<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747</id><updated>2012-01-16T17:29:51.130-02:00</updated><category term='SERRA'/><category term='INTERNET'/><category term='PMDB'/><category term='DILMA'/><category term='MARINA SILVA'/><category term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category term='Aula de Marketing Politico na Europa'/><category term='MANHANELLI'/><category term='Marta Suplicy'/><category term='Aula de Marketing Politico'/><category term='LUXEMBURGO'/><category term='ELEIÇÕES'/><category term='LULA'/><category term='SANTINHOS'/><category term='PRESIDENTE'/><category term='PROPAGANDA'/><category term='MARKETING POLÍTICO'/><category term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><title type='text'>MARKETING POLÍTICO</title><subtitle type='html'>Um blog para comentar atividades e assuntos do mundo do Marketing Político e minhas atividades.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-854286515005882430</id><published>2012-01-16T10:18:00.003-02:00</published><updated>2012-01-16T10:24:46.363-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Bate-papo - Isto É Dinheiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PQhFGvGDQ38/TxQWeMCM0uI/AAAAAAAAAMQ/bPm5N-OVsHw/s1600/MANHANELLI%2BREDUZIDA%2BFOTO.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698204136412861154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-PQhFGvGDQ38/TxQWeMCM0uI/AAAAAAAAAMQ/bPm5N-OVsHw/s200/MANHANELLI%2BREDUZIDA%2BFOTO.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Nº edição: 745 13.JAN.12 - 21:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos e da Manhanelli Associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundador da primeira agência voltada à consultoria de marketing político fala sobre a expectativa do setor com as eleições para prefeito este ano:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Qual período é mais agitado para o setor: nas eleições para prefeito ou quando ocorrem para presidente e governador?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este ano será mais agitado. Afinal, existem 5,6 mil municípios no Brasil, que terão eleições para prefeito e vereadores. Haverá cerca de 20 mil candidatos a prefeito e mais um milhão a vereador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existem profissionais suficientes para atender a essa demanda?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os candidatos vão fazer campanhas com pessoas especializadas em marketing político, mas, mesmo assim, haverá falta de profissionais. Existem hoje no Brasil menos de mil pessoas especializadas no tema. O grande problema é que há empresas que vendem esse serviço sem saber fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual o limite ético do marketing político?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não existe teatro. O que há são quatro imagens que servem para consagrar o político: a do herói, a do líder charmoso, a do grande pai e a do homem simples. O marketing busca ressaltar a característica que o político já possui.&lt;br /&gt;Isto é compartilhar&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-854286515005882430?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/854286515005882430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2012/01/bate-papo-isto-e-dinheiro.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/854286515005882430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/854286515005882430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2012/01/bate-papo-isto-e-dinheiro.html' title='Bate-papo - Isto É Dinheiro'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-PQhFGvGDQ38/TxQWeMCM0uI/AAAAAAAAAMQ/bPm5N-OVsHw/s72-c/MANHANELLI%2BREDUZIDA%2BFOTO.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2829997050820430309</id><published>2011-12-11T11:38:00.004-02:00</published><updated>2011-12-11T11:47:42.334-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Deputados vão gastar R$ 96 mil para divulgar economia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MVq3IyGCrDM/TuSz2ylIhiI/AAAAAAAAAME/UxFSU9P1as0/s1600/assembleia-legislativa-parana.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684866383520237090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 104px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-MVq3IyGCrDM/TuSz2ylIhiI/AAAAAAAAAME/UxFSU9P1as0/s200/assembleia-legislativa-parana.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;GAZETA DO POVO – PARANÁ&lt;br /&gt;Publicado em 06/12/2011 Karlos Kohlbach&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Assembleia Legislativa do Paraná pretende gastar até R$ 96 mil para divulgar a economia de R$ 90 milhões feita pela nova direção da Casa ao longo deste ano e devolvido aos cofres do Estado. Pelo edital de licitação, o Legislativo pretende espalhar 120 outdoors por 38 cidades do estado com a mensagem: “R$ 90 milhões de economia. O Paraná pediu, a Assem&amp;shy;&amp;shy;&amp;shy;&amp;shy;bleia Legislativa mudou”. Os outdoors devem ficar expostos por duas semanas – de 2 a 15 de janeiro de 2012.&lt;br /&gt;“Esta é uma estratégia para que a população do Paraná tome conhecimento da ações realizadas pelo Poder Legislativo”, explicou o presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB). “A divulgação da economia feita pela Casa está entre essas ações. É apenas uma delas”, completou o tucano.&lt;br /&gt;O presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, afirma ser válida a iniciativa da presidência da Assembleia usar outdoors para divulgar a economia feita neste ano. Ele ressalta, porém, que os outdoors devem respeitar o critério da impessoalidade. “Não pode ter nomes ou símbolos. Nada que configure promoção pessoal. Se for o presidente da Assembleia que assina, deve estar escrito: presidência da Assembleia, não pode ter o nome do deputado.” De acordo com Manhanelli, o artigo 5.º da Constituição prevê que os atos do poder público que beneficiem a população devem ser informados de forma coletiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1199738&amp;amp;tit=Deputados-vao-gastar-R-96-mil-para-divulgar-economia"&gt;http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1199738&amp;amp;tit=Deputados-vao-gastar-R-96-mil-para-divulgar-economia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2829997050820430309?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2829997050820430309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/deputados-vao-gastar-r-96-mil-para.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2829997050820430309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2829997050820430309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/deputados-vao-gastar-r-96-mil-para.html' title='Deputados vão gastar R$ 96 mil para divulgar economia'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-MVq3IyGCrDM/TuSz2ylIhiI/AAAAAAAAAME/UxFSU9P1as0/s72-c/assembleia-legislativa-parana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-4046313552658886577</id><published>2011-12-08T11:23:00.006-02:00</published><updated>2011-12-08T11:32:37.849-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Mesmo ‘desajeitados’, políticos aderem às redes sociais na web</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yeVoT7sH_kg/TuC7gTsnVfI/AAAAAAAAAL4/U_A7umS9VMc/s1600/INTERNET%2BARARAQUARA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683748893459174898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-yeVoT7sH_kg/TuC7gTsnVfI/AAAAAAAAAL4/U_A7umS9VMc/s200/INTERNET%2BARARAQUARA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Araraquara.com&lt;br /&gt;Domingo, 06 de Novembro de 2011 às 03h00&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para analista, políticos ‘escorregam’ no trato com os assuntos virtuais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Prefeito, vereadores e os três deputados eleitos por Araraquara estão conectados à internet com a intenção de mostrar suas ações políticas e divulgar seus discursos. A emergência do meio de comunicação como ferramenta de divulgação política levou o professor e cientista político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; a escrever um capítulo extra na sétima edição do seu livro "Estratégias Eleitorais e Marketing Político", dedicado ao uso da internet no meio político. Erros e acertos são decifrados no texto segundo o autor. "Há mais erros que acertos por parte dos políticos. Infelizmente, eles acessam a internet e postam suas ideias e atos como se fosse uma televisão. Esquecem-se de que na rede o que impera é a interatividade", afirma o especialista.&lt;br /&gt;- Os políticos: O prefeito Marcelo Barbieri (PMDB) recorda que foi um dos primeiros a instalar a internet em seu gabinete em Brasília (DF), em 1995, quando ainda era deputado federal. Na época, muitos políticos, e até mesmo jornalistas, questionavam com quem ele iria se comunicar. "Hoje, o mundo todo gira em torno da internet. Difícil é imaginar como viver sem a rede." Barbieri afirmou estar ‘linkado’ à rede, mas admite que anda relapso nas postagens, que ele mesmo faz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dos 13 vereadores da Câmara, apenas Pastor Raimundo (PRB) não está no grupo dos internautas. Ele afirma que a internet só lhe serve para ler notícias. "Não sou afeito a outros mecanismos da rede", afirma. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já o vereador Carlos Nascimento (PT) lembra que projetos seus têm surgido da interatividade com as redes sociais. "O Teste do Coraçãozinho obrigatório (exame em recém-nascidos para detectar doenças cardíacas congênitas) é um projeto que chegou aqui por meio da história de uma internauta que acabou perdendo um filho por falta desse teste", relata. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na Câmara, outro projeto que ganhou força nas redes sociais foi o que deu origem à lei dos rodeios, que eliminou a prática do esporte na cidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Erros e acertos Na avaliação de &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, os erros dos políticos é não saber que cada uma das ferramentas da internet — como sites, blogs e redes sociais — tem suas especificidades e que devem ser trabalhadas dentro dessas características.&lt;br /&gt;Erros mais comuns&lt;br /&gt;- Falta de Interatividade: O político usar a internet para postar apenas ideias e não compartilhar seu pensamento com o internauta. É um espaço de troca de informação. - Rotina: Postagens ocasionais levam os seguidores dos sites e redes sociais a ter um sentimento de rejeição e desimportância. A assiduidade é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.araraquara.com/noticias/politica/2011/11/06/mesmo-desajeitados-politicos-aderem-as-redes-sociais-na-web.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.araraquara.com/noticias/politica/2011/11/06/mesmo-desajeitados-politicos-aderem-as-redes-sociais-na-web.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-4046313552658886577?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/4046313552658886577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/mesmo-desajeitados-politicos-aderem-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4046313552658886577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4046313552658886577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/mesmo-desajeitados-politicos-aderem-as.html' title='Mesmo ‘desajeitados’, políticos aderem às redes sociais na web'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-yeVoT7sH_kg/TuC7gTsnVfI/AAAAAAAAAL4/U_A7umS9VMc/s72-c/INTERNET%2BARARAQUARA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8599863517380178576</id><published>2011-12-07T10:35:00.004-02:00</published><updated>2011-12-07T10:45:41.397-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Câmara dos Deputados e Assembléia paulista detêm frentes de assuntos variados</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ply1YRvcJgc/Tt9fnz5cFWI/AAAAAAAAALs/gTrVVBgT3Mw/s1600/Assembleia%2Bsp.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5683366392315516258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 137px; CURSOR: hand; HEIGHT: 98px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ply1YRvcJgc/Tt9fnz5cFWI/AAAAAAAAALs/gTrVVBgT3Mw/s200/Assembleia%2Bsp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;DCI 05/12/11 - 00:00, POLÍTICA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Institucionalizadas com a Constituição de 1988, as frentes parlamentares ganham fôlego no legislativo em nível nacional e estadual fortalecendo causas variadas e deixando de lado questões ideológicas que, geralmente, tornam morosos e infrutíferos os debates. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- São Paulo"Minha mulher é conhecida como 'perna de jogador'. Não porque é grossa, mas por ser cabeluda". A frase é de autoria do deputado federal Tiririca (PR-SP), eleito em 2010 com mais de 1,3 milhão de votos - o mais votado do Brasil. O tom jocoso, no entanto, não foi proferido num programa de humor na televisão, ambiente onde o criador do hit brega "Florentina" é amplamente popular, mas numa audiência pública realizada no início do mês de novembro, em São Paulo. Embora elogiado por colegas - o vereador e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Netinho de Paula (PCdoB), por exemplo, assistiu a "performance" e cravou que Tiririca é "o cara" - a fala de 12 minutos do deputado de primeiro mandato parece evidenciar que, ao menos nessa reunião, o deputado pode ter se despido da função de coordenador regional da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura da Câmara dos Deputados. "Um deputado busca participar de uma frente parlamentar porque imagina que isso pode ajudar a projetar sua imagem. Esse caso do Tiririca é também culpa da imprensa, que divulga uma audiência pública desse teor", defende &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, da Manhanelli Associados, uma consultoria de marketing político. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Francisco Fonseca, minimiza e afirma que o tema defendido pelo parlamentar mais votado do Brasil é relevante."É razoável a criação de uma frente parlamentar para discutir a questão dos artistas. O Tiririca, como deputado federal, tem poderes para convocar uma audiência pública e acho que essa reunião se deu nesse contexto", opina o estudioso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Embora criadas para fortalecer causas diversas no parlamento, com engajada participação de parte da população, da sociedade civil e de diferentes parlamentares e partidos políticos, o que existe nas esferas federal, estadual e municipal são incontáveis frentes cujos progressos efetivos pouco se conhece. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Câmara dos Deputados, onde atuam 106 frentes, traz outras iniciativas que causam algum estranhamento: em 22 de março desse ano o deputado Márcio Marinho (PRB-BA) passou a coordenar a Frente Parlamentar em Defesa da Capoeira. Mais tarde, em 25 de agosto, o mesmo deputado passou a encabeçar a Frente Parlamentar em Defesa dos Países Africanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já no Senado, as frentes atuam de forma informal, não sendo possível determinar quantas são e quais temas elas defendem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Campo minado: Presidente da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular, a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB), afirma que as audiências públicas contemplaram propostas de mais de 40 entidades da sociedade civil, as mesmas que patrocinaram a lei da Ficha Limpa."A frente existe desde 2002 e foi recriada nessa legislatura contando com deputados e senadores por conta da possibilidade de apresentar uma proposta da reforma política. Fizemos várias reuniões e audiências públicas pelo Brasil afora e criamos uma proposta alternativa que está tramitando na Comissão Especial da Câmara", afirma a deputada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dentre os itens da proposta apresentada pela frente estão o voto em lista, o fim das coligações, financiamento público de campanhas eleitorais e o voto revogável, onde o eleitor faz um recall dos eleitos. Erundina, no entanto, admite frustração com a matéria admitindo que "mais do que corporativos, os interesses individuais de parlamentares da Câmara e do Senado são um grande empecilho aos avanços nessa questão". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Outro ponto destacado pela deputada é que Câmara e Senado tomaram rumos diferentes no debate. Enquanto a primeira promoveu audiências públicas, a segunda promoveu encontros fechados e só apresentou como unanimidade o financiamento público das campanhas. Ainda que admitindo frustração, Erundina afirma que tanto ela quanto as organizações que se mobilizaram não vão baixar a guarda. "Mesmo que a nossa proposta não seja aprovada, vamos fazer um esforço para convencer o relator da reforma política a contemplar algumas de nossas propostas. Essas entidades não são de desistir não. Continuaremos lutando", avisa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, no entanto, refere que o tema, além de ser polêmico, tem outra barreira considerável: a cultural. "A população desconhece o tema da reforma política. Basta ver que se você fizer uma pesquisa sobre o que faz um vereador, a população não vai saber responder. O mesmo vale para deputado, etc", registra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já Fonseca opina que as frentes parlamentares que se dedicam a temas espinhosos, como a reforma política, na verdade devem ser encaradas como uma vitória do Legislativo que, de alguma forma, "traz a sociedade para o debate e isso é exitoso" ainda que "para atuar num campo minado de muitos vértices". O pesquisador da FGV acrescenta que, por ter muitos atores da política no centro do debate da reforma político-eleitoral, é preciso construir uma maioria consolidada para aprová-la."Uma Constituinte exclusiva formada por membros não partidários, talvez poderia ser uma alternativa", opina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; pondera que uma atuação mais efetiva das entidades da sociedade civil nessa discussão seria importante e que só as redes sociais não são capazes de garantir mobilização."A gente vê na internet uma grande mobilização nas redes sociais em torno do voto distrital. Mas os políticos ignoram. Reforma política e voto distrital não é um tema procurado como 'sexo' na internet. Enquanto a televisão vende, a internet compra", compara explicando que a internet ainda está longe de ser uma ferramenta de comunicação popular. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- São Paulo: Entre os temas defendidos nas 60 frentes parlamentares que atuam na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) promovendo reuniões diversas e audiências públicas, se verifica desde a Frente Parlamentar Evangélica, Em Defesa da Vida - contra o Aborto - à de Defesa da Família, Contras as Drogas e pela Não Legalização da Maconha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Perguntado se as mesmas não poderiam ser unificadas numa só, Francisco Fonseca avalia que a mobilização contra o aborto não necessariamente comove quem é contrário ao consumo da cannabis ativa e que, assim, elas devem percorrer caminhos (frentes) distintas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A primeira tem 24 membros e é coordenada pelo deputado Adilson Rossi (PSB) enquanto a última, com 40 integrantes, é conduzida pelo petebista Edson Ferrarini. Ambas têm a adesão de parlamentares de partidos de campos radicalmente opostos do ponto de vista ideológico como PT e PSDB. "A visibilidade de quem atua na frente parlamentar contra a maconha é muito maior do quem atua a favor, porque neste caso quem defende o uso livre da droga pode estar incentivando a prática de um crime", comenta o cientista &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Santas Casas: &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; acrescenta que, dentre as frentes que produzem resultados no estado de São Paulo, está a de defesa das Santas Casas. Ele lembra que as audiências públicas e a pressão no parlamento paulista permitiram que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) liberasse um repasse que soma R$ 188 milhões, que serão liberados ao longo de 2011. Coordenador da Frente das Santas Casas no estado, o peemedebista Itamar Borges relata que o novo desafio que está colocado é o reajuste da tabela do Sistema Único de Saúde, uma das principais fontes de recursos das entidades. "Essa tabela está com uma defasagem de 60% e as Santas Casas estão a beira da inviabilidade. Conseguimos os recursos no governo do estado porque atuamos em conjunto com a frente nacional, em Brasília. Em 15 de dezembro, faremos uma grande mobilização nacional aqui na Assembleia de São Paulo para pressionar o governo para reajustar a tabela", avisa. Para este encontro são esperados dirigentes da Confederação Nacional das Santas Casas, das federações estaduais, além de parlamentares das frentes nacional e estadual. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha também é esperado.Borges, que também está à frente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo e Contra a Guerra Fiscal, afirma ainda que dentre os objetivos da frente estão o apoio aos micro e pequenos empresários e uma mobilização para acabar com a guerra fiscal. "Conseguimos viabilizar na Assembleia, com o apoio do Sebrae, a criação de uma secretaria voltada para o micro e pequeno empreendedor no estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mesmo que o governador não crie a secretaria, acredito que ele deve acolher as sugestões que levamos a ele no sentido de desburocratizar e diminuir a carga tributária de 12% para o setor. Também estamos trabalhando para que o estado, ao fazer suas comprar, priorize a produção de micro e pequenos empresários", relata. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já o presidente do Legislativo paulista, Barros Munhoz (PSDB) constata ainda que as atividades das frentes parlamentares ajudam a reforçar um item bastante esquecido pela população, que está atrelado a atividade de cada parlamentar: a representação."A Assembleia de São Paulo é a mais participava do Brasil. Nós temos frentes parlamentares, as Comissões Permanentes. Você vai aqui no plenário não tem ninguém, mas você vai nas comissões e nas frentes parlamentares e tem um monte de gente. Isso é trabalho parlamentar, trabalho de representação, é ouvir a população sobre os mais diversos assuntos", enfatiza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ele lembra que a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a indústria têxtil paulista foi uma das lutas da Assembleia nesse período."Foi luta nossa a redução do ICMS. Nós não podemos propor a redução, mas nós podemos brigar com o Executivo politicamente", exemplifica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Apartidarismo: Francisco Fonseca completa que as frentes parlamentares, de um modo geral, têm por maior virtude o apartidarismo e seu enraizamento na sociedade e que isso garante a eficácia no atendimento de suas reivindicações."Eu não vejo com tanto pessimismo o mecanismo das frentes parlamentares. Quando o parlamento chama a sociedade para debater determinado tema é uma vitória importante. As duas principais características de uma frente parlamentar de vulto são justamente o caráter apartidário e a mobilização da sociedade civil em torno do problema. Quando se tem esses dois fatores, uma frente parlamentar reúne maiores condições de êxito", enfatiza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fonseca inclui entre as frentes mais importantes a frente que debate as comunicações, na Câmara dos Deputados, e a de Defesa da Defensoria Pública, no Legislativo paulista. O diretor da &lt;strong&gt;Manhanelli Associados&lt;/strong&gt; registra que as frentes parlamentares existem desde os primórdios da democracia, mas que a partir da Constituição de 1988 ganharam caráter oficial no País. "A frente parlamentar é casual, defende uma causa e pode reunir diferentes cores partidárias em nome de uma causa justa", conclui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/EspecialCamara-dos-Deputados-e-Assembleia-paulista-detem-frentes-de-assuntos-variados-434-400606.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.dci.com.br/EspecialCamara-dos-Deputados-e-Assembleia-paulista-detem-frentes-de-assuntos-variados-434-400606.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8599863517380178576?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8599863517380178576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/camara-dos-deputados-e-assembleia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8599863517380178576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8599863517380178576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/camara-dos-deputados-e-assembleia.html' title='Câmara dos Deputados e Assembléia paulista detêm frentes de assuntos variados'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ply1YRvcJgc/Tt9fnz5cFWI/AAAAAAAAALs/gTrVVBgT3Mw/s72-c/Assembleia%2Bsp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-153292714939871698</id><published>2011-12-06T09:40:00.004-02:00</published><updated>2011-12-06T09:47:52.059-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>“O MARKETING POLÍTICO SUBSTITUIU OS CORONÉIS”</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fUG3pdC0psw/Tt4AKH6sRzI/AAAAAAAAALU/COfzwScLBUs/s1600/PIAUI%2B02%2Bmkt%252520politico4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5682979953712056114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-fUG3pdC0psw/Tt4AKH6sRzI/AAAAAAAAALU/COfzwScLBUs/s200/PIAUI%2B02%2Bmkt%252520politico4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cidade Verde.com&lt;br /&gt;Carlos Lustosa Filho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O consultor político &lt;strong&gt;Carlos Augusto Manhanelli&lt;/strong&gt; veio a Teresina onde irá participar do Curso de Marketing Político Eleitoral que ocorre de 24 a 27 deste mês. Em entrevista ao Jornal do Piauí, o especialista, que já participou de 250 campanhas eleitorais, afirmou que o Marketing Político surgiu para substituir os antigos coronéis.&lt;br /&gt;“Eles (coronéis) Eles obrigavam as pessoas a votar. O marketing entra como arma democrática, fornecendo informações para os eleitores”, explica. Segundo &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, o Marketing é a ciência que estuda o movimento do mercado fornecendo informações sobre o consumidor, o que ele deseja e anseia.&lt;br /&gt;É por informações que, numa eleição, os “marketeiros” são responsáveis. “O Marketing Político estuda o eleitorado, o que ele anseia, e entrega para agencia de propaganda e comunicação para produzam campanhas para que as pessoas votem no candidato”, descreve. Segundo o especialista, os casos nos quais os eleitores acabam votando em um político que tinha uma boa imagem, mas acaba se revelando não tão comprometido com a população, também é uma prática da democracia e cabe ao povo não votar mais nos candidatos que não justificaram suas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.cidadeverde.com/o-marketing-politico-substituiu-os-coroneis-diz-especialistas-88473&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-153292714939871698?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/153292714939871698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/o-marketing-politico-substituiu-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/153292714939871698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/153292714939871698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/o-marketing-politico-substituiu-os.html' title='“O MARKETING POLÍTICO SUBSTITUIU OS CORONÉIS”'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fUG3pdC0psw/Tt4AKH6sRzI/AAAAAAAAALU/COfzwScLBUs/s72-c/PIAUI%2B02%2Bmkt%252520politico4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8343294607666545396</id><published>2011-12-05T11:18:00.002-02:00</published><updated>2011-12-05T11:21:54.785-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>NOVA TENDENCIA DAS AGENCIAS DE COMUNICAÇÃO E MARKETING.</title><content type='html'>A nova tendência das Agências de comunicação e marketing especializadas em 1 ou 2 mercados&lt;br /&gt;SITE: ADMINISTRADORES.COM.BR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As agências especializadas estão em alta. O consumidor exige mais e consequentemente ganha o jogo a agência que mais entender o seu cliente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &lt;a href="http://www.administradores.com.br/home/fernando_silva_sp/"&gt;Fernando Silva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As agências especializadas estão em alta. O consumidor exige mais e consequentemente ganha o jogo a agência que mais entender o seu cliente.&lt;br /&gt;Com a Copa de 2014 no Brasil e as Olimpíadas de 2016 as oportunidades de crescimento para o país e para as marcas que se associam aos esportes, as agências especializadas de Marketing Esportivo perceberam a chance de desenvolver e ampliar sua carteira de clientes por todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este setor deve viver um momento de maturação e sobreviverão apenas as empresas que mostrarem um trabalho consistente, além de credibilidade. Com o foco voltado para o país, as perspectivas de crescimento são as mais positivas possíveis. Um prato cheio para quem quer investir no setor.E não adianta apenas abraçar este nicho. “Há um tempo, ‘promoção’ era uma palavra mágica. Todas as agências e conglomerados de comunicação passaram a comprar agências de promoção ou montar departamentos com o objetivo de assegurar a verba dos clientes. Com o Marketing Esportivo não seria diferente. A partir de 2016, 2017, estas empresas deverão mostrar serviço ou sairão do mercado. Haverá uma depuração”, acredita José Estevão Cocco (foto), Presidente da J.Cocco Sportainment Strategy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agência Eugênio (&lt;a href="http://www.grupoeugenio.com.br/"&gt;http://www.grupoeugenio.com.br&lt;/a&gt; ) especializada no mercado imobiliário é um bom exemplo. Com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Salvador, o Grupo Eugenio conta com clientes como Cyrela, Tecnisa, Rodobens, Masb, OAS, Brasal, etc. E com isto a larga experiência no setor imobiliário faz com que a meta do grupo em incrementar a quantidade de contas de outros mercados sejam triplicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a agência N.Ferreira Publicidade ( &lt;a href="http://www.nferreirapublicidade.com.br/"&gt;http://www.nferreirapublicidade.com.br&lt;/a&gt; ) é especializada no setor de defensivos agrícolas.Atende clientes em todo o Brasil. Oferecendo serviços dentro das recomendações dos Ministérios da Saude, da Agricultura, Meio Ambiente, Transportes, INMETRO, ABNT, Sindag e normas do código de defesa do consumidor. E com clientes como Arysta, LifeScience, Dow AgroSciences, Fersol, Iharabras, Milenia Agrociências, Sipcam Isagro entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as pequenas e médias empresas (apontada como a área que mais emprega e sustenta o país) também tem sua vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa Bencom Comunicação ( &lt;a href="http://www.bencomunicacao.com.br/"&gt;www.bencomunicacao.com.br&lt;/a&gt; )é uma agência de comunicação integrada e design volta para as Pequenas e Médias Empresas. Com mais de 9 anos de mercado, tem trabalhado e batalhando para mudar o discurso de que "propaganda e design são apenas para grandes empresas". "Nosso objetivo é oferecer o mesmo serviço e qualidade de uma grande agência para a pequena e média empresa. Se em uma agência de grande porte a maior fonte de renda são as comissões vindas das veiculações em grandes emissoras. Em uma agência voltada para PME, será o trabalho criativo e personalizado a única arma." Comenta Marcelo Azevedo, Diretor Comercial da Bencom. A agência conta com clientes como Portal Bsites, Don Carlini, G&amp;amp;G Image, Prendas Domésticas, etc. E devido o trabalho e portfólio (mesmo não sendo o objetivo principal) já atendeu ou atende empresas como: Senac, Samsung, DuPont, Montalban, etc.&lt;br /&gt;A agência B!Ferraz ( &lt;a href="http://www.bferraz.com.br/"&gt;http://www.bferraz.com.br/&lt;/a&gt; ) é eleita Empresa de Marketing Promocional do Ano pelo 28º Colunistas Promo Brasil. E sua expertise está, justamente, em Marketing Promocional. Uma das áreas que mais crescem no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; Associados ( &lt;a href="http://www.manhanelli.com.br/"&gt;http://www.manhanelli.com.br&lt;/a&gt; ) é uma empresa voltada ao marketing político. disponibilizamos vários serviços para Marketing e Comunicação Pública, Política e Eleitoral. Comandada por &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, Publicitário, Jornalista, Radialista, Administrador de Empresas com especialização em Propaganda e Marketing pela ESPM, MBA em Marketing pela USP, pós-graduado em Ciência Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. Uma área também muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente a comunicação e agências especilizadas tende a crescer ainda mais. Justamente porque diante o enorme número de informações e mercados, o especialista é fundamental.&lt;br /&gt;E vencerá quem tiver mais informações, seja do cliente, mercado, produto ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-nova-tendencia-das-agencias-de-comunicacao-e-marketing-especializadas-em-1-ou-2-mercados/60042/"&gt;http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-nova-tendencia-das-agencias-de-comunicacao-e-marketing-especializadas-em-1-ou-2-mercados/60042/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8343294607666545396?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8343294607666545396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/nova-tendencia-das-agencias-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8343294607666545396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8343294607666545396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/12/nova-tendencia-das-agencias-de.html' title='NOVA TENDENCIA DAS AGENCIAS DE COMUNICAÇÃO E MARKETING.'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2398539039997915256</id><published>2011-11-08T15:11:00.003-02:00</published><updated>2011-11-08T15:19:58.354-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='INTERNET'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><title type='text'>INTERNET A NOVA FERRAMENTA PARA CAMPANHAS ELEITORAIS.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7M4x2LnivkI/TrlkKHLMdmI/AAAAAAAAALI/8fA9eiuWYL4/s1600/eleii%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Binternet%2B2.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672675330537322082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-7M4x2LnivkI/TrlkKHLMdmI/AAAAAAAAALI/8fA9eiuWYL4/s200/eleii%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Binternet%2B2.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vou falar sobre uma das ferramentas de campanhas eleitorais, a mais comentada nos últimos pleitos: a Internet.&lt;br /&gt;Políticos de todo o mundo invadiram a internet depois do sucesso da estratégia de campanha de Barack Obama durante as eleições americanas de 2008, que utilizou redes sociais como Facebook, MySpace, YouTube, Flickr, AsianAve e Twitter.&lt;br /&gt;Embora muitos estejam achando que colocaram o ovo em pé, nós da ABCOP utilizamos essa ferramenta desde 1996. Minha primeira entrevista sobre esse assunto foi na TV Gazeta de São Paulo em 1996, quando Francisco Rossi e Walter Feldmann colocaram suas páginas na Internet, ou seja, desde a década de 90 que já usamos essa ferramenta, porem com as restrições legais que lhe foram impostas. Agora podemos usar na sua plenitude, ou quase plenitude, de recursos.&lt;br /&gt;Ainda não está estabelecido o que funciona e o que não funciona na Internet, em campanhas eleitorais no Brasil. Já sabemos o que funciona nos E.U.A., agora temos que saber abaixo do Equador o que realmente funciona nesse espetacular veículo interativo. É hora de testar todas as possibilidades e consagrar as melhores.&lt;br /&gt;Estão divulgando números mirabolantes de usuários da Internet. Mas no caso da eleição, não adianta o numero de usuários. O que nos interessa é saber quantas pessoas poderão ser influenciadas pela internet na hora do voto. A questão é: internet convence alguém a votar?&lt;br /&gt;No levantamento efetuado pela ESPM realizado nas eleições de 2008, desta vez em parceria com o Ibope Inteligência, mostrou que a rede foi o principal fator de decisão do voto para 5% dos eleitores paulistanos. E entre os mais jovens, esse percentual dobrou para 10%, chegando a 12% entre os que possuem nível superior.&lt;br /&gt;Aqui estão os percentuais e os segmentos que foram atingidos na ultima campanha eleitoral. Com a possibilidade de utilização de todas as ferramentas na campanha pode subir esse índice? Pode porem não muito. E que segmentos poderemos atingir com o uso pleno da Internet? Incógnita.&lt;br /&gt;Nas campanhas municipais, quantos serão atingidos em cidades pequenas e médias?&lt;br /&gt;Em 2.010 a candidata Marina Silva, tentou a plena utilização da internet. Pelos resultados, não foi muito longe.&lt;br /&gt;Em entrevista ao Jornal da Tarde de 22/10/2.011, um candidato declarou: “iPhone não vota”, sentencia Aleksander Mandic (ex-DEM, atual PSD). Como um dos precursores da internet no Brasil, ele tentou provar a eficácia da rede investindo em uma campanha totalmente focada na internet. “Eu mandava os santinhos virtuais por e-mail e celular, mas não deu certo. De qualquer maneira, só serei candidato novamente se puder vencer uma eleição desta maneira”.&lt;br /&gt;Outros levantamentos realizados nos Estados Unidos e na Europa mostram que o impacto da rede sobre o resultado eleitoral é fruto de três fatores: número de eleitores com acesso, grau de interesse na eleição e grau de interesse dos políticos em utilizar o meio. Quanto destes três fatores pesa no Brasil? Quanto pesa o grau de interesse na eleição nos E.U.A e no Brasil?&lt;br /&gt;Estar presente nas redes sociais não será o suficiente para colher sucesso nas urnas, adverte Fernando Barros, presidente da agência de publicidade e marketing político Propeg. "Será preciso montar estratégias criativas, inéditas e que trabalhem a customização das mensagens para públicos específicos, deixando de lado os boletins generalistas." Para ele, esse foi o grande trunfo da campanha eleitoral de Obama.A segmentação será palavra de ordem na Internet e lembrando que de nada vai adiantar ter blogs, twitter, sites, portais e etc., se não tiver na campanha alguém para atualizar e gerenciar a interatividade. Não adianta deixar apenas para um profissional fazer o serviço. Ele terá que coletar um mailling segmentado para melhor aproveitamento das mensagens, ou seja, alem das atualizações de conteúdo, teremos que ter atualizações e gerenciamento de mailling, para que a interatividade, que é a função maior da Internet, funcione.&lt;br /&gt;Temos encontrado nas campanhas que participamos a total falta de interesse dos partidos políticos e dos próprios candidatos em ter os e-mails dos filiados partidários. Não existe um mailling gerenciado nem do primeiro grupo de trabalho para a campanha, imagine então de eleitores. A maioria dos políticos acredita que os SPAM’S serão úteis em sua campanha. O tiro pode (e na maioria das vezes sai) pela culatra.&lt;br /&gt;Observamos também o fator credibilidade na internet. A toda hora o Fantástico (Rede Globo de TV) mostra as mentiras que navegam pela internet, alem do enorme numero de Vírus que paira pelo universo virtual.&lt;br /&gt;A credibilidade é fundamental para um veículo de comunicação.&lt;br /&gt;Não se iludam. A TV e o Rádio ainda serão os grandes carros chefes de várias campanhas futuras, principalmente as inserções de 30” que pegarão de surpresa o desavisado eleitor e conseguirá fazer com que a maioria receba a mensagem, quer queira quer não queira.&lt;br /&gt;Na Internet, discurso não funciona, mas diálogos sim. Resta saber se os políticos brasileiros estão dispostos a ouvir, a falar e a responder as questões, críticas e sugestões advindas da interatividade.&lt;br /&gt;Roy Campos, consultor mexicano que trabalhou e acompanhou a campanha de Obama, em um dos Congressos que foi palestrante nos E.U.A juntamente comigo, disse uma frase que definiu muito bem a internet Obama: A campanha de Obama na internet teve como objetivo angariar fundos para pagar a TV, que é onde se convence o eleitor a votar neste ou naquele candidato.&lt;br /&gt;Em entrevista ao Jornal da Tarde de 22/10/2.011 declaro meu pensamento sobre a internet nas campanhas eleitorais: “O acesso à internet cresceu, é verdade, mas política não é um tema tão procurado nas redes sociais”. Ou seja, “política” não é “sexo” (nem aqui, nem no Google).&lt;br /&gt;A internet ainda chegará lá, mas respeitando sua característica de veiculo de comunicação interativa.&lt;br /&gt;Mutatis Mutantis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2398539039997915256?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2398539039997915256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/11/internet-nova-ferramenta-para-campanhas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2398539039997915256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2398539039997915256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/11/internet-nova-ferramenta-para-campanhas.html' title='INTERNET A NOVA FERRAMENTA PARA CAMPANHAS ELEITORAIS.'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7M4x2LnivkI/TrlkKHLMdmI/AAAAAAAAALI/8fA9eiuWYL4/s72-c/eleii%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Binternet%2B2.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3616490057890031465</id><published>2011-10-27T16:37:00.003-02:00</published><updated>2011-10-27T16:44:21.222-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Liturgia da queda: o 'jeito mineiro' de Dilma demitir</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JhalStMVbrE/TqmmARt-Y5I/AAAAAAAAAK8/2bXdwApMn5s/s1600/DILMA%2BDEMISS%25C3%2583O%2Buntitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668244129708925842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-JhalStMVbrE/TqmmARt-Y5I/AAAAAAAAAK8/2bXdwApMn5s/s200/DILMA%2BDEMISS%25C3%2583O%2Buntitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em todas as crises, presidente agiu para que os próprios acusados pedissem demissão. Estratégia evita que sua imagem seja atingida, dizem especialistas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Veja&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;26/10/2011 - 21:27 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Adriana Caitano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os mineiros costumam dizer que o pior inconveniente é melhor que a melhor das brigas. A frase, lembrada pelo cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Octaciano Nogueira, ajuda a entender o comportamento da presidente Dilma Rousseff nas sucessivas crises que enfrenta desde que assumiu o governo, no início de 2011. Para evitar arranhões em sua imagem, ela seguiu o mesmo ritual na queda dos cinco ministros defenestrados por envolvimento em escândalos: no lugar de demitir, agiu nos bastidores para que o próprio alvo pedisse para sair. Uma liturgia que a livra de sujar as próprias mãos.