam, você não vai mudar seu voto baseado no conteúdo de um email. Isso quer dizer que na grande maioria dos casos aquele simples email só vai causar incomodo.
Sabemos que as pessoas enviam esse tipo de mensagem, com a melhor das intenções, mas, de bem intencionado a detenção está lotada, esta mensagem continua sendo spam. O conceito de Spam é: todo email não solicitado e enviado em massa é spam. Curto e grosso. Você pode presumir que todos na sua lista compartilham das suas idéias, mas é bastante provável que isso não seja verdade, principalmente em se tratando de assuntos eleitorais.
Só vamos obter o verdadeiro resultado do uso dessas ferramentas durante as campanhas, e fazer com que elas se tornem votos ou doações para campanhas, quando todas as ferramentas forem testadas aqui no Brasil. Como tudo ainda é muito novo, e mais da metade da população brasileira não tem acesso à internet, qualquer conclusão será apressada, provavelmente incerta e provavelmente incorreta. Ainda estamos no laboratório. O remédio pode matar se aplicado, sem os devidos testes, em campanhas eleitorais.


Prof. Carlos Manhanelli:
Jornalista, Publicitário, Radialista, Administrador de empresas, Especialização em Propaganda e Marketing pela ESPM, em Ciências Políticas pela FESP, MBA em Marketing pela USP e Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo, professor titular na cadeira de Comunicação Política e Marketing Eleitoral no curso de pós graduação (Maicop) da Universidade Pontifícia de Salamanca na Espanha e professor convidado em mais 8 universidades fora do Brasil.
  Autor de 16 livros sobre o tema, entre eles: "Estratégias Eleitorais e Marketing Político" livro publicado em 1988 pela Summus Editorial, encontra-se hoje na sua 8ª edição, "Guia das Eleições Municipais - 1992", editado pela Editora Guia - 1992, "Eleição é Guerra" publicado pela Editora Summus - 1992, 3º Edição "O Uso do Marketing Político na Gestão Governamental" Editora Guia de Fornecedores - 1993, "A Conquista do Voto" - Editora Brasiliense – 1996, "O Marketing Pós-Eleitoral - Técnicas de Marketing Político para um mandato de sucesso” Editora Summus – 2001, “Do Comício à Internet” – Editora Cátedra UNESCO/ABCOP – 2007 “Marketing Eleitoral – Aprendendo com campanhas municipais vitoriosas” Editora ABCOP – 2008, A Propaganda Política no Brasil Contemporâneo” – e-bock - Editora Cátedra UNESCO de Comunicação para o Desenvolvimento Regional – 2009 – “Marketing Eleitoral o passo a passo do nascimento de um candidato” Editora Geração – 2010, Internet e eleições - Bicho de 7 cabeças? Editora Manhanelli
Presidente da ABCOP - Associação Brasileira dos Consultores Políticos e Assessores Eleitorais, membro da ALACOP - Associação Latino Americana dos Consultores Políticos, membro da IAPC - International Association of Political Consultants, membro do Centro Interamericano de Gerencia Política com sede em Miami – EUA e membro da ALICE - Associação Latinoamericana de Investigadores Eleitorais com sede em Madri- Espanha.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Marketing Político en Brasil, la sintonía fina entre lo que el político dice y lo que la populación escucha.

Texto publicado na revista espanhola " Mas Poder Local" em abril de 2.013.

El profesor Cid Pacheco, durante su vida como académico, formuló para nosotros Consultores en Marketing Político en Brasil tres “leyes” fundamentales del proceso electoral ([2004] 2013). Son ellas la “Ley” de la Indiferencia, de la Postergación, e de lo Efímero o de la Transitoriedad:

(a) La indiferencia es la reacción de gran parte de electoradoque no se siente tocado por los discursos o por lo movimiento electoral como un todo;

(b) En una sociedad donde el voto se pone en la vida de las personas como un problema, un incómodo que tiene de ser resorbido, la tendencia es que se pensé sobre la política más a cerca del día de las elecciones, se posterga la tomada de decisión sobre su voto.

(c) El voto es efémero. ¿Cuál su valor? ¿Cuánto cuesta en dinero? Además, ¿de qué vale votar? ¿Lo que yo gano con mi voto? El voto no tiene su valor definido, por lo tanto, es transitorio, a cada ciclo se cambia los motivos que llevan una persona votar en tal o cual candidato, conforme las tendencias de demandas sociales.

El maestre Cid Pacheco (ídem) es cuidadoso en usar las comillas para mostrar el carácter modal-frecuencia - de la noción de “ley” utilizada para nombrar estos fenómenos electorales. Pero, es posible, a través de ellas, llegar al aspecto generalista que convierte estos fenómenos en leyes generalistas.

