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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

DIREÇÃO E ÁLCOOL = PRISÃO


Estatísticas de acidentes de trânsito no Brasil comprovam o crescimento do número de ocorrência em que pelo menos uma das partes envolvidas estava conduzindo o veículo sob efeito de álcool. A afirmação é da Polícia Rodoviária Federal, que acredita ser necessário alertar exaustivamente a sociedade como um todo sobre os perigos de beber e dirigir.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (14) um projeto para assegurar em lei a obrigatoriedade de prisão de motorista alcoolizado que causar acidente com morte.
A legislação atualmente em vigor prevê a prisão nesses casos, mas permite o cumprimento de penas alternativas, como prestação de serviços comunitários. Na prática, o motorista pode não passar nenhum dia preso.
Pelo novo texto, as penas alternativas só serão possíveis em casos de motoristas que não estiverem sob efeito de álcool.
São penas alternativas:
Multa em dinheiro
Perda de bens e valores
Limitação de fim de semana
Prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas
Interdição temporária de direitos
O projeto, se aprovado, determinará um período mínimo de prisão aos que promoverem acidentes com veículos e estejam alcoolizados ou drogados.
Está na hora de se colocar penas mais severas a quem, deliberadamente, coloca em risco sua vida e a vida de outros.
Enfim, o senado enxerga uma sanção justa e realmente punitiva aos que assim procedem.
Álcool, drogas e direção não combinam.
Quem sabe, com a ameaça de prisão, os motoristas repensem antes de dirigir sem condições mínimas.
Termino com a frase de Lucas Magno B. Cardeal
Se beber não dirija, se for dirigir não beba, se bebeu e vai dirigir assim mesmo, tente dirigir quando ninguém possa morrer só o Imbecil ao volante.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

POSSE DE ARMAS É UM DIREITO? #comunicaçãopolítica #marketingpolítico


Essa semana o Senado votou contra o decreto presidencial que permitia a posse de arma por cidadãos de bem.
A realidade é que estamos com políticos que não representam o povo. Senão vejamos:
Um plebiscito efetuado em  2005  revelou que 63% da população brasileira que ter o direito de ter uma arma em casa para sua proteção.
Ora se os políticos representam a vontade do povo, então o que está então acontecendo?
Para que a população não tenha o direito de ter uma arma em casa será muito simples.
Vamos fazer uma comparação.
Quando o governo der transporte público de qualidade, ninguém mais vai precisar comprar e nem andar de carro. Obviamente todos vão preferir andar de transporte público.
Quando o governo der saúde de qualidade, ninguém mais vai precisar pagar convênio. Todos terão atendimento digno na saúde.
E quando a população tiver segurança pública, ninguém mais precisará comprar uma arma. Todos estarão tão seguros como hoje estão os políticos que tem carros blindados e seguranças armados.
Em quanto essas coisas não acontecerem, se faz necessário sim, que a população tenha direito a comprar um carro, a pagar convênios de saúde e a portar uma arma em casa para sua defesa e de sua família.
Os arautos que defendem a não liberação do direito às armas, alegam que na Europa não se permite a compra livre de armas, mas esquecem de que lá se tem transporte de qualidade, atendimento a saúde digna e segurança que funciona para todos os cidadãos.
Termino esses comentários com a frase de Wilhians Cardoso
"A segurança pública é o mal que a procura pela cura ainda esta nos estudos de laboratórios"

quinta-feira, 30 de maio de 2019

O PACTO DOS TRÊS PODERES #marketingpolítico


Os presidentes dos três poderes resolveram assinar um pacto a favor das reformas em 10 de junho.

O pacto prevê união dos esforços entre os três poderes em torno de uma agenda com cinco pontos:
Reforma da Previdência, reforma tributária, pacto federativo, segurança pública e desburocratização.
O Brasil vive uma crise de empregabilidade e de dificuldades econômicas. A ideia é se consolidar formalizando um pacto "a favor da retomada do crescimento".
Os últimos acontecimentos envolvendo os três poderes revelaram, na verdade, um jogo de egos feridos e uma comunicação capenga entre os poderes.
Um emaranhado de fofocas e ataques grotescos permearam a internet e os noticiários nos últimos tempos.
Quem primeiro se ressentiu disso, foi o Congresso Nacional, que foi atacado na sua presidência e em vários membros da casa, além de não serem respondidas as questões sobre as reformas.
Agora chegou aos sustentáculos da democracia, ou seja, as pilastras de sustentação: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Esse pacto veio em uma tentativa de apagar o fogo que esta consumindo a democracia brasileira, que é formada pelos três poderes.
De nada adiantara esse pacto, se houver continuidade de ataques e fofocas, principalmente vindos da família do Presidente da República e de representantes do governo e seus aliados.
Torça para que esse pacto de frutos benéficos à população brasileira e que mais uma vez, não seja o povo quem vai pagar o pacto. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

O SENADO BRASILEIRO E A ELEIÇÃO DE PRESIDENTE MARKETING POLÍTICO


O comportamento dos Senadores brasileiros, na eleição do presidente da casa. beira a loucura ou a constatação de quem ainda estamos elegendo.
Foi uma clara demonstração da luta pelo poder, sem medir qualquer consequência que dela poderia advir.
Berros, roubos de pastas, presidente de mesa que não era presidente, candidatos retirando suas candidaturas, voto a mais na urna, neguinho votando duas vezes, senador abandonando a presidência da mesa para fazer xixi na hora do voto, chingamentos, discussões e apelações.
Tudo isso nos leva a lembrar de Calígula e seu cavalo Incitatus.
Há quem diga que Calígula nomeou Incitatus Senador, para demonstrar seu desprezo pelos senadores da época, um bando de gente sem espinha que só queria os favores do trono. (ficou parecido com algum Senado que você conhece?).
A cavalgadura Incitatus tinha 18 assessores, dispunha de fortuna pessoal (colares de pedras preciosas, manjedoura de ouro) e usava mantas nas cores reservadas ao imperador (e ai? Parece com alguém que você conhece?).
Custava caro Incitatus; mas até que seu mandato saiu barato, porque besteiras pelo menos não fazia.
Bons tempos aquele. Incitatus se contentava com feno e alfafa, não dava muita importância às honras com que o presenteavam (uma estátua de mármore em tamanho natural, com base em marfim, por exemplo), e ao que se saiba jamais pleiteou cargos na administração para si ou para parentes, nem fraudou o orçamento (Será que temos algum Senador assim?).
O cavalo Incitatus jamais recebeu sequer os salários referentes ao cargo; ignorava solenemente os múltiplos auxílios, ajudas, verbas, passagens. Nepotismo então, nem pensar. Sua ficha era limpa, cândida — como cândida deveria ser a túnica de um candidato, sem mancha. (Ó Céus onde temos políticos assim?).
Triste espetáculo o que tivemos que assistir promovido pelos nossos senadores. Foram coices para todos os lados. Nem Incitatus se comportou assim no Senado.
Será que um dia eles pensarão mais em nós e menos neles?
Termino esse comentário com a frase de Charlenildo Martins Silva:
O extremismo contemporâneo político está nos levando ao ápice da loucura.
(Esse texto foi baseado em um artigo do meu amigo Carlinhos Brinckman).