&lt;br /&gt;Dilma não tem nenhuma experiência como governante e ainda está aprendendo a lidar com a rotina de ocupar o posto mais importante do Executivo. Mas conta com a história a seu favor. No extenso anedotário político brasileiro, políticos como Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves (por acaso também mineiros) adotaram um estilo peculiar de gerenciamento de crise. “Os mineiros não são de confrontar, são de conciliar, não querem arestas, sempre entendimento”, comenta. “Quando você demite alguém, mesmo que involuntariamente se cria um conflito, então o cerimonial para enterrar uma carreira política é manter a pessoa em fogo brando para que ela se sinta na obrigação de abandonar o posto.”&lt;br /&gt;O especialista em marketing político e presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, reforça a tese de Nogueira relatando uma história que diz ter ouvido de Tancredo Neves, quando governador de Minas Gerais. Segundo ele, antes de o mineiro tomar posse, um homem começou a avisar aos jornais que seria convidado para ser o secretário de Fazenda.&lt;br /&gt;Quando Tancredo assumiu, ele disse que ficaria chato se não fosse indicado para o cargo, já que todos os jornais diziam que isso aconteceria. “A resposta do governador foi simples: ‘Então anuncie no jornal que eu te convidei e você não aceitou’, disse, demonstrando que o governador ou presidente sempre tem que ser preservado”, diz o especialista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/liturgia-da-queda-o-jeito-mineiro-de-dilma-demitir"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/liturgia-da-queda-o-jeito-mineiro-de-dilma-demitir&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3616490057890031465?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3616490057890031465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/10/liturgia-da-queda-o-jeito-mineiro-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3616490057890031465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3616490057890031465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/10/liturgia-da-queda-o-jeito-mineiro-de.html' title='Liturgia da queda: o &apos;jeito mineiro&apos; de Dilma demitir'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JhalStMVbrE/TqmmARt-Y5I/AAAAAAAAAK8/2bXdwApMn5s/s72-c/DILMA%2BDEMISS%25C3%2583O%2Buntitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3061597142308948023</id><published>2011-10-24T17:21:00.006-02:00</published><updated>2011-10-24T17:33:17.991-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SANTINHOS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>SANTINHOS: TODOS DIZEM AMÉM</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jWQDLJEm6Jw/TqW7sI8eusI/AAAAAAAAAKw/knyPvB3a-WY/s1600/cartaz%2BLula%2Bpresidente.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667142073105431234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 127px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-jWQDLJEm6Jw/TqW7sI8eusI/AAAAAAAAAKw/knyPvB3a-WY/s200/cartaz%2BLula%2Bpresidente.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;JORNAL DA TARDE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;22 de outubro de 2011 23h00&lt;br /&gt;GILBERTO AMENDOLA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nem rezando para o “São” Steve Jobs. Especialistas em marketing político garantem que ainda não será em 2012 que os iPhones, iPads e redes sociais em geral (Twitter, Facebook…) irão substituir os pré-históricos, porcalhões e ecologicamente incorretos “santinhos eleitorais”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Os santinhos são fundamentais, imprescindíveis. Boa parte dos eleitores brasileiros ainda precisa de ‘cola’ para votar”, diz o consultor e professor de marketing e planejamento estratégico Walter Martins. “Quando um candidato sai pela periferia, em companhia de uma liderança de bairro, ele precisa ter alguma coisa para entregar, um mimo. Isso funciona”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O também consultor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; considera loucura abandonar os santinhos. “Uma campanha você faz atacando em diversas frentes. O santinho não pode ser deixado de lado – e algo que o eleitor pode levar na carteira, algo que cria proximidade”, diz. “O acesso à internet cresceu, é verdade, mas política não é um tema tão procurado nas redes sociais”. Ou seja, “política” não é “sexo” (nem aqui, nem no Google).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o candidato a deputado federal que recusou-se a usar papel na última campanha “caiu na real”: “iPhone não vota”, sentencia Aleksander Mandic (ex-DEM, atual PSD). Como um dos precursores da internet no Brasil, ele tentou provar a eficácia da rede investindo em uma campanha totalmente focada na internet. “Eu mandava os santinhos virtuais por e-mail e celular, mas não deu certo. De qualquer maneira, só serei candidato novamente se puder vencer uma eleição desta maneira”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;As gráficas já começaram a receber as primeiras sondagens dos pré-candidatos – principalmente dos postulantes a uma vaga nas Câmaras Municipais. A Gráfica Paulista, por exemplo, já está fechando orçamento com dois candidatos, que devem gastar de R$ 4 mil a R$ 7 mil em 1 milhão de santinhos. A Grafnorte é outra que já recebeu propostas para impressão de santinhos. “Mas estamos relutantes. Nas últimas eleições tomamos muitos calotes. Os políticos, simplesmente, somem e não pagam pelos santinhos”, diz a gerente Vera Lúcia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na universidade&lt;br /&gt;A professora de estudos linguísticos da Universidade Federal de Minas Gerais Priscila Viana dedicou um trabalho acadêmico aos santinhos. “Provavelmente, a origem dos santinhos políticos é mesmo a igreja, a distribuição de santinhos durante missas ou pregações”, afirma. “A linguagem dos santinhos é direta e eficaz. Nos casos mais emblemáticos, o eleitor encontra, nos santinhos, informações sobre a vida dos candidatos. Isso tem mais valor do que as propostas”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Já Talden Farias, especialista em Gestão e Controle Ambiental pela Universidade Estadual de Pernambuco (UPE), tem desenvolvido um trabalho sobre o ‘direito eleitoral e a poluição ambiental. “Na minha visão, as secretarias de Meio Ambiente poderiam atuar em parceria com a Justiça Eleitoral contra a poluição produzida pelos santinhos. Não só indicando os locais onde eles não poderiam ser entregues, mas também legislando sobre o tipo de material usado – exigindo algo ecologicamente correto”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Só para slogan&lt;br /&gt;Infelizmente, detratores dos santinhos não têm muito o que comemorar. O consultor político Walter Martins diz que o fator “ecológico” e questões como “sustentabilidade” são bons como slogan, mas não garantem votações expressivas. “Principalmente em pequenos municípios. Pouca gente deixa de votar em candidato por ele sujar a rua com santinho”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O colecionador&lt;br /&gt;Os santinhos têm um defensor apaixonado, o delegado Manoel Camassa, de 68 anos. “Sem eles, a política fica muito restrita aos velhos nomes. É por meio dos santinhos que as novas caras podem se apresentar”, avalia. Além da defesa ideológica, Camassa é um colecionador de material de campanha eleitoral – e os santinhos ocupam um espaço de destaque em sua coleção.&lt;br /&gt;“Sou um colecionista nato. Junto de maquininha de cabelo, brinquedos, cartões postais… Mas tudo começou com a numismática (coleção de cédulas, moedas e medalhas), acho que entre os anos 40 e 50. Eu era novinho, herdei esse gosto do meu pai”, conta.&lt;br /&gt;Ao colecionar cédulas, Camassa descobriu que alguns partidos políticos usavam imitações de dinheiro para divulgar candidatos. “Também tinha partido que carimbava em nota de verdade nome do candidato. Era santinho que circulava muito tempo, de mão em mão. Hoje isso é proibido, claro”.&lt;br /&gt;A partir dessas cédulas, Camassa começou a buscar outros santinhos. Sua coleção conta com mais de cinco mil exemplares. Santinhos de Jânio Quadros, Adhemar de Barros e de candidatos do MDB, Arena e até do Partido Comunista (quando ele ainda era ilegal) estão entre os mais raros. Em um dos santinhos mais improváveis, o ex-governador Cláudio Lembo surge jovem e sem suas revoltas sobrancelhas.&lt;br /&gt;Dos mais modernos, Maluf é um dos que sempre usou e abusou do recurso – é possível encontrá-lo sorridente ao lado de Celso Pitta em um santinho. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) é outro que está estampado ao lado do então tucano Gabriel Chalita em um santinho (hoje, Chalita está no PMDB e pode figurar em santinhos de prefeito em 2012).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/jt-politica/santinhos-todos-dizem-amem/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://blogs.estadao.com.br/jt-politica/santinhos-todos-dizem-amem/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3061597142308948023?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3061597142308948023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/10/santinhos-todos-dizem-amem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3061597142308948023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3061597142308948023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/10/santinhos-todos-dizem-amem.html' title='SANTINHOS: TODOS DIZEM AMÉM'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jWQDLJEm6Jw/TqW7sI8eusI/AAAAAAAAAKw/knyPvB3a-WY/s72-c/cartaz%2BLula%2Bpresidente.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7322263298311489912</id><published>2011-09-19T09:59:00.004-03:00</published><updated>2011-09-19T10:08:20.597-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PMDB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>DISSIDENTES DO PMDB NÃO TERÃO FORÇA CONTRA GRUPO DE TEMER</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-V6-1QlE12uA/Tnc97vJHOaI/AAAAAAAAAKo/CYN2cfLakGM/s1600/mdb%2B01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654055953663211938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 137px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-V6-1QlE12uA/Tnc97vJHOaI/AAAAAAAAAKo/CYN2cfLakGM/s200/mdb%2B01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Diário Comercio e Industria.&lt;br /&gt;19/09/11 - 00:00; POLÍTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Ainda que tenham se rebelado contra a Comissão Provisória que dirige o PMDB paulista, peemedebistas ligados ao ex-governador Orestes Quércia dificilmente vão conseguir impor à legenda a realização imediata de eleições nos diretórios municipais que sofreram intervenção da Executiva estadual. Os consultores de marketing político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; (Manhanelli Associados) e Cristiano Noronha (Arko Advice) entendem que dois pontos fragilizam as reivindicações dos "rebeldes": a falta de uma liderança para reivindicar a realização das eleições e ainda a forte influência que o vice-presidente Michel Temer passou a ter na legenda desde a morte de Quércia em dezembro passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; o PMDB histórico ficou no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O PMDB histórico tinha Montoro, Covas, Quércia, Fleury e não houve renovação. Eu acho que esse grupo simpático ao Quércia tem o direito de 'espernear', mas não creio que vá mudar alguma coisa. O grupo do Temer chega para ficar", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noronha entende que os dissidentes conseguirão, no máximo, dificultar, mas não impedir que Temer imponha seu domínio ao PMDB paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O grande problema que eu vejo é que não tem quem aglutine, não tem uma liderança. De outro lado, o Michel Temer é bem articulado. Toda a mobilização para a troca de comando em São Paulo se fez ao lado dos deputados estaduais", aponta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor da Arko Advice completa que não vê muita alternativa aos quercistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eles [aliados do ex-governador] podem se acomodar diante dessa nova realidade ou sair. Esses quadros precisam entender que o Brasil não é a Argentina, onde sobrevive o Peronismo, onde as pessoas se confundem com os partidos. Quando lideranças como um Leonel Brizola ou um Orestes Quércia morrem, os movimentos políticos que eles lideraram tendem a se enfraquecer porque é impossível você ter um substituto à altura", explica Cristiano Noronha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contexto nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois estudiosos também avaliaram o desconforto vivido pelo PMDB nacional, seja por conta da proximidades do processo eleitoral ou pelas trapalhadas do líder da legenda na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), que teve sua credibilidade abalada pela recente indicação de dois políticos com ficha suja para o Ministério do Turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O PMDB, com a proximidade da eleição, já tem acenado que a parceria com o governo vai continuar no plano institucional, mas que a legenda vai ter candidaturas próprias no ano que vem e em 2014", lembra &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Noronha sinaliza que, embora fragilizado, Henrique Alves tem tempo para reverter a desconfiança. "A eleição à mesa diretora da Câmara será em fevereiro de 2013. Então ele tem tempo para reverter o quadro", finaliza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7322263298311489912?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7322263298311489912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/09/dissidentes-do-pmdb-nao-terao-forca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7322263298311489912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7322263298311489912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/09/dissidentes-do-pmdb-nao-terao-forca.html' title='DISSIDENTES DO PMDB NÃO TERÃO FORÇA CONTRA GRUPO DE TEMER'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-V6-1QlE12uA/Tnc97vJHOaI/AAAAAAAAAKo/CYN2cfLakGM/s72-c/mdb%2B01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1806860570161681166</id><published>2011-08-22T16:52:00.003-03:00</published><updated>2011-08-22T16:59:14.311-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>AFAGO DE GOVERNADORES DA OPOSIÇÃO A DILMA É INSTITUCIONAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HwiQCREK-30/TlK0_CD7Q4I/AAAAAAAAAKg/NWLmhUXR-JM/s1600/serra-e-dilma-2009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643772278026748802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-HwiQCREK-30/TlK0_CD7Q4I/AAAAAAAAAKg/NWLmhUXR-JM/s200/serra-e-dilma-2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DCI – DIÁRIO COMERCIO E INDUSTRIA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;22/08/11 - 00:00 &amp;gt; POLÍTICA&lt;br /&gt;Aderson Passos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São Paulo - A receptividade dos governadores tucanos Geraldo Alckmin (SP) e Antonio Anastasia (MG) à presidente Dilma Rousseff, verificada no lançamento do Pacto Sudeste do plano Brasil Sem Miséria na semana passada, em São Paulo, tem apenas um caráter institucional. A avaliação é do analista político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;. - "Há entre governadores e o Executivo federal uma relação de dependência. Os governos estaduais precisam de dinheiro federal para cumprir as promessas de campanha. E uma relação institucional acidentada não contribui para a vinda de recursos. Essa relação faz parte do jogo", resume o consultor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Manhanelli Associados, especializada em marketing político, completa ainda que os afagos de Dilma à oposição não terão força suficiente para afogar a pretensão de PSDB, DEM e PPS de instalar uma CPI no Congresso para investigar irregularidades nos ministérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A relação com o Congresso é diferente porque os legisladores só dependem de emendas parlamentares que o governo, o que é muito diferente das relações com os governadores porque dependem dos repasses federais para completar seus orçamentos. Não vejo por onde a Dilma pode brecar a mobilização em torno da CPI", completa &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinaturas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados seis dias da mobilização para a coleta de assinaturas visando a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista para investigar as denúncias de corrupção no governo Dilma Rousseff, a oposição contabiliza até agora a adesão de 20 senadores e de 115 deputados federais. Para conseguir a instalação da investigação é necessária a coleta de 27 adesões no Senado e de 171 deputados na Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Câmara, o pedido contou com assinaturas de parlamentares que engrossavam as fileiras da base governista como os deputados Tiririca e Paulo Freire (SP) e do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ). Além deles, outros nove integrantes da sigla firmaram apoio à investigação. Também entre os signatários do pedido está o delegado Protógenes Queiroz,que é filiado ao PCdoB paulista, e o ministro dos Esportes, Orlando Silva. Na lista de assinaturas da Câmara também há apoios de quadros do PV e do PSol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.dci.com.br/Afago-de-governadores-da-oposicao-a-Dilma-e-institucional_-diz-analista-5-387412.html&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1806860570161681166?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1806860570161681166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/afago-de-governadores-da-oposicao-dilma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1806860570161681166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1806860570161681166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/afago-de-governadores-da-oposicao-dilma.html' title='AFAGO DE GOVERNADORES DA OPOSIÇÃO A DILMA É INSTITUCIONAL'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-HwiQCREK-30/TlK0_CD7Q4I/AAAAAAAAAKg/NWLmhUXR-JM/s72-c/serra-e-dilma-2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-682142598419727046</id><published>2011-08-22T16:44:00.002-03:00</published><updated>2011-08-22T16:51:18.324-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>AS INTENÇÕES DE VOTO DA NOVA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nas próximas eleições municipais, em centros urbanos como Campinas, deve ser montado um laboratório para diagnosticar como a população pensa e age&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a publicação do artigo O papel da oposição na imprensa, no qual o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) orientou seu partido a debruçar-se sobre a 'nova classe média', os partidos tentam alinhar seus discursos. Passaram a rever as estratégias e abrir um diálogo mais próximo com esse quase 30 milhões de brasileiros que ascenderam à classe C nos últimos dez anos. Cidadãos que passaram a desfrutar de um poder de compra até então distante de suas realidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a inflação tem comido parte desses rendimentos. Os partidos, então, passaram a se perguntar; até que ponto a perda do poder de compra e o medo de regredir à classe D e E pode afetar o voto desses quase 20 milhões de eleitores? Nas próximas eleições municipais, principalmente nos maiores centros urbanos, como Campinas, um grande laboratório deve ser montado para diagnosticar como pensam e agem esses 'batalhadores brasileiros' , como definiu o sociólogo Jessé de Souza em seu livro Os Batalhadores Brasileiros - Nova Classe Média ou Nova Classe Trabalhadora?'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Serão as pesquisas, quantitativas e qualitativas, que servirão para descobrir qual é a demanda que essa nova classe média tem. E, com certeza, elas estão ocorrendo agora e continuarão sendo feitas nas próximas eleições' , afirmou o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP), &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;. Entretanto, na visão dele, poderão ocorrer surpresas em 2014 no âmbito estadual e nacional. 'As eleições municipais são diferentes. Ainda que o cidadão e essa classe emergente tenha alguma afinidade ideológica com o partido, interfere muito o local e a realidade na qual ele vive na hora do voto' , disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o cientista político da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Valeriano Mendes Ferreira Costa, a antiga classe média é diferente da atual. 'Enquanto uma é mais conservadora, vota por uma estabilidade, nós não sabemos exatamente qual é o comportamento dessa nova classe média. Essa nova classe emergente é a classe trabalhadora que conseguiu estabilização da renda. Ela tem um vinculo muito forte com o trabalho e com a expectativa de vida. Ela pensa no futuro dos filhos. É uma classe que reclama muito dos impostos. É preciso mais tempo para sentir uma mudança real, pois ainda está obscuro em que setor ela está inserida' , afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso do auxiliar administrativo Ademir Bazzanella, de 49 anos. Ele notou que sua situação financeira melhorou nos últimos anos porém, também percebeu que o salário tem perdido poder aquisitivo de antes. 'Nos últimos dois anos parece que eu não consigo mais comprar a mesma quantidade que eu conseguia antes. Se a Dilma não deixar a peteca cair, eu voto nela, senão eu mudo para alguém que me dê estabilidade, não importa o partido' , contou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costa também explicou que em 1990 a então classe média apostou na estabilidade, que era a proposta do PSDB, mas em 2000 apoiou Lula na promessa de mais empregos. 'Agora ela está um pouco perdida e mais exigente. Essas pessoas não caem na lábia do populismo e não aceitam o velho reformismo' , relatou o cientista político. Grávida de nove meses, a auxiliar administrativa Francine Aparecida Prudêncio da Silva, de 26 anos, tem o costume de discutir o voto com o marido. 'Na última eleição assistimos aos debates e conversamos para ver em quem iríamos votar. Votamos os dois no mesmo. Agora, na próxima que tiver, acho que o candidato tem que conseguir manter crescimento e estabilidade. Se não der, prefiro pelo menos a estabilidade' , contou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ponto de vista da gerente Viviane Pereira de Souza, de 25 anos, a presidente não tem tido sucesso em manter as mesmas políticas de seu antecessor. 'A inflação está subindo e a educação está cada vez pior. Não estou gostando. Eu votei pelo candidato e não pelo partido. Se continuar assim, na próxima eleição eu mudo o voto' , disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Costa, o ano de 2011 está 'praticamente perdido' para Dilma no que diz respeito à economia e inflação, o que pode ter reflexos no voto dessa classe emergente. 'Se ela não conseguir manter um crescimento com estabilidade, essa nova classe média tem a tendência de ser mais conservadora e escolher pela estabilidade ao invés do crescimento' , explicou. Segundo ele, o governo é o grande favorito para a reeleição se conseguir fazer um bom trabalho, do contrário, abre espaço até mesmo para candidaturas alternativas como a da ex-senadora Marina Silva (PV) e de o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disputa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os tucanos apostam na indecisão do voto dessa fatia da população, os petistas colocam as fichas na crença de que as melhorias dos últimos anos irão, por si só, 'fazer a cabeça desses cidadãos' . 'O que pudemos verificar nas últimas eleições é que a população forma muito sua opinião em cima de situações concretas do que ela vê e sente. Ela formula uma verdade que tem muito mais peso que uma notícia no jornal' , afirmou o deputado estadual e presidente estadual do PT, Edinho Silva (PT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado federal Vanderlei Macris (PSDB), vice-presidente estadual do partido, disse que após o artigo de FHC, toda a legenda se convenceu de que era preciso mudar a linguagem e a forma de comunicação com os brasileiros, bem como trabalhar na reformulação e unificação do discurso. 'Essa classe que ascendeu não se sente representada por um movimento político específico. Acredito que o PSDB precisa estar voltado para esse setor, pois temos propostas muito claras. E tenho certeza que a inflação como está irá atrapalhar o PT, pois ninguém quer andar para trás. Ela é o pior instrumento de corrosão da renda. Isso bate de frente com os interesses da população e fomos nós que trouxemos a tranquilidade econômica ao País' , relatou o deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As eleições municipais servirão, segundo ele, para 'dar o recado' aos partidos, principalmente ao governo, se algo estiver errado. 'Não é definitivo, mas é um sinal. Eleições municipais são diferentes das estaduais e nacionais, mas com certeza muitas pesquisas e informações serão colhidas para entender essa nova classe média brasileira. Com o último Senso do IBGE também já temos um grande volume de informações para ajudar a adequar o discurso' , explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente estadual do PT, a identidade dessa fatia da população ainda não está definida, porém são os petistas que estão mais próximos dessa classe ascendente. 'Eles têm identificação com o governo Lula, pois foi esse governo que proporcionou essa ascensão social, uma nova perspectiva de futuro e auto-estima. Eles se sentem parte de um projeto de nação e ninguém tira isso deles. Essa é a maior aquisição que eles tiveram. Não acredito que essas pessoas, que obtiveram esses direitos, virarão as costas para mais empobrecidos' , declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na opinião do tucano, o discurso do rival 'está caindo por terra' . 'Essa ideia de que o Brasil é o País mais maravilhoso do mundo e que não há defeitos está se desgastando. Todo mundo sente na carne a inflação que eles não tem conseguido dominar. Eles são patrimonialistas e acham que o governo é propriedade do partido. Nós entendemos o governo como instrumento da sociedade' , disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eleições municipais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a deputada estadual e presidente do diretório regional do PSDB, Célia Leão, a tentativa nas próximas eleições municipais será a de tentar envolver todos os segmentos e dialogar com todas as classes. 'Todas as pessoas são importantes no processo eleitoral. Temos um programa de governo que é para todos, mas vamos pegar dentro dele o que tem especificamente para cada setor. A política tem que melhorar a vida das pessoas, senão ela não serve para nada' , disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, as pesquisas apenas têm um resultado científico. 'Serve para mapear de onde vieram essas pessoas e conhecer parte dessa sociedade. Quando fazemos campanha, buscamos o voto de quem não vota também, pois eles podem influenciar o quem vota' , explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líder do DEM na Câmara Municipal de Campinas, o vereador Dário Saadi disse que a bandeira que será defendida por seu partido será a da redução da carga tributária. 'A desoneração tributária é um tema que com certeza interessa à essa classe emergente e terá muito peso. O DEM, junto com o PSDB, foi responsável pela estabilidade econômica do País. Precisamos chamar uma discussão mais aprofundada sobre isso' , disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente do diretório regional do PT, Ari Fernandes, essa classe emergente não é apenas formada por trabalhadores, mas também por pequenos empresários. 'Não é uma classe nova. É uma classe que melhorou de qualidade de vida. A classe que já era média antes, não se afina muito com o PT, ao contrário dessa classe emergente. Queremos nos aproximar dessa fatia através da recuperação de ideias e posições históricas do partido' , explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a antiga classe média tem 'estranhado dividir espaços públicos e compartilhar o progresso' com os cidadãos que ascenderam socialmente. 'Isso é um sinal de progresso como um todo e achamos isso muito saudável. Não acho que a inflação possa nos prejudicar, e o recado do FHC para o PSDB focar nessa nova classe média, não nos preocupa' , afirmou Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a ascensão dos cerca de 30 milhões de brasileiros à classe média, o presidente do diretório regional do PMDB, Arnaldo Salvetti, afirmou que, por ser 'a maior fatia da pirâmide social' , eles é que 'irão moldar um novo perfil de povo' . 'O primeiro resultado desta ascensão social foi sentido no aumento do consumo, pois, claro, as pessoas tinham necessidades e desejos imediatos. Mas o verdadeiro impacto transformador da sociedade virá agora com a melhoria da formação educacional, especialmente através do acesso à informação, que naturalmente provocará uma maior consciência social e política' , disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rac.com.br/noticias/brasil/85954/2011/06/03/as-intencoes-de-voto-da-nova-classe-media-brasileira.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.rac.com.br/noticias/brasil/85954/2011/06/03/as-intencoes-de-voto-da-nova-classe-media-brasileira.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-682142598419727046?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/682142598419727046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/as-intencoes-de-voto-da-nova-classe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/682142598419727046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/682142598419727046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/as-intencoes-de-voto-da-nova-classe.html' title='AS INTENÇÕES DE VOTO DA NOVA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1301881705433815968</id><published>2011-08-15T13:28:00.004-03:00</published><updated>2011-08-15T13:37:02.618-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marta Suplicy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Investigação pode atrapalhar pretensão eleitoral de Marta</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São Paulo - A prisão do ex-secretário Executivo do Ministério do Turismo pela Polícia Federal na Operação Voucher terá reflexos nas pretensões da senadora Marta Suplicy que tenta alavancar seu nome para representar o PT na disputa à Prefeitura de São Paulo ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mario Moysés atuou no Ministério do Turismo entre 2007 e 2008 e presidiu a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur). O cientista político Francisco Fonseca, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), reconhece que Marta pode ter a sua pretensão de concorrer em São Paulo prejudicada, e que o momento é de cautela. "Setores do PT podem usar esse episódio [a prisão de Mário Moysés] nas prévias, assim como os adversários, se ela conseguir lançar candidatura. Mas o fato de haver prisão não significa condenação. Ele [Moysés] pode ser absolvido. Então é muito cedo para avaliar estragos. As convenções só vão acontecer no ano que vem", minimiza Fonseca.&lt;br /&gt;Sócio da Manhanelli Associados, que atua em marketing político eleitoral, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli &lt;/strong&gt;flagra igualmente que a ex-prefeita fica vulnerável a ataques mesmo que seu auxiliar venha a ser absolvido pela Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flanco&lt;br /&gt;"Essa prisão abre um flanco tanto interno quanto externo. Haja condenação judicial ou não", avalia o professor, que leciona na Universidade de Salamanca (Espanha).&lt;br /&gt;Ele observa também uma tentativa da mídia em geral de aplicar ao governo de Dilma Rousseff uma marca de corrupção, mas alerta a que desde a gestão de FHC (1994-2002) a base do governo é formada pelos mesmos partidos.&lt;br /&gt;"Não parecem simples coincidência esses escândalos na Casa Civil e mais recentemente nos Ministérios dos Transportes, da Agricultura e do Turismo. Eu peço a atenção para o fato de a mídia colar uma imagem de corrupção ao governo. O que muita gente esquece é que a base do governo de Dilma é exatamente a mesma dos governos de Lula e de Fernando Henrique. Não estou afirmando que não há corrupção, mas levantando que a Polícia Federal e a Justiça é que devem esclarecer os fatos", observa Fonseca.&lt;br /&gt;Já &lt;strong&gt;Manhanelli &lt;/strong&gt;entende que a teoria de que a mídia está contra a presidente equivale a uma "síndrome de perseguição" e advertiu que as medidas de saneamento nos diferentes ministérios estão sendo tomadas pela presidente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a title="blocked::http://www.dci.com.br/Investigacao-pode-atrapalhar-pretensao-eleitoral-de-Marta-5-385260-dci.html#" href="http://www.dci.com.br/Investigacao-pode-atrapalhar-pretensao-eleitoral-de-Marta-5-385260-dci.html#"&gt;http://www.dci.com.br/Investigacao-pode-atrapalhar-pretensao-eleitoral-de-Marta-5-385260-dci.html#&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1301881705433815968?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1301881705433815968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/investigacao-pode-atrapalhar-pretensao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1301881705433815968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1301881705433815968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/investigacao-pode-atrapalhar-pretensao.html' title='Investigação pode atrapalhar pretensão eleitoral de Marta'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3628297111612638852</id><published>2011-08-15T13:06:00.006-03:00</published><updated>2011-08-15T13:19:49.666-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><title type='text'>"Jingle bom é aquele que cai no gosto do eleitor"</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ENTREVISTA A REVISTA VEJA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Pia5BY3ey1U/TklFyRZozfI/AAAAAAAAAKY/Hj5Tb1qzA0c/s1600/MANHANELLI%2BVEJA%2Buntitled.bmp"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641116738224967154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-Pia5BY3ey1U/TklFyRZozfI/AAAAAAAAAKY/Hj5Tb1qzA0c/s200/MANHANELLI%2BVEJA%2Buntitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Consultor político lança livro sobre o uso da música nas campanhas eleitorais&lt;br /&gt;Branca Nunes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O jingle Ei, Ei, Eymael, do José Maria Eymael, prova que um bom jingle é apenas uma das ferramentas da campanha – ele jamais elegerá sozinho um candidato"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores especialistas brasileiros em marketing político, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; é apaixonado por tudo o que diz respeito a campanhas eleitorais. Há 37 anos, coleciona filmes, jingles, objetos e outros documentos relativos aos pleitos no Brasil.&lt;br /&gt;Parte desse acervo serviu como fonte de pesquisa para seu 12º livro, Jingles eleitorais e marketing político – uma dupla do barulho, lançado na última semana. Nesta entrevista ao site de VEJA, o presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos e professor do curso Máster em Assessoramento de Imagem e Consultoria Política da Pontifícia Universidade de Salamanca, na Espanha, fala sobre os principais jingles brasileiros, conta qual a importância deles nas campanhas políticas e analisa as estratégias de marketing dos principais candidatos à Presidência nas eleições de 2010.&lt;br /&gt;Abaixo, os principais trechos da entrevista concedida por Manhanelli:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que escrever um livro sobre jingles políticos?&lt;br /&gt;Durante o mestrado que fiz na Faculdade Metodista de São Paulo, percebi que não havia no país um único livro que analisasse de maneira completa os jingles políticos brasileiros. Assim, decidi que minha tese não se limitaria aos jingles, mas os localizaria dentro do contexto das campanhas eleitorais e situaria essas campanhas no momento histórico que o país estava passando. O resultado é um livro que conta a história do Brasil republicano a partir dos jingles eleitorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como nasceu o jingle no Brasil?&lt;br /&gt;A música Seu Julinho Vem, composta em 1929 por Francisco José Freire Júnior, pode ser considerada a pioneira. Foi a primeira vez que criaram uma canção exclusivamente para enaltecer determinadas características de um político. Antes, o que havia eram músicas satíricas ou de protesto, com críticas aos candidatos. Getúlio Vargas, adversário de Júlio Prestes naquela eleição, também inovou com a impressão de cartazes e o uso do rádio, embora de forma ainda bastante embrionária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que determina a qualidade de um jingle?&lt;br /&gt;Um jingle bom é aquele que cai no gosto da população de tal maneira que se torna eterno. Numa campanha, cada ferramenta tem a sua função: os santinhos, os cartazes, o rádio, a propaganda eleitoral gratuita e as inserções na televisão. A do jingle é cair no gosto dos eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais os melhores jingles brasileiros?&lt;br /&gt;O Varre, varre, varre vassourinha, do Jânio Quadros, é um dos maiores clássicos de todos os tempos. Ei, Ei, Eymael, do José Maria Eymael, prova que um bom jingle é apenas uma das ferramentas da campanha – ele jamais elegerá sozinho um candidato. Bota o retrato do velho, de Getúlio Vargas, também está entre essas preciosidades e tornou-se um hit carnavalesco da época. Lula lá é o último grande jingle brasileiro, tanto que sempre é reutilizado de alguma forma nas campanhas do Lula. Outro que merece destaque é o Eu vou jangar, criado para a campanha de João Goulart para a vice-presidência, em 1960. Naquela época, o presidente e o vice eram eleitos separadamente. O jingle permitia que as pessoas colocassem o seu próprio nome na letra da música. Eu, por exemplo, poderia cantar “Para Vice presidente, Manhanelli vai jangar, é Jango, é Jango. É o João Goulart”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="blocked::http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/manhanelli-jingle-bom-e-aquele-que-cai-no-gosto-do-eleitor" href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/manhanelli-jingle-bom-e-aquele-que-cai-no-gosto-do-eleitor"&gt;http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/manhanelli-jingle-bom-e-aquele-que-cai-no-gosto-do-eleitor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3628297111612638852?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3628297111612638852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/jingle-bom-e-aquele-que-cai-no-gosto-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3628297111612638852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3628297111612638852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/jingle-bom-e-aquele-que-cai-no-gosto-do.html' title='&quot;Jingle bom é aquele que cai no gosto do eleitor&quot;'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Pia5BY3ey1U/TklFyRZozfI/AAAAAAAAAKY/Hj5Tb1qzA0c/s72-c/MANHANELLI%2BVEJA%2Buntitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8302123049493092279</id><published>2011-08-15T13:02:00.003-03:00</published><updated>2011-08-15T13:05:45.598-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>MATÉRIA ESTADÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Por Isadora Peron, estadao.com.br,10/8/2011 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Amador engajado dá lugar a expert em marketing&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No fim da década de 1980, tanto o alfaiate José Raimundo de Castro quanto o músico Hilton Acioli não cobraram um centavo para escrever os jingles que se tornaram símbolos dos candidatos José Maria Eymael e Luiz Inácio Lula da Silva. Eram outros tempos. Hoje, há uma rede de profissionais especializada em, literalmente, transformar em música para os ouvidos as propostas dos candidatos. A maioria das empresas trabalha fazendo jingles comerciais e aproveita a época das eleições para faturar.&lt;br /&gt;Ricardo Engels Garay, sócio da produtora Jinga, não fala em valores, mas diz que em ano de eleição é como se houvesse um mês a mais na receita da empresa. O publicitário PC Bernardes, dono da Amics Áudio, diz que as eleições municipais são um período melhor para as empresas do que quando há disputa para a Presidência. 'Em eleições para presidente e governador, você tem no máximo umas 60 campanhas grandes pelo País. Já nas municipais, você tem pelo menos umas mil que compensam. O mercado é maior.'&lt;br /&gt;O professor do curso de publicidade do Mackenzie Adolpho Queiroz diz que essa profissionalização do que antes tinha ares de amadorismo pode ser uma das explicações de por que os jingles das eleições recentes não ficaram na memória do eleitor. 'Os marqueteiros tem utilizado técnicas e instrumentos muito parecidos e isso nivela as campanhas por baixo.'&lt;br /&gt;O especialista em marketing político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; tem outra explicação: 'Os jingles que marcam mais são os das campanhas que estão mais aquecidas'. 'Por exemplo, o do Jânio Quadros na década de 60. Qualquer pessoa com mais de 40 anos, se você falar 'Varre, Varre', canta o resto. Depois, tivemos a campanha do Lula, que também foi altamente emocional. As outras não foram tão emotivas', avalia. 'Então, por melhor que seja o jingle, ele não gruda, não vira o famoso chiclete de ouvido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/amador-engajado-d%C3%A1-lugar-a-expert-em-marketing-1"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/amador-engajado-d%C3%A1-lugar-a-expert-em-marketing-1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8302123049493092279?