Trasplantando Marketing en Marketing Político
Philip Kotler enuncia la definición de marketing como “la actividad humana dirigida a la satisfacción de las necesidades e deseos a través de un proceso de intercambio” (1980, p.33). Si el estudio de Marketing se dirige a un proceso de intercambio, es en la Teoría de la Reciprocidad, formulada en la Antropología, que podemos encontrar algunos de los fundamentos que llevaran el Marketing a formular sus leyes.

Mauss (1974) muestra que el intercambio se presenta como un “fato social total”, institucionalmente, significa múltiplosaspectos de la vida humana. Levi-Strauss (1993) liberta la reciprocidad de su carácter institucional objetivo, nos mostrando que la reciprocidad es un principio de la vida humana. Por lo tanto, si el Marketing estudia “un proceso de intercambio” para alcanzar“la satisfacción de las necesidades e deseos” de las personas, teniendo en vista que el proceso de intercambio se formula como reciprocidad, y que la reciprocidad es un principio de la vida humana, podemos libertar el Marketing de su carácter estrictamente comercial ytransponer sus técnicas para otras esferas de la vida social.

Así, podemos hablar de Marketing Político. Pero, más do que eso, podemos utilizar la teoría antropológica y las Ciencias Sociales para saber lo que funciona y lo que no va funcionar en la transposición del Marketing Comercial para el Marketing Político.

Alcanzando las bases de las presuposiciones del Marketing Político en Brasil
El grande error de ideólogos es concebir la política institucional como aspecto central de la vida de las personas. En la vida, en lo día a día, los brasileños no dan falta de las instituciones políticas, tampoco comprenden las categorías del estado positivamente. El concepto de ciudadanía, central para la democracia, para la mayor parte de los brasileños é referida de forma negativa:

Si en universo de la casa soy un súperciudadano, porque allí sólo tengo derechos y ningún deber, en lo mundo de la calle [espacio público] soy un subciudadano, ya que las reglas universales de la ciudadanía siempre me definen por mis determinaciones negativas: por mis deberes y obligaciones, por la lógica del “no puede” y “no debe”. (DAMATA, 1991, p.100, nuestra traducción)

La ciudadanía en Brasil fue otorgada y tutelada por el Estado, construida de cima para bajo:
Había un potencial de participación que no encontraba canales de expresión dentro de la estructura institucional y que, también, no tenía condiciones de articular estructura alternativa. Lo brasileño fue forzado a tomar conocimiento del Estado y de las decisiones políticas, pero de manera a no desarrollar lealtades a las instituciones. (CARVALHO, 1996, p.356,nuestra traducción)

Esta es una marca estructural de nuestra cultura política, “por un lado, el Estado coopta selectivamente los ciudadanos y, por otro, los ciudadanos buscan lo Estado para lo atendimiento de intereses privados” (ídem, p.339, nuestra traducción). La política institucional se convierte en un recurso que las personas arrogan cuando convén.

Algunos pasajes por la historia del Brasil son significativos para comprender los elementos que sustentan las tres “leyes” del comportamiento electoral brasileño. Además el país no vivió una guerra de independencia, o por lo menos su población residente se ha implicada de forma visceral en el proceso de liberación de la metrópoli, históricamente en Brasil la ciudadanía no se realiza en la participación activa de la populación.

La primera pasaje que vale notar está en el periodo de la “Primera República”, entre los años 1889 y 1930, la “política de los gobernadores”, o la fase “coronelista”, una red de cambio entre el gobierno federal, los gobernadores de los estados, los grandes propietarios de tierra (los coroneles) y los electores (LEAL, 2012 [1976]). Eses últimos votaban normalmente en los candidatos indicados por los coroneles, no tanto por la coerción física o por las amenazas a su vida, sino porque los coroneles sabían en quien cada elector votó, y sabiendo que un arrendador no había votado a favor de su candidato, no dejaría cualquier obra o mejora producida por el Estado beneficiar ese arrendador (FRANCO, 1997 [1969]). Así, elector ninguno gustaría de “perder su voto”, votando en un candidato que no tenía el apoyo del coronel, las orígenes do que algunos en Brasil llaman de Voto Útil están acá, por otro punto de vista, esta es la origen histórica brasileña del fenómeno “Bandwagon” (TRAUGOTT, 2008), o que llamamos “Maria que se va con las otras”. Esta marca estructural contribuí para las tres leyes: (a) una vez que lo vencedor ya está determinado, no va hacer diferencia un voto; (b) es mejor esperar por las proximidades de las elecciones para saber quién será el vencedor e así no perder el voto; (c) ¿el voto vale el gusto de la victoria o la resignada coherencia ideológica?

