sexta-feira, 12 de julho de 2019

REFORMA DA PREVIDÊNCIA


O Texto base da reforma da previdência foi aprovado pelos deputados.

Na prática a maior modificação é que ninguém mais vai se aposentar com menos de 62 anos mulheres e 65 anos os homens.
Vitória de Rodrigo Maia ou de Bolsonaro?
Em uma democracia, os projetos, como foi o caso da reforma da previdência, podem ter iniciativa do executivo ou do legislativo.
No caso da previdência, o executivo iniciou o processo e encaminhou para aprovação do legislativo.
Os deputados apreciaram na Comissão de constituição e justiça para saber se o projeto estava em conformidade com a constituição brasileira.
Após isso foi formada uma comissão especial para apreciar o texto e reformar o que e fazia necessário. (na opinião dessa comissão)
Na quarta feira os deputados, em plenário, aprovaram em primeiro turno o texto base da reforma.
Os destaques, modificações propostas pelos deputados, foram votados na quinta feira e hoje se espera que a segunda votação seja efetuada.
Após isso o projeto será encaminhado ao senado.  E depois para sanção presidencial.
Conclusão: a vitória não é nem dos deputados nem do Presidente da República.
A vitória é da democracia.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

O GÁS FATAL.


Sadi Paulo Castiel Gitz que era proprietário da Cerâmica Sergipe estava na plateia durante a abertura do "Simpósio de Oportunidades – um evento sobre Gás Natural em Sergipe”, em que participavam o governador de Sergipe e o ministro de Minas e Energia, se suicidou com um tiro na cabeça na frente de todos.
A empresa passava por dificuldades financeiras e estava em estado falimentar, o que levou a demissão em massa dos funcionários. 600 empregos diretos e indiretos foram afetados.
 Na nota em que anunciou a paralisação, a empresa acusou, justamente, o alto preço do gás cobrado pela concessionária estadual, a Sergipe Gás, como responsável pelo fechamento da fábrica.
Esse caso é preocupante e levanta um alerta vermelho com outras empresas brasileiras.
Não estão se dando conta de que várias empresas, de todos os tamanhos, estão passando por dificuldades, pois todas dependem de energia, água, combustíveis e insumos para sobreviver e, com as condições econômicas de nosso país, elas não conseguem acompanhar os aumentos nesses produtos, principalmente os aumentos de gás e gasolina, que afetam diretamente o preço de todos os produtos, enquanto o mercado não suporta aumentar os preços nos mesmos níveis, pois não teriam consumidores.
Falências, concordatas e demissões em massa são os cenários que hoje estão nos ameaçando.
Ou tomamos providencia urgentes, ou outros empreendedores poderão se desestabilizar e tomar medidas drásticas como essa.
É hora de ter um plano emergencial para o Brasil.
Os empreendedores já não aguentam mais.
Só para lembrar os mais incautos: Para ter emprego no Brasil, precisamos ter empresas funcionando e tendo condições de sobreviver.