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8302123049493092279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/materia-estadao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8302123049493092279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8302123049493092279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/08/materia-estadao.html' title='MATÉRIA ESTADÃO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3953385962468645095</id><published>2011-07-27T09:09:00.002-03:00</published><updated>2011-07-27T09:15:32.700-03:00</updated><title type='text'>Sem vassoura, sem janismo, Dilma faz o que o eleitor espera</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Awgiyd9aw_g/TjABTZRggbI/AAAAAAAAAKQ/QsJmVu0DEi8/s1600/JANIO%2BCARTAZ%2BPRESIDENCIA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634004566553952690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Awgiyd9aw_g/TjABTZRggbI/AAAAAAAAAKQ/QsJmVu0DEi8/s200/JANIO%2BCARTAZ%2BPRESIDENCIA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Autor(es): Gabriel Manzano&lt;br /&gt;O Estado de S. Paulo - 26/07/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma simples associação de ideias - quem fala em faxina fala em vassoura -, tem levado alguns políticos e analistas a fazer uma comparação entre Dilma Rousseff e o presidente Jânio Quadros, que ocupou sua cadeira por sete meses, há exatos 50 anos. Ela, com a disposição de fazer uma limpeza no ministério. Ele com o "varre, varre, vassourinha", mote de sua campanha e um dos símbolos com que construiu sua imagem política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comparação parece, a alguns estudiosos, imprecisa. "Ela começou sendo a mãezona, que daria continuidade à obra do governo anterior. Mas aos poucos está voltando ao que de fato é, uma gerentona", resume o consultor político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli.&lt;/strong&gt; "Pode haver uma ligação entre sua faxina e a vassoura de Jânio, mas cada um tem caráter próprio", diz ele. "A limpeza que Jânio anunciava era moralista. Incluía a proibição de biquínis e da briga de galo. A visão de Dilma é mais técnica: ela afasta os que não servem porque o governo tem de funcionar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma direção, o professor Charles Pessanha, que ensina ciência política na UFRJ, no Rio, acha que Dilma "está empenhada mesmo é em responder a um clamor público, do qual a imprensa é porta-voz". Tanto que, na sua faxina, que chama de reestruturação, ela toma cuidados. "Ela cobra explicações e escolhe as palavras, Mas faz o que a população aprova."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otimista, Pessanha lembra, sobre o jogo com o Congresso, que a avassaladora maioria de Dilma no Congresso afasta o risco de isolamento. "Democracia é isso. Temos um governo plural, com limites. Os controles, como a CGU, funcionam bem e ela os vê como um recurso técnico."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3953385962468645095?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3953385962468645095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/07/sem-vassoura-sem-janismo-dilma-faz-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3953385962468645095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3953385962468645095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/07/sem-vassoura-sem-janismo-dilma-faz-o.html' title='Sem vassoura, sem janismo, Dilma faz o que o eleitor espera'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Awgiyd9aw_g/TjABTZRggbI/AAAAAAAAAKQ/QsJmVu0DEi8/s72-c/JANIO%2BCARTAZ%2BPRESIDENCIA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3155452252016962295</id><published>2011-07-27T09:03:00.003-03:00</published><updated>2011-07-27T09:09:54.247-03:00</updated><title type='text'>A INTERNET NA POLÍTICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gapqM3tigzw/Ti__hL-RQYI/AAAAAAAAAKI/Bo8eJkrx2og/s1600/eleii%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Binternet%2B2.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634002604478513538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-gapqM3tigzw/Ti__hL-RQYI/AAAAAAAAAKI/Bo8eJkrx2og/s200/eleii%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Binternet%2B2.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DIÁRIO COMERCIO E INDUSTRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/07/11 - 00:00 gt; POLÍTICA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São Paulo - Ao intensificarem sua presença na Internet, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atendem a uma pressão que vem da militância partidária conectada à rede mundial de computadores e não necessariamente se dirigem a eleitores comuns. A observação é do professor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, que dirige a Manhanelli Associados. - Recentemente, o tucano abriu no portal do instituto que leva seu nome (www.ifhc.org.br) debates acerca dos problemas do País, enquanto o petista, que voltou a viajar pelo Brasil autointitulando-se "o defensor número um das causas sociais", tem veiculado vídeos e a íntegra de seus discursos no endereço eletrônico do Instituto da Cidadania (www.institutocidadania.org.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eles [Fernando Henrique e Lula] estão se posicionando como líderes de massa que são. Um político do porte deles é um líder que, como tal, deve externar o que pensa e informar os seus liderados. Essas iniciativas deles são uma resposta à militância e aos eleitores mais conscientes, que estão conectados à rede", defende o estudioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; que preside a Associação Brasileira de Consultores de Marketing Político (Abcop), afirma ainda que não se pode medir qual dos dois ex-ocupantes do Palácio do Planalto está em vantagem. Ele argumenta que o uso da Internet por políticos ainda é "um laboratório".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu utilizei a Internet como consultor político nas eleições de 1996, e eu penso que, de lá para cá, a legislação brasileira retardou a cada eleição o uso da Web como ferramenta para buscar votos. A Web, de lá para cá, virou um grande laboratório. Não dá pra medir quem sai na frente nessa corrida porque a Internet ainda não é um veículo popular como são televisão, rádio e jornal hoje", pondera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o coordenador do curso de Direito Digital da GV Law, Renato Opice Blum, afirma que o perfil do internauta brasileiro é diverso do dos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O internauta brasileiro é mais interativo, participa ativamente de redes sociais e de fóruns, e é aquele que passa mais tempo conectado à Internet. Eles [Fernando Henrique e Lula] até podem estar se dirigindo à militância, mas essa comunicação, com o passar do tempo, pode ser ampliada a outros nichos específicos", aponta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3155452252016962295?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3155452252016962295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/07/internet-na-politica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3155452252016962295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3155452252016962295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/07/internet-na-politica.html' title='A INTERNET NA POLÍTICA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gapqM3tigzw/Ti__hL-RQYI/AAAAAAAAAKI/Bo8eJkrx2og/s72-c/eleii%25C3%25A7%25C3%25B5es%2Binternet%2B2.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-5967856271082595086</id><published>2011-07-15T10:45:00.004-03:00</published><updated>2011-07-15T10:48:56.982-03:00</updated><title type='text'>JINGLES ELEITORIAS E MARKETING POLÍTICO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wm18p2HG6eE/TiBEtpM8bdI/AAAAAAAAAKA/5vA40ZKlwSw/s1600/CAPA%2BJINGLES%2BJPG.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5629575085158067666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-wm18p2HG6eE/TiBEtpM8bdI/AAAAAAAAAKA/5vA40ZKlwSw/s200/CAPA%2BJINGLES%2BJPG.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;DIÁRIO DO NORDESTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Publicado em 14/07/2011 - 10:04 por &lt;/span&gt;&lt;a title="Posts de mara.cristina" href="http://blogs.diariodonordeste.com.br/target/author/mara-cristina/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;mara.cristina&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Hoje, quando a tecnologia e as redes sociais permitem debates cada vez mais amplos a respeito da política, os candidatos a cargos no Executivo precisam usar todas as armas possíveis para conquistar o eleitor. Entre elas, uma se destaca: o jingle. Verdadeiro símbolo das campanhas, o jingle benfeito pode ser decisivo para a conquista de uma vaga – seja na prefeitura, no governo estadual ou na presidência da República. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogs.diariodonordeste.com.br/target/wp-content/uploads/2011/07/jingles_capa.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Partindo da importância do jingle como ferramenta, Carlos Manhanelli lança Jingles eleitorais e marketing político – Uma dupla do barulho (Summus Editorial, 248p., R$ 55,90). A obra realiza um estudo profundo das músicas de campanha veiculadas nas eleições presidenciais diretas entre 1930 e 2010.&lt;br /&gt;Com origem no rádio do início do século XX, o jingle conquistou rapidamente as massas e logo provou seu poder de fogo. A transição para a TV se deu sem percalços e em poucas décadas a produção de músicas eleitorais se profissionalizou. Atualmente, não se fazem boas campanhas sem que sejam contratados diversos profissionais envolvidos na criação de jingles.&lt;br /&gt;“Para ser considerados bons, eles precisam, entre outras características, ter ritmo, melodia, emoção e adequar-se às características do eleitorado”, afirma Manhanelli, que é especialista em marketing político.&lt;br /&gt;O livro começa discutindo o conceito de marketing e fazendo distinção entre o marketing político e o eleitoral. Enquanto o primeiro tem objetivos de longo prazo, o segundo concentra-se no momento da campanha e busca atingir objetivos mais rapidamente. Em seguida, Manhanelli investiga as origens do jingle no Brasil e, na sequência, analisa as campanhas presidenciais diretas realizadas entre 1930 e 2010.&lt;br /&gt;O autor analisa o contexto histórico de cada época, traça o perfil dos principais candidatos e reproduz os jingles mais famosos, analisando suas marcas discursivas.&lt;br /&gt;De Getulio Vargas a Dilma Roussef, Manhanelli estabelece uma relação direta entre as boas músicas de campanha e as vitórias eleitorais, mostrando, ainda, erros que nunca poderiam ter sido cometidos.&lt;br /&gt;Verdadeiro mergulho na história do nosso país, o livro conta ainda com jingles magistrais de diversas campanhas, selecionados pelo autor ao longo de décadas de pesquisas. “Embora meu público-alvo seja composto de estudantes de comunicação, marketing, publicidade e propaganda, consultores e coordenadores de campanhas, políticos e assessores, procurei escrever um livro acessível também àqueles que se interessam pela história recente do nosso país”, diz o autor. “Conhecer a forma como as campanhas são feitas é importante para a consolidação da democracia”, conclui. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;O autor&lt;br /&gt;Formado em Administração de Empresas, com cursos de especialização em Sociologia, Ciência Política e Marketing e MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo (USP), Carlos Manhanelli é mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e professor titular da Universidade Pontifícia de Salamanca (Espanha). Especialista no uso das pesquisas para desenhar a estratégia dos candidatos a cargos eletivos, é jornalista, radialista, conferencista e palestrante renomado, além de autor de vários livros, entre eles Eleição é guerra – Marketing para campanhas eleitorais, Estratégias eleitorais – Marketing político e Marketing pós-eleitoral, todos editados pela Summus. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-5967856271082595086?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/5967856271082595086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/07/jingles-eleitorias-e-marketing-politico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/5967856271082595086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/5967856271082595086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/07/jingles-eleitorias-e-marketing-politico.html' title='JINGLES ELEITORIAS E MARKETING POLÍTICO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wm18p2HG6eE/TiBEtpM8bdI/AAAAAAAAAKA/5vA40ZKlwSw/s72-c/CAPA%2BJINGLES%2BJPG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-4723346866980694145</id><published>2011-06-06T14:11:00.002-03:00</published><updated>2011-06-06T14:16:12.960-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Serra terá dificuldades de emplacar candidatura à Presidência em 2014</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-02QaN1-X_rI/Te0K6dUG06I/AAAAAAAAAJ4/30LDW3ggfvM/s1600/kassab_serra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615156309818528674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-02QaN1-X_rI/Te0K6dUG06I/AAAAAAAAAJ4/30LDW3ggfvM/s200/kassab_serra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;01/06/11 - 00:00 POLÍTICA&lt;br /&gt;Diário Comercio e Industria - DCI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São Paulo O Conselho Político criado pelo PSDB para acolher o ex-governador de São Paulo José Serra não será suficiente para alavancar a pretensão do paulista quanto a uma terceira candidatura à Presidência em 2014. - O &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/Serra-tera-dificuldades-de-emplacar-candidatura-a-Presidencia-em-2014-6-375857.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;consultor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; de marketing político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli,&lt;/strong&gt; da Manhanelli Associados, comenta que o órgão, criado para alinhavar coligações e candidaturas, não substitui a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/Serra-tera-dificuldades-de-emplacar-candidatura-a-Presidencia-em-2014-6-375857.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Executiva&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. "Essa instância partidária é nova e, pela legislação que rege os partidos políticos, não pode diminuir a importância da Executiva partidária na tomada de decisões", registra.Já o professor da Universidade de Brasília (UnB) David Fleischer concorda que o Conselho "foi criado às pressas". No entanto, diz que Serra é um obstinado e não vai abandonar seu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/Serra-tera-dificuldades-de-emplacar-candidatura-a-Presidencia-em-2014-6-375857.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;projeto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;. "Serra vai tentar capitalizar os 40 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/Serra-tera-dificuldades-de-emplacar-candidatura-a-Presidencia-em-2014-6-375857.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;milhões&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; de votos conquistados no ano passado", justifica. O cientista da UnB pondera ainda que o ex-governador de São Paulo alimenta esperanças para 2014 inspirado pelo fato de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva só conseguiu vencer uma eleição presidencial na quarta tentativa. Fleischer observa, no entanto, que, ao contrário de Serra, Lula jamais teve adversários dentro do PT. "Lula só conseguiu se candidatar por tantas vezes e se eleger em 2002 porque houve um consenso no PT de que ele era o único candidato. Já Serra, sem mandato, tentará dividir a preferência com Aécio Neves, que terá a tribuna do Senado para ser a voz da oposição", aponta o professor da UnB. O professor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; enumera ainda que Serra tem dificuldades na disputas nacionais com o PT. "Se Serra conseguir se lançar em 2014, certamente o PT vai contragolpear, lançando o ex-presidente Lula para enfrentá-lo", projeta.Os dois cientistas convergem ainda ao apontar que Aécio conseguiu formatar uma boa composição da Executiva. "Os paulistas só ficaram com a vice-presidência [com o ex-governador Alberto Goldman] e o Conselho Político, destinado a Serra", flagra Fleischer.O Instituto Teotônio Vilela ficou com o ex-senador Tasso Jereissati (CE) enquanto a secretaria-geral permaneceu com o deputado federal Rodrigo de Castro (MG). Ambos, assim como o presidente reeleito Sérgio Guerra, são aliados do mineiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-4723346866980694145?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/4723346866980694145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/06/serra-tera-dificuldades-de-emplacar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4723346866980694145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4723346866980694145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/06/serra-tera-dificuldades-de-emplacar.html' title='Serra terá dificuldades de emplacar candidatura à Presidência em 2014'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-02QaN1-X_rI/Te0K6dUG06I/AAAAAAAAAJ4/30LDW3ggfvM/s72-c/kassab_serra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7360455535212915282</id><published>2011-05-02T08:56:00.001-03:00</published><updated>2011-05-02T08:59:12.928-03:00</updated><title type='text'>O VANTAJOSO MERCADO DO MARKETING POLÍTICO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Coluna Mac Margolis &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo/2011"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2011&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo/2011/04"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;04&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo/2011/04/24"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;24&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Minérios, energia, aviões - e consultoria política. A pauta de exportação das nações da América Latina já está maior e bem mais sofisticada. Tempos atrás, a política abaixo da linha do Equador era pouco complicada, definida por embates de figurões cuja ascensão e queda dependiam dos arranjos de um punhado de poderosos provinciais ou do "dedo" do caudilho nacional. A democracia mudou tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com eleições pautadas quase a cada ano, a política eleitoral se transformou em mercado livre. Os pretendentes aos palácios e tribunas não são mais príncipes herdeiros à espera da unção oficial, mas mercadorias a serem analisadas por clientes cada vez mais criteriosos. Antes de depositar seu voto, os eleitores - mais de 300 mil em toda a região - exigem ver o peso. É quando aparece consultor de campanha política, cuja arte já desponta como uma especialidade latino-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faz muito tempo que os maiores estrategistas de campanha eram americanos. Afinal, com tradição secular, a democracia dos Estados Unidos aprimorou sua técnica. Quem cuida do espetáculo são os "spin doctors" - os "doutores" de marketing - que examinam o eleitorado, monitoram os sinais vitais da campanha e prescrevem estratégias vencedoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São homens Dick Morris, James Carville, Rob Allyn e Karl Rove. Analistas que saíram dos bastidores para se tornar protagonistas da política dos EUA e, depois, do mundo. A América Latina era cliente fiel, consumindo caríssimos conselheiros gringos. O presidente do México, Felipe Calderón, contratou Dick Morris, ex-guru de campanha do ex-presidente Bill Clinton; Ravi Singh, especialista em campanhas na internet, atuou no Mexico, na Colômbia e na campanha do ex-candidato José Serra no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje os marqueteiros falam espanhol e português, sem sotaque. Com a volta da democracia, um mercado gigante se abriu para assessorar candidatos locais, estaduais e nacionais. Os estudiosos latinos absorveram técnicas avançadas de estatística, pesquisa de opinião pública, demografia e comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Campanhas políticas exigem dados demográficos de alta precisão e o Brasil faz censos de primeira classe desde os anos 40 e 50", diz o analista político Amaury de Souza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que técnicas, os consultores "nativos" têm a vantagem da fluência cultural, conhecimento dos códigos e gíria locais. Dificilmente um guru de spin americano ou europeu teria o gingado ou o ouvido para as nuances e timbres da política de Guayaquil ou Salta, muito menos o tempo e paciência para dominá-las. Não me esquecerei tão cedo de James Carville, careca e gigante, quase batendo a cabeça na porta do avião da Varig, enquanto, pelo celular xingava a empresa, o país e o Cristo Redentor pelo atraso do seu voo para Nova York. E, quando dispõem de tempo, cobram fábulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que as campanhas latinas sejam bagatelas. Um candidato à presidência no México precisa desembolsar dezenas de milhões de dólares e, no Brasil, centenas de milhões. Mas há muitas eleições menores, de prefeitos, vereadores e deputados que procuram assessoria à sua medida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oportunidade criou o mercado. Milhares os consultores voadores latinos vendem estratégia de campanha, seja em casa ou em países vizinhos. O Cuarto de Guerra, consultoria mexicana, ajudou a eleger o presidente equatoriano, Rafael Correa, em 2006. Ano passado, a poucos meses da eleição presidencial na Colômbia, o governista Juan Manuel Santos perdia feio para o carismático candidato verde Antanas Mockus. Contratou o exótico consultor venezuelano J.J. Rendon, que veste trajes pretos de samurai e fuma sem parar, e virou o pleito, ganhando de lavada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há anos, os brasileiros - especialistas no ramo - cruzam o Atlântico para aconselhar políticos na África portuguesa, com excelentes resultados. Às vezes, as condições de trabalho são extremamente difíceis. O estrategista &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; cita como exemplo o candidato a prefeito moçambicano que foi expulso da legenda a oito dias da votação por ciumeira do líder do partido. Os marqueteiros brasileiros lançaram-no candidato independente e repaginaram sua campanha, levando- o a vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O spin também é nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É COLUNISTA DO "ESTADO", CORRESPONDENTE DA REVISTA "NEWSWEEK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo/2011"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2011&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo/2011/04"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;04&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; » &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/o-estado-de-sao-paulo/2011/04/24"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;24&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; »&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7360455535212915282?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7360455535212915282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/05/o-vantajoso-mercado-do-marketing.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7360455535212915282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7360455535212915282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/05/o-vantajoso-mercado-do-marketing.html' title='O VANTAJOSO MERCADO DO MARKETING POLÍTICO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2467642642028004589</id><published>2011-04-24T10:36:00.002-03:00</published><updated>2011-04-24T10:39:28.710-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Dilma alia apelo feminino a estilo gerente em cem dias de governo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Presidente ressalta fato de ser 1ª mulher no Planalto, mas sem abandonar o estilo 'gerente'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 de abril de 2011 17h 21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seus primeiros cem dias de mandato, a presidente Dilma Rousseff procurou reforçar seu lado "feminino", ressaltando o fato de ser a primeira mulher a comandar o governo, mas sem abandonar o estilo "executivo" que marcou a sua carreira pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema da mulher foi reforçado por Dilma logo em sua primeira viagem ao exterior, realizada em janeiro, na Argentina. Ao lado de sua colega Cristina Kirchner, ela ressaltou o fato de que os dois maiores países da América do Sul são governados por mulheres, e defendeu uma maior participação feminina na política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma viagem, a presidente também se encontrou com representantes das Mães da Praça de Maio, grupo de mulheres que buscam informações sobre desaparecidos durante o regime militar argentino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, ao fazer suas aparições na televisão, Dilma escolheu dois programas voltados principalmente ao público feminino - o Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga na Rede Globo, e o de Hebe Camargo, na RedeTV!.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março, uma pesquisa realizada pelo Datafolha apontou que Dilma tinha uma maior aprovação entre mulheres do que entre homens. Durante a campanha eleitoral, levantamentos indicavam dificuldades da petista em ganhar o voto feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, este foi o dado mais relevante da pesquisa, na qual 47% das pessoas consideram o governo ótimo ou bom - índice superior aos de Lula e Fernando Henrique Cardoso no mesmo período de seus mandatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Creio que isto seja um resultado de uma estratégia dos primeiros meses de governo de focar e valorizar o fato de Dilma ser a primeira mulher presidente", diz Paulino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já segundo uma pesquisa CNI/Ibope divulgada em 1º de abril, 73% dos entrevistados aprovam Dilma, enquanto 12% desaprovam e 14% não opinaram. Estes números também superam Lula e Fernando Henrique no início de seus governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Gerente'&lt;br /&gt;Apesar do reforço em sua imagem "feminina", analistas acreditam que Dilma não abandonou totalmente o estilo "gerente" ao qual foi associada durante o período em que foi ministra do governo Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Dilma está correspondendo à imagem de gerente, de técnica", diz o especialista em marketing político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;. "Não existe brincadeira no gestual, ela nem tenta se mostrar simpática. Isto é positivo, porque reforça a imagem verdadeira dela."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o sociólogo e professor da Unicamp Ricardo Antunes, Dilma está tentando se equilibrar entre a imagem de mulher e de "gerente" séria. "Ela quer mostrar que é possível ser sóbria e serena e, ao mesmo tempo, ter momentos de sensibilidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antunes vê um exemplo disto na reação de Dilma ao caso do atirador que matou 12 pessoas em uma escola em Realengo, zona oeste do Rio. Durante cerimônia em Brasília, a presidente chorou e pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela claramente se emocionou de maneira sincera, e ela não pode mesmo ser uma general", diz o professor. "O povo brasileiro é muito sensível, o país ficou tocado com a tragédia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Popularidade&lt;br /&gt;A diretora-executiva do Ibope Inteligência, Márcia Cavallari Nunes, não acredita que haja atualmente uma "transferência de popularidade" de Lula para Dilma. No fim do governo passado, pesquisas indicavam níveis recordes de aprovação popular para o ex-presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lula não tem aparecido com Dilma, ela tem aparecido sozinha. Não é como na campanha, em que os dois apareciam juntos e acontecia uma transferência. Agora os dados são dela mesma", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavallari destaca o fato de que 54% dos entrevistados pelo Ibope percebem diferenças nos estilos de governo de Lula e Dilma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O fato de Lula ser mais carismático faz com que ele seja mais próximo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-alia-apelo-feminino-a-estilo-gerente-em-cem-dias-de-governo,703701,0.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2467642642028004589?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2467642642028004589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/04/dilma-alia-apelo-feminino-estilo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2467642642028004589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2467642642028004589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/04/dilma-alia-apelo-feminino-estilo.html' title='Dilma alia apelo feminino a estilo gerente em cem dias de governo'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8482148260224989155</id><published>2011-03-12T11:27:00.006-03:00</published><updated>2011-03-12T11:43:03.790-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>PROPOSTA PROÍBE CONTRATAÇÃO DE CABOS ELEITORAIS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YnN3kGBR_hI/TXuE2p8xJFI/AAAAAAAAAJs/YBV1ZZfhmbM/s1600/Cabo%2Beleitoral.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583202237564396626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-YnN3kGBR_hI/TXuE2p8xJFI/AAAAAAAAAJs/YBV1ZZfhmbM/s200/Cabo%2Beleitoral.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Está tramitando na Câmara dos Deputados projeto de lei 8040/10, do ex-deputado Arnaldo Madeira que proíbe a contratação de cabos eleitorais.&lt;br /&gt;Talvez seja por esse tipo de pensamento que o até então Deputado, tenha se tornado ex.&lt;br /&gt;Com a legislação vigente, as campanhas eleitorais foram obrigadas a contatar oficialmente seus cabos eleitorais e fazer folha de pagamento com recolhimento de tributos e tudo o mais.&lt;br /&gt;O ex-deputado argumenta que: “as eleições viraram um negócio, e o voto um produto a ser comercializado. Para gerenciar esse negócio, afirma Madeira, nasceu à figura do cabo eleitoral, que recebe de acordo com o número de votos angariados. “Por isso, ser cabo eleitoral no Brasil virou profissão sazonal”, critica.&lt;br /&gt;Segurar bandeira, colocar e retirar placas das ruas, carregar e distribuir panfletos, operacionalizar a campanha e garantir um emprego, mesmo que seja sazonal (assim como o é no natal) para o ex-deputado é angariar votos e influenciar o eleitor.&lt;br /&gt;Cada vez mais eu me convenço de que muitos dos deputados eleitos não conhecem nem as campanhas eleitorais que participam, pois, com certeza outros organizam e operacionalizam para eles, pois se conhecessem e já tivessem colocado a mão na massa não iriam propor o fim de quem realmente trabalha em campanhas eleitorais e que tem a oportunidade de aumentar sua renda através de um trabalho limpo e honesto.&lt;br /&gt;Para Madeira, o fim da "mercantilização do voto" assegurará a vivência de uma democracia plena. “O sistema vigente repudia a compra do voto, mas permite a sua influência pelo cabo eleitoral”, aponta.&lt;br /&gt;Influencia do cabo eleitoral? Será que o nobre ex-deputado se dignará a segurar bandeira nas ruas, ou irá à praça pública distribuir panfletos com suas propostas de trabalho?&lt;br /&gt;Outra questão colocada pelo ex.&lt;br /&gt;Democracia plena? Como chamar de democracia plena um país que tem o voto como obrigação e não como direito? Enquanto continuarmos com o voto obrigatório não poderemos nunca chamar o Brasil de “democracia plena”&lt;br /&gt;Mas nosso ex-deputado faz uma ressalva com relação aos cabos eleitorais não remunerados, que, segundo ele, “influenciam não pelo poder da moeda, mas pelo poder da palavra” e devem continuar a existir.&lt;br /&gt;Então o problema não está na influencia e sim na remuneração de quem trabalha?&lt;br /&gt;Quanta incoerência em tão pouco espaço.&lt;br /&gt;O que os nossos nobres representantes querem, no frigir dos ovos, é que se trabalhe de graça para eles, carregando bandeiras, distribuindo planos de governo e parlamentar, carregando pacotes em comitês e andando em veículos velhos para colocar os cavaletes nas ruas e depois retira-los.&lt;br /&gt;Em troca meu querido cabo eleitoral você ganha um sincero: Muito obrigado.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a title="Agência Câmara de Notíticas" href="http://www2.camara.gov.br/agencia"&gt;Agência Câmara de Notícias&lt;/a&gt;'&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8482148260224989155?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8482148260224989155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/03/proposta-proibe-contratacao-de-cabos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8482148260224989155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8482148260224989155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/03/proposta-proibe-contratacao-de-cabos.html' title='PROPOSTA PROÍBE CONTRATAÇÃO DE CABOS ELEITORAIS'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YnN3kGBR_hI/TXuE2p8xJFI/AAAAAAAAAJs/YBV1ZZfhmbM/s72-c/Cabo%2Beleitoral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-5718970875301981185</id><published>2011-03-07T09:12:00.006-03:00</published><updated>2011-03-07T09:32:01.570-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>A MÍDIA DEVE DECLARAR APOIO A CANDIDATO?</title><content type='html'>Apoio político. Declarar ou não&lt;br /&gt;http://portaldacomunicacao.uol.com.br/graficas-livros/38/artigo209251-1.asp&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O que pensam os editores sobre a mídia assumir o candidato ou manter a isenção&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aprendeu-se na faculdade que a imparcialidade é a base para a credibilidade e a qualidade do texto jornalístico. Veículo que é sério pratica essa lição. Quando o assunto é política em tempo de eleição, entretanto, vale o velho dito popular "toda regra tem sua exceção". Está aí uma questão que ainda causa certo mal-estar entre os editores, pois, embora o apoio político aconteça, muito raramente é assumido pelos veículos.&lt;br /&gt;"O problema não é apoiar um candidato, mas a falta de clareza que vemos aqui no Brasil. O leitor é desinformado e os veículos mentem, falta honestidade. Exemplos de apoio velado não faltam", aponta Mino Carta, diretor da revista CartaCapital (Ed. Confiança), lembrando da campanha que elegeu Fernando Collor, em 1989. "A Veja até inventou a expressão 'Caçador de marajás'. O jogo está aí, mas não assumido. O Serra é o candidato de hoje, assim como foi o Alkmin, em 2006, o Serra, em 2002, o Collor, em 89. Nesse ponto, acho o Estadão mais claro. Todo dia solta editorial para atacar o Governo Lula. É mais assumido", avalia.&lt;br /&gt;Se, dizem, futebol e religião não se discute, política é gosto popular. Todo mundo tem uma colocação a fazer e - especialmente na forma de conduzir a cobertura - a conversa vai longe. Pelo menos, até o presente momento, as opiniões divergem. "Embora a posição oposta também possa ser legítima, a Folha mantém uma tradição de apartidarismo, e não apóia candidatos", afirma Otávio Frias Filho, diretor de redação da Folha de S.Paulo. &lt;br /&gt;"Apenas nos editoriais", enfatiza Heródoto Barbeiro, jornalista da rádio CBN e da TV Cultura, que, com essa ressalva, é a favor do apoio declarado de um veículo a um candidato . "E o apoio explícito em editorial é uma informação a mais para o leitor poder ver se esse veículo está sendo isento; por exemplo, pelo tratamento dado aos demais candidatos", resume. Conteúdo jornalístico isento, com todas as informações com as quais as pessoas poderão formar suas próprias opiniões. O argumento é endossado por Ricardo Kotscho, diretor-adjunto e repórter da revista Brasileiros, e autor do blog Balaio do Kotscho. "Não existe neutralidade ou imparcialidade, então é importante um veículo informar sua posição em editorial", justifica.&lt;br /&gt;Para Frias, embora haja "deslizes aqui e ali", de maneira geral a cobertura política realizada pelos principais jornais diários brasileiros é isenta e equilibrada. "O Globo parece-me menos isento, ao menos no que diz respeito à política carioca. Já a Veja tem um viés político tão explícito e ostensivo, que compromete sua isenção", analisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maturidade política&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, esse apoio é já tradicional. Em 2008, dois dos mais importantes jornais norte-americanos - o The New York Times e The Washington Post -defenderam em editorial candidaturas à presidência dos Estados Unidos. O The New York Times assumiu claramente sua preferência por Barack Obama. O Brasil tem poucos exemplos: a CartaCapital apoiou o candidato Lula nas duas últimas eleições presidenciais, em 2002 e 2006; nos anos 90 o Estadão e o Jornal da Tarde defenderam Mário Covas e Marta Suplicy, que disputavam o governo e a prefeitura de São Paulo, respectivamente. A revista Trip (Trip Editorial) trouxe a então candidata a vereadora Soninha Francine na capa da edição 125, com a chamada A Trip Vota Nela.&lt;br /&gt;"Demonstrar o apoio político não quer dizer não praticar o bom jornalismo. É possível mostrar uma posição sem, com isso, deixar de ouvir todos e relatar, sem preconceito e atitudes preestabelecidas. Em outros países é diferente. A Argentina trata melhor da cobertura política. Lá, você vê posturas diferentes", compara Carta.  O caso,  prossegue, é que aqui existe uma implacável defesa do poder, desde o Golpe de 64. A defesa de 64. "Temos histórias da censura mal contadas até hoje. A imprensa brasileira não dizia Golpe, dizia Revolução. Não faltam passagens para contar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A lei em TV e rádio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A concessão, no caso de TV e rádio, impõe aos meios a proibição expressa de opiniões sobre candidatos. Mesmo se não houvesse essa restrição legal, a Rede Globo, por meio da Central Globo de Comunicação, afirma que não apoiaria abertamente uma candidatura. No entanto, poderá: "Apesar disso, a emissora considera que o dispositivo legal atenta contra a liberdade de expressão, e que a decisão de apoiar ou não candidatos, com o ônus ou o bônus que isso acarreta, deveria caber a cada emissora, segundo seus valores, como ocorre nas democracias consolidadas".&lt;br /&gt;Para Frias, uma concessão - caso da TV - deve adotar a postura de isenção política. "Jornais, revistas e sítios eletrônicos, que se situam na esfera da sociedade civil, e não do Estado, em minha opinião, devem ser totalmente livres nesse aspecto", defende o diretor de redação da Folha de S.Paulo.&lt;br /&gt;Marion Strecker, diretora de conteúdo do portal UOL, considera ser mais difícil produzir jornalismo independente quando há apoio político declarado. "Nesse caso", ela diz, "o veículo precisa levar muito rigorosamente a sério seu espírito crítico para garantir aos repórteres a independência necessária para exercer a investigação jornalística, e garantir aos editores poder publicá-la, independentemente do partido político tomado por ele". Kotscho rebate: "Em uma redação, todo mundo sabe naturalmente quem os controladores do veículo apoiam, somente quem não tem essa informação é o público."&lt;br /&gt;Marion vê na TV aberta o maior potencial de manipulação da opinião dos eleitores. "É o veículo que atende gratuitamente a quase totalidade da população do país, sem interatividade nem participação ativa da audiência, e tem o maior poder de mexer com as emoções do eleitor."&lt;br /&gt;Alguns casos se tornaram notórios da influência da mídia em eleições. Um dos mais célebres aconteceu em 1989. A edição do último debate entre Collor e Lula, nos telejornais da Rede Globo, foi considerada favorável ao primeiro candidato, e decisiva em sua vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O papel da internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Será extremamente relevante o papel desempenhado pela internet nas campanhas preparadas para as eleições desse ano, pelos principais candidatos e partidos. E, diferentemente de anos anteriores, quando a legislação relegava-a a papel quase decorativo, ela agora poderá ser aproveitada em algumas de suas mais dinâmicas possibilidades, como email marketing, redes sociais, blogs, instant messengers, e mesmo para solicitação e recebimento de doações. Partidos e políticos não poderão realizar propaganda paga na internet. Já aqueles que se sentirem prejudicados por informações veiculadas na web poderão solicitar direito de resposta.&lt;br /&gt;A importância atribuída à internet nas próximas eleições pode ser avaliada pela contratação - ainda não confirmada oficialmente, mas já noticiada pela mídia -, de Ben Self, coordenador da vertente digital da campanha que elegeu Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, para a equipe de campanha da candidata Dilma Roussef. Dono da agência Blue State Digital, além de mobilizar imensos contingentes de eleitores em torno dessa candidatura, via mídias digitais, Bem Self arrecadou aproximadamente US$ 500 milhões, fundamentais para o custeio da campanha de Obama.&lt;br /&gt;No Brasil, a participação da web nas verbas de campanha, em 2010, deverá situar-se entre 9% ou 10% do total, prevê &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, diretor da consultoria de marketing e comunicação política &lt;strong&gt;Manhanelli Associados&lt;/strong&gt;, e presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos. Segundo ele, a internet ainda não será utilizada em escala muito ampla, por ser a primeira experiência de utilização de suas diversas possibilidades no marketing eleitoral.&lt;br /&gt;Além disso, prossegue &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, a realidade brasileira é diferente da norte-americana. Lá, as campanhas duram um ano - começam nas chamadas eleições primárias, nas quais os partidos políticos escolhem seus candidatos -, e aqui abrangem apenas três meses. "Tempo talvez insuficiente para o público acostumar-se ao uso desse meio. Mas a internet pode ser uma ferramenta muito eficaz de comunicação política, pois ela e o telefone constituem as únicas alternativas de comunicação interativa", aponta.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-5718970875301981185?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/5718970875301981185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/03/midia-deve-declarar-apoio-candidato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/5718970875301981185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/5718970875301981185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/03/midia-deve-declarar-apoio-candidato.html' title='A MÍDIA DEVE DECLARAR APOIO A CANDIDATO?'