El otro pasaje que gustaríamos de destacar es la abertura del Régimen Militar, en 1985. La represión creciente entre los años de 1964 y 1979 llevo muchos a salir del país exilados, otros tantos murieran, y el clima del terror había se establecido en los grandes centros urbanos, además la inflación estaba para romper, y los militares no gustarían de arcar con más esa marca impopular. Los militares anunciaran la “apertura lenta y gradual”, pero el sistema se quedaba con el voto indirecto para presidente. La campaña de “Directas Ya” en 1985, llevó miles de personas para las calles clamando por elecciones directas para presidente. La emenda constitucional no fue aprobada, pero los efectos de la campaña de las directas marco la cultura política de las próximas generaciones. El voto se ha convertido en el ejercicio último y único de la ciudadanía:

El esforzó (…) de construcción de la democracia en Brasil ganó ímpeto después del final de la dictadura militar, en 1985. Una de las marcas dese esforzó es la boga que asumió la palabra ciudadanía. Políticos, periodistas, intelectuales, dirigentes sindicales, dirigentes de asociaciones, simples ciudadanos, todos la adoptaran. La ciudadanía, literalmente, en la boca del pueblo. Además, ella substituyó el propio pueblo en la retórica política. No se habla más “el pueblo quiere eso o aquello”, habla-se “la ciudadanía quiere”. Ciudadanía se convirtió en gente. En el auge de entusiasmo cívico, llamamos la Constitución de 1988 de Constitución Ciudadana. (CARVALHO, 2003, p.7)
Se agregó al voto la obligación moral, además la obligación institucional. Se queda un deber e no un derecho en el imaginario de los brasileños. La ciudadanía se resumió al voto, la propaganda del Tribunal Superior Electoral se volvió para decir que reside en voto todas las posibles manifestaciones de los ciudadanos, sólo se es ciudadano de forma positiva cuando se vota.

Poster, 2008, del Tribunal Superior Electoral con mensaje institucional, situado en el pasillo del colegio electoral: "Si en las próximas elecciones no elige los mejores candidatos para alcalde y concejal, su ciudad perderá 4 años.Y cuatro años es mucho tiempo.”

El Marketing Político para la Democracia
En un país como el Brasil, lo Marketing Político se faz cada vez más importante para lo proceso democrático, una vez que, los objetivos del Marketing son de aproximar lo discurso político con las reales demandas de los electores, haciendo ajustes y sintonías, para que el político alcance cada vez más electores, y cada vez más electores se interesen por política. Si gira la rueda de la reciprocidad, políticos se comprometen con promesas, electores dan a elle su voto, las promesas cumplidas, crédito establecido, nuevas promesas, nuevos votos, e así se va, aproximando lo estado democrático representativo de la población que elle representa. Pero, una vez quebrado el ciclo de la dádiva, más difícil está se tornando para un político se reelegir.

Bibliografía
CARVALHO, José Murilo. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
_____. Cidadania: tipos e percursos. In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 9, n. 18: 1996.
DAMATTA, Roberto. A casa e a rua. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
DOWNS, Anthony. Uma teoria econômica da democracia. São Paulo: EdUSP, 1999.
FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. São Paulo: Unesp, 1997 [1969].
KOTLER, Philip. Marketing: Edição compacta. São Paulo: Atlas, 1980.
LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, Enxada e Voto. São Paulo : Companhia das Letras, 2012 [1976].
LEVI-STRAUSS, Claude. As. Estruturas Elementares do Parentesco. Petrópolis: Vozes, 1993.
MAUSS, Marcel. Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. In : _____. Sociologia e Antropologia. v. II. São Paulo: Edusp, 1974 [1923-24].
PACHECO, Cid. Voto é Marketing O Resto é Política. Sobre a natureza do processo eleitoral. Excertos de aulas, palestras, conferências. 1970/2004. Disponibleen<http://www.marceloserpa.com.br/votohoje/index.asp?n=14022&lg=pt> 08/03/2013 [2004].
TRAUGOTT, Michael. The Voter's Guide to Election Polls.Lanham, MD: Rowman&Littlefield, 2008.

Prof. MS Carlos Manhanelli: Presidente de la ABCOP (Asociación Brasileña de los Consultores Políticos), autor de 16 libros sobre la materia, Profesor de Marketing Electoral y Comunicación Política en la Universidad de Salamanca - España, Miembro de la ALICE (Asociación Latinoamericana de Investigadores en Campañas Electorales), participó de 258 campañas electorales en Brasil, América Latina y África, en 39 años de profesión. Miembro electo para el Hall de la Fama del Periódico Americano “Campaigns&Elections”. Sitio: www.manhanelli.com.br

Caio Manhanelli: Antropólogo, Científico Social, Consultor en Marketing Político e Electoral, Especialista en Encuestas e Asesoría de Prensa, Gerente del Departamento de Encuestas de la Manhanelli Associados y Consultor Miembro de la ABCOP (Asociación Brasileña de los Consultores Políticos). www.abcop.com.br