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3868168955922029260</id><published>2011-02-14T13:03:00.004-02:00</published><updated>2011-02-14T13:12:49.903-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>O FUTURO DE KASSAB</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rlI2sY9awCw/TVlGYBAfTPI/AAAAAAAAAJk/lytyBXj6dp0/s1600/kassab_serra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573563392248990962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-rlI2sY9awCw/TVlGYBAfTPI/AAAAAAAAAJk/lytyBXj6dp0/s200/kassab_serra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;José Agripino vai procurar dissidentes do DEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário Comercio e Industria (DCI)&lt;br /&gt;14 de fevereiro de 2.011&lt;br /&gt;anderson passos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - Apesar de as reuniões da semana passada não terem garantido a permanência do prefeito Gilberto Kassab nos quadros do DEM, mesmo com uma luta incessante do partido para isso, o senador José Agripino Maia (DEM-RN), que concorrerá à presidência da sigla em março, foi escalado para procurar aliados do prefeito para negociar um pacto que garanta espaço na sigla ao prefeito paulistano ainda nesta semana. O périplo começa hoje em São Paulo, onde Agripino participará de um almoço com os ex-senadores Marco Maciel (PE) e Jorge Bornhausen (SC), aliados de Kassab. O objetivo é unificar o partido e evitar a sangria de quadros após a convenção nacional.&lt;br /&gt;Cientistas políticos ouvidos pelo DCI entendem que, se deixar o DEM, o prefeito da capital, Gilberto Kassab deve buscar um entendimento para não ter seu mandato reivindicado pelo partido e se abrigar numa sigla da base do governo Dilma Rousseff, com vistas à disputa do governo do estado de São Paulo em 2014. &lt;strong&gt;O professor Carlos Manhanelli, da Manhanelli Associados,&lt;/strong&gt; diz que politicamente a opção mais viável é o PMDB, que carece de lideranças desde a morte do ex-governador Orestes Quércia. "Desde a morte do Quércia o PMDB carece de lideranças, já que tanto o Baleia Rossi quanto o Jorge Caruso são lideranças regionais. A hora boa de o PMDB ter um novo líder é agora", afirma.&lt;br /&gt;Já o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Francisco Fonseca defende que o PSB do governador Eduardo Campos (PE) é uma alternativa melhor. "O PMDB já é um partido de 'cobras criadas', tem uma teia política consolidada, liderada pelo Michel Temer. O PSB, como não está consolidado em São Paulo, seria uma opção interessante porque é um partido em expansão. Basta dizer que o PMDB não elege mais ninguém em São Paulo e o PSB pode tentar buscar seu espaço, construindo uma alternativa com o meio empresarial, como fez com a candidatura de Paulo Skaf no ano passado", relembrou Fonseca.&lt;br /&gt;Tanto &lt;strong&gt;Manhanelli &lt;/strong&gt;quanto Fonseca concordam em um item: o grande desafio de 2014 já está colocado e consiste na construção de uma alternativa aos governos do PSDB em São Paulo. "É natural que o PSDB tenha um desgaste. Pode ser que em 2014 ele esteja mais acentuado ou não, vai depender do governo de Alckmin, que está começando. Agora, a eleição ao governo de São Paulo tem se caracterizado pela falta de alternativas às gestões do PSDB. O grande desafio da oposição em 2014 será apresentar novas alternativas ao eleitorado", sustenta&lt;strong&gt; Manhanelli&lt;/strong&gt;. Ainda em defesa da migração para o PMDB, ele adverte que, embora o PT municipal já tenha anunciado que permanecerá na oposição a Kassab, a ida do prefeito para o PMDB poderia ajudar, em paralelo, a "asfaltar" o caminho entre os dois partidos no estado, como aconteceu no plano federal. "O PMDB não conseguiu emplacar ninguém no governo de Alckmin, apesar de todo o apoio da sigla na campanha. Se o Kassab consolida a ida para o PMDB, ele pode levar para o seu secretariado um deputado peemedebista, prestigiando o partido, ao contrário do movimento que o Alckmin tem feito de não levar o PMDB para o seu primeiro escalão", alerta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3868168955922029260?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3868168955922029260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/02/o-futuro-de-kassab.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3868168955922029260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3868168955922029260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/02/o-futuro-de-kassab.html' title='O FUTURO DE KASSAB'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-rlI2sY9awCw/TVlGYBAfTPI/AAAAAAAAAJk/lytyBXj6dp0/s72-c/kassab_serra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2983801598516123835</id><published>2011-01-18T07:52:00.002-02:00</published><updated>2011-01-18T07:55:22.486-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Caso Cesare Battisti</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;RIT TV entrevista Manhanelli sobre caso de Cesare Battisti&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TTVjLi76jvI/AAAAAAAAAJQ/__7Oc7Ye1_Y/s1600/Entrevista%2BRITTV.JPG"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563461964693933810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 106px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TTVjLi76jvI/AAAAAAAAAJQ/__7Oc7Ye1_Y/s200/Entrevista%2BRITTV.JPG" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Profº MS Carlos Manhanelli, na tarde da última sexta-feira (14), concedeu entrevista para a RIT TV, dando sua opinião a respeito da decisão do ex-presidente Lula de negar o pedido de extradição de Cesare Battisti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Manhanelli, ao negar o pedido, Lula levou em consideração a similaridade do caso com os fatos que ocorreram entre o governo militar e os guerrilheiros que lutavam por outra ideologia. A luta de Battisti, assim como a luta dos revolucionários brasileiros na década de 60, 70 e 80, foi totalmente ideológica, e não por serem criminosos. Se Lula fosse contra Battisti, estaria indo contra a luta ideológica de seus companheiros de partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato do ex-presidente não ter deixado a decisão para a atual Presidente Dilma Rousseff, entende-se como uma forma de evitar colocá-la em uma situação onde falariam que Dilma defendeu Battisti por ter agido da mesma forma que ele no passado. “A Dilma, assim como Cesare Battisti, foi uma guerrilheira. Já o Lula, não pegou em armas”, ressaltou o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi levantada a questão sobre o STF (Supremo Tribunal Federal) ter discordado com a decisão do ex-presidente, que para Manhanelli é muito importante, pois é uma atitude que caracteriza a democracia. Onde ninguém é obrigado a assinar em baixo das decisões do presidente, reafirmando a independência dos poderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na entrevista, o professor também salientou que mesmo com o governo italiano tendo demonstrado desconforto quanto a extradição negada pelo governo brasileiro, a presença do Embaixador Italiano na posse da presidente Dilma mostra que não passou de um descontentamento da Itália e que a decisão do Brasil foi respeitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista será transmitida durante um debate sobre a decisão do ex-Presidente Lula, que irá ao ar na RIT TV, canal 40 UHF ou 12 pela Net e 6 pela Sky, ou ao vivo pelo site vejamso.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legenda: A entrevista vai ao ar na próxima quarta-feira (19), às 22:10, na RIT TV (Rede Internacional de Televisão).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2983801598516123835?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2983801598516123835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/01/caso-cesare-battisti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2983801598516123835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2983801598516123835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/01/caso-cesare-battisti.html' title='Caso Cesare Battisti'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TTVjLi76jvI/AAAAAAAAAJQ/__7Oc7Ye1_Y/s72-c/Entrevista%2BRITTV.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6901228592114090313</id><published>2011-01-02T09:59:00.003-02:00</published><updated>2011-01-02T10:06:18.959-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><title type='text'>Para analistas, primeiro discurso teve mensagem ‘ampla’ e alguns ‘recados’</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TSBqB5Mp--I/AAAAAAAAAJI/B_7lKbfpHeg/s1600/DILMA%2BCAIPIRA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5557558520941509602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TSBqB5Mp--I/AAAAAAAAAJI/B_7lKbfpHeg/s200/DILMA%2BCAIPIRA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fabrícia Peixoto&lt;br /&gt;Da BBC Brasil em São Paulo&lt;br /&gt;em 1 de janeiro, 2011 - 18:41 (Brasília) 20:41 GMT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em seu primeiro pronunciamento como presidente do Brasil, Dilma Rousseff privilegiou um texto sem foco em temas específicos, o que resultou em uma mensagem “um tanto ampla”, na avaliação de especialistas ouvidos pela BBC Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A avaliação é de que Dilma mencionou praticamente “todos os temas” relevantes para o país na atualidade durante o discurso no Congresso, mas sem estabelecer compromissos.&lt;br /&gt;“Ouvimos um discurso amplo, com uma quantidade enorme de temas, mas sem ênfases pontuais”, diz Leonardo Barreto, cientista político e professor da Universidade de Brasília (UNB).&lt;br /&gt;Segundo ele, um dos “poucos momentos” de ênfase ocorreu na menção à reforma tributária, classificada como “inadiável” pela nova presidente.&lt;br /&gt;“Ela falou de praticamente tudo, mas muito rapidamente. Falou de economia, política externa, da questão social, mas sempre de forma muito cuidadosa, sem grandes compromissos”, diz o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simbolismos&lt;br /&gt;Na opinião do consultor político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, a preferência por “abraçar” os mais variados temas acabou resultando em uma fala “linear”, ou seja, “sem grandes pontos de emoção”.&lt;br /&gt;"Mesmo um discurso político, feito no Congresso, poderia ter tido um toque mais emotivo”, diz.&lt;br /&gt;Mas apesar de “genérico”, o texto lido pela presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional refletiu alguns “simbolismos” referentes à nova ocupante do Palácio do Planalto.&lt;br /&gt;“O principal deles é, sem dúvida, o fato de uma mulher estar subindo a rampa do Palácio do Planalto. Nesse sentido, Dilma tenta se comparar ao ex-presidente Lula, que durante sua posse chamou atenção para o fato de ter sido o primeiro metalúrgico eleito”, diz.&lt;br /&gt;Ainda de acordo com &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, Dilma Rousseff também reforçou a ideia de que “não pode errar”, à semelhança do recado dado por Lula nos últimos anos.&lt;br /&gt;“De certa forma, são discursos parecidos. Assim como Lula, Dilma busca enfatizar um fato inédito como forma de dar maior destaque à sua eleição”, acrescenta o especialista.&lt;br /&gt;Situação ‘confortável’&lt;br /&gt;Na avaliação dos analistas ouvidos pela BBC Brasil, Dilma Rousseff toma posse em um momento “bastante favorável” ao país, com a estabilidade econômica e indicadores positivos.&lt;br /&gt;A situação é diferente daquela vivenciada por Lula em 2003, quando o então presidente eleito precisava “conquistar a confiança” da elite empresarial, tanto no Brasil como no exterior.&lt;br /&gt;“Dilma assume em um momento mais favorável, sem ter que se explicar muito do ponto de vista econômico”, diz &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Barreto lembra ainda que o discurso de Lula, em 2003, teve um forte cunho de mudança, com a promessa de um “novo caminho” para o país.&lt;br /&gt;“Já no caso de Dilma, a questão principal do discurso é a continuidade da política de seu antecessor, o que reduz ainda mais a possibilidade de grandes novidades no discurso”, diz o professor da UNB.&lt;br /&gt;Recados&lt;br /&gt;Apesar da generalidade do discurso, os analistas ouvidos pela BBC Brasil apontam alguns “recados” dados pela presidente Dilma Rousseff em seu primeiro pronunciamento.&lt;br /&gt;Um dos mais fortes foi na menção a sua história como ativista política durante o regime militar, quando foi presa e torturada.&lt;br /&gt;Dilma disse não “carregar ressentimentos ou rancor”, acrescentando ainda que não haveria “retaliações” durante seu governo.&lt;br /&gt;“Esse não deixa de ser um recado importante aos militares, uma tentativa de minimizar eventuais rusgas”, diz &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Já o professor da UNB chama atenção para o trecho em que Dilma “estende a mão à oposição”, sugerindo certa “generosidade” àqueles que não a apoiaram durante a campanha.&lt;br /&gt;“Senti falta de um afago aos deputados e senadores, sobretudo em um momento delicado na relação entre o novo governo e o Legislativo”, diz Barreto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6901228592114090313?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6901228592114090313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/01/para-analistas-primeiro-discurso-teve.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6901228592114090313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6901228592114090313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2011/01/para-analistas-primeiro-discurso-teve.html' title='Para analistas, primeiro discurso teve mensagem ‘ampla’ e alguns ‘recados’'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TSBqB5Mp--I/AAAAAAAAAJI/B_7lKbfpHeg/s72-c/DILMA%2BCAIPIRA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8489236527625287952</id><published>2010-12-14T15:36:00.002-02:00</published><updated>2010-12-14T15:40:36.956-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Candidatos usaram mal as redes sociais em 2010</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TQesCeO4UwI/AAAAAAAAAI8/1BSL0opajjs/s1600/obama_141010%2521.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550594224232616706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 199px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TQesCeO4UwI/AAAAAAAAAI8/1BSL0opajjs/s200/obama_141010%2521.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Efeito Obama” não se repetiu no Brasil; para especialistas, faltou interatividade por parte dos políticos, que usaram os sites para propaganda estática&lt;br /&gt;Entrevista ao Jornal Gazeta do Povo em 15/10/2.010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No dia 31 de outubro, quando ocorre o segundo turno para escolha de presidente da República (e de governador em alguns estados), chega ao fim o primeiro processo eleitoral no Brasil com uso pleno das mídias sociais. Milhares de candidatos puderam usar e abusar de Twitter, Orkut, YouTube, MySpace e Facebook, ferramentas que encantam e seduzem os brasileiros. Apesar da grande expectativa, o aproveitamento desse tipo de mídia no relacionamento candidato/eleitor não atingiu o resultado nem o público esperado, opinião unânime entre os especialistas em marketing político consultados pela Gazeta do Povo.&lt;br /&gt;“Desde o começo, todos sabiam que essa eleição seria um grande laboratório para o uso das mídias sociais. O problema é que muitos candidatos, por desconhecimento, não souberam utilizar os veículos ou os usaram de forma equivocada”, destaca Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos e professor de comunicação política e marketing eleitoral na Universidade de Salamanca, na Espanha.&lt;br /&gt;Interação&lt;br /&gt;Antes do início das campanhas eleitorais existia a expectativa de que a troca de informação por meio das novas tecnologias pudesse influenciar na decisão do voto. Não foi o que ocorreu – muito por culpa dos próprios candidatos e suas equipes, que não souberam utilizar as ferramentas de maneira adequada. “As redes sociais não foram bem utilizadas pelas candidatos que não estavam prontos. Eles não interagiram com os eleitores, sanando suas dúvidas. Em vez disso, usaram as redes como canal de propaganda estática”, analisa o gerente de contas da Arca Estúdio de Criação e palestrante de marketing político Elizeu Alves. A opinião é compartilhada pelo consultor de marketing e comunicação Evandro Barreto. “Como instrumento, as redes sociais não foram eficientes; serviram mais como arma tática do que estratégica. Faltou maturidade”, disse.&lt;br /&gt;A crítica dos especialistas reside justamente no modelo utilizado, em que as tecnologias foram apenas canais para fazer propaganda das propostas, deixando de lado a possibilidade de debate. A interação, segundo Alves, ocorreu apenas pelo lado dos eleitores. “O usuário está muito mais preparado que o candidato. Se uma pessoa segue um político no Twitter, é porque ela tem interesse em conhecer suas propostas. Quando ela fizer uma pergunta, é fundamental ter uma resposta, coisa que não ocorreu na maioria das vezes”, afirma.&lt;br /&gt;Na avaliação dos especialistas, o uso das redes sociais na eleição brasileira passou longe do “efeito Obama”, quando a internet foi utilizada de forma decisiva para eleger o presidente americano. Para chegar a esse ponto no Brasil é preciso um período de maturação e o cumprimento de algumas etapas. “Essa eleição serviu para conhecer o uso das novas tecnologias. Os candidatos precisam se aprofundar. Eles têm dois anos até as próximas eleições para fazer um balanço, identificar o que deu certo e adquirir experiências. Precisam se familiarizar com as redes sociais, popularizá-las e despertar o interesse do eleitor”, ressalta Manhanelli.&lt;br /&gt;Pontos positivos&lt;br /&gt;Apesar das críticas, algumas ações pontuais no uso das novas tecnologias na eleições tiveram resultado positivo. Na opinião de Manhanelli, os debates na internet são o principal destaque, pois conseguiram atrair a atenção da população e envolver os eleitores. “Os debates na internet funcionaram muito bem. Ocorreu a interação entre candidatos e eleitores de forma a sanar muitas dúvidas. Esse deveria ser o propósito de todas as redes sociais, uma via de mão dupla”, afirma.&lt;br /&gt;Para Barreto, a aprovação da Lei da Ficha Limpa também se deve muito à mobilização nas redes sociais. “Era visível que não existia o interesse em aprovar a lei. Com a mobilização pública que ocorreu, juntando mais de 1 milhão de assinaturas, não houve outra saída”, conclui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8489236527625287952?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8489236527625287952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/12/candidatos-usaram-mal-as-redes-sociais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8489236527625287952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8489236527625287952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/12/candidatos-usaram-mal-as-redes-sociais.html' title='Candidatos usaram mal as redes sociais em 2010'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TQesCeO4UwI/AAAAAAAAAI8/1BSL0opajjs/s72-c/obama_141010%2521.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8758309544470766570</id><published>2010-12-10T09:07:00.002-02:00</published><updated>2010-12-10T09:10:58.846-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>COMO O ELEITOR SE INFORMA PARA DECIDIR VOTAR!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;1. O Datafolha perguntou como os eleitores se informam para decidir seu voto. São duas formas de perguntar. Na primeira, o pesquisado cita apenas um meio. Na segunda, pode citar três. A internet sozinha fica com 7%, um número expressivo, pois se iguala ao rádio e se aproxima dos jornais, estes com 12%. Na segunda, a internet sobe para 27%. Claro, a TV, o grande veículo de massa, continua disparado em primeiro lugar: 65% e 88% respectivamente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2. Mas há uma diferença: a TV é como se fosse uma chuva que atinge a todos. A internet é como uma mangueira de regar que só chega a pontos para onde é direcionada. Internet e Conversa com Amigos devem ser somadas. Uma é um boca a boca eletrônico e outra boca a boca direto. A soma na segunda pergunta alcança 59%. Mas a chuva da TV pode não chegar a quem está abrigado. Quem individualiza é a internet e a conversa entre amigos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;3. E ainda se acresce um dado fundamental. A comunicação direta via conversa com amigos e via internet tem um poder muito maior de transformar eleitores em multiplicadores, quando o eleitor passa a ser um indutor do voto. A TV espalha a informação. O boca a boca eletrônico ou direto fixa a informação, ou dispersa, subtrai o impacto ou multiplica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;4. (Folha SP, 28) A televisão é o principal meio de comunicação utilizado pelos eleitores brasileiros para se informar sobre os candidatos que disputam as eleições neste ano. Segundo o Datafolha, 65% dos entrevistados afirmam que a TV é a mídia preferida para obter informações. Os jornais aparecem em segundo lugar, com 12% de preferência, e a internet e o rádio vêm em terceiro, com 7% cada um. Conversas com amigos ou familiares são apontadas por 6%. 5. (Folha SP, 28) Quando o Datafolha pede para os entrevistados citarem três meios de comunicação usados para se informar: 27% mencionam a internet, que fica atrás de conversas com amigos e familiares (32%). A TV é lembrada por 88% e continua em primeiro lugar. Em segundo vêm os jornais, com 54%, e rádio aparece em terceiro, com 52%. O Datafolha ouviu 10.905 eleitores em 379 municípios de todo o país (exceto Roraima). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8758309544470766570?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8758309544470766570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/12/como-o-eleitor-se-informa-para-decidir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8758309544470766570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8758309544470766570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/12/como-o-eleitor-se-informa-para-decidir.html' title='COMO O ELEITOR SE INFORMA PARA DECIDIR VOTAR!'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1818107498212328006</id><published>2010-11-30T10:01:00.002-02:00</published><updated>2010-11-30T10:06:09.426-02:00</updated><title type='text'>O CONCEITO DE MARKETING POLÍTICO/ELEITORAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TPTonDr2a3I/AAAAAAAAAI0/Hr6buKgnvQA/s1600/eleicoes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545312798901693298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TPTonDr2a3I/AAAAAAAAAI0/Hr6buKgnvQA/s200/eleicoes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 1952, o marketing político surgiu com o seu formato mais moderno nos Estados Unidos com o partido dos Republicanos na Campanha do general Eisenhower mediante contratação da agência de publicidade BBDO (Batten, Barton, Durstin e Osborne). FIGUEIREDO (2000, p.16).&lt;br /&gt;Naquela época, surgiam as primeiras regras da comunicação política, como a USP (Unique Selling Proposition), dizendo que em cada peça publicitária do candidato, deveria ser vendida apenas uma idéia como uma proposição, como afirma FIGUEIREDO (2000,p.17). Para se falar de marketing político, primeiro há uma necessidade para conceituar o marketing.&lt;br /&gt;YANAZE (2007,p.7) diz que a American Marketing Association (AMA), a mais antiga associação de profissionais e pesquisadores ligados à atividade, assim define marketing como:&lt;br /&gt;“o processo de planejar e executar a concepção, estabelecimento de preço, promoção e distribuição de idéias, bens e serviços, para criar trocas que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais (AMA,2004)”.&lt;br /&gt;Por um outro lado, KOTLER (2003,p.8) afirma que marketing é um conceito de mercado onde indivíduos realizam trocas de produtos que necessitam e desejam.&lt;br /&gt;O conceito de mercado acaba por nos levar ao conceito de marketing. Marketing significa administração de mercados para efetuar trocas e relacionamentos com o propósito de criar valor e satisfazer necessidades e desejos. Assim, voltamos à nossa definição de marketing como um processo administrativo e social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam, por meio da criação, oferta e troca de produtos e valor com terceiros.&lt;br /&gt;Dessa mesma forma, o marketing político efetua troca e relacionamentos com o propósito de criar valor para um certo candidato, e satisfazer as necessidades e desejos do eleitorado. Segundo FIGUEIREDO (2000, p.14)&lt;br /&gt;“O marketing político como um conjunto de técnicas e procedimentos cujo objetivo é avaliar, através de pesquisas qualitativas e quantitativas, os humores do eleitorado para, a partir daí, encontrar o melhor caminho para que o candidato atinja a maior votação possível”&lt;br /&gt;Seguindo a linha de raciocínio de FIGUEIREDO, percebe-se que o marketing político é bem amplo e complexo, exigindo, assim, uma sequência que consiste em análise do clima de opinião que se baseia em análises de conjuntura, do quadro político e dos adversários. O planejamento e a realização das pesquisas tanto qualitativas como quantitativas, é essencial. Análise das pesquisas e elaboração da estratégia é a segunda etapa. A definição dos mais eficazes meios de comunicação para se atingir os objetivos faz parte da terceira etapa. A partir dai, surgem novas necessidades de pesquisas para aferir a eficácia do caminho escolhido e, se necessário, corrigir o que já estava anteriormente planejado. Percebe-se que esse conjunto de ações que se somam e finalizam, são algumas estratégias usadas do marketing político para se vencer uma eleição.&lt;br /&gt;YANAZE (2007,p.482) define vários conceitos no campo do marketing do setor público, mas o que interessa para este estudo são dois conceitos: marketing político definido por ele como marketing político partidário e marketing eleitoral.&lt;br /&gt;No marketing político partidário, o candidato ao cargo parlamentar constrói sua imagem e posicionamento, fortalecendo-a dia-a-dia com o eleitorado. A relação direta com o eleitorado faz a diferença para que o torne popular e, assim, cria-se um ambiente político favorável para elegê-lo a um cargo público.&lt;br /&gt;Ainda, YANAZE (2007,p.482) cita de forma direta o conceito de marketing político partidário:&lt;br /&gt;“é um processo de longo prazo, praticado pelo partido político, destinado à construção e ao fortalecimento de uma boa imagem pública na sociedade, em busca de adeptos e simpatizantes, criando condições favoráveis para eleger seus candidatos”.&lt;br /&gt;Nesse mesmo sentido, há autores que afirmam de maneira diferente seus pontos de vista, como MANHANELLI (2006, p.14), alegando que as muitas formas variadas de definir o marketing político ficam restritas à compreensão desse processo como ações simplesmente eleitorais, e diz ”…é dirigido a quem receberá as ações políticas ou sociais derivadas dos mandatários dos cargos executivos e legislativos”. Contudo, o contexto se encontra na mesma linha de pensamento de YANAZE(2007) e KOTLER(2000)&lt;br /&gt;O período eleitoral consiste em três meses a começar por julho, com data prevista para o término no dia da eleição do dia três de outubro. No marketing eleitoral, o candidato tem pouco tempo para persuadir seus eleitores com a campanha eleitoral. MANHANELLI (2004, p.57-58) coloca que, no marketing eleitoral, os eleitores terão de ser convencidos a votar neste ou naquele candidato.&lt;br /&gt;YANAZE (2007,p.482) diz que no marketing eleitoral o candidato é comparado a um produto. É bem verdade que ele precisa ser “vendido”, ter uma boa “embalagem” e “ganhar” o cliente, mas, nesse caso, o “produto” tem que conquistar o voto do eleitor e ganhar a eleição. Se o candidato é como um produto, a sua embalagem precisa ser bem elaborada para conseguir criar uma boa imagem e, assim, a aprovação do eleitorado. Tal aprovação se baseia na criação de um clima político forte, conquistado dia-a-dia, favorável para o candidato. De acordo com Yanaze, a consequência dessa conquista é um marketing político partidário bem consolidado ao longo do tempo.&lt;br /&gt;Apesar do marketing político ser diferente do marketing comercial/empresarial, percebe-se que as ferramentas do marketing empresarial podem ser usadas e estão contidas no marketing político, mas ambos possuem objetivos bastante diferentes. Dentre seus objetivos, conforme autores como Kotler, Yanaze, Manhanelli e Figueiredo conceituaram as definições de marketing e marketing político, o marketing comercial/empresarial acaba possuindo semelhança com o marketing político quando ambos buscam e utilizam suas estratégias para a conquista da satisfação e fidelização do cliente/eleitor ou vice-versa.&lt;br /&gt;Satisfazer o eleitorado é tarefa de um candidato ou partido político para conseguir a vitória eleitoral e, com isso, o candidato, como líder comunitário, trabalha buscando políticas públicas em função de seu eleitorado/cliente. No trabalho de um líder comunitário, ele pode envolver pequenos grupos, ou até mesmo muita gente, agindo de uma forma específica, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1818107498212328006?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1818107498212328006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/11/o-conceito-de-marketing.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1818107498212328006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1818107498212328006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/11/o-conceito-de-marketing.html' title='O CONCEITO DE MARKETING POLÍTICO/ELEITORAL'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TPTonDr2a3I/AAAAAAAAAI0/Hr6buKgnvQA/s72-c/eleicoes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1448386377344578047</id><published>2010-11-09T14:37:00.002-02:00</published><updated>2010-11-09T14:50:35.618-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>MARKETING CHEGOU PELA VIA MINEIRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TNl7u6PjLdI/AAAAAAAAAIs/eitN_7Kk3IU/s1600/Celso%2BMello%2Bde%2BAzevedo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537593262667410898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 158px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TNl7u6PjLdI/AAAAAAAAAIs/eitN_7Kk3IU/s200/Celso%2BMello%2Bde%2BAzevedo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Desde Celso Mello de Azevedo, o primeiro candidato a usar publicitários, em 54, técnicas pouco mudaram; internet ainda é incógnita&lt;br /&gt;Dominante na campanha eleitoral de 2010 e transformado em produto de exportação, o marketing eleitoral chegou ao Brasil por Minas Gerais há mais de meio século, na eleição para a prefeitura de Belo Horizonte, em 1954. Temendo uma derrota esmagadora, Magalhães Pinto - um dos fundadores da União Democrática Nacional (UDN) que depois seria governador do Estado e um dos chefes civis do golpe de 64- encomendou à agência de publicidade que atendia o antigo Banco Nacional, de sua propriedade, a campanha de seu apadrinhado, Celso Azevedo.&lt;br /&gt;O engenheiro de 40 anos, neófito na política e desconhecido da população, tinha a missão de enfrentar Amintas de Barros, candidato do PSD, de perfil populista e apoiado por Juscelino Kubitschek, na época governador de Minas, e pelo PTB do então presidente Getúlio Vargas - uma aliança quase imbatível. Até então, não havia a atuação profissional de publicitários em campanhas eleitorais brasileiras, ainda marcadas pelo amadorismo, improvisação e instinto. Mesmo no Primeiro Mundo, o marketing político era uma novidade.&lt;br /&gt;Para reverter a desvantagem do udenista, o publicitário João Moacir de Medeiros copiou técnicas da que é considerada a primeira campanha eleitoral do mundo a ter uma agência de propaganda a seu serviço - a do general Dwight Eisenhower, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos em 1952, e conhecida pelo slogan I like Ike ("Eu gosto de Ike", apelido de Eisenhower). Uma delas foi o recurso a pesquisas de opinião.&lt;br /&gt;Algumas sondagens indicaram que a população preferia um engenheiro para a solução dos problemas a um advogado de oratória cativante. A campanha se baseou em propostas factíveis, como a ampliação do transporte coletivo para os bairros mais distantes e o calçamento de ruas. "Os consultores de Azevedo transformaram a eleição em um debate dos problemas locais, retirando os aspectos ideológicos", diz Heucimara de Souza Telles, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista no assunto, para quem o grande mérito da campanha udenista foi personalizar. "Quando o tal Amintas se deu conta, não tinha mais como reverter."&lt;br /&gt;Nem mesmo o apelo emocional pelo suicídio do ex-presidente - em agosto, dois meses antes da votação - evitou a derrota de Amintas. O PSD mineiro e o PTB chegaram a explorar o fato, lançando um folheto no qual o candidato e Vargas apareciam abraçados. "Um voto no Amintas é uma pétala de rosa no túmulo de Getúlio", dizia o folheto. Mas, para a surpresa dos próprios idealizadores, Azevedo venceu o candidato de JK e Vargas.&lt;br /&gt;Internacional&lt;br /&gt;Como ferramenta eleitoral, a publicidade ganhou força no Brasil a partir do processo de redemocratização, nos anos 80. Especialistas concordam que, nas últimas duas décadas, marketing e eleição se tornaram quase indissociáveis. Ao longo da sua história, o marketing político brasileiro deixou símbolos. Um deles foi a vassourinha de Jânio Quadros, que iria varrer a corrupção do País, na eleição para a Presidência da República em 1960, até hoje no imaginário e na memória nacionais. Outro foi a campanha de Tancredo Neves na eleição indireta de 1985. "Era uma campanha atípica. Você tinha de convencer o povo a fazer pressão no Colégio Eleitoral para votar em Tancredo. Era uma triangulação de votos", diz &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP).&lt;br /&gt;Um terceiro exemplo foi a própria campanha presidencial de 1989, quando o marketing ocupou, pela primeira vez, lugar central na campanha pelo Palácio do Planalto. Nela, o ex-governador de Alagoas Fernando Collor de Mello virou o "caçador de marajás" e se lançou pelo nanico Partido da Reconstrução Nacional (PRN).&lt;br /&gt;"Foram usados os instrumentos de televisão para, dentro do marketing eleitoral, ressaltar as qualidades do herói", observa &lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Collor foi eleito no segundo turno, derrotando um Lula bem mais radical do que a bem-sucedida versão "paz e amor" do petista apresentada pelo marqueteiro Duda Mendonça em 2002.&lt;br /&gt;Mais de 50 anos depois da eleição em BH, com a experiência de já ter participado de campanhas em oito países africanos e na América Latina, &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; destaca que o Brasil agora exporta experiências de marketing político e eleitoral. Segundo ele, o know-how nacional está relacionado às constantes mudanças nas leis.&lt;br /&gt;"Somos obrigados a usar toda a capacidade de adaptação e criatividade para poder incluir as técnicas de campanha para a eleição daquele ano. Nos EUA, há 120 anos, a lei é idêntica. Então, você faz campanha do mesmo jeito", explica &lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ele ressalta que a novidade das eleições deste ano é a utilização, de fato, da internet como ferramenta de marketing. Para &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; contudo, ainda é cedo para falar da eficácia da web. "Essa campanha se tornou um grande laboratório, onde estão sendo testadas todas as ferramentas da internet." Para o publicitário, ainda é cedo para dizer qual a influência efetiva da web em campanha eleitoral no Brasil. "É a primeira vez que a web está sendo usada, em sua plenitude", diz. "Todo mundo está testando tudo. Já se sabe, por exemplo, que a arrecadação no Brasil por meio da internet não alcançou os resultados da campanha de Obama."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,marketing-chegou-pela-via-mineira-,631771,0.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,marketing-chegou-pela-via-mineira-,631771,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1448386377344578047?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1448386377344578047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/11/marketing-chegou-pela-via-mineira.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1448386377344578047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1448386377344578047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/11/marketing-chegou-pela-via-mineira.html' title='MARKETING CHEGOU PELA VIA MINEIRA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TNl7u6PjLdI/AAAAAAAAAIs/eitN_7Kk3IU/s72-c/Celso%2BMello%2Bde%2BAzevedo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6049079052228520042</id><published>2010-11-01T10:55:00.003-02:00</published><updated>2010-11-01T10:59:21.113-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>DITADURA DO MKT ESTERILIZA DEBATE</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Entrevista para o Jornal "O Estado de São Paulo. Domingo 31 de Outubro de 2.010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para especialistas, campanha foi uma das piores da história e candidatos se limitaram a cumprir seus scripts&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Patrícia Campos Mello, de O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Candidatos engessados pelo marketing, com discursos parecidos, que nem sequer apresentaram programas de governo, debates com regras que emperram a discussão de propostas. Para especialistas, esta foi uma das piores campanhas eleitorais da história. A única que conseguiu se desvencilhar um pouco da ditadura do marketing, justamente por ter menos a perder, foi Marina Silva. "Ela pôde ser mais solta, porque não estava engessada; José Serra e Dilma Rousseff não fizeram nada que o marketing político não tivesse pré-aprovado", diz o cientista político Cesar Romero Jacob. "Dilma e Serra não conseguiam ter mais empatia com o público porque tinham decorado um texto, precisavam entrar no personagem."&lt;br /&gt;Cientistas políticos não economizam em exemplos desse marketing que pasteuriza campanhas: o vai-e-vem de Dilma na questão do aborto e o surto de religiosidade de Serra, com distribuição de santinhos; o isolamento da petista em cercadinhos no primeiro turno, para afastar a imprensa, e a infeliz favela cenográfica do início do horário eleitoral tucano.&lt;br /&gt;"Essas eleições devem estar batendo algum recorde de falta de discussões, de vazio de propostas", diz Vitor Paolozzi, autor do livro Murro na Cara: o Jeito Americano de Vencer Eleições. "Mas acho que nos EUA não é muito diferente. A Mary Matalin, assessora republicana, confessou que nas eleições de 1992 o programa de governo do Bush pai foi dado por terminado quando ficou com uma página a mais que o do (Bill) Clinton."&lt;br /&gt;Paolozzi culpa também a imprensa pelo vazio da campanha. "Se depender das campanhas, as discussões serão sempre em torno de qual candidato tem o sorriso mais branco, cabe à imprensa cobrar", diz. O ex-prefeito do Rio Cesar Maia, candidato derrotado ao Senado pelo DEM e estudioso do marketing político, tem críticas ácidas. "Tivemos uma eleição de marketing político primário, típico de 50 anos atrás na América Latina, com o caudilho orientando o eleitor", diz. "Foi despolitizador: vote em mim porque ‘papá’ pede."&lt;br /&gt;Para marqueteiros, um dos principais erros tucanos foi a demora de Serra para entrar na campanha, que deu uma vantagem à rival petista. O grande discurso de Serra – contra a inexperiência de Dilma – foi abalado pelos meses à frente que a petista teve para apresentar aos eleitores seu "currículo".&lt;br /&gt;"Tivemos um ambiente plebiscitário, típico de reeleição, o que favoreceu Dilma, uma vez que Lula tem mais de 80% de aprovação", diz &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli,&lt;/strong&gt; presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos.&lt;br /&gt;Na hora de determinar a imagem dos candidatos, as campanhas também falharam. Normalmente, marqueteiros enquadram candidatos em uma de quatro categorias. Ele pode ser o "herói", como o ex-presidente Fernando Collor de Mello, que tinha "aquilo roxo", caçava marajás, decidia e resolvia. Pode ser também o pai (ou mãe), como Getúlio Vargas, o defensor dos pobres. A terceira opção é o candidato "líder charmoso", como Juscelino Kubitschek, que conquistava com sua elegância e carisma. Ou pode ser o "homem simples", imagem encampada por Lula: "Se eu posso chegar lá, todos nós podemos." Para &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, os dois candidatos erraram ao adotar o mesmo discurso: de pai (no caso de Dilma, mãe).&lt;br /&gt;Dilma aparece como mãe dos fracos e necessitados, "a mãe do PAC", a "mulher do Lula", com uma voz mais aveludada, que vai só continuar o que Lula fez. Dilma vem cuidar do povo e dar continuidade às ações do homem simples. Serra, em vez de se apresentar como herói, que iria resolver os problemas que Lula não resolveu, investiu na imagem de pai.&lt;br /&gt;"Os dois adotaram discursos idênticos, de continuidade", diz o consultor. "Só que, com os dois se apresentando como a continuidade, a Dilma terá lastro maior, de Lula."&lt;br /&gt;Para &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; João Santana, o marqueteiro do PT, conseguiu criar esse ambiente plebiscitário. "Temos uma campanha morna porque se trata apenas de sim ou não ao Lula", diz. "Se Serra tivesse se apresentado como herói, resolvedor, poderia incluir o programa na discussão."&lt;br /&gt;Os debates na TV não cumpriram a função de ajudar os eleitores a escolherem seus candidatos. No início, não permitiam a réplica dos jornalistas. Era impossível contestar as respostas dos candidatos. No segundo turno, ficou ainda pior – jornalistas não podiam nem perguntar.&lt;br /&gt;Temas. Nos EUA, o formato dos debates é bem diferente. Há espaço para réplicas e muitos são divididos por temas – política externa, saúde, economia.&lt;br /&gt;Jacob lembra que a campanha de presidencial de Lula em 2002 foi das mais bem-sucedidas. Depois de três derrotas, ele seguiu a fórmula de Collor e de Fernando Henrique Cardoso de se articular com as oligarquias, os pentecostais, os populistas. E, com o "Lulinha paz e amor", afinou o discurso para a classe média, refratária a radicalismos do PT. "Depois das Havaianas, o Lula é o grande case de reposicionamento de marca", diz Jacob.&lt;br /&gt;Nesta eleição, foi Marina quem conseguiu posicionar bem "seu produto". "Marina não ficou falando para ambientalistas, porque isso é como fazer sanduíche de pão com pão, eles já estavam com ela." Segundo Jacob, Marina jogou com a ideia de despolarização. "Teve o apoio de tucanos insatisfeitos com a campanha de Serra porque o tucano escondeu o Fernando Henrique, e o petista decepcionado, que em 2006 estava com Heloísa Helena e Cristóvão Buarque."&lt;br /&gt;Já a campanha da Dilma repete 2006 – voltada para o centro político no primeiro turno, no segundo ela precisava pegar o eleitorado à esquerda do PT. A ênfase antiprivatização fez parte disso, assim como o anúncio de apoio do cantor Chico Buarque e do deputado Marcelo Freixo, do PSOL.&lt;br /&gt;Em toda a campanha, a ênfase de Dilma foi falar ao eleitorado das classes C, D e E que quer ser incorporado à sociedade de consumo. Tudo isso se baseou na política de Lula do Bolsa-Família, do crédito consignado e dos aumentos reais do salário mínimo. Já o eleitor de Serra é mais conservador e sensível a questões como ética e corrupção.&lt;br /&gt;"Dilma joga com o desejo da população de ter TV de LCD", diz Jacob. "Serra fala de ética, para classes que já têm os bens materiais."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6049079052228520042?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6049079052228520042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/11/ditadura-do-mkt-esteriliza-debate.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6049079052228520042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6049079052228520042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/11/ditadura-do-mkt-esteriliza-debate.html' title='DITADURA DO MKT ESTERILIZA DEBATE'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1731099445850422027</id><published>2010-10-29T11:48:00.003-02:00</published><updated>2010-10-29T11:50:36.500-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ENTREVISTA A IMPRENSA AMERICANA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMrQz3ncVRI/AAAAAAAAAIk/HyhNvPc4yX0/s1600/csmlogo_179x46.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533464681699366162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 179px; CURSOR: hand; HEIGHT: 46px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMrQz3ncVRI/AAAAAAAAAIk/HyhNvPc4yX0/s200/csmlogo_179x46.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Brazil election: Lula's legacy set to propel Dilma Rousseff to victory&lt;br /&gt;As voters go to polls for the Brazil election today, support from popular outgoing President Luiz Inácio Lula da Silva is expected to propel candidate Dilma Rousseff to victory.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By Andrew Downie, Correspondent / October 3, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Brazilians face an unfamiliar ballot today when they enter polling booths to elect a new president. For the first time since the end of the dictatorship in 1985, the name Luiz Inácio Lula da Silva will not be on it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Skip to next paragraph Related Stories&lt;br /&gt;Brazil election tightens as Dilma Rousseff slips in polls Brazil: Where a shoeshiner became president Brazilian President Lula: BRIC countries must forge a transparent system of global governance Mr. da Silva, known widely as "Lula," cannot run for a third consecutive term. Yet he remains the most important figure in this year's race. His 80 percent approval rating and enthusiastic support for Workers' Party (PT) candidate Dilma Rousseff nearly guarantees her victory.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The PT made it a plebiscite: If you like Lula, then vote for it to continue under Dilma," says Carlos Manhanelli, president of the Brazilian Association of Political Consultants. "She can tell her tailor to prepare her dress for the inauguration."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polls show she will garner close to 50 percent of the vote, far ahead of her closest challenger, José Serra of the Brazilian Social Democratic Party. And she remains the clear favorite even amid a series of ethics scandals hitting the PT and one of her closest collaborators – underscoring the general approval of Lula's leadership.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lackluster candidates&lt;br /&gt;Simply put, Brazilians want Lula, whose charisma is unmatched by Mr. Serra or Dilma, as everyone in this informal nation knows the former energy minister. She is seen as authoritarian and harsh, and although she was one of the few Brazilians courageous enough to fight against the military dictatorship, she only joined PT in 2001 and has never run for office. In contrast, Serra has a long political career, serving as governor of Brazil's most populous state and then as health minister. But he is no more likable than his opponent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Both candidates are essentially vying to show they can continue the prosperity found during Lula's eight-year term. Under his watch, inflation remained low and debt fell, while trade increased and bolstered foreign reserves to record levels. Confirmation of the country's newfound economic respect came from international ratings agencies, who last year awarded Brazil investment grade for the first time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula stimulated spending, freed up credit, and injected money into previously moribund parts of the economy through a nationwide program that pays mothers to keep their kids in school and vaccinate their babies. More than 40 million people have benefited from the Bolsa Familia (or Family Aid) program, creating a trickle-up economic model that gave the poor disposable income for the first time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The global economic crisis caused only ripples here. Jobs disappeared and sales dropped, but Brazil did not suffer the home repossessions, failing businesses, and redundancies that demoralized much of Europe and North America. The economy is expected to grow 7 percent this year.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why didn't Lula do more?&lt;br /&gt;But amid such incredible growth, critics question why Lula did not seize the moment to implement more reforms. Brazil's education standards remain pitifully low, corruption is endemic, and violent crime remains unacceptably high. Moreover, Lula failed to implement pressing tax, social security, labor, and union reforms.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lula has an 80 percent approval rating but he hasn't used that mandate to make tough decisions and push through the necessary reforms," says Oliver Stuenkel, a visiting professor of international relations at the University of São Paulo. "He's missed a great opportunity."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He's also been lucky. Brazil, with its abundant commodities, has become the world's No. 1 producer or exporter of beef, chicken, coffee, soybeans, sugar, and iron ore. Oil, too, has recently emerged as a major source of jobs and income. The sector got a huge boost in 2007 with three major discoveries off the Atlantic coast. The presalt fields, so named because they are found under more than 5,000 meters of sea, rock, and salt deposits, contain at least 12 billion and perhaps as much as 50 billion barrels of oil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Next steps&lt;br /&gt;All that has given Brazil a more prominent role in world affairs and Lula has seized on it. Brazil's troops have anchored peacekeeping efforts in Haiti, negotiators have been influential in climate and trade talks, and diplomats have sought to broker peace deals in Honduras, Iran, and between feuding Colombia and Venezuela. As if to crown its arrival on the world stage, Brazil will host the 2014 World Cup and 2016 Olympics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hero at home and revered abroad for his work slashing income inequality, Lula has said he may now take a position at an international body, help Africa, or advise Ms. Rousseff – a move sure to be welcomed by most Brazilians.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The principal explanation that so many people want to maintain the status quo is that the economy is doing well," says João Augusto de Castro Neves, a political analyst with CAC Political Consultancy. "It's like Clinton's slogan in 1992: It's the economy, stupid."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.csmonitor.com/World/Americas/2010/1003/Brazil-election-Lula-s-legacy-set-to-propel-Dilma-Rousseff-to-victory"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.csmonitor.com/World/Americas/2010/1003/Brazil-election-Lula-s-legacy-set-to-propel-Dilma-Rousseff-to-victory&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1731099445850422027?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1731099445850422027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/entrevista-imprensa-americana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1731099445850422027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1731099445850422027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/entrevista-imprensa-americana.html' title='ENTREVISTA A IMPRENSA AMERICANA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMrQz3ncVRI/AAAAAAAAAIk/HyhNvPc4yX0/s72-c/csmlogo_179x46.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3851463018585218906</id><published>2010-10-23T11:17:00.002-02:00</published><updated>2010-10-23T11:22:43.304-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>AULA DE MKT ELEITORAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMLhZnhOvZI/AAAAAAAAAIc/nsu_qvBuJvk/s1600/FOTO+VEJA+AUGUSTO+NUNES.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531231122585730450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMLhZnhOvZI/AAAAAAAAAIc/nsu_qvBuJvk/s200/FOTO+VEJA+AUGUSTO+NUNES.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ENTREVISTA A REVISTA VEJA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/secao/videos-veja-entrevista/"&gt;http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/secao/videos-veja-entrevista/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Manhanelli fala sobre marketing político e eleitoral à VEJA &lt;/div&gt;&lt;div&gt;programa Veja Entrevista com o jornalista Augusto Nunes, na sexta-feira (22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Profº MS. Carlos Manhanelli, presidente da Abcop (Associação Brasileira de Consultores Políticos) concedeu entrevista ao jornalista Augusto Nunes para o programa Veja Entrevista, nesta quarta-feira (20). A entrevista teve como tema o marketing político e eleitoral no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhanelli que já escreveu 11 livros sobre marketing político abriu a entrevista definindo antes de tudo o que é Marketing “Hoje qualquer coisa que se venda as pessoas já acham que é marketing. O nome em si já traduz o significado- mercado em ação. Ou seja, marketing é o estudo do movimento do mercado”, salientou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marketing eleitoral x Marketing político&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos confundem marketing eleitoral e marketing político. Questionado pelo Jornalista, Manhanelli esclareceu que há diferença entre os dois conceitos. O marketing eleitoral é uma tarefa é o momento da conquista do voto. É quando a campanha deflagra e termina no dia da eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao marketing político é uma missão. Ele nasce com o político e morre quando perde o mandato. Usa-se marketing porque enquanto político tem que atender as reivindicações, os anseios do eleitorado. Não quer dizer que o político é um produto, mas uma referência que tem demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor ressaltou ao entrevistador que para ser um especialista faz-se necessário conhecer comunicação, ciência política, marketing e propaganda. “Meu currículo vasto não é à toa”, respondeu sorrindo para Augusto Nunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o debate entre candidatos? Perguntou Augusto Nunes. Manhanelli disse que é puramente marketing eleitoral. “O debate tem a função de conquistar eleitores e não ganhar a eleição”. Como dizia Sergio Arapuã " Debate não é arena, debate é passarela"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a entrevista, falando sobre a imagem do político, Manhanelli citou Jânio Quadros como um dos fenômenos eleitorais que são únicos e não servem de exemplo para outros políticos. Ele fez menção às quatro imagens citadas pelo escritor Roger-Gérard Schwartzenberg, em seu livro "O Estado Espetáculo", onde aponta as imagens que o candidato passa para o eleitor. São elas: Herói, pai, líder charme e homem simples. “ E Jânio não se encaixa em nenhuma dessas imagens” argumentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marqueteiro x Marquetólogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagado pelo repórter sobre a profissão de “marqueteiro”, Manhanelli frisou que a expressão correta é marquetólogo, uma vez que na Língua portuguesa a terminação “eiro” é depreciativa em qualquer profissão e essa questão é antiga vem desde a colonização, quando fomos tratados de “brasileiro” o que remete uma classificação pejorativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão levantada por Augusto Nunes foi sobre a importância da inserção na TV. Para o especialista, a inserção é mais importante que programa eleitoral. Isto porque, a inserção pega o telespectador de surpresa, no meio de um programa de grande audiência. Já o programa eleitoral há um horário definido e o eleitor pode escolher se assiste ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às restrições a propaganda eleitoral. Manhanelli salientou para analisar de fato é necessário fazer um levantamento histórico. O professor contou que há duas datas marcantes para o início da atividade no Brasil. Em 1954, com a campanha de Celso Azevedo, em Belo Horizonte, onde foram utilizadas as primeiras técnicas de marketing eleitoral e a campanha de Jânio Quadros que foi o primeiro político a usar a televisão como meio de comunicação para campanha eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época de ditadura a televisão e do rádio são usados como instrumentos para reafirmar o regime ditatorial. Continuando a história, Manhanelli citou que em 1974, fez sua primeira campanha para senador do PMDB, o qual o candidato obteve vitória. Nessa campanha, a televisão foi utilizada como ferramenta para mostrar todas as mazelas do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, o poder percebe e instaura a lei falcão (1976) proibindo que as imagens fossem exibidas na televisão. E essa determinação dura até 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida veio a campanha de Fernando Collor que utilizada na televisão todos os recursos possíveis montagem, trucagem e outros. Saindo da campanha de Collor, entra a do Fernando Henrique Cardoso. Daí percebe-se que usando tudo quem leva a vantagem é a oposição ( Caravana da Cidadania - Lula) e fica proibido o uso da imagem externa no programa eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campanha 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Augusto Nunes pede ao especialista que avalie a campanha de 2010 quanto ao trabalho dos marquetólogos pelos seus conceitos. Manhanelli salientou que há erros primários em ambos. Mas, frisou que esses conceitos não são só dele, mas também dos membros da IAPC (The Internacional Association of Political Consultants) na qual é integrante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, a candidata Dilma começou sua campanha apresentando uma imagem de heroína, aquela que veio para resolver os problemas. Daí gerou uma contradição, que problema que seu antecessor vai deixar (Lula)? Depois ao perceber essa situação, ela muda de imagem e aparece como mãe dos fracos e necessitados. Com uma voz mais doce. Ela vem cuidar e dar continuidade as ações do homem simples. Já no segundo turno, ( no primeiro debate) a imagem da Dilma muda novamente. Ela volta a ser a heroína gerando dúvidas para o eleitor.O que é uma incoerência na opinião do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Serra, o marquetólogo apostou na imagem de pai. Aquele que vai dar continuidade ao que lula fez. Na opinião de Manhanelli, ele deveria ter afirmado a imagem de herói o que resolveria todos os problemas deixados pele opositor (Lula). Mas, a estratégia certa foi manter essa postura até agora sem deixar dúvidas para o eleitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O repórter perguntou se a eleição terminasse hoje qual a previsão? Manhanelli respondeu que nenhuma, a campanha está equilibrada e como já é sabido por todos qualquer coisa pode acontecer e virar em 24h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagado sobre qual político do Brasil que mais soube usar o marketing político e eleitoral Manhanelli falou da campanha mais difícil e o maior exemplo de marketing político, em sua opinião, até hoje foi a campanha de Tancredo Neves. Era preciso convencer a população a fazer uma pressão no colégio eleitoral para votar nele. Não havia voto direto. “Foi uma triangulação de voto”, finalizou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3851463018585218906?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3851463018585218906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/aula-de-mkt-eleitoral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3851463018585218906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3851463018585218906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/aula-de-mkt-eleitoral.html' title='AULA DE MKT ELEITORAL'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMLhZnhOvZI/AAAAAAAAAIc/nsu_qvBuJvk/s72-c/FOTO+VEJA+AUGUSTO+NUNES.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7699647995631856517</id><published>2010-10-21T10:03:00.003-02:00</published><updated>2010-10-21T10:12:15.154-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Campanha prioriza Marina e estados</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMAt0HuQJ0I/AAAAAAAAAIU/r5ISxoI1UxM/s1600/Marina+Silva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5530470715860461378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMAt0HuQJ0I/AAAAAAAAAIU/r5ISxoI1UxM/s200/Marina+Silva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Entrevista ao DCI &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DIÁRIO COMERCIO E INDUSTRIA&lt;br /&gt;13/10/10 - 00:00 &gt; POLÍTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campanha prioriza Marina e estados &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;anderson passos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;SÃO PAULO - O foco dos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) neste segundo turno deve se voltar aos aliados nos estados. Além disso, as campanhas devem se preocupar em incorporar as principais propostas da candidatura do PV e sobretudo conquistar o apoio da presidenciável do partido, Marina Silva, derrotada no primeiro turno com cerca de 20% dos votos do eleitorado. Essa é a opinião de cientistas políticos ouvidos pelo DCI. Para o consultor da MCM Marcelo Ribeiro, Serra tem de olhar com atenção estados como Minas Gerais e São Paulo. "São os dois maiores colégios eleitorais do País e são estados considerados reduto tucano, mas onde Dilma conseguiu superar Serra. Então tem de investir com cuidado e força nessas duas frentes. "O consultor entende que, livre da campanha de Antônio Anastasia ao governo de Minas e da disputa ao Senado, o ex-governador Aécio Neves será uma peça-chave na campanha de Serra. Para ele, a saída de Aécio Neves do processo de escolha do presidenciável tucano, no começo do ano, deve ser superado. "Aquele caso das prévias sugeridas pelo mineiro para a escolha do candidato à Presidência será esquecido. Se o Aécio realmente entrar de cabeça na campanha, o eleitor vai esquecer aquele episódio e apoiar o Serra", prevê. O professor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli &lt;/strong&gt;concorda e diz que, neste momento, Aécio é uma "moeda excelente" a favor dos tucanos. "E, num eventual governo tucano, ele sabe que pode se tornar um grande líder. Ele pode negociar com o PSDB, reivindicando de ministérios à possibilidade de concorrer em 2014. Por isso não desperdiçará essa oportunidade", defende. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Marina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Enquanto &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; defende que a adequação dos programas de governo às propostas defendidas pelo PV pode garantir a transferência de votos para os candidatos, Ribeiro acredita que o apoio formal da senadora do Acre é suficiente para atrair parte significativa dos setores do partido e para levar seus eleitores a apoiarem o PT ou o PSDB. "Dialogar com o PV e com a senadora Marina Silva é, de fato, importante. Mas fazer um movimento na linha programática, de incorporar ao programa de governo projetos sugeridos pelo PV, é a maneira mais eficaz de atrair apoio", afirma &lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;/strong&gt; Ribeiro defende, no entanto, que Marina tornou-se uma figura maior do que o PV e que o foco das ações de PT e PSDB deve ser a senadora. "Quem realmente mais importa é a Marina Silva. O PV ainda é um partido pequeno. O partido que conseguir o apoio formal dela no segundo turno tem muito mais chances de transferir votos na eleição", defende o consultor. Ribeiro, no entanto, acredita que Marina não apoiará formalmente nenhum candidato e que o PV deve liberar seus filiados para votar como quiserem em 31 de outubro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Demonização&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O crescimento do tema do aborto na campanha eleitoral, sobre o qual Dilma já divergiu de si mesma publicamente, ora emitindo opinião favorável, ora em contrário, é uma das armas da campanha de Serra contra o PT. "Quando o PSDB muda o slogan para 'Serra é do bem', fica claro que essa polêmica em torno do aborto seja uma linha auxiliar de uma campanha de demonização da candidata do governo", sugere &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;. Ele lembra que os eleitores católicos e evangélicos, quando defrontados com o tema, mantêm uma postura sectária, de difícil reversão. Ribeiro sugere que o PT está experimentando agora, com a questão do aborto, uma estratégia concebida por ele em 2006. "Nas eleições presidenciais de 2006, o PT fez uma grande campanha para vincular o PSDB às privatizações. E, por mais que o candidato Geraldo Alckmin fosse à televisão rejeitar aquela ideia de privatização do Banco do Brasil ou da Petrobras, por exemplo, o presidente Lula acabou eleito. Esse fenômeno pode se repetir agora", prevê.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=6&amp;amp;id_noticia=345786"&gt;http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=6&amp;amp;id_noticia=345786&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7699647995631856517?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7699647995631856517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/campanha-prioriza-marina-e-estados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7699647995631856517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7699647995631856517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/campanha-prioriza-marina-e-estados.html' title='Campanha prioriza Marina e estados'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TMAt0HuQJ0I/AAAAAAAAAIU/r5ISxoI1UxM/s72-c/Marina+Silva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-4589321554861607230</id><published>2010-10-19T10:43:00.008-02:00</published><updated>2010-10-19T10:51:09.435-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Debate sobre aborto e religião pode favorecer Serra, dizem analistas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TL2TCnW9ViI/AAAAAAAAAIM/oH25URk08kQ/s1600/DILMA+SINAL+DA+CRUZ.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529737590615135778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TL2TCnW9ViI/AAAAAAAAAIM/oH25URk08kQ/s200/DILMA+SINAL+DA+CRUZ.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;15 de outubro de 2010 16h 42&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para especialistas ouvidos pela BBC Brasil, Dilma tem a perder ao assumir postura mais agressiva &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para especialistas, Dilma tem pouco a ganhar com postura ofensiva&lt;br /&gt;Analistas ouvidos pela BBC Brasil acreditam que o debate centrado em questões como aborto e religião favorece o candidato tucano à Presidência da República, José Serra, enquanto que a adoção de uma postura mais agressiva faz com que a petista Dilma Rousseff perca terreno.&lt;br /&gt;As primeiras pesquisas para o segundo turno, em 31 de outubro, mostram uma redução da vantagem de Rousseff sobre Serra.&lt;br /&gt;"No fundo, a sociedade brasileira é muito conservadora", diz o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Caldas. "Quando Dilma assume uma postura mais agressiva, desperta um receio que havia em relação ao PT dos anos 80, que era um partido mais polêmico."&lt;br /&gt;Na opinião de Caldas, a petista ditou o ritmo do primeiro turno - e teve vantagem - ao centrar o debate no confronto de realizações entre o governo federal (do qual ela foi ministra) e o de São Paulo (que teve Serra como governador).&lt;br /&gt;"Isso causava um prejuízo muito grande ao Serra, porque é difícil mostrar coisas feitas em São Paulo a pessoas do Nordeste", afirma o professor da UnB.&lt;br /&gt;Já no segundo turno, segundo Caldas, o candidato do PSDB ganhou espaço ao determinar o ritmo do debate, colocando o foco sobre valores pessoais, moral e religiosidade.&lt;br /&gt;"Serra foi muito feliz quando percebeu uma oportunidade nisso, fazendo com que ela (Dilma) mostrasse os seus valores", afirma. "As pessoas estão assustadas porque, no fundo, elas não conhecem a Dilma."&lt;br /&gt;Acirramento da disputa&lt;br /&gt;Para o cientista político e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Geraldo Tadeu Monteiro, o debate em torno da moral e da religião deve afetar uma parcela pequena do eleitorado. No entanto, ele acredita que, com o acirramento da disputa e a redução na diferença entre os candidatos, o voto católico ou evangélico pode acabar sendo decisivo.&lt;br /&gt;"Em um contexto de disputa acirrada, ter 5% ou 6% de católicos mais fervorosos mudando de opinião, ou de 12% a 15% de evangélicos trocando de voto, pode virar a eleição", diz Monteiro, que também vê Serra como beneficiário do debate em torno de valores morais.&lt;br /&gt;Para ele, o que pode ter ainda mais influência é a tentativa de Serra impor a Dilma uma imagem de "duas caras", ou alguém que muda de opinião. "Isto afeta um valor fundamental, que é o da confiança, causando no eleitor a impressão de que a pessoa, uma vez eleita, vai fazer o contrário do que disse antes."&lt;br /&gt;O professor da Uerj também vê pouca chance de a candidata petista ganhar votos com a adoção de uma postura mais ofensiva. Segundo ele, isto tem mais a ver com a necessidade de Dilma mobilizar a militância e lideranças políticas e menos com uma estratégia para conquistar o eleitor médio.&lt;br /&gt;Mudança de imagem&lt;br /&gt;O consultor político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; acredita que Dilma errou ao aparentemente trocar, do primeiro para o segundo turno, a imagem de "mãe" dos "fracos e oprimidos" - que daria continuidade às políticas sociais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - por um mais agressiva, de "heroína", "executiva" e "guerreira".&lt;br /&gt;"Esta troca sempre é prejudicial, porque você forma uma imagem no inconsciente coletivo do eleitor e, quando isto é modificado, ele fica em dúvida sobre qual reação o candidato terá", diz &lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O consultor afirma que Serra também errou ao tentar, durante toda a campanha, vender uma imagem de "pai dos pobres" (em continuidade a Lula), em vez de adotar uma figura "heróica", de quem tenta resolver problemas deixados pelo antecessor.&lt;br /&gt;No entanto, segundo &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; o tucano leva vantagem por ter mantido a aposta em uma única imagem durante a disputa, mesmo não sendo a ideal. "Serra, embora esteja com a imagem errada, ainda preserva uma tentativa de ser um 'pai', ao menos consolida uma imagem."&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; vê como natural, embora lamente, a mudança de foco entre os dois turnos. "No primeiro, se esgotam todos os argumentos de propostas de governo. Quando cai no segundo, vai para embate de vida, de história de cada um, de postura religiosa, moral, currículo. O segundo turno vem vazio."&lt;br /&gt;O consultor também acha que, em termos de debate sobre religião e valores, Serra tende a ganhar mais votos que Dilma, mas ele não acredita que as últimas pesquisas reflitam esta questão.&lt;br /&gt;Para ele, a ascensão do tucano se deve mais à adesão dos votos dados a Marina Silva (PV) no primeiro turno, independentemente da questão religiosa.&lt;br /&gt;Mesmo vendo vantagem de Serra no debate religioso, Ricardo Caldas prevê uma disputa equilibrada até o fim entre os dois candidatos.&lt;br /&gt;"A eleição não está ganha para nenhum lado", afirma o professor da UnB. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,debate-sobre-aborto-e-religiao-pode-favorecer-serra-dizem-analistas,625275,0.htm"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,debate-sobre-aborto-e-religiao-pode-favorecer-serra-dizem-analistas,625275,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-4589321554861607230?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/4589321554861607230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/debate-sobre-aborto-e-religiao-pode.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4589321554861607230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4589321554861607230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/debate-sobre-aborto-e-religiao-pode.html' title='Debate sobre aborto e religião pode favorecer Serra, dizem analistas'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TL2TCnW9ViI/AAAAAAAAAIM/oH25URk08kQ/s72-c/DILMA+SINAL+DA+CRUZ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2115742817014451058</id><published>2010-10-15T09:42:00.007-03:00</published><updated>2010-10-15T09:49:34.163-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>DEBATE UNIV. SÃO JUDAS TADEU</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TLhNHO6XSSI/AAAAAAAAAIE/JZepreLLj-E/s1600/DEBATE+S.J.TADEU.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528253329254598946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TLhNHO6XSSI/AAAAAAAAAIE/JZepreLLj-E/s200/DEBATE+S.J.TADEU.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Manhanelli participa de debate na Universidade São Judas Tadeu sobre a cobertura jornalística das eleições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Entrevista está prevista para ir ao ar no canal da Universidade, dia 15 de outubro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na última sexta-feira (08), o Prof° MS Carlos Manhanelli, presidente da Abcop (Associação Brasileira de Consultores Políticos) participou do programa Imprensa em Debate, dirigido e apresentado pelos alunos do quarto ano de jornalismo da Universidade São Judas Tadeu, campus Mooca. O encontro teve também a participação do presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, José Augusto Camargo. O tema do debate foi a cobertura jornalística nas ultimas eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Especialista em marketing político há 36 anos começou ressaltando que a cobertura eleitoral é um espetáculo, isto porque a eleição em si já é vista como uma festa para o povo. Manhanelli explicou que essa característica de espetáculo deve-se ao fato da televisão ser um veículo sintético e não analítico. Ou seja, não temos simples informações, mas um show de notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro convidado, Augusto Camargo, presidente do sindicato dos jornalistas, salientou que a cobertura eleitoral está sendo contaminada pela visão de coberturas de outras editorias. Tais como: polícia, esporte etc. A eleição está sendo tratada como espetáculo, cujo objetivo é emocionar, causar comoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redes Sociais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre a utilização das redes sociais nas eleições, Manhanelli frisou que é importante lembrar que no Brasil a campanha é diferente dos EUA. Aqui são 3 meses de campanha apenas, enquanto que lá são dois anos. E é o tempo que influencia a fomentação com os eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No Brasil, a internet nunca teve uso pleno. A utilização desta ferramenta nas eleições deste ano foi um grande laboratório”, ressaltou. A internet precisa passar por segmentação, assim como passaram o Rádio e a Televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Augusto Camargo, a internet não é popular ainda e para o jornalista não é um campo de liberdade de imprensa e sim de expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao veículo de comunicação assumir sua posição na eleição, ou seja, de que lado está, Manhanelli acha salutar. Ele citou que na França os jornais tomam posição logo no começo. Para o eleitor, quanto mais ele ficar sabendo que aquele veículo tem a tendência A ou B, ele vai ler a noticia de uma foram diferenciada. Acho muito saudável que cada veículo coloque pra quem ele está trabalhando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídias Alternativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o papel das mídias alternativas, Augusto Camargo, argumentou que ao longo da historia sempre teve espaço para mídias alternativas. Não é um fenômeno novo, faz parte da nossa tradição a existência desses veículos. “É saudável numa sociedade ter pequenos veículos fazendo o contrapondo com os grandes jornais, ajuda a fazer a democracia se estabelecer de forma mais plena”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagado se um político interfere em um veiculo de comunicação, Manhanelli diz que sim. Uma vez que as concessões dos grupos estão nas mãos deles. Ele ainda salientou que não há como fazer um jornalismo ético, é praticamente impossível. Existe dentro da empresa um esquema de como funciona a imprensa,ou o jornalista se submete ou está fora da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente do sindicato, o jornalista é o que menos tem força para decidir algo, isto porque os veículos de comunicação estão se tornando grandes corporações. Cada vez menos o poder está nas mãos dos jornalistas e não são eles quem ditam o funcionamento da empresa, mas sim os bancos, as empresas coligadas, os acionistas e etc. “O caminho para a mudança é a legislação. Uma lei que imponha padrões, regras e limites. Hoje o Brasil tem a liberdade de imprensa mais clara do mundo, porque não possui uma lei de imprensa” frisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encerrar o debate, Manhanelli presenteou a biblioteca da Universidade com o seu mais recente livro, Marketing Eleitoral : O Passo a Passo do Nascimento de um Candidato, no qual consagra tudo que aprendeu ao longo de 36 anos de carreira&lt;/span&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2115742817014451058?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2115742817014451058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/debate-univ-sao-judas-tadeu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2115742817014451058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2115742817014451058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/debate-univ-sao-judas-tadeu.html' title='DEBATE UNIV. SÃO JUDAS TADEU'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TLhNHO6XSSI/AAAAAAAAAIE/JZepreLLj-E/s72-c/DEBATE+S.J.TADEU.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3303858157713053349</id><published>2010-10-13T13:01:00.005-03:00</published><updated>2010-10-13T13:08:19.675-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ANÁLISE DO DEBATE PRESIDENCIAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TLXYssNkEtI/AAAAAAAAAH8/CkdJ9NBa8OA/s1600/SDC13121.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527562379961045714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TLXYssNkEtI/AAAAAAAAAH8/CkdJ9NBa8OA/s200/SDC13121.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Rede TV entrevista Profº Manhanelli sobre a postura dos candidatos presidenciáveis&lt;br /&gt;A entrevista foi ao ar nesta segunda-feira (11) às 21h, na Rede TV News&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Abcop (Associação Brasileira de Consultores Políticos), Profº Ms Carlos Manhanelli concedeu entrevista a repórter da Rede TV, Patrícia Zorzan, na tarde de segunda-feira (11).A avaliação do professor quanto ao debate de domingo (10) entre os candidatos a presidência da república Dilma e Serra foi o tema da entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a postura de ataque da candidata Dilma (PT), Manhanelli ressaltou que o candidato Serra (PSDB) foi pego de surpresa isso ficou claro na reação e nas repostas dele. Dilma mostrou uma imagem de guerreira, de heroína. Assim, ela conseguiu agradar militantes, mas não ganha votos, salientou o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Especialista em marketing político, ressaltou que em sua opinião o debate teve duas vitórias. A da Dilma enquanto consolidação política de uma imagem aguerrida que vem para resolver as coisas, ganhou a militância. Mas, quem ganhou os eleitores foi o Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Manhanelli, a postura de quem ataca dificilmente ganha indecisos e aquele que conseguiu falar de propostas com uma linguagem mais acessível foi com certeza quem ganhou mais votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre o que deve ter acontecido para a mudança de postura de Dilma, o professor argumentou que nada em campanha eleitoral acontece sozinho com certeza alguma informação interna existe para mudança de comportamento e na estratégia de Dilma. “As pesquisas internas devem estar mostrando outra realidade que não a do instituto de pesquisa de televisão”, frisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhanelli acrescentou que pode ser que uma pesquisa qualitativa tenha mostrado que a postura de Dilma “paz e amor” não foi bem aceita pela população. Desta forma, retorna a imagem de heroína não somente para colocar a militância mais ativa, mas também de apresentar uma nova fase da Dilma que é a Dilma verdadeira, executiva e que resolve problemas técnicos e não a Dilma política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repórter questionou se essa imagem de ataque da Dilma afugenta o eleitor. O especialista respondeu que sim, uma vez que a Dilma começou aparecendo como heroína depois percebeu que tal imagem não dava continuidade ao governo Lula, então passou a ter uma imagem de grande mãe dos mais pobres. E agora no segundo turno, retorna como heroína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa mudança de imagem é muito ruim, pois uma construção de imagem é construída com hábito, com freqüência. Quando se começa a mudar muito a imagem, a população começa a pensar qual é a verdadeira imagem do candidato? Após o debate, o que temos que ver qual a imagem que foi passada para o eleitor. Qual a repercussão que vai ter esse debate?”ressaltou Manhanelli. .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor citou que Dilma estava nervosa gaguejou durante o debate e Serra foi pego de surpresa. O que demonstrou não ser mais aquela pessoa que tinha resposta para tudo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;O Serra não estava preparado para atacar ele foi para o debate esperando que ia encontrar a Dilma de antes, com doçura na voz, mas pelo contrário, a Dilma foi com postura guerreira, uma postura agressiva que também é nova pra a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Manhanelli não se pode afirmar se foi uma tática suicida ou uma nova estratégia derivadas das estatísticas, faz-se necessário ter acesso as pesquisas para saber o motivo da mudança abrupta de imagem e isso só quem pode dize é quem está fazendo o marketing da Dilma .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagado se a militância da Dilma acomodou-se durante a campanha, Manhanelli acredita que na verdade estavam de “salto alto” achando que a campanha estava ganha. Com a nova postura da Dilma, com a imagem de executiva, que resolver resolvendo, ela mostra o verdadeiro estilo de Dilma ser e assim com certeza conseguiu sacudir a militância e mostrar que é preciso ir as ruas e ganhar mais votos. “A pior coisa que pode acontecer numa campanha é o pensamento já ganhamos, antes de sair o resultado”, mencionou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3303858157713053349?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3303858157713053349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/analise-do-debate-presidencial.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3303858157713053349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3303858157713053349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/analise-do-debate-presidencial.html' title='ANÁLISE DO DEBATE PRESIDENCIAL'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TLXYssNkEtI/AAAAAAAAAH8/CkdJ9NBa8OA/s72-c/SDC13121.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1649990143011855923</id><published>2010-10-08T10:20:00.003-03:00</published><updated>2010-10-08T10:25:20.614-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LUXEMBURGO'/><title type='text'>ENTREVISTA NA REVISTA TIME - E.U.A</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TK8a1uoZSdI/AAAAAAAAAHs/P8g6j5eUiMA/s1600/logoTimeSpecials.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525664778159737298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 132px; CURSOR: hand; HEIGHT: 40px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TK8a1uoZSdI/AAAAAAAAAHs/P8g6j5eUiMA/s200/logoTimeSpecials.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; In Brazil, Lula's Heir Prepares for Power&lt;br /&gt;By Andrew Downie/Sao Paulo Thursday, Sep. 30, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TK8bCS7zS5I/AAAAAAAAAH0/2jkYkMTe4g0/s1600/TIME+LULA+DILMA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525664994063240082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TK8bCS7zS5I/AAAAAAAAAH0/2jkYkMTe4g0/s200/TIME+LULA+DILMA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva raises the arm of Dilma Rousseff, his former Chief of Staff and presidential candidate for the ruling Workers Party (PT), upon their arrival for a campaign rally in Campinas on September 18, 2010. Brazil's general elections are scheduled for October 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Few Brazilians outside the political elite knew much about Dilma Rousseff before the presidential election campaign got under way in July. As chief of staff to the massively popular President Luiz Inácio Lula da Silva, Rousseff had been a powerful behind-the-scenes figure who had also served as Energy Minister. But she had never had to win the hearts and minds of voters by running for political office. That was before Lula tapped her to succeed him.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In most countries, Rousseff might have been expected to use the last couple of months to tell voters what she stands for and how she plans to govern. But this is Brazil, and Lula is the most popular president in its history. Rousseff did not have to articulate a detailed election platform; she simply had to convince voters that she'll continue Lula's work. She has managed that with ease, and it has all but guaranteed she will become the leader of the world's fifth most populous nation and eighth most powerful economy.&lt;br /&gt;(See "No Satire Please, We're Brazilian.")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lula has an 80% approval rating and those people want Lula to continue," said &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli,&lt;/strong&gt; the president of the Brazilian Association of Political Consultants. "Who is going to best provide continuity? Dilma. And the Workers' Party have... realized that if they can present her as Lula in a skirt, she will get elected."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With the election just two days away, Dilma, as everyone in this informal nation calls her, is polling around 50% — enough to guarantee her first place, and perhaps even the majority that would allow her to avoid a runoff ballot on Oct. 31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If and when she does take office, it will cap a remarkable political ascent. The daughter of a well-off Bulgarian immigrant, Dilma became politically active as a teenager during the dictatorship, when she bravely took up arms in a leftist guerrilla movement against the military regime. Although she never fired a weapon in anger, she was arrested and tortured, and spent three years in jail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma studied economics after her release in 1973, and she moved into government when the military gave up power in 1985. She served as finance secretary in Porto Alegre, and was twice state Energy Secretary of Rio Grande do Sul. Lula invited her to be his Energy Minister in 2003, and was so impressed by her performance that he charged her with running the most important programs of his second term. And last year, highlighting her "sensibility and intrepidness," he named her as his preferred successor. (Lula is constitutionally forbidden from seeking a third consecutive term.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I can say without fear of contradiction that one of the main reasons my government was a success was down to Comrade Dilma Rousseff's ability to coordinate," Lula said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma's campaign style has been to bask in Lula's glow, and assure his supporters that she will not deviate an inch from the progressive program that made his eight-year reign such a success. That may be because Dilma herself is, in fact, an inexperienced and reluctant campaigner who appears ill at ease among crowds and on stage. And she has no need to risk proposing big ideas. Thanks to Lula's unwavering support — and boosted by the lackluster campaign of her main rival — her coronation is all but assured.&lt;br /&gt;(See "Lula's Way.")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By suggesting Brazil needs to simply keep coasting along, however, Dilma is tempting fate. Brazil's past two presidents transformed the country from unpredictable and underperforming regional power to rising global star. Fernando Henrique Cardoso stabilized the currency and tamed inflation, privatized hundreds of inefficient state-run companies, and laid the foundations for future growth. Lula built on that by consolidating the economic gains, sharing them amongst the poor for the first time and improving the shameful social indicators that had made Brazil one of the most unequal countries in the world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brazil's next president, though, needs to continue that modernization process — which Dilma will be in a good position to do if, as appears likely, her coalition wins majorities in both houses of the legislature. Despite Brazil's impressive growth, it remains a developing country. Its tax burden is too high, its education system too poor, its infrastructure too basic and its red tape and corruption too widespread. Urgent reforms are also needed in social security, labor policy and governance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma, 62, has not articulated how she will tackle these challenges. Whether she, or anyone, is even capable of carrying out the required reforms remains an open question — and not just because she is known more as a bureaucratic combatant than a conciliator. Even Lula, with his unrivaled charisma, popularity and political skills, avoided attempting major reforms.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma will rely much more heavily than Lula did on the machinery of the Workers Party, which raises some concern because of its increasingly authoritarian inclinations and recent influence-peddling scandals involving key party figures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lula had a big cabinet with 40 ministers and he brilliantly used his experience in politics and as a union negotiator to put out fires," said João Augusto de Castro Neves, a political analyst with the CAC Political Consultancy firm. "There are going to be a lot of voices, there will be differences of opinion. How is she going to deal with that? It is not what she thinks about policy; that won't change much. The question is how is she going to run the government machine without it blowing up."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma's managerial competence has never been questioned, even by her opponents. But uncertainty remains over whether she has what it takes to follow in Lula's footsteps. Her months on the campaign trail have not provided the answers; they'll more likely emerge only when she's in power.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2022661,00.html"&gt;http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2022661,00.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1649990143011855923?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1649990143011855923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/entrevista-na-revista-time-eua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1649990143011855923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1649990143011855923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/entrevista-na-revista-time-eua.html' title='ENTREVISTA NA REVISTA TIME - E.U.A'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TK8a1uoZSdI/AAAAAAAAAHs/P8g6j5eUiMA/s72-c/logoTimeSpecials.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2180514293188210467</id><published>2010-10-02T17:02:00.001-03:00</published><updated>2010-10-02T17:09:40.439-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>CANDIDATOS BIZARROS</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;TV Record entrevista &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; sobre candidatos bizarros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista está prevista  para ir ao ar no dia 03 de outubro, no programa Domingo Espetacular, no quadro  “A grande reportagem”, às 19h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candidatos bizarros foi o tema da entrevista que o Prof° Ms &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, presidente da Abcop (Associação Brasileira de Consultores Políticos), concedeu a repórter Fabíola Correa, da TV Record, na manhã de sexta-feira (25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o especialista em marketing político há 36 anos, a campanha eleitoral é dividida em dois períodos. O primeiro deles é o conhecimento, só se vota em quem se conhece. Diante disto, quando o candidato já é famoso pula essa primeira fase e segue para a segunda etapa que é a busca do voto. “Fica mais barato e fácil de fazer campanha, isso falando em campanha proporcional”, argumentou &lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante a entrevista, o professor ressaltou que hoje não temos mais o voto escrito. Antes com a cédula, o eleitor podia expressar através da escrita o que pensava do candidato A ou B, agora com o voto eletrônico a indignação ou aceitação se materializa com o voto em si. Ou seja, a forma do eleitor mandar o recado é votando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado se a imagem vale mais que tudo, &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; afirma que não.  Hoje a imagem do candidato enquanto cidadão pode ser ruim, mas se ele faz algo em benefício da sociedade e isso é divulgado na mídia é o que pesa mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; salientou que a mensagem de um candidato já conhecido é recebida com mais facilidade, uma vez que o público já tem o histórico do candidato. Quando aparece um lutador de boxe, por exemplo, não precisa dizer, o eleitor já sabe quem é. E assim vai, um cantor,um comediante e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao êxito dos candidatos bizarros isso depende de sua postura, de sua consciência política e se tem conteúdo. “Temos casos no Brasil de candidatos famosos que conseguiram se reeleger”, destacou o especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando a entrevista, &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; diz que como técnico em marketing eleitoral prefere ter um candidato já conhecido pelo povo e passar logo para a fase seguinte, que é a busca do voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, o especialista frisou seu ponto de vista com relação ao voto obrigatório. “Para o povo, o voto não tem valor. Enquanto o voto for obrigatório a consciência política não vai mudar e qualquer um pode ser votado que não faz diferença”, argumentou &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2180514293188210467?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2180514293188210467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/candidatos-bizarros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2180514293188210467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2180514293188210467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/10/candidatos-bizarros.html' title='CANDIDATOS BIZARROS'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3092566880583278962</id><published>2010-09-27T09:50:00.004-03:00</published><updated>2010-09-27T09:59:04.996-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>TELEMARKETING VALE A PENA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TKCUQG0nnEI/AAAAAAAAAHk/KmgJ0c3_WBY/s1600/Telemarketing.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521576147586358338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TKCUQG0nnEI/AAAAAAAAAHk/KmgJ0c3_WBY/s200/Telemarketing.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Telemarketing é importante mas custa caro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jessica Cavalheiro Do &lt;strong&gt;Diário do Grande ABC&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mesmo a internet sendo uma nova e importante ferramenta para as propagandas eleitorais, o telemarketing ainda é uma ótima opção para atingir o eleitorado de forma maciça. Como o serviço demanda grande investimento financeiro, no Grande ABC apenas três candidatos a cargos proporcionais apostaram na ferramenta.&lt;br /&gt;Vanessa Damo (PMDB) foi a que mais investiu em telemarketing. A candidata à reeleição à Assembleia gastou R$ 10.000, segundo prestação de contas divulgada no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até o início de setembro. Na mesma época, Marcelo Chehade (PSDB), candidato a deputado federal, havia gastado R$ 2.400. E Gilberto do Primavera (PTB), que disputa para deputado estadual, investiu R$ 1.000.&lt;br /&gt;Segundo o coordenador-geral da campanha de Gilberto da Primavera, Rodrigo Marcon Alves, que é presidente de uma empresa de telemarketing e responsável pelo serviço de comunicação do candidato, a alternativa é uma estratégica política fundamental para uma campanha proporcional. "Depois da minirreforma na lei eleitoral, o espaço do político nos demais meios de comunicação, como a TV e o rádio, ficou limitado", observou.&lt;br /&gt;Uma entrevista com a população é a forma que o telemarketing do candidato petebista aborda o eleitorado. Nas ligações telefônicas, as pessoas são questionadas, por exemplo, sobre os principais problemas encontrados pelos morador na cidade. De acordo com Alves, até agora a resposta do eleitorado com o serviço de telemarketing de Gilberto do Primavera tem sido positivo. "70% das pessoas aceitaram fazer a entrevista e desses, 95% aceitaram ouvir no fim da ligação uma mensagem do candidato e aprovaram também o recebimento de uma cartilha do político por correio", afirmou o coordenador.&lt;br /&gt;Vanessa Damo também optou por entrevistas com o eleitorado, como forma de criar um canal de comunicação e saber o as demandas da população. "Não gravei nenhuma mensagem pedindo voto. É mais um serviço para entrar em contato com os moradores e obter informações que possam me ajudar na campanha", relatou.&lt;br /&gt;‘Entrevista por telefone é irritante'', diz consultor políticoPara o consultor em Comunicação Política e Marketing Eleitoral &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, a forma como os candidatos a deputado estadual Vanessa Damo e Gilberto do Primavera optaram por utilizar o serviço de telemarketing não foi a melhor opção. De acordo com ele, uma entrevista com o eleitorado pode irritar muito mais do que uma mensagem gravada do político pedindo voto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; recomenda que a ferramenta seja utilizada primeiramente como um canal de utilidade pública. "A mensagem faz toda a diferença. Ao invés de o candidato ligar ou mandar um mensagem de texto pedindo voto, ele pode passar alguma informação primeiro, por exemplo: ‘No dia da votação não esqueça de levar seu título de eleitor e um documento com foto.'' Depois citar o nome e número de votação."&lt;br /&gt;O consultor alerta ainda sobre o telemarketing no celular. "O aparelho fixo é da casa e qualquer pessoa pode atender, é mais aceitável. O celular é um objeto muito pessoal e quando alguém invande algo particular normalmente a pessoa já rejeita", observa &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; ao salientar um lado positivo do celular. "Ele aceita mensagem de texto, que no caso a pessoa tem a opção de ler mais tarde e na hora que prefetir."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3092566880583278962?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3092566880583278962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/telemarketing-vale-pena.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3092566880583278962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3092566880583278962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/telemarketing-vale-pena.html' title='TELEMARKETING VALE A PENA?'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TKCUQG0nnEI/AAAAAAAAAHk/KmgJ0c3_WBY/s72-c/Telemarketing.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1122767693586307570</id><published>2010-09-20T10:20:00.004-03:00</published><updated>2010-09-20T10:25:12.806-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Denúncias só criam impactos se há “dinheiro e gente presa”</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TJdgaNBGEyI/AAAAAAAAAHc/wyvIrhWrEiY/s1600/DILMA+CAIPIRA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518985871652950818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TJdgaNBGEyI/AAAAAAAAAHc/wyvIrhWrEiY/s200/DILMA+CAIPIRA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Denúncias só criam impactos se há “dinheiro e gente presa”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Gazeta de Caxias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Segundo cientistas políticos, escândalos têm pouco efeito eleitoral e eles só criam impacto se há “dinheiro e gente presa”.&lt;br /&gt;Por João C. Garavaglia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Escândalos não devem ter grande influência na disputa Dilma/Serra Escândalos envolvendo supostos dossiês fabricados para prejudicar adversários políticos como o episódio de violação de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge e de Verônica Serra, filha do candidato do partido à Presidência, José Serra, viraram praxe nas eleições do país. Segundo especialistas eles elevam a temperatura da campanha, mas produzem impacto limitado nas urnas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escândalo da Receita&lt;br /&gt;No denominado Escândalo da Receita, que resultou na saída da ministra Eunice Guerra, a Polícia Federal investiga a falsificação da assinatura de Verônica na procuração usada pelo contador Antonio Carlos Atella para obter seus dados na Receita Federal, além da violação do sigilo fiscal de outras pessoas ligadas ao partido PSDB.&lt;br /&gt;As três últimas eleições já foram marcadas por denúncias envolvendo tentativa de compra e venda de dossiês. “As campanhas eleitorais dos últimos anos vêm sendo contaminadas por esses episódios lamentáveis”, avalia o cientista político Aldo Fornazieri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso dos Aloprados&lt;br /&gt;Em 2006 o caso conhecido como Escândalo dos Aloprados ilustra a avaliação. A prisão de dois homens com 1,75 milhão de reais no quarto de um hotel pela Polícia Federal ganhou o noticiário cerca de 15 dias antes do primeiro turno da eleição. A dupla tinha ligação com o Senador e o candidato ao governo de São Paulo, Aloísio Mercadante (PT) e ia comprar um dossiê supostamente contra o adversário do PSDB José Serra.&lt;br /&gt;Antes de o escândalo estourar, as pesquisas já apontavam a vitória de Serra sobre Mercadante no primeiro turno com 47% a 23%. No final, o tucano venceu com 57% dos votos válidos contra 31% do petista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso flagrante&lt;br /&gt;Já na disputa presidencial Lula viu seus 15 pontos de vantagem sobre o tucano Geraldo Alckmin cair após o episódio e perder a chance de se reeleger no primeiro turno, com o placar apertado de 48% a 41%. Mas no segundo turno Lula venceu por 60% a 39%. “O caso dos Aloprados foi flagrante. Tinha imagens de maços de dinheiro, pessoas sendo algemadas. Isso tudo foi para TV. Ajudou a levar a disputa para o segundo turno, mas mesmo assim Lula venceu. O caso de agora, da filha de Serra, não tem foto e nem vídeo, é uma coisa abstrata para o eleitor”, avalia o consultor de marketing político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operação Lunus&lt;br /&gt;Em 2002 foi a vez de Serra, então pré-candidato à Presidência, ser acusado por José Sarney (PMDB-AP) de estar por trás de suposta rede de espionagem para prejudicar a pré-candidatura da filha Roseana. Sarney acusou a operação Lunus, da PF, de ser o desdobramento do dossiê criado para barrar o crescimento da filha. Agentes federais apreenderam mais de 1,5 milhão de reais no escritório das empresas de Roseana e seu marido Jorge Murad, no Maranhão. Imagens do dinheiro ganharam o noticiário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dossiê Cayman&lt;br /&gt;Em 1998, o chamado Dossiê Cayman, com denúncias de que tucanos, entre eles o presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Mário Covas e o ministro José Serra, tinham dinheiro no paraíso fiscal do Caribe, foi usado por chantagista na reta final das eleições. O suspeito tentou, sem sucesso, vender as informações a candidatos adversários. Fernando Henrique e Covas se reelegeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setores pequenos&lt;br /&gt;“Esse tipo de denúncia tem impacto em setores pequenos da classe média e não no grande eleitorado, interessado em outras questões”, diz Fornazieri. “Dossiê tem em toda a eleição. Há sempre investigação da vida privada dos candidatos”, comenta Marco Antonio Teixeira, cientista político da Fundação Getúlio Vargas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1122767693586307570?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1122767693586307570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/denuncias-so-criam-impactos-se-ha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1122767693586307570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1122767693586307570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/denuncias-so-criam-impactos-se-ha.html' title='Denúncias só criam impactos se há “dinheiro e gente presa”'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TJdgaNBGEyI/AAAAAAAAAHc/wyvIrhWrEiY/s72-c/DILMA+CAIPIRA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3909250518001759574</id><published>2010-09-13T09:22:00.004-03:00</published><updated>2010-09-13T09:41:32.630-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>E SE O VOTO NÃO FOSSE OBRIGATÓRIO?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TI4bhBlq3kI/AAAAAAAAAHM/UZCuAfUfZmA/s1600/voto_obrig.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516376847751503426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 398px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TI4bhBlq3kI/AAAAAAAAAHM/UZCuAfUfZmA/s200/voto_obrig.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Entrevista concedida a revista Superinteressante&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Charge do blog da Serra - de Carlos Emerson.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“A tentação é grande… Seus amigos querem saber o que você vai fazer no feriado, as agências de viagem anunciam pacotes para a data. E você pensa que, em pleno calor de 15 de novembro (ou de 3 de outubro), um dia livre é mesmo um convite ao lazer. Afinal, com o fim do voto obrigatório, essas datas viraram simples feriados.&lt;br /&gt;Mas não é que, justo agora que acabou a obrigação de votar, a eleição parece mais interessante? Os temas da campanha são bem mais palpáveis, os problemas discutidos pelos candidatos se assemelham aos seus e tem até gente acenando com uma solução! Será que eles, finalmente, descobriram que eu existo?, você pensa.&lt;br /&gt;Chega o dia da eleição. E, de repente, você está com o título de eleitor na mão, votando! Utopia? Coisa de país desenvolvido? Nem tanto. O voto voluntário torna o eleitor bem mais seletivo, afirma o especialista em marketing eleitoral &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli, &lt;/strong&gt;presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (Abcop). Para convencer o brasileiro a ir às urnas, os programas eleitorais teriam de ser educativos, mostrar as diferenças entre os trabalhos do Executivo e do Legislativo e explicar a importância do voto.&lt;br /&gt;Tudo isso, no entanto, não evitaria a redução do número de votantes. Nos países onde o voto é voluntário, como os Estados Unidos, só votam 30% a 40% dos eleitores. Aqui, é provável que, a princípio, o comparecimento continuasse alto, devido ao hábito. As abstenções ficariam por conta de quem normalmente deixa de votar e dos que votariam em branco ou nulo, diz o cientista político Rogério Schmitt, professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Aos poucos, porém, a abstenção aumentaria.&lt;br /&gt;OK, mas isso faria alguma diferença? A longo prazo, sim. Segundo simulações realizadas com pesquisas de opinião, os partidos de esquerda, que têm mais militância política e para quem seria esperada uma vantagem, na verdade perderiam espaço para os políticos mais conservadores, que já dispõem de um eleitorado cativo. Pelo menos a princípio. Sim, porque arrebanhar os eleitores novos, desobrigados do voto, seria bem mais difícil.&lt;br /&gt;O voto facultativo não acabaria com a compra de votos, um mau hábito comum em alguns Estados. Mas pelo menos encareceria a fraude. Afinal, é bem mais fácil convencer alguém que já está na boca da urna a votar em Fulano do que demovê-lo do futebol ou da cerveja só para digitar um número na urna eletrônica. E há, de fato, muita gente que escolhe o candidato na última hora e só vota porque é obrigado. Segundo uma pesquisa da Abcop, nas eleições para cargos executivos, 15% dos eleitores definem seu voto na boca da urna. Para cargos legislativos, a indefinição é pior: 45% saem de casa para votar sem saber em quem. Esses eleitores talvez nem saíssem de casa para ir às urnas, diz &lt;strong&gt;Manhanelli.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com tanta competitividade, os candidatos os astros das eleições de hoje não sobreviveriam individualmente. Resultado: os partidos roubariam a cena. O eleitor brasileiro sempre votou em indivíduos, não em partidos, afirma Rogério Schmitt. Com o voto facultativo, a longo prazo a escolha seria mais centrada nas legendas e em suas propostas de governo.&lt;br /&gt;Candidatos desconhecidos, que surgem do nada a bordo de uma legenda de aluguel e que abusam das propostas mirabolantes, teriam cada vez menos espaço. Enfim, as mudanças seriam grandes. Mas, se, apesar delas, nenhum candidato despertasse seu interesse, tudo bem: sempre restaria a opção de pegar o carro e ir à praia, sem dor de cabeça.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3909250518001759574?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3909250518001759574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/e-se-o-voto-nao-fosse-obrigatorio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3909250518001759574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3909250518001759574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/e-se-o-voto-nao-fosse-obrigatorio.html' title='E SE O VOTO NÃO FOSSE OBRIGATÓRIO?'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TI4bhBlq3kI/AAAAAAAAAHM/UZCuAfUfZmA/s72-c/voto_obrig.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7496879138776570430</id><published>2010-09-09T15:05:00.002-03:00</published><updated>2010-09-09T15:11:43.994-03:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA PARA ALUNOS DA UNESP</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TIkiucFT3bI/AAAAAAAAAHE/d4IooGIpoT8/s1600/SDC13009.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514977399899676082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TIkiucFT3bI/AAAAAAAAAHE/d4IooGIpoT8/s200/SDC13009.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Profº Ms. Carlos Manhanelli, presidente da Abcop (Associação Brasileira de Consultores Políticos), concedeu entrevista a três acadêmicos do curso de jornalismo da UNESP, de Bauru (SP), Juliana Heiffig Penteado, Gabriel Bordignon de Lima, Sérgio Murilo Bocardo Ferreira, na tarde de quarta-feira (08). O objetivo do encontro foi saber a opinião do professor sobre eleições e marketing político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a entrevista, Manhanelli salientou que a sua empresa foi a primeira do Brasil especializada em marketing político atuando nesta área há 36 anos e sendo consultor em 242 campanhas até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indagado pelos estudantes sobre o papel do Marquetólogo, o professor ressaltou que há uma diferença entre marqueteiro e o Marquetólogo. Isto é, o marqueteiro é aquele que só tem a prática, só tem uma expertise e terá apenas uma vertente. Já o Marquetólogo é aquele profissional que tem a base teórica e a prática. Para enfatizar a definição entre as categorias, Manhanelli citou que na Língua Portuguesa a terminação “eiro” sempre foi depreciativa desde o tempo da colonização, considerando uma classe inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhanelli explicou também aos estudantes que a importância do Marquetólogo numa campanha eleitoral é comparada a importância de um médico para um paciente doente. Cabe ao doente procurar ajuda do especialista ou tomar remédios caseiros .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para falar sobre a imagem do candidato, Manhanelli citou o escritor Roger Gerárd que escreveu em seu livro “O Estado Espetáculo” sobre quatro imagens que o eleitor percebe no seu candidato. São elas: A imagem de Pai; a imagem de líder charme; de herói e de homem simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudantes questionaram qual a imagem que os candidatos à presidência da república apresentam para a população. Manhanelli explicou que a candidata do PT começou enfatizando uma imagem de heroína, o que demonstra uma dicotomia de imagem, uma vez que a heroína vem para resolver os problemas deixados pelo antecessor. A imagem que ela deveria reforçar era de mãe que acolhe e protege os necessitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao candidato do PSDB, iniciou sua campanha apresentando uma imagem de pai, que na verdade deveria ser de herói que irá resolver os problemas do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz-se necessário salientar que a imagem não é fabricada.”Não é um teatro”, argumentou Manhanelli. A imagem do candidato já existe no inconsciente coletivo. O marketing não constrói a imagem, a imagem é percebida e alavancada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos acreditam que o conteúdo, ou seja, o que o candidato fala na televisão é o que pesa mais. Para o professor, a arma mais poderosa em campanha eleitoral é a televisão e esta é um veículo de comunicação sintética, tem ritmo próprio e prioriza a imagem. Assim, o conteúdo fica em segundo plano. A imagem é primordial que o candidato passa que fala mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à vantagem de tempo na programação obrigatória, Manhanelli esclareceu que o tempo só favorecerá se houver um bom aproveitamento. “Quanto maior tempo de TV, maior a possibilidade de erro. Quem fala muito em televisão corre o risco de falar demais e dar bom dia a cavalo”, comentou o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eleição é Guerra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em falar de eleições, Manhanelli ressaltou que numa campanha eleitoral não tem medalha de prata só de ouro. E desta forma, ele enfatizou “Eleição é Guerra”, citando seu segundo livro, no qual menciona que no mundo todo, as campanhas eleitorais usam e consolidam cada vez mais os conceitos de guerra em suas ações de cooptação e persuasão do eleitorado. Até as nomenclaturas empregadas têm certo paralelismos: “estratégia, tática, batalha de votos, penetração no segmento adversário e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voto Obrigatório&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre o voto obrigatório, Manhanelli enfatizou que é contra. O voto é um direito e a obrigatoriedade não condiz com a democracia. Para mudar isso é necessário primeiro valorizar o voto. Ou seja, o cidadão entender que seu voto tem valor, pois atualmente o voto não vale nada para o brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voto ideológico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre o voto ideológico ou o apoio do militante ao candidato, Manhanelli ressaltou que o militante sempre teve importância. O que mudou hoje é que a campanha se profissionalizou. Não há mais amadores, todos que trabalham são remunerados e a busca por profissionais aumentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, Manhanelli argumentou que o profissional de marketing no Brasil é valorizado no exterior por sua criatividade. Isto é, em outros países a legislação não muda podendo usar as mesmas técnicas. Já no Brasil, as leis mudam em cada eleição, o que impulsiona o marquetólogo a pensar, criar e se adaptar as novas leis para obter bons resultados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7496879138776570430?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7496879138776570430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/entrevista-para-alunos-da-unesp.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7496879138776570430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7496879138776570430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/entrevista-para-alunos-da-unesp.html' title='ENTREVISTA PARA ALUNOS DA UNESP'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TIkiucFT3bI/AAAAAAAAAHE/d4IooGIpoT8/s72-c/SDC13009.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-4293423704341482834</id><published>2010-09-08T10:47:00.001-03:00</published><updated>2010-09-08T10:50:17.500-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>URNA DÁ TRABALHO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Com a proximidade das eleições, cresce a contratação de profissionais para atuação nas campanhas Eles comandam a trajetória dos candidatos rumo às urnas. Dispensam, porém, os papéis de coadjuvantes. Afinal, advogados, publicitários, jornalistas, consultores políticos, além da mão de obra mais operacional – panfleteiros, carregadores e o pessoal dos carros de som –, são imprescindíveis no desenvolvimento de uma campanha política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrida eleitoral já começou e, ao que tudo indica, será acompanhada por inúmeras contratações nos próximos meses. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, deputados reduzem salários de funcionários comissionados para ampliar a equipe em seus Estados. A verba caiu de R$ 266.377 para R$ 165.595. O que significa que os R$ 100.782 restantes serão investidos no reforço de equipes. A menos de quatro meses do primeiro turno, marcado para 3 de outubro, a demanda não para de crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O mercado já está aquecido desde o ano anterior, quando se começa, com antecedência, um processo de planejamento de campanha. O mais importante é que há demanda agora e para depois das campanhas para os mais variados profissionais – diz &lt;strong&gt;Carlos Augusto Manhanelli&lt;/strong&gt;, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (Abcop).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o caso dos marquetólogos – também chamados de marqueteiros –, que têm emprego garantido o ano inteiro, inclusive fora do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A versatilidade do profissional brasileiro é muito valorizada no Exterior. A cada eleição, temos mudanças na legislação, o que faz com que os marquetólogos tenham de se adaptar às técnicas a cada nova campanha – aponta o consultor político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, que realiza campanhas em toda a América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação acadêmica tende a ser valorizada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, quando entrar o horário eleitoral de rádio e TV, a missão desses profissionais estará à prova: convencer os cidadãos de que seus clientes merecem um voto. A carreira multidisciplinar abre espaço para jornalistas, publicitários e relações públicas, desde que tenham o mínimo de conhecimento das ciências que interferem em uma campanha, como comunicação, sociologia, estatística, ciência política e jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Há uma carência de profissionais habilitados para esse mercado, o que dá brecha para vários oportunistas. Sem a menor formação acadêmica ou experiência de mercado, eles acham que estão fazendo marketing político – diz &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje só cai no conto do marqueteiro eleitoral quem quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A maioria (dos candidatos) já se deu conta da necessidade de um profissional capacitado e completo. Ele, ao contrário do marqueteiro, que só domina sua área de atuação, terá bagagem para direcionar a comunicação da campanha e fazer uma leitura qualificada das pesquisas – &lt;strong&gt;explica Manhanelli&lt;/strong&gt;, que conta com 238 campanhas realizadas ao longo de 36 anos de profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito além de reformar o guarda-roupa do candidato, fazer uma boa maquiagem, aparar barba e discursos, os marquetólogos são responsáveis pela parte estratégica da campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não dá para fazer política sem gostar, sem conhecer a realidade, a história e os costumes do público eleitor envolvido. Por mais bem planejadas, sem uma bagagem de conhecimento, as propostas de ação estarão condenadas ao fracasso, ao desperdício de recursos – destaca Alexandre Bandeira, presidente da Associação dos Consultores Políticos do DF, que é jornalista com pós-graduação em marketing e estratégia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRISCILA MENDES  Correio Braziliense&lt;br /&gt;Eleitoral x político A expressão marketing eleitoral é clara. É a aplicação do marketing às técnicas eleitorais com objetivo de angariar o maior número de votos para um candidato. Acaba, portanto, no dia da eleição. Já o marketing político é voltado para a construção de uma imagem a longo prazo e se estende no período pós-eleitoral, pois, mesmo depois de eleito, o candidato precisa de visibilidade&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-4293423704341482834?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/4293423704341482834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/urna-da-trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4293423704341482834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4293423704341482834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/09/urna-da-trabalho.html' title='URNA DÁ TRABALHO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7916604335595297583</id><published>2010-08-27T10:22:00.002-03:00</published><updated>2010-08-27T10:27:43.078-03:00</updated><title type='text'>Diferença entre Serra e Dilma só diminui com 'fato novo', dizem especialistas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O GLOBO&lt;br /&gt;27/08/2.010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas um "fato novo" e de "peso significativo" é capaz de conter a diferença que separa os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) nas pesquisas de intenção de voto, avaliam especialistas em marketing político ouvidos pela BBC Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantamentos dos três principais institutos de pesquisa, divulgados nas últimas duas semanas, indicaram uma ampliação progressiva da vantagem de Dilma sobre Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela média, a diferença entre os dois subiu de 5 para 18 pontos percentuais no prazo de um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação do publicitário e consultor político &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli,&lt;/strong&gt; os rumos da eleição "ainda podem mudar", mas segundo ele, a essa altura da campanha, apenas um fato "excepcional" seria capaz de "reconfigurar" as intenções de voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se analisarmos historicamente, veremos que temos, sim, exemplos de eleições que foram redefinidas nos últimos momentos", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas em todos os casos, o motivo dessa reviravolta foi sempre um fato novo e excepcional", acrescenta &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; autor do livro Marketing Eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor lembra o caso do então candidato Fernando Collor, que às vésperas da eleição presidencial de 1989 conseguiu estancar o crescimento de Luiz Inácio Lula da Silva ao trazer à tona um caso pessoal envolvendo uma filha do petista, fora do casamento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;'Pouco provável'&lt;br /&gt;Membro do Conselho Orientador de Pesquisas Públicas da Unicamp, o consultor Ney Figueiredo também sugere cautela na antecipação de resultados, mas acrescenta que "uma mudança agora é pouco provável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também acredita que somente um fato novo poderá mudar o cenário atual, mas, esse fato, se vier, "será do lado petista".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não vejo mais como esse fato surgir do lado tucano. Eles já fizeram tudo o que tinha de ser feito."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já do lado petista, não podemos subestimar a chance de um equívoco que prejudique a candidata Dilma Rousseff", acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a candidata está baseando sua campanha em fatos "fortes", ligados às realizações do governo Lula no campo socioeconômico. "No entanto, dizer que a campanha está ganha é desprezar a possibilidade de um escorregão, o que acontece", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rápida consolidação da candidata petista na liderança acirrou o debate, entre tucanos, sobre uma possível mudança no curso da campanha, a pouco menos de 40 dias da eleição presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma série de reuniões nos últimos dias, a equipe de José Serra decidiu melhorar a infraestrutura da campanha nos Estados, além de triplicar a distribuição de material para essas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra medida será a maior participação de lideranças regionais, como governadores e prefeitos, no programa de Serra na TV e no rádio. Nessa quinta-feira, o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, apareceu pela primeira vez no programa pedindo votos para o candidato tucano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de &lt;strong&gt;Manhanelli,&lt;/strong&gt; medidas como essas são apenas "pontuais" e insuficientes para mudar o curso de uma campanha na fase atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essas mudanças ajudam a estancar a perda de votos, mas não vão reverter o quadro, que está totalmente favorável a Dilma Rousseff, segundo as pesquisas", diz o consultor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Equivocada'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, diversos aliados de José Serra criticaram publicamente algumas estratégias da campanha tucana, entre elas a decisão de "esconder" o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e de tentar "colar" a imagem de Serra à de Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), que integra a base de apoio a Serra, usou seu microblog para criticar o coordenador de marketing da campanha tucana, Luiz Gonzalez, por seu "olhar enfarado e apressado" sobre os políticos e por ter usado o apelido de "Zé Serra" na propaganda gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figueiredo discorda das críticas. Para o consultor político, a equipe de Gonzales já realizou trabalhos "difíceis", como a eleição de Gilberto Kassab, em São Paulo, mostrando que é "muito competente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema, segundo ele, não está na estratégia da campanha, mas sim no "momento econômico" do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desde o início essa era uma eleição difícil para a oposição. Ele teria que provar à sociedade que seria capaz de levar adiante os feitos do Lula", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse era o pulo do gato nessa eleição e pelo visto está se mostrando realmente muito difícil de ser colocado em prática", completa Figueiredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/08/27/diferenca-entre-serra-dilma-so-diminui-com-fato-novo-dizem-especialistas-917491907.asp&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7916604335595297583?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7916604335595297583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/diferenca-entre-serra-e-dilma-so.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7916604335595297583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7916604335595297583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/diferenca-entre-serra-e-dilma-so.html' title='Diferença entre Serra e Dilma só diminui com &apos;fato novo&apos;, dizem especialistas'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3799619652848064323</id><published>2010-08-24T10:46:00.002-03:00</published><updated>2010-08-24T10:48:44.633-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>CAMPANHA CURTA FAVORECE VETERANO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;JORNAL ABCD MAIOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por: Juliana Finardi  (juliana@abcdmaior.com.br) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Carlos Manhanelli: maioria da população não sabe para quê serve um deputado&lt;br /&gt;Presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos diz que propaganda de três meses é ruim para renovação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente ainda não faz a mínima ideia de que vai ter eleição em outubro. Dos que têm consciência do ano eleitoral, um número menor ainda de pessoas sabe quais são os cargos para os quais serão eleitos novos representantes. Na opinião do presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, Carlos Manhanelli, a falta de informação da maioria dos eleitores “é normal”. “O eleitor só vai começar a prestar atenção na campanha depois do dia 17, quando começa a propaganda na televisão”, disse. Manhanelli também questiona o calendário eleitoral, que prevê uma campanha de três meses. Na opinião do consultor, o curto tempo para propaganda privilegia apenas quem já está no poder. “A campanha de três meses é muito boa para quem já está no poder. Para as novas lideranças, para renovar o quadro político é péssimo.” Leia, a seguir, a entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABCD MAIOR - É normal que as pessoas não saibam para quais cargos vão votar?&lt;br /&gt;CARLOS MANHANELLI - É normal, não só este ano como em toda eleição. A sociedade reage através de três leis básicas em qualquer campanha eleitoral. Existe uma parcela da população que se utiliza da lei da procrastinação, ou seja, eleição para ele é problema, não é solução; então ele vai decidir de última hora em quem votar porque é um problema que ele tem para resolver já que o voto no Brasil é obrigatório. Tem a famosa lei da indiferença; é uma parcela da população que é indiferente à campanha eleitoral. Na cabeça deles, não importa quem vai ser o governador, o presidente, o deputado, porque a vida deles não vai mudar com isso, então se dá pouca importância ao processo eletivo. E tem também a lei da efemeridade, que é o valor do voto. Quanto vale o voto no Brasil? Principalmente para deputado, ou seja, para cargo proporcional. Se você fizer uma pesquisa e perguntar para quê serve um deputado, a maioria não vai saber. Sabem que existe, mas para quê serve poucos vão saber responder. Então é isso; você tem uma sociedade que reage às campanhas eleitorais de forma bastante atípica com relação aos outros países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABCD MAIOR – O sr. acha que é papel do candidato fazer uma campanha voltada a isso, ou seja, de conscientizar o eleitor sobre o que faz um deputado ou qualquer outro cargo?&lt;br /&gt;MANHANELLI – O eleitor só vai começar a prestar atenção na campanha depois do dia 17, quando começa a propaganda na televisão. Antes disso são nomes que aparecem. Quem conhece, reconhece a pessoa. Quem não conhece, é apenas um rosto que está ali com um número e não quer dizer absolutamente nada para ele. Vai começar realmente a interessar quando o rádio e a televisão começarem a divulgar a campanha eleitoral. &lt;br /&gt;ABCD MAIOR – Até lá, alguns candidatos avaliam que fazer campanha é jogar dinheiro no lixo por ser ainda o começo. O sr. concorda com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANHANELLI – Concordo. Não é jogar dinheiro no lixo, mas dependendo do grau de conhecimento que ele tem, não vale muito a pena. Um deputado que há quatro anos está no mandato e já teve mídia suficiente para se tornar conhecido vai ‘chover no molhado’ se fizer propaganda agora. Ele vai esperar realmente começar a campanha de rádio e TV para ir à rua e pleitear o voto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABCD MAIOR - O sr. acha, então, que uma reforma no calendário eleitoral resolveria o problema? &lt;br /&gt;MANHANELLI – É muito importante. A eleição em três meses só privilegia quem já está no poder porque fica muito pouco tempo de debate, muito pouco tempo para que novas lideranças se apresentem ao eleitorado e ganhem credibilidade suficiente para obter o voto. A campanha de três meses é muito boa para quem já está no poder. Para as novas lideranças, para renovar o quadro político é péssimo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=22971&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3799619652848064323?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3799619652848064323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/campanha-curta-favorece-veterano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3799619652848064323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3799619652848064323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/campanha-curta-favorece-veterano.html' title='CAMPANHA CURTA FAVORECE VETERANO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-25023977587573905</id><published>2010-08-23T09:39:00.005-03:00</published><updated>2010-08-23T09:54:09.412-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula de Marketing Politico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARINA SILVA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ENTREVISTA NA MTV</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/THJs30MY23I/AAAAAAAAAG0/RK4_1NL8huU/s1600/entrevista+MTV+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508585000386747250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/THJs30MY23I/AAAAAAAAAG0/RK4_1NL8huU/s200/entrevista+MTV+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Profº Manhanelli fala à MTV sobre o papel do jingle na campanha eleitoral&lt;br /&gt;A entrevista vai ao ar nesta quarta-feira (25) às 24h, no programa Notícias MTV, canal 32, e reprise na quinta-feira às 12h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profº Ms. Carlos Manhanelli, presidente da Abcop (Associação Brasileira de Consultores Políticos), concedeu entrevista ao repórter da MTV, Marcelo Soares, na tarde de segunda-feira (17). O objetivo do encontro foi saber a opinião do professor sobre o papel do jingle na campanha eleitoral. Durante a entrevista, Manhanelli salientou que seu próximo livro vai ser sobre jingle, o 12º livro de sua carreira que deverá ser lançado em 2011.&lt;br /&gt;Para Manhanelli, o jingle eleitoral serve para colocar na cabeça do eleitor o nome do candidato, o que ele está postulando, o número, e a sua ação eleitoral ou o que ele pretende fazer como plataforma seja em campanha proporcional ou majoritária.&lt;br /&gt;Questionado pelo repórter se o jingle ajuda a ganhar a eleição, o professor respondeu que não. “O jingle dá argumento de lembrança”, ressaltou. A primeira coisa que se tem que fazer numa campanha é se tornar conhecido, o jingle te ajuda muito quando é bem feito, pois ele leva ao eleitor o nome e o número e vira como costumo dizer um “chiclete de ouvido”.&lt;br /&gt;Sobre o que transforma um bom jingle em “chiclete de ouvido”, Manhanelli disse que é uma incógnita, pois muitos jingles mal feitos acabaram tornando em chiclete de ouvido e outros bem feitos não. É como fazer televisão, pois existe a dúvida será que o programa vai ser sucesso? Você não pode garantir enquanto o programa não for para o ar e não tiver uma receptividade da própria população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jingles Antigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista em consultoria política salientou durante a entrevista que possui um acervo de 390 jingles de todas as campanhas eleitorais existentes no Brasil e ressaltou que no Brasil as campanhas eleitoras contam uma história do país.&lt;br /&gt;Indagado pelo repórter sobre os aspectos mais marcantes dos jingles desde 1929, Manhanelli respondeu que alguns jingles viraram “chiclete de ouvido” e outros mesmo uma “febre”. Como foi o caso de Jânio Quadro com o “Varre-Varre Vassourinha” que todo mundo cantava. Em 1929, teve também a do “Julinho Vem”, na campanha de Julio Prestes que foi considerado o primeiro jingle eleitoral. Nesta oportunidade, o professor explicou que jingle é quando se encomenda uma música para ressaltar as qualidades do candidato.&lt;br /&gt;Depois na campanha de 45 não foi muito usado o jingle. Já em 50, na campanha de Getúlio Vargas o famoso jingle “Bota o retrato do velho outra vez, bota no mesmo lugar, o sorriso do velhinho faz a gente trabalhar”, marcou muito a campanha de 50 considerado um chiclete de ouvido. Aí na campanha de 60, a febre do Jânio “Varre-Varre Vassourinha” considerado uns dos melhores jingles até hoje.&lt;br /&gt;Tempos depois veio a campanha Collor que teve um jingle não muito bom, mas o melhor jingle da ocasião que até hoje é considerado um dos melhores da campanha de 89 é o “Lula lá”, que foi gravado pelos cantores Gilberto Gil, Djavan e Chico Buarque. Esse foi o último jingle que temos de grande repercussão.&lt;br /&gt;Para Manhanelli a falta de bons jingles nos últimos 20 anos deve-se a pasteurização e amadorismo na criação de jingles. “Já tivemos jingles criados por grande compositores e cantados por grandes cantores”, concluiu. Hoje o afastamento dos artistas deve-se ao fato de ficarem marcados porque se engajam numa campanha. Mas, na verdade ele apóia a idéia, o programa e não apenas o candidato.&lt;br /&gt;Para encerrar a entrevista, o professor mostrou alguns jingles para a equipe e fez uma brincadeira com o apresentador Casé Peçanha da MTV compondo um jingle a pedido da equipe de reportagem. Manhanelli frisou ainda que a paródia é proibida por lei a não ser que o próprio autor faça.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-25023977587573905?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/25023977587573905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/entrevista-na-mtv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/25023977587573905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/25023977587573905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/entrevista-na-mtv.html' title='ENTREVISTA NA MTV'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/THJs30MY23I/AAAAAAAAAG0/RK4_1NL8huU/s72-c/entrevista+MTV+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-9139370196381140221</id><published>2010-08-22T14:38:00.001-03:00</published><updated>2010-08-22T14:47:54.766-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Campanha eleitoral começa agora</title><content type='html'>Campanha eleitoral começa agora, dizem analistas&lt;br /&gt;Raphael Di CuntoEspecial para o Diário do ABC&lt;br /&gt;domingo, 22 de agosto de 2010 7:21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão dos eleitores de que a campanha ainda não tomou as ruas pode não ser só impressão. Segundo especialistas em política, os próprios candidatos preservam recursos e fôlego para os últimos 45 dias antes da eleição - quando a população estará mais atenta aos candidatos e suas propostas.&lt;br /&gt;"É uma estratégia antiga. Normalmente as pessoas acordam para a eleição só na segunda quinzena de agosto, quando começa a propaganda gratuita na televisão e no rádio e você não tem mais como ficar alheio", explica o presidente da ABCOP (Associação Brasileira de Consultores Políticos), &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Isso explica, segundo ele, a baixa arredação dos candidatos nos primeiros meses da campanha. Levantamento do Diário na prestação de contas dos políticos da região mostra que eles juntaram apenas R$ 1,6 milhão até o dia 3 de agosto - data da 1º parcial. O valor, que pode parecer elevado a princípio, representa somente 0,3% da estimativa de gastos dos partidos no Grande ABC, avaliada em R$ 503 milhões.&lt;br /&gt;Para o consultar político Marcos Justino dos Santos, a dificuldade financeira dos candidatos têm outra explicação, a lei Ficha Limpa - que impede a participação de pessoas com condenações na Justiça na eleição. "Muitos políticos estão com as candidaturas contestadas e aguardando julgamento, o que deixa o apoiador inseguro de investir dinheiro na campanha", ressalta.&lt;br /&gt;Na opinião de Santos, este ano haverá corrida principalmente nos últimos 15 dias, quando já existirá certeza sobre os candidatos. "Os políticos mais experientes conseguem contornar essa situação e têm fontes próprias de financiamento. Mas os outros vão ter dificuldade e o recurso pode chegar tarde demais."&lt;br /&gt;Na avaliação de &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, porém, a eleição neste ano estará mais barata do que as anteriores devido à minirreforma eleitoral de 2006, que proibiu a publicidade em outdoors, restringiu a pintura em muros e estabeleceu limites para gastos. "Diminuiram as despesas. Mas também diminuiu o número de investidores nas campanhas porque aumentou a transparência", avalia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-9139370196381140221?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/9139370196381140221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/campanha-eleitoral-comeca-agora.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/9139370196381140221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/9139370196381140221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/campanha-eleitoral-comeca-agora.html' title='Campanha eleitoral começa agora'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6160035920672339036</id><published>2010-08-16T10:59:00.003-03:00</published><updated>2010-08-16T11:03:52.973-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Emprego no palanque</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Campanhas milionárias atraem mão de obra qualificada, como advogados que chegam a ganhar 150 000 reais. E você, vai ficar de fora?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em quatro meses, milhões de brasileiros decidirão nas urnas quem irá governar o país, os estados e os representar nas assembleias distritais, Legislativa e no Congresso Nacional pelos próximos quatro anos. Durante todo este mês, as cúpulas dos partidos estarão ocupadas com a realização de convenções para formalizar as candidaturas e com os últimos retoques das campanhas de seus correligionários, antes da entrada da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, no dia 6 de julho, que marca o início da corrida eleitoral. Até lá, programas estarão sendo gravados, jingles finalizados, discursos afi nados, camisetas, adesivos, santinhos e toda a parafernália eleitoreira a que os candidatos têm direito, estarão prontos para ganhar as ruas. Serão quatro meses em ritmo de maratona para quem resolver fazer das eleições uma oportunidade de trabalho. E as chances existem. De acordo com os cálculos do consultor de marketing político Gaudêncio Torquato, vice-presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop), ao menos 3 milhões de empregos temporários serão criados nesse período e cerca de 2 bilhões de reais serão injetados na economia; especula- se que apenas as campanhas presidenciais do PT e do PSDB somem quase 500 milhões de reais. Os altos custos refl etem a tendência de profi ssionalização das campanhas, que, ao lado dos tradicionais distribuidores de santinhos e seguradores de placas e bandeiras, têm atraído cada vez mais mão de obra qualifi cada, com remunerações também atrativas. Para quem pensa em colocar sua expertise em prol de algum candidato e enriquecer o currículo e o bolso, a vez é agora. Segundo a consultora política Gil Castilho, muitos candidatos deixam para montar suas equipes em junho. Ela mesma, que mora em São José dos Campos, no interior paulista, e já trabalha para quatro candidatos do Sudeste e do Nordeste, ainda aguarda fechar negócio com pelo menos mais um político. O especialista em marketing eleitoral, também chamado de marqueteiro político, é um dos profi ssionais com maior mercado nessa época do ano. Visto por muitos como uma espécie de guru, ganhou fama depois que publicitários bem-sucedidos passaram a assinar as campanhas presidenciais dos últimos 12 anos. "Um profi ssional sério é de bastidor, ele nunca aparece mais do que o candidato", diz Gil. "O que fazemos é um bom trabalho de publicidade, explorando o que há de melhor em cada candidato", afirma Leorinbergue Lima, diretor da MB&amp;amp;Cia, que espera quintuplicar sua equipe em Fortaleza até agosto. Apesar da quantidade de "marqueteiros", faltam profi ssionais no mercado, garante o consultor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli,&lt;/strong&gt; presidente da Abcop. A remuneração é concentrada e geralmente equivale aos ganhos de um ano inteiro. INTERNET 2.0 O caráter multidisciplinar de uma campanha eleitoral acaba atraindo as mais variadas profi ssões, principalmente as ligadas à comunicação. De acordo com o consultor Gaudêncio Torquato, somente os gastos com marketing da campanha do governo do estado de São Paulo deverão ser equivalentes a 30 milhões de reais. "É fácil chegar a esse número quando se acompanha eleições há 30 anos." Entre os itens considerados estratégicos para um pleito hoje, está uma novidade nas eleições brasileiras: as mídias sociais. A exemplo do que aconteceu nos Estados Unidos em 2008, que consagrou o uso da internet na campanha do presidente Barack Obama, os candidatos brasileiros prometem investir pesado na propaganda virtual, depois que a Justiça Eleitoral liberou o uso da web, uma boa notícia para os interessados nos 3 000 postos de trabalho que serão gerados na rede por todo o Brasil, segundo estimativa do consultor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli. &lt;/strong&gt;"Levando em consideração que é necessária, no mínimo, uma pessoa por campanha para gerenciar as redes sociais, e considerando que a quantidade de candidatos dessa eleição não fuja muito à da eleição de 2006, que foi de 17 429, esse é até um número bem conservador", diz o consultor. Outro meio de ganhar dinheiro com as eleições são os institutos de pesquisa, que se planejam para ampliar suas equipes durante o processo eleitoral. Em Belo Horizonte, as contratações já começaram no Instituto Sensus tanto para as pesquisas públicas quanto para aquelas divulgadas exclusivamente para os partidos. "No período eleitoral, nossa equipe salta de 80 entrevistadores para 300", diz o presidente, Ricardo Guedes. Em São Paulo, institutos como DataFolha e Ibope deverão contratar, juntos, até 1 500 entrevistadores com formação de nível médio e superior. "No auge da eleição chegamos a trabalhar com 1 200 entrevistadores em campo, número 14 vezes maior do que o contingente de pessoal em ano não eleitoral", diz Márcia Cavallari, diretora executiva de atendimento e planejamento do Ibope Inteligência. No Rio Grande do Sul, o Instituto Index espera crescer 30% em relação à eleição passada e também já iniciou seu processo de seleção de novos colaboradores, principalmente de entrevistadores. Para Cacá Arais, os graduandos dos cursos de ciências sociais são os mais procurados para o cargo de supervisor. Outro profi ssional que passa despercebido e vem ganhando importância nos bastidores é o advogado eleitoral: sua função é blindar o candidato e fi scalizar os adversários. Para Paulo Taques, da Zamar Taques Advogados, banca de Cuiabá, no Mato Grosso, a Justiça Eleitoral está mais vigilante e nenhum candidato quer ver seu projeto político naufragar por causa de um descuido que infrinja a legislação. De acordo com Paulo, que faz a pré-campanha do empresário Mauro Mendez, pelo PSB, ao governo do Mato Grosso, um advogado de candidato majoritário pode receber até 150 000 reais mensais na coordenação de uma equipe. "Hoje não há nenhum candidato majoritário que não tenha pelo menos dez advogados." Mesmo acenando com essa grana ele avisa: está faltando profissional qualificado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6160035920672339036?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6160035920672339036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/emprego-no-palanque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6160035920672339036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6160035920672339036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/08/emprego-no-palanque.html' title='Emprego no palanque'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6508183557986463793</id><published>2010-07-23T11:26:00.001-03:00</published><updated>2010-07-23T11:30:27.476-03:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA GAZETA DO POVO PARANÁ</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Campanhas reciclam clichês para atacar adversários&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para especialistas, a troca de acusações não é tão forte e serviria apenas para mobilizar as próprias militâncias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reforçar estereótipos negativos dos adversários tem sido a estratégia preferida de ataque na largada das campanhas para presidente da República e governador do Paraná. Na disputa nacional, José Serra (PSDB) e o vice Indio da Costa (DEM) vinculam o PT às Forças Ar&amp;shy;&amp;shy;madas Revolucionárias da Colômbia (Farc), enquanto na estadual Beto Richa (PSDB) liga o rival Osmar Dias (PDT) ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Do outro lado, a arma é lembrar o histórico de privatizações feitas pelos tucanos.Nenhum dos argumentos é novidade. No segundo turno de 2006, Lula (PT) e Roberto Re&amp;shy;&amp;shy;&amp;shy;&amp;shy;quião (PMDB) contrapuseram Geraldo Alckmin (PSDB) e Osmar Dias com discursos de defesa das empresas estatais. Na avaliação de especialistas, a nova onda de clichês não é tão forte e tem alcance apenas para mobilizar as próprias militâncias. “Se perguntarem para o eleitor médio o que é Farc, muita gente vai dizer que é aquilo que corta bife”, diz o professor de comunicação política Carlos Manhanelli, da Universidade de Salamanca (Espanha).&lt;br /&gt;Depois de ter feito associação dos petistas aos guerrilheiros colombianos no último sábado, Indio da Costa voltou ao tema anteontem. Em viagem ao Rio de Janeiro acompanhado de Serra, ele insinuou uma conexão entre o partido e o Comando Vermelho, maior organização criminosa do estado. “A gente vive aqui no Rio de Janeiro, no meio de uma guerrilha urbana alucinada por conta do narcotráfico. Veja só: PT e as Farc. As Farc e o narcotráfico. O narcotráfico e o Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, com indícios muito claros de relacionamento”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="javascript:sl_amp("&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Confira as trajetórias políticas dos principais candidatos a presidente e a governador &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No mesmo dia, em Goiânia, Serra citou declarações do líder sem-terra João Pedro Stedile para fustigar os petistas. “O dirigente principal do MST [Stedile] disse que todo o MST deve apoiar a Dilma porque no governo dela eles vão poder agitar mais e invadir mais.” O PT não polemizou sobre a questão, mas contra-atacou com uma tentativa de desconstrução da tese de que Serra seria o “pai” dos medicamentos genéricos.&lt;br /&gt;“É importante atribuir a autoria [da criação dos genéricos] a quem de direito”, disse Dilma, referindo-se ao ex-ministro da Saúde Jamil Had&amp;shy;&amp;shy;dad. Filiado ao PSB [partido que compõe a coligação de Dilma], Haddad foi ministro no governo Itamar Franco, entre 1992 e 1995.&lt;br /&gt;Para o cientista político Fernando Abrucio, da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, o exagero no uso dos estereótipos pode prejudicar a própria campanha. Segundo ele, Serra e Indio da Costa exageraram no elo entre as Farc e o PT. “Eles estão usando um discurso dos tempos da Guerra Fria e correm o risco de afastar alguns eleitores que não estão dispostos em votar na Dilma, mas que também não aprovam um posicionamento tão radical.”&lt;br /&gt;Autor de 11 livros sobre marketing eleitoral e presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; diz que o que definirá o voto dos indecisos é a avaliação geral dos governos Fernando Henrique Cardoso e Lula. Além disso, os eleitores estariam mais preocupados com propostas sobre saúde, educação e segurança pública. Na mesma linha, Abrucio diz que a chave para vencer a eleição presidencial será apresentar uma proposta de mudança que não coloque em risco o bem-estar conquistado nos últimos anos.&lt;br /&gt;Na sucessão estadual, o cientista político Ricardo Costa de Oliveira, da Universidade Federal do Paraná, avalia que os ataques do começo da campanha são uma tentativa de diferenciação ideológica. Ele lembra que todos os candidatos a cargos majoritários nas chapas de Beto Richa e Osmar Dias já estiveram juntos no passado. “Até o final do prazo legal discutiu-se a possibilidade de ambos estarem juntos na mesma coligação, o que gera uma confusão muito grande na cabeça do eleitor.”&lt;br /&gt;Ontem, Osmar voltou a criticar o apoio de Beto à privatização do Banestado e à tentativa de venda da Copel. “Não existe espaço para quem pensa em vender as empresas públicas do Paraná, nem para aqueles que votaram a favor de sua venda”, afirmou, em entrevista à rádio CBN. Para Oliveira, essa é uma tentativa de consolidar a complexa aliança com o PT, já que Osmar tem uma trajetória política ligada ao agronegócio e aos ruralistas.&lt;br /&gt;“Ele usa esses estereótipos para rumar para a centro-es&amp;shy;&amp;shy;&amp;shy;querda, assim como o Beto quer demarcar seu espaço na centro-direita. É necessário firmar alguma ideologia até mesmo porque eles têm as mesmas origens políticas”, diz o professor da UFPR.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6508183557986463793?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6508183557986463793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/entrevista-gazeta-do-povo-parana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6508183557986463793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6508183557986463793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/entrevista-gazeta-do-povo-parana.html' title='ENTREVISTA GAZETA DO POVO PARANÁ'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7787873429402596436</id><published>2010-07-19T17:15:00.003-03:00</published><updated>2010-07-19T17:28:15.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ENTREVISTA NA BAND</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TES1JIV68FI/AAAAAAAAAGs/QtUPfZY5Uv8/s1600/BAND+095.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495716613761724498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TES1JIV68FI/AAAAAAAAAGs/QtUPfZY5Uv8/s200/BAND+095.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Profº Manhanelli participa da primeira edição do Band Eleições 2010 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Com uma carreira consolidada e reconhecida no meio de marketing político nacional e internacional, o professor Ms. Carlos Manhanelli foi um dos entrevistados para o programa da TV Bandeirantes que tem como objetivo esclarecer aos telespectadores o cenário eleitoral deste ano.&lt;br /&gt;Entrevistado pelo jornalista Fábio Pannunzio, o professor defendeu que a campanha presidencial 2010 será muito interessante, uma vez que o empate técnico entre os candidatos estimula a criatividade das equipes de campanha. Entretanto, o consultor fez uma ressalva: “Se essa conjuntura não mudar, ou seja, se a situação permanecer empatada, a campanha ficará mais agressiva e os ataques partirão para o campo pessoal”, ponderou Manhanelli que lembrou que o mesmo aconteceu na campanha presidencial de 89, quando Collor foi eleito após os ataques pessoais ao Lula.&lt;br /&gt;Manhanelli defendeu ainda que essa campanha irá contrapor a imagem do Lula atrelada a projetos sociais mais imediatistas e a do Serra voltada a uma preparação mais técnica e planejada. “O mote dessa campanha serão os projetos sociais e a saúde, sendo que o eleitor terá que decidir se quer que as coisas continuem como estão nos próximos quatro anos ou prefere um desenvolvimento mais planejado”, afirmou o professor embasado na imagem construída por cada um dos políticos que compõem a eleição majoritária brasileira.&lt;br /&gt;Quanto aos gastos de campanha, o consultor afirmou que o cerceamento de doações favorece escândalos como os ocorridos com dossiês, uma vez que se entende que as doações só ocorrem por interesses futuros esquecendo que os empresários também possuem questões ideológicas que justificam as doações.&lt;br /&gt;Questionado sobre a permissidade dos eleitores, Manhanelli ponderou que os políticos assistencialistas são os que mais se favorecem com os menos favorecidos, uma vez que não possuem sua imagem “manchada”, mesmo participando de escândalos. “A dona Maria não acredita que o seu candidato faz parte dos escândalos, porque ele sempre lembra dela, manda cartão de Natal, a visitou quando o filho nasceu. Ela [dona Maria] defende que tudo que estão dizendo na TV não passa de mentira para desmoralizar o candidato”.&lt;br /&gt;Com relação ao uso da internet, uma das novidades das eleições deste ano, o professor afirmou que ao contrário do que muitos estão dizendo, 2010 não será a eleição da internet. “Será um grande laboratório, onde vamos descobrir o que surte efeito nas campanhas brasileiras”.&lt;br /&gt;Manhanelli ainda lembrou que em campanha eleitoral o mais importante não é a qualidade e sim a quantidade, ou seja, a massificação das ações eleitorais do candidato.Mais detalhes da entrevista você acompanha no programa Band Eleições,  na TV Bandeirantes, canal aberto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7787873429402596436?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7787873429402596436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/entrevista-na-band.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7787873429402596436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7787873429402596436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/entrevista-na-band.html' title='ENTREVISTA NA BAND'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TES1JIV68FI/AAAAAAAAAGs/QtUPfZY5Uv8/s72-c/BAND+095.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-5641552486985884311</id><published>2010-07-06T13:12:00.003-03:00</published><updated>2010-07-06T13:16:37.371-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>DEBATE SOBRE ELEIÇÕES 2.010 REDE VIDA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TDNWi15H3eI/AAAAAAAAAGk/DVkm56UQ1Rc/s1600/Programa+Tribuna+Independente+011.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490827527276977634" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TDNWi15H3eI/AAAAAAAAAGk/DVkm56UQ1Rc/s200/Programa+Tribuna+Independente+011.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Rede Vida de Televisão promove debate sobre as Eleições 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Profº Ms. Carlos Manhanelli foi um dos entrevistados do renomado programa Tribuna Independente&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Com a finalidade de propagar as mudanças na legislação eleitoral brasileira, o apresentador Sebastião Misiari recebeu, nesta segunda-feira (05), o advogado especializado em Direito Político e Eleitoral, Dr. Ricardo Porto. Entre os debatedores, que fizeram parte da bancada do programa Tribuna Independente, estavam o consultor político e mestre em comunicação Social, Profº Ms. Carlos Manhanelli e o jornalista Luís Humberto Carrijo.&lt;br /&gt;Dentre os temas debatidos estavam à aprovação da Lei Ficha Limpa e as alterações na lei eleitoral de 2010.&lt;br /&gt;De acordo com o advogado Ricardo Porto, “tecnicamente, já foi dada a largada para campanha eleitoral deste ano”. O especialista explica que a alteração na legislação que proibi compra de qualquer material sem constar na conta bancária do candidato vai retardar a saída às ruas dos políticos.&lt;br /&gt;Essa alteração é contestada pelo professor Manhanelli que defende que todas as instituições que circundam uma campanha eleitoral devem seguir prazos. “Porque todo mundo tem prazo para trabalhar e a Receita Federal não tem? Na prática, não temos como começar as campanhas a que fomos contratados e é por isso que o ideal seria que a legislação antes de promulgada, fosse analisada na prática, ou seja, na viabilidade de datas e prazos”, discorre o consultor político sugerindo que o CNPJ exigido pela Receita seja emitido com maior agilidade.&lt;br /&gt;Outro assunto debatido foi à aprovação da Lei Ficha Limpa, um dos temas mais questionados pelos telespectadores. Segundo Porto, os casos de cassação e inelegibilidade de candidatura são analisados individualmente. “Infelizmente no país, não temos uma lei eleitoral clara, sendo que a corte do Judiciário é alterada há cada dois anos e por isso não sabemos qual a avaliação será feita de cada caso, uma vez que os que estão hoje no Judiciário não são os mesmos da campanha de 2008”.&lt;br /&gt;O jornalista e assessor de imprensa, Humberto Carrijo pondera que a sociedade está ansiosa por uma legislação moralizante e espera que isso ocorre por meio da nova lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças&lt;br /&gt;Sem sombra de dúvidas, a utilização da internet é uma das alterações mais polêmicas que gera maior debate em toda a mídia brasileira. Porto defende que as mudanças permitem o uso das novas tecnologias, desde que esse seja feito de forma responsável. “O candidato pode mandar e-mails, desde que explicite na mensagem o direito de remoção do destinatário. Os amigos enquanto Pessoa Física, podem apoiar e divulgar seus candidatos desde que essa ação seja voluntária. O mesmo não acontece com Pessoa Jurídica, onde a divulgação e apoio a candidatos é proibida”.&lt;br /&gt;Outra proibição é a venda de espaço publicitário na internet, mudança questionada por Manhanelli. “Se nós podemos comprar espaço nos jornais, TVs e rádios, porque não podemos comprar na internet? A internet não é um meio de comunicação igual os demais? Este ano, o número de inserções e o tamanho das publicações também foi definido, porque não fazer isso na internet?”&lt;br /&gt;Porto esclareceu que existem muitas controvérsias na nova legislação que cabem debate, porém acredita que com o passar dos anos, as alterações serão aprimoradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor do profissionalismo&lt;br /&gt;Apesar dos aventureiros no ramo político eleitoral, todos os entrevistados foram unânimes ao defender que uma campanha eleitoral deve ser realizada por profissionais da área. De acordo com Manhanelli, “não se faz uma campanha sem um bom jornalista fazendo assessoria de imprensa, sem um departamento jurídico competente e claro, uma consultoria política criativa e eficaz, e nisso nós somos os melhores, graças a reformulação contínua da legislação eleitoral”.&lt;br /&gt;Porto concorda com o consultor e lembra que caso não haja um bom entrosamento entre os departamentos jurídico e de comunicação, a campanha do candidato não sai do papel.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-5641552486985884311?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/5641552486985884311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/debate-sobre-eleicoes-2020-rede-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/5641552486985884311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/5641552486985884311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/debate-sobre-eleicoes-2020-rede-vida.html' title='DEBATE SOBRE ELEIÇÕES 2.010 REDE VIDA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TDNWi15H3eI/AAAAAAAAAGk/DVkm56UQ1Rc/s72-c/Programa+Tribuna+Independente+011.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1116580899632537022</id><published>2010-07-05T14:16:00.002-03:00</published><updated>2010-07-05T14:26:09.415-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LULA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Serra e Dilma iniciam campanha zero a zero, avaliam especialistas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TDIVaMJfu8I/AAAAAAAAAGU/GBhxZa19j4U/s1600/serra-e-dilma-2009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490474435399891906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TDIVaMJfu8I/AAAAAAAAAGU/GBhxZa19j4U/s200/serra-e-dilma-2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Serra e Dilma iniciam campanha zero a zero, avaliam especialistas&lt;br /&gt;anderson passos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=14&amp;amp;id_noticia=333086"&gt;http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=14&amp;amp;id_noticia=333086&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - A disputa à Presidência, cuja campanha começa oficialmente amanhã, será polarizada entre Dilma Rousseff (PT-RS) e José Serra (PSDB-SP), e a largada será marcada por um rigoroso equilíbrio. A leitura é de cientistas políticos consultados pelo DCI.Para o professor Carlos Manhanelli, da Manhanelli Associados, a recente pesquisa do instituto Datafolha, que aponta o empate técnico dos ponteiros Serra (39%) e Dilma (38%) tende a se manter. "Desde o anúncio das pesquisas Ibope e Vox Populi [que deram vantagem a Dilma] eu dizia que os jornais estavam fazendo uma leitura jornalística. Pesquisa é diagnóstico, não prognóstico. A disputa Serra/Dilma está equilibrada e é o empate vai prevalecer até que um deles produza um novo movimento", avalia. Para Aldo Fornazieri, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), a petista tem mais chances de provocar essa mudança. "Desde as primeiras pesquisas, Serra tem uma variação na casa dos 35%. Acredito que esse é o teto dele. A eleição vai ser polarizada, mas a Dilma é a candidata que tem mais margem de crescimento. "Fornazieri se justifica dizendo que a ex-chefe da Casa Civil pode ser beneficiada por fatores como a estabilidade econômica e também a transferência de votos oriunda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O vice. Para Manhanelli, o tucano está numa situação mais difícil por conta de erros de estratégia na escolha de seu vice. "Houve várias negativas até que o Álvaro Dias aceitasse. Aí veio o DEM e exigiu Índio da Costa", lembra. "E o erro estratégico se consolida quando Serra escolhe alguém do Rio de Janeiro, enquanto deveria ter optado por agregar alguma liderança do nordeste, onde ele precisa fazer votos", comenta. O especialista diz que, desde a redemocratização, os partidos têm buscado uma identificação com o eleitor nordestino. "É a primeira eleição sem que os partidos apresentem uma liderança do nordeste. Desde a época do Tancredo se tinha uma presença nordestina [José Sarney]. Em 89, Collor, de Alagoas. Fernando Henrique teve o pernambucano Marco Maciel e depois tivemos a era Lula. Dilma se descuidou e não agregou o nordeste. E Serra perdeu a oportunidade de fazê-lo", afirma. Fornazieri diverge. "A escolha do vice não tem peso junto ao eleitorado. O que vai decidir a eleição são as propostas e a conjuntura eleitoral do momento. E esse processo só vai começar depois da Copa do Mundo. "A disputa à Presidência, cuja campanha começa oficialmente amanhã, será polarizada entre Dilma Rousseff e José Serra, e a largada será marcada por rigoroso equilíbrio, segundo cientistas políticos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1116580899632537022?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1116580899632537022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/serra-e-dilma-iniciam-campanha-zero.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1116580899632537022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1116580899632537022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/07/serra-e-dilma-iniciam-campanha-zero.html' title='Serra e Dilma iniciam campanha zero a zero, avaliam especialistas'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TDIVaMJfu8I/AAAAAAAAAGU/GBhxZa19j4U/s72-c/serra-e-dilma-2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7059155330351517159</id><published>2010-06-22T10:42:00.003-03:00</published><updated>2010-06-22T10:51:42.222-03:00</updated><title type='text'>Cuidado sua mente pode ser condicionada.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TCC_n4F65GI/AAAAAAAAAGM/gswgExpeEVw/s1600/cerebro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485595037930284130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TCC_n4F65GI/AAAAAAAAAGM/gswgExpeEVw/s200/cerebro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O modo como você recebe uma informação influencia - e muito - a sua decisão. Em época de eleição, é bom ficar atenta a maneira com que uma mesma questão é apresentada influencia a posição que tomaremos a seguir. Conhecido como “Efeito Framing”, este tipo de ocorrência contraria a racionalidade e, com frequência, afeta nossas decisões. Segundo um artigo publicado no site do jornal espanhol El Pais, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos demonstrou como podemos ser condicionados, tudo depende de como uma informação é passada. A experiência consistia na apresentação de uma mesma intervenção cirúrgica e suas porcentagens de vida ou morte a dois grupos de &lt;a oncontextmenu="return false;" style="CURSOR: hand" href="http://www.atrevidax.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;médicos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O primeiro grupo foi informado de que o índice de sobrevivência para uma determinada operação era de 93%. Já o segundo foi informado de que a mesma operação possuía um índice de morte de 7%. Embora ambas as descrições apresentem a mesma ideia, os profissionais que receberam o dado positivo – 93% de chances do paciente sobreviver – se mostraram mais dispostos a recomendar a operação aos seus pacientes. De acordo com Cássia Roberta da Cunha Thomaz, especialista em análise do comportamento e &lt;a oncontextmenu="return false;" style="CURSOR: hand" href="http://www.atrevidax.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;professora&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; da Faculdade de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, as palavras sobrevivência e morte – positiva e negativa – possuem um efeito especial sobre quem as recebe. “Uma palavra possui o poder de mudar uma motivação, e de uma forma muitas vezes inconsciente”, explica. E podemos responder a elas de maneira automática, dependendo da associação que nosso cérebro realiza. Para Cunha, as palavras viver e morrer são primordiais e de muito mais efeito do que a porcentagem que as acompanha. “O médico está sensível a isso diariamente e trabalha por conta da sobrevivência, então ele se torna mais motivado quando não está associado a uma situação que esteja ligada à morte”, afirma a especialista. Metade cheio ou metade vazio? Autores do termo “Efeito Framing”, dois especialistas em comportamento e ciência cognitiva, os israelenses Daniel Kahneman e Amos Tversky, realizaram diferentes investigações ao longo dos anos e mostraram que este tipo de conduta do nosso cérebro ocorre principalmente pelo viés positivo ou negativo que recebemos. Por exemplo: “Pedro é inteligente, mas não presta atenção na aula” dá mais &lt;a oncontextmenu="return false;" style="CURSOR: hand" href="http://www.atrevidax.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;credibilidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; a Pedro do que “Pedro não presta atenção na aula, mas é inteligente”. Isso porque o cérebro acaba antecipando o que virá a seguir de maneira quase automática. Em época de eleições, o especialista em marketing político e mídias sociais Marcelo Coutinho, professor de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, afirma que é possível perceber tal “truque” em diferentes divulgações de pesquisas eleitorais. “Tudo é uma questão da maneira como você apresenta um determinado dado”, afirma Coutinho. Segundo ele, se a porcentagem de um candidato político em relação ao outro cresce num período curto, uma semana, por exemplo, esta pesquisa pode ser divulgada dizendo que o primeiro abriu vantagem sobre o segundo, quando, na verdade, eles só flutuaram dentro da margem de erro. “O espaço para interpretação é vasto”, completa. Emoção é tudo mas de acordo com &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, consultor em comunicação, marketing e propaganda política e autor do &lt;a oncontextmenu="return false;" style="CURSOR: hand" href="http://www.atrevidax.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;livro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; “Estratégias Eleitorais e Marketing Político” (Summus Editorial), existem diversos fatores que podem contribuir para o eleitor determinar o próprio voto. “Imagem, ideologia, simpatia, presença física e história de vida são alguns deles, e a maioria afeta o aspecto emocional, e não o racional”, afirma &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;. De acordo com o consultor, embora o argumento para votar num candidato seja racional, a emoção tem um peso muito forte e influencia bastante na decisão. Para entender melhor, &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; cita o livro “O Estado Espetáculo”, do teórico francês Roger-Gérard Schwartzenberg, em que são determinadas quatro das possíveis imagens que o político deve ter atrelada: o grande pai, o líder charmoso, o herói ou o homem simples. “Estas imagens determinam o fator emocional”, explica. Mas não é somente desta forma que o eleitor pode se entusiasmar mais com este ou aquele candidato. &lt;strong&gt;Manhanelli &lt;/strong&gt;exemplifica com as possibilidades de descrição que podem ocorrer sobre a última pesquisa informando o empate entre Serra e Dilma, por exemplo. “Eu posso dizer ‘Serra cai três pontos, mas continua na liderança’ ou então ‘Dilma avança e Serra cai’. Estas frases vão influenciar emocionalmente também para um lado ou outro”, afirma. De acordo com o especialista, não pelo resultado em si, mas pela forma como a pesquisa é apresentada. Fugindo do Efeito Framing segundo Coutinho, este tipo de influência política é alvo de controvérsias e não existe um estudo conclusivo a respeito. “Aparentemente, o número de pessoas influenciadas não é tão grande, mas quanto mais disputada uma candidatura, mais importante este efeito se torna”, conta o especialista. Porém, ele dá a dica para tentar fugir das possíveis armadilhas que nosso cérebro pode nos pregar quando nos deparamos com uma afirmação mais tendenciosa. “Se você procurar uma pesquisa diretamente no site de cada candidato, vai encontrar a interpretação deles. O indicado é ler o relatório que sai com a interpretação oficial da pesquisa”, revela Coutinho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por: Renata LossoEspecial para Delas.iG &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.atrevidax.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html"&gt;http://www.atrevidax.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7059155330351517159?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7059155330351517159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7059155330351517159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7059155330351517159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/06/cuidado-sua-mente-pode-ser-condicionada.html' title='Cuidado sua mente pode ser condicionada.'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/TCC_n4F65GI/AAAAAAAAAGM/gswgExpeEVw/s72-c/cerebro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6559961972931795008</id><published>2010-06-05T09:54:00.000-03:00</published><updated>2010-06-05T09:56:04.777-03:00</updated><title type='text'>Segundo especialistas, Dilma Rousseff precisa tomar redeas de sua campanha</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Portal Universo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT-RS), precisa tomar as rédeas de sua campanha eleitoral para evitar erros como os cometidos na largada da sua pré-candidatura. A avaliação é de cientistas políticos ouvidos que ainda não descartam uma eventual chapa pura do PSDB e veem a pulverização dos votos do ex-presidenciável Ciro Gomes (PSB) entre todos os concorrentes da disputa.Para os especialistas, a tensão no PT é decorrente da divisão de comando da sigla, aliada à inexperiência da candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.O consultor Carlos Manhanelli atribui ao PT a maior parcela de culpa do fraco desempenho de Dilma em eventos públicos e entrevistas na televisão. Para o analista, o PT está dando as cartas do discurso dela, o que não pôde fazer com o presidente Lula nas duas últimas eleições. “O Lula foi blindado pelo Duda Mendonça num acordo tácito firmado com o PT em 2002 e 2006. O João Santana [marketeiro de Dilma] não é o culpado dessas manifestações equivocadas que ela vem fazendo. Acontece que o PT está dando as cartas nesse momento, e a Dilma está perdendo o foco.” Manhanelli disse que o PT teve de “engolir Lula” e que Dilma terá de fazer movimento semelhante para não se contaminar pelas ideias do partido. “Ela tem de se impor. Tem bagagem e formação cultural para isso, diferentemente do Lula, que foi blindado.”Mais cauteloso, Ricardo Ribeiro, da MCM Consultores, reconheceu que a campanha de Dilma não vai bem, mas esquivou-se de responsabilizar o partido. Para ele, a inexperiência de Dilma está falando mais alto. “Ela fez declarações infelizes em viagens a Minas Gerais e ao Ceará e, mais recentemente, se saiu muito mal no episódio da foto da atriz Norma Bengell publicada no site dela e na entrevista ao Datena”, lembra.Já o consultor político e professor de Comunicação da Universidade de São Paulo, Gaudêncio Torquato, disse que ainda é muito cedo para fazer uma avaliação definitiva porque a campanha, de fato, só começa após as convenções partidárias e com a propaganda gratuita em rádio e TV.Para ele, o que está ocorrendo com Dilma é que “muita gente puxa ela pelo braço” e a leva para qualquer direção. “Todo mundo cobra que a Dilma mude a sua atitude, mas é preciso ter cuidado: o eleitor percebe o artificialismo dos candidatos. A Dilma tem de ser ela mesma, apresentar as ideias que ela tem sobre o Brasil.”Dos consultores ouvidos apenas Ricardo Ribeiro ainda faz menção à possibilidade de que o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) componha a chapa puro-sangue como vice de José Serra. “Dependerá da campanha do Antônio Anastásia [PSDB] ao Governo de Minas. Se PT e PMDB confirmarem um entendimento no estado, os tucanos poderão investir numa nova oferta para o Aécio em troca de mais exposição ao Anastásia, por exemplo.”Torquato e Manhanelli, no entanto, defendem que a investida sobre o senador Francisco Dornelles (PP) também pode trazer bons frutos à chapa presidencial tucana. Torquato reconheceu as virtudes do pepista, mas alertou a que o PP ocupa um ministério no Governo Lula [Márcio Fortes, Cidades] e tem em São Paulo um quadro polêmico com o Paulo Maluf. Manhanelli avalia que a saída de Ciro provocará uma divisão equânime dos votos dele para Serra e Dilma.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6559961972931795008?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6559961972931795008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/06/segundo-especialistas-dilma-rousseff.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6559961972931795008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6559961972931795008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/06/segundo-especialistas-dilma-rousseff.html' title='Segundo especialistas, Dilma Rousseff precisa tomar redeas de sua campanha'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6078770031086717689</id><published>2010-05-27T13:41:00.002-03:00</published><updated>2010-05-27T13:46:28.012-03:00</updated><title type='text'>Na era virtual, Dilma, Marina e Serra apostam no rádio durante a pré-campanha</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jornal "O Globo" &lt;a title="O Globo" href="http://oglobo.globo.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="pais" href="http://oglobo.globo.com/pais"&gt;País&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   &lt;a href="https://seguro.oglobo.com.br/assinatura/Default.aspx?id_parc=12"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Eleições 2010&lt;br /&gt;Publicada em 26/05/2010 às 21h57, Silvia Amorim &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;SÃO PAULO - Na era dos blogs e das redes sociais da internet, a corrida por popularidade tem levado os pré-candidatos à Presidência da República a recorrerem ao tradicional rádio para marcar suas posições junto ao eleitorado. Esta quarta-feira foi mais um dia em que José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) dedicaram espaço privilegiado em suas agendas para entrevistas a emissoras de todo o país. Desde abril, os três juntos já participaram de pelo menos 53 programas, o que dá uma média de uma "aparição" por dia de um dos presidenciáveis nessa mídia.&lt;br /&gt;A ofensiva não é por acaso. Os programas de rádio são considerados pelas campanhas um canal estratégico para alavancar o potencial eleitoral dos pré-candidatos. A preferência é sempre por emissoras populares e de grande audiência, que têm uma penetração maior junto ao eleitorado que está fora dos grandes centros. Nessas oportunidades, Serra, Dilma e Marina exploram suas plataformas principalmente na área social. Temas como a continuidade do Bolsa Família são obrigatórios. Serra foi quem participou de mais programas&lt;br /&gt;Nesta quarta, Dilma fez uma maratona midiática. De manhã, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/05/26/no-radio-dilma-defende-bandeiras-de-serra-para-saude-916693380.asp" target="_self"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a petista deu entrevista a programas nas rádios Record e Tupi, em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; , e, à noite, participou do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/05/26/dilma-descarta-rotulo-de-ex-terrorista-916700368.asp" target="_self"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;jornal SBT Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; . Serra cancelou visita a Gramado (RS) e foi para o Rio para dar uma &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/05/26/serra-diz-que-apoio-do-ptb-nao-influenciara-sua-gestao-916694310.asp" target="_self"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;entrevista à Rádio Globo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; . Marina dedicou o fim de tarde a um &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/05/26/marina-defende-integracao-entre-pm-policia-civil-volta-criticar-blairo-maggi-916700604.asp" target="_self"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;programa na Rádio Bandnews&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; , em São Paulo.&lt;br /&gt;Há uma diferença, entretanto, sobre o que move cada um dos presidenciáveis a se lançar nessa incursão. Serra, por exemplo, usou as rádios para se tornar mais popular no Nordeste e, com isso, amenizar a fama de ser um candidato dos centros urbanos. Já Dilma recorreu ao rádio para se fazer conhecer como candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marina também se lançou à empreitada para se tornar mais conhecida.&lt;br /&gt;" Enquanto não tem campanha oficialmente, as rádios são o único caminho para falar com esse segmento mais popular da população e que é maioria do eleitorado "&lt;br /&gt;Em geral, as campanhas aproveitam as visitas aos estados para fazer essa ofensiva. Mas isso não impede os pré-candidatos de fazerem participações à distância.&lt;br /&gt;Serra é, por enquanto, o campeão em entrevistas. Esteve, pelo menos, em 21 programas conversando com ouvintes da Bahia, Paraíba, Pernambuco, Natal, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Marina fez 18 e Dilma, 13.&lt;br /&gt;- Enquanto não tem campanha oficialmente, as rádios são o único caminho para falar com esse segmento mais popular da população e que é maioria do eleitorado - analisa o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos e professor da Universidade de Salamanca em Comunicação Política, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;. "Busca mais violenta" nesta eleição, diz consultor&lt;br /&gt;Com o início oficial das eleições, em julho, acredita o consultor, a procura pelas rádios tende a arrefecer. Um dos motivos é o rigor da legislação eleitoral para rádio e TV. Outra razão é que a agenda dos candidatos acaba ficando mais carregada. Além disso, tem a veiculação do horário eleitoral na TV e no rádio a partir de agosto. Embora em toda eleição a procura por programas de rádio ocorra, &lt;strong&gt;Manhanelli &lt;/strong&gt;vê neste eleição uma procura maior:&lt;br /&gt;- Acredito que agora há uma busca mais violenta, talvez porque esteja havendo uma fiscalização mais rigorosa entre os partidos da postura dos pré-candidatos nos eventos públicos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6078770031086717689?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6078770031086717689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/na-era-virtual-dilma-marina-e-serra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6078770031086717689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6078770031086717689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/na-era-virtual-dilma-marina-e-serra.html' title='Na era virtual, Dilma, Marina e Serra apostam no rádio durante a pré-campanha'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8822381224368685639</id><published>2010-05-24T10:10:00.001-03:00</published><updated>2010-05-24T10:17:57.891-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>Ciência explica por que, no voto, emoção pesa mais que razão</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Descoberta de pesquisas nos EUA de que escolha do candidato não é racional impõe questionamento sobre sentido da ideia de democracia representativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;HÉLIO SCHWARTSMANDA EQUIPE DE ARTICULISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o eleitor escolhe seus candidatos? A resposta, já há tempos intuída por políticos e marqueteiros e que agora ganha apoio da neurociência, é que, na definição do voto, emoções são significativamente mais importantes que a razão.Experimentos conduzidos nos EUA pelo psicólogo Drew Westen mostram que, com base apenas em questionários de cinco minutos sobre os sentimentos das pessoas em relação a certos temas, é possível prever com 80% de acuidade a resposta que elas darão a perguntas bastante precisas, como "o presidente mentiu ou disse a verdade?", "a Constituição autoriza ou não a adoção da medida proposta pelo governo?".Enriquecer esse modelo com conteúdos mais propriamente racionais, considerando também informações sobre a situação em que o presidente teria mentido, por exemplo, tem impacto negligenciável nas previsões, que ganham apenas entre 0,5 e 3 pontos percentuais de precisão. Em outras palavras, a realidade é só um detalhe para o eleitor, que raramente muda sua opinião em virtude de fatos que lhe sejam apresentados.As implicações dessas descobertas, que vão ganhando atenção crescente dos departamentos de psicologia e ciência política nos Estados Unidos, não são triviais. Se o voto não é o resultado de uma escolha racional e ponderada do cidadão -e poderia, em princípio, ser substituído por um teste de personalidade-, a ideia da democracia representativa continua a fazer sentido?LivrosQuestões como essa estão bem sistematizadas em dois livros lançados nos EUA. Em "The Political Brain" (o cérebro político), de 2007, Westen, hoje na Universidade Emory, dedica 500 páginas a recapitular experimentos que esmiúçam o comportamento do eleitorado e a mostrar as estratégias que costuma dar certo em campanhas.No outro, "The Political Mind" (a mente política), o linguista e cientista cognitivo George Lakoff usa 300 páginas para explicar por que os cérebros de conservadores e progressistas funcionam de forma diferente (e inconciliável).Mirando alto, Lakoff, hoje na Universidade da Califórnia em Berkeley, aproveita o livro para advogar pela fundação de um "novo iluminismo", no qual a razão deixaria de ser idealizada como uma máquina de calcular objetiva e desapaixonada e passaria a ser considerada como o que de fato é: um processo bem menos razoável, no qual 98% das "decisões" ocorrem inconscientemente e sob influência de emoções que nem sequer desconfiamos possuir."Frames"O cérebro político pensa em termos de "frames" (enquadramentos) e metáforas. Podemos chamar um grupo armado que lute por uma causa determinada de "terroristas" ou de "combatentes da liberdade". E isso faz toda a diferença."Frames" são mais que etiquetas ideológicas que pregamos a objetos. A capacidade dos neurônios de se conectar em redes que podem ser ativadas por contiguidade semântica faz com que as palavras escolhidas tenham o dom de comunicar sentimentos. Sem nos dar conta, sempre que lemos a palavra "terror", sensações de angústia e medo são acionadas. De modo análogo, a palavra "liberdade" dispara estímulos positivos.Experimentos de Westen mostraram que a ativação dessas redes, embora inconsciente, influencia fortemente as nossas decisões.Assim, os embates políticos não se resolvem tanto no plano das propostas, mas principalmente das narrativas que partidos e postulantes escolhem para contar suas histórias e transmitir seus valores. Devem constituir uma história fácil de contar e que fale ao cérebro emocional do eleitor.Especialmente para Lakoff, metáforas são muito mais que um recurso linguístico para explicar ideias. Elas são a matéria-prima do pensamento e têm existência física no cérebro. Pares de ideias frequentemente disparadas juntas acabam se consolidando numa rede neuronal que se torna mais forte à medida em que vai sendo mais utilizada.Sempre que uma conexão é ativada, ela inibe o acionamento de redes alternativas que possam existir. O viés do militante em favor de seu partido não é necessariamente mau-caratismo (veja quadro). Ele de fato percebe o mundo de forma menos objetiva.ModeraçãoA questão que fica é: a democracia ainda para em pé? Num quadro em que as decisões dos eleitores são principalmente fruto de uma combinação de propaganda subliminar com estímulos consolidados ao longo dos primeiros anos de vida, faz sentido determinar o destino da nação através do voto?A resposta é afirmativa. Antes de mais nada, nem todo mundo é um militante radical e nem todas as questões debatidas são politicamente explosivas. Um número significativo de pessoas não é tão veemente em suas convicções políticas e adota visões de mundo ora conservadoras, ora progressistas dependendo do assunto. É em geral esse contingente que acaba definindo o resultado de eleições. Não deixa de ser uma virtude da democracia que os destinos de um país sejam definidos pelos mais moderados.Outro ponto é que, embora seja difícil contornar conexões neuronais já consolidadas, não é impossível. Discursos que ofereçam "frames" alternativos e explicitem os processos mentais em operação podem levar o eleitor a mudar de ideia, constituindo uma forma legítima de persuasão política.Apesar de as democracias modernas terem sido concebidas por filósofos iluministas que as moldaram segundo uma concepção de razão que hoje sabemos falsa, o fato é que há mais de 200 anos elas vêm se mostrando um sistema bastante funcional, capaz na maioria das vezes de autocorrigir-se.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8822381224368685639?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8822381224368685639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/ciencia-explica-por-que-no-voto-emocao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8822381224368685639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8822381224368685639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/ciencia-explica-por-que-no-voto-emocao.html' title='Ciência explica por que, no voto, emoção pesa mais que razão'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3672025234603132795</id><published>2010-05-19T09:55:00.003-03:00</published><updated>2010-05-19T09:57:26.020-03:00</updated><title type='text'>Historia do Marketing Eleitoral 2</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um pouco mais da historia do MKT Politico Eleitoral nesse belo texto de Nelson Valente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em 1960, o que era moderno e eficaz na campanha para a Presidência da República, como o rádio e os aviões DC 3, tornou-se obsoleto ou ultrapassado na campanha de hoje. Na era das telenovelas, telepropaganda, telejornal, Internet, televangelismo, o avanço tecnológico propiciado pela modernização do país, produziu a figura do telepolítico, personagem central das campanhas conduzidas, dirigidas pela televisão.&lt;br /&gt;Noventa anos depois da primeira disputa entre candidatos a Presidente do Brasil – Hermes da Fonseca e Rui Barbosa em 1910 – o País elegeu um novo telepresidente: Fernando Collor de Mello.&lt;br /&gt;Dos lombos de burro, cavalgados pelo presidenciável João Pessoa na campanha de 1929, aos jatinhos executivos usados pelos candidatos de hoje em seus deslocamentos de campanha, muita coisa mudou. O prodigioso desenvolvimento dos meios de comunicação, ao longo do século XX, modificou todo o ambiente político. O contato entre líderes políticos e sua base, a relação dos cidadãos com o universo das questões públicas e mesmo o processo de governo sentiram, e muito, o impacto da evolução tecnológica da mídia.&lt;br /&gt;Já no começo do século, fez-se notar a presença do rádio, secundado pelo cinema, que se mostrou um importante instrumento de propaganda. Os novos meios exigiam novos tipos de políticos, que soubessem como utilizá-los. Cada um à sua maneira, Franklin Roosevelt, nos Estados Unidos, e Hitler, na Alemanha, tornaram-se símbolos da política da era do rádio. (Assim como Hollywood e a UFA berlinense representaram duas formas diferentes de aproveitamento político do cinema.)&lt;br /&gt;Mas o meio dominante, desde que surgiu, e que por enquanto não parece ser desafiado pelas novas tecnologias, é a televisão. Ela revolucionou nossa percepção do mundo, em especial do mundo social e,dentro dele, da atividade política. Disputa eleitoral e República não nasceram juntas. Campos Sales (em 1898), Rodrigues Alves (1902) e Afonso Pena (1906), os Presidentes que vieram após os patriarcas Deodoro e Floriano, se elegeram sem fazer força.&lt;br /&gt;Nada de campanha, nada de batalhar voto nas ruas. A disputa lembrava mais as eleições indiretas do período militar, movidas a acordos e influências internas. O primeiro embate eleitoral, de verdade, colocou em campos opostos Hermes da Fonseca e Rui Barbosa em 1910. Conhecido como bom de oratória, é provável que, se a comunicação eletrônica já existisse na época o Águia de Haia tivesse sido melhor sucedido. Rui Barbosa fechou seu escritório de advocacia no Rio e mergulhou na campanha, percorrendo os Estados do Rio, São Paulo, Minas Gerais e Bahia, utilizando-se de trem, vapor e até canoas.&lt;br /&gt;Sua campanha constou de 8 conferências e 15 discursos. Todo este tour de force, entretanto, não foi suficiente para derrotar Hermes da Fonseca, que preferiu ficar no Rio, costurando acordos e trabalhando as bases na capital federal, vencendo por 200 mil votos.&lt;br /&gt;O político e erudito baiano não se conformou e voltou a tentar a presidência anos depois, desta vez disputando com Epitácio Pessoa. Mas havia alguma coisa nele que não cativava as massas e Rui amargou nova derrota depois de percorrer os mesmos estados. Conseguiu 120 mil votos contra 300 mil de Epitácio Pessoa, numa réplica da eleição anterior.&lt;br /&gt;Os anos vinte também não premiaram os candidatos de melhor campanha. Embora Nilo Peçanha tenha fretado um navio para percorrer o norte do País em busca de votos – ampliando o raio de ação dos candidatos presidenciais que se limitava, até então, ao eixo Rio-Salvador – foi Arthur Bernardes quem ganhou as eleições. Mais uma vez, venceu quem se manteve mais próximo ao Distrito Federal, maior colégio eleitoral da época.&lt;br /&gt;Campanha mesmo, para incendiar os ânimos da população e provocar algo parecido como o que temos hoje, só veio acontecer mesmo nas eleições de 1929. A intensa polarização entre Getúlio Vargas, candidato da Aliança Liberal, e o situacionista Júlio Prestes (apoiado pelo Presidente Washington Luís), que ganhou mas não levou, acendeu a paixão política do País – levando-o, em seguida, à Revolução de 30 – e teve no rádio um aliado importante, ainda que embrionário.&lt;br /&gt;O então Presidente da Paraíba, João Pessoa, cogitado para vice-Presidência da República na chapa de Getúlio, foi assassinado por um desafeto no calor dos acontecimentos políticos, quando tomava um sorvete na Confeitaria Glória, no centro do Recife, dando uma boa medida do clima passional que cercava a sucessão.&lt;br /&gt;Como contribuição às campanhas políticas, a eleição de 29 introduziu, entre outras novidades, os grandes comícios, como o que Getúlio Vargas realizou na Esplanada do Castelo, no Rio, na época uma grande área vazia. Mesmo tendo perdido as eleições – teve 700 mil votos contra 1,5 milhão de Júlio Prestes, em resultado até hoje contestado, que pode ter inaugurado as fraudes eleitorais –, Getúlio inovou na campanha, imprimindo cartazes, usando o rádio com desembaraço e patrocinando a marchinha mais popular, entre os jingles que também aportavam pela primeira vez no cenário eleitoral.&lt;br /&gt;Escrita e interpretada por Lamartine Babo, a marchinha Gegê (Seu Getúlio) se sobrepunha ao Hino a João Pessoa, ao Hino a Juarez (homenageado o candidato menos votado, Juarez Távora) e à satírica Bico-de-Lacre não vem, em que Oswaldo Santiago usava o apelido do candidato governista Júlio Prestes para expô-lo ao ridículo.&lt;br /&gt;A partir de 1945, o rádio passou a exercer papel decisivo nas eleições e, na bancada Constituinte de então, já constavam vários locutores, guindados à Câmara Federal pelas ondas médias do rádio.&lt;br /&gt;A campanha de 50/51 inaugurou a presença do locutor oficial nos comícios, que viria a ser difundida nas eleições posteriores, desde que Getúlio Vargas – eleito em 51 – adotou o radialista Dalwan Lima, da cidade de Campos, no Estado do Rio, como locutor oficial da presidência. O mesmo Dalwan notabilizou-se como locutor dos comícios de Juscelino Kubitschek na campanha de 1955 que, vitorioso, também o empregou como locutor. Dalwan, um nome que se tornou célebre na história das campanhas do no 50, também subiu aos palanques na campanha de 1960, quando Juscelino tentou como pôde eleger o Marechal Henrique Lott como seu sucessor.&lt;br /&gt;Com a vitória e a posterior renúncia de Jânio Quadros, o locutor campista só retornou ao governo no período João Goulart, desta vez como assessor de Imprensa da presidência, dando uma demonstração da força do rádio nos acontecimentos políticos da época.&lt;br /&gt;Se os cientistas políticos tendem a restringir a importância da mídia, os estudiosos da comunicação costumam, como observou  Jânio da Silva Quadros, exagerá-la, a ponto de julgar que a política, totalmente dominada pela lógica dos meios, tornou-se um mero espetáculo entre outros. A mídia eletrônica, sobretudo a TV, rompeu a segmentação de públicos própria da mídia impressa e contribuiu para redefinir as relações entre mulheres e homens, crianças e adultos, leigos e especialistas.&lt;br /&gt;Aprofundou as transformações no discurso político, de certa maneira unindo o sentimento de intimidade, transmitido pelo rádio, com o apelo imagético próprio do cinema.&lt;br /&gt;A campanha de 50/51 também consolidou as grandes excursões pelo país, o corpo-a-corpo pelo voto, o envolvimento dos candidatos com os eleitores os grandes centros e pequenos vilarejos.&lt;br /&gt;O avião se insere como meio de transporte na caça ao voto e os candidatos são vistos, cruzando os céus da pátria em minúsculos teco-tecos e em modernos Super Convair.A aventura aérea – frequentemente por rincões onde os aeroportos eram simples campos de terra – salpicou a campanha de 1955 e também a de 60 – de lances emocionantes, que variavam do risco real ao anedótico, em que o mais marcante parece ter sido a capotagem que o teco-teco que levava o candidato Adhemar de Barros sofreu ao tentar o pouso em uma pista de barro em Jacarezinho, no norte do Paraná.&lt;br /&gt;O monomotor acabou embicado na pista com a cauda para o ar, como que plantando bananeira), mas o candidato saiu ileso, apenas com um corte na testa. “Só o peru morre na véspera”, declarou Adhemar aos jornais, na ocasião do acidente. Depois disso, ainda percorreu 52 mil quilômetros e amargou mais duas panes de avião, uma em Mato Grosso e outra na Bahia. Nem assim venceu as eleições.&lt;br /&gt;A campanha de 1955 registrou ainda, outro acidente envolvendo, desta vez, o candidato integralista Plínio Salgado, que a caminho de um dos seus 320 comício para eleger-se Presidente, capotou como carro no interior de São Paulo, fraturando o nariz.&lt;br /&gt;Em 1960, foi a vez do marechal Lott fraturar uma perna no desabamento de um palanque em Minas Gerais.&lt;br /&gt;O candidato udenista Juarez Távora, maior adversário de Juscelino na campanha de 1955, percorreu ao longo de 100 dias, 35 mil quilômetros de avião, trem e automóvel para visitar 315 cidades, a um custo de 15 milhões de cruzeiros. Mas a campanha mais instigante foi a de Juscelino.&lt;br /&gt;Começando por Jataí, em Goiás, quando instado por um popular, comprometeu-se a transferir a capital para Brasília, o candidato da coligação PSD/PTB realizou 293 comícios, fez 1.215 discursos, visitou 274 cidades, perfazendo o total de 382 horas de vôo. Juscelino, durante a campanha, utilizou três aviões, atravessando o País e estabelecendo dois recordes para vôos diretos de longa distância: de Manaus a Anápolis, e de Belém a Belo Horizonte. Foi eleito em 3 de outubro de 1955 com 3 milhões de votos ou 33,8% do total.&lt;br /&gt;Cinco anos depois, na campanha de 1960, Jânio Quadros, Henrique Lott e mais uma vez, Adhemar de Barros continuaram os longos corpo-a-corpo pelo país disputando um eleitorado estimado já em 15 milhões de pessoas. Uma novidade foi introduzida por Jânio – que acabou vitorioso por esmagadora maioria: o Trem da Vitória, que percorreu São Paulo de ponta a ponta com o candidato a bordo.&lt;br /&gt;Em cada estação do estado que já era, então, o maior colégio do país, o trem parava e o candidato realizava um minicomício, empolgando as multidões.&lt;br /&gt;A disputa de 1960 introduziu a televisão na campanha – ainda que timidamente como o rádio em 1929 –, mas foi a precursora da parafernália de propaganda eleitoral que influenciou todos os pleitos da idade eleitoral moderna: cartazes a cores, faixas, objetos de campanha (escudos, vassouras, espadas, plásticos, botões etc.).&lt;br /&gt;Na área do jingle político, a campanha do candidato a vice, João Goulart do PTB, produziu na voz do sambista Jorge Veiga, a mais célebre e popular marchinha eleitoral da história do Brasil. O candidato elegeu-se e ficou provada a eficiência do marketing político nas campanhas modernas sob a égide decisiva da mídia eletrônica.&lt;br /&gt;O símbolo da vassoura, que levou Jânio Quadros ao Planalto na mesma eleição, sinalizou também para os políticos que, a partir dali, além de plataformas de governo, repertório de promessas e qualidades pessoais, eles teriam que com um aliado novo e fundamental na conquista do voto: o profissional de propaganda e marketing.&lt;br /&gt;O que os políticos e nem o Brasil podiam imaginar, era que as diretas seriam desativadas pelo golpe militar de 1964 e os especialistas em marketing aguardariam 29 anos para por em prática suas técnicas.&lt;br /&gt;Em 1964, Jango foi deposto e os militares assumiram o poder, nele permanecendo 28 anos. A revolução foi incruenta em seus primeiros momentos, mesmo assim, as tropas do Exército cercaram o Congresso para impedir a reação dos representantes do povo.&lt;br /&gt;Uma vez no governo, os militares consolidaram a posição de Brasília como capital federal, tornando-a irreversível. Numa cerimônia que em certo sentido colocou o ponto final no regime discricionário, em abril de 1985, em meio à dor do povo brasileiro, Brasília fez o velório do Presidente Tancredo Neves. Ele não chegara a tomar posse, mas sua eleição representava o retorno à vida democrática do país.Em março de 1990, depois de fulminante campanha eleitoral em dois turnos, Fernando Collor de Mello se empossa na Presidência da República para reiniciar a tradição dos Presidentes eleitos diretamente pelo povo. Ninguém pode fugir à História. Clara ou oculta, essa “senhora”, está presente em todos os nossos dias. Sempre considerado importante. Não só ela mas também esse cavalheiro, mais misterioso ainda, sem o qual ela não poderia existir: o Tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3672025234603132795?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3672025234603132795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/historia-do-marketing-eleitoral-2.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3672025234603132795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3672025234603132795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/historia-do-marketing-eleitoral-2.html' title='Historia do Marketing Eleitoral 2'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-4363469894979463801</id><published>2010-05-18T14:12:00.006-03:00</published><updated>2010-05-18T14:24:28.291-03:00</updated><title type='text'>QUANDO COMEÇOU O MKT POLÍTICO NO BRASIL?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S_LMrmj4SzI/AAAAAAAAAGE/zc78wsUQ0v0/s1600/cid+pacheco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472661546666052402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 92px; CURSOR: hand; HEIGHT: 98px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S_LMrmj4SzI/AAAAAAAAAGE/zc78wsUQ0v0/s200/cid+pacheco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;PROF. CID PACHECO O COMEÇO DE TUDO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Este texto é uma transcrição da conferência de João Moacir de Medeiros no I Seminário "Voto é Marketing?" da UFRJ, 1992 repassada no Curso de Marketing Político e Eleitoral por Carlos Manhanelli. que foi contada a ele pelo Prof. Cid Pacheco que na época era estagiário na JMM e fez parte desta campanha. Vale dizer que João Moacir de Medeiros tem trajetória marcante na história da propaganda brasileira. Fundou em 1950 - e dirigiu por 40 anos a JMM Publicidade, uma das mais importantes agências nacionais. "Vou contar uma história que se tornou a primeira campanha de Marketing Político no Brasil. Em 1954, dois candidatos polarizavam a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte: Amintas de Barros, pelo PSD e Celso Azevedo, pela UDN. Foi o ano do suicídio de Getúlio Vargas, que estava em plena glória, mas também em pleno combate, um ano marcado por grande comoção política. Juscelino Kubitschek, na época governador de Minas, também estava em plena glória. Amintas de Barros era tido como imbatível por ser o candidato de Juscelino e de Getúlio.A UDN resolveu lançar outro candidato. Então, fui chamado pelo Magalhães Pinto, que me fez um pedido com ceticismo: "Veja que propaganda você pode fazer para o Celso não perder muito feio..."Celso Azevedo tinha também o apoio de um pequeno partido, o PDC, Partido Democrático Cristão. A eleição ia acontecer em um prazo de cinco semanas.Restou-me a improvisação. Eu nunca dispensei a pesquisa porque sempre fui um repórter. Procurei alinhar as informações a respeito do Celso Azevedo. Ele era um jovem engenheiro de 40 anos, nunca havia ocupado cargos públicos e era muito tímido. Sabia fazer as coisas, mas não sabia falar em público. Era um homem de bem, o currículo dele podia ser resumido nisto. Amintas de Barros era um político populista do velho estilo, gostava de tomar uma "cachacinha" como o povo, uma pinga mineira; orador inflamado; brilhante criminalista e uma figura muito conhecida em Belo Horizonte, principalmente por suas participações nos júris populares. Dizia-se, então que Amintas não podia perder. Tinha o apoio de JK e de Getúlio, num ano marcado pelas campanhas contra o golpe. E tinha o apoio do PSD mineiro, talvez um dos partidos mais fortes da história brasileira e do PTB de Vargas. O que podia fazer Celso Azevedo?Eu perguntava às pessoas um pouco "mineiramente": "Escuta aqui, eu sou de fora, estou de passagem, sou um caixeiro viajante. Estou ouvindo falar da eleição, da campanha ... Me fala aí, quem você acha que vai ganhar?" Diziam: "Tem o Amintas de Barros, esse é o certo. Tem também um outro para fazer páreo." Depois apareceu um outro candidato, mas não teve importância. Conseguimos polarizar a eleição entre Amintas de Barros e Celso Azevedo. Descobrimos, numa pesquisa, que Belo Horizonte nunca havia tido um prefeito natural da cidade. Portanto, seria o primeiro filho de Belo Horizonte a governar sua cidade natal. Era o lado que poderia ser explorado do ponto de vista emocional. Nós procuramos tirar partido daí. Uma pesquisa entre o povo - com os motoristas de táxi e os barbeiros, que eram fontes de informação - me levou à seguinte conclusão: a única qualidade de Celso Azevedo que podia ser explorada, era o fato de ele ser um engenheiro. Eu perguntava às pessoas: "Esquecendo o nome, esquecendo o candidato, você escolheria entre um político, que é um advogado brilhante, ou um engenheiro? Quem você acha que pode resolver os problemas da sua rua, do seu bairro, da sua cidade?" A maioria das pessoas respondia que preferia o engenheiro. Nós chegamos à conclusão que, numa eleição, as pessoas estão interessadas sobretudo na sua rua, no seu bairro, na sua cidade. O aspecto partidário, as ligações ideológicas, nada disso tem importância. Então eu imaginei que as pessoas tinham que decidir entre um engenheiro, que podia resolver os problemas da cidade, os problemas do bairro, e um político. Posso dizer que essa foi a primeira campanha de posicionamento: o engenheiro de um lado, o político de outro.A campanha ocorreu em três semanas. Fizemos uma série de anúncios. O primeiro deles dizia: "Os problemas de Belo Horizonte são problemas seus, mas são problemas técnicos. Confie sua solução a um técnico, a um engenheiro, a um homem capas: Celso Azevedo". Esse era o termo fundamental da campanha. Descobriu-se também que o povo tinha aspirações muito concretas. Então, a nossa proposta ao Celso foi que ele não fizesse promessas muito grandes, que a campanha girasse em torno de algumas propostas aceitáveis: o povo não gostava de grandes promessas, porque elas perdem credibilidade.Ele concentrou sua plataforma em torno de dois itens: o problema de transporte coletivo para os bairros mais distantes e o problema de calçamento de algumas ruas. Com calçamento, o transporte poderia chegar mais longe. Mas não era calçamento de asfalto! Ele ia para os bairros, fazia pequenas reuniões e explicava como calçar aquela rua com pé-de-moleque - um sistema anterior ao paralelepípedo, que os escravos mineiros adotavam no calçamento das velhas cidades. Se o transporte não chegava porque não havia uma ponte, ele fazia uma exposição simples de quantos sacos de cimento, quilos de ferro, vergalhões, e de quanto tempo de trabalho seriam necessários para construir aquela ponte. Ele ganhava credibilidade do eleitor mostrando que sabia fazer as coisas, que sabia resolver os problemas.O resultado dessa campanha foi realmente inesperado. Ela teve apoio no rádio com um jingle que se tornou extremamente popular. Ele tinha uma letra criada por mim e musicada pelo Sinval Neto. Dizia assim: "O povo reclama com razão / minha casa falta água / minha rua não tem pavimentação / Mas não basta reclama, meu senhor / é preciso votar no prefeito de valor". Era uma letra simples, mas abordava exatamente uma coisa: que não bastava reclamar, era preciso votar, era preciso fazer uma escolha. Foi feito um programa de informação no rádio, convidamos o povo, não para os grandes comícios, mas para reuniões em que Celso mostrava como resolver os problemas sem discursos. Sem grandes discursos e sem grandes promessas; só aquelas em que o povo pudesse acreditar.De propósito, nós esquecemos o outro candidato. Achamos que devíamos fazer campanha a favor do Celso Azevedo e não contra o Amintas de Barros. Eu nunca ocupei o nosso tempo e a atenção do nosso ouvinte, do nosso eleitor, com histórias sobre o adversário. As histórias sobre o adversário sempre colaboram contra nós. Foi o esquema que deu certo.Diziam que Amintas não podia perder porque tinha o apoio de Getúlio Vargas no ano do seu suicídio. A eleição foi em outubro. Em julho, três meses antes da eleição, Vargas foi a Belo Horizonte e foi fotografado abraçado com Amintas de Barros. Em agosto, o presidente se suicidaria. O PSD mineiro e o PTB exploraram esse fato, lançando um folheto que mostrava a foto com a seguinte legenda: "Um voto no Amintas é uma pétala de rosa no túmulo de Getúlio". Isso era uma exploração sentimental enorme. E nós não podíamos combater Getúlio; ele estava morto!Para concluir, em três semanas de campanha, Celso Azevedo foi eleito por maioria absoluta. Quando Amintas se deu conta e quis reagir, já era tarde. Esta, em resumo, é a primeira de uma campanha de Marketing eleitoral.Na minha opinião, o voto é Marketing na medida em que você leva a mensagem do candidato ao conhecimento de muitos. Muitas vezes, o candidato é desconhecido de muitos; outras, uma de suas faces ou idéias é desconhecida. Então, é preciso projetar o candidato e tentar fazer com que suas idéias sejam focalizadas. O Marketing tem esse valor."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-4363469894979463801?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/4363469894979463801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/quando-comecou-o-mkt-politico-no-brasil.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4363469894979463801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4363469894979463801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/quando-comecou-o-mkt-politico-no-brasil.html' title='QUANDO COMEÇOU O MKT POLÍTICO NO BRASIL?'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S_LMrmj4SzI/AAAAAAAAAGE/zc78wsUQ0v0/s72-c/cid+pacheco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-6021120135970301016</id><published>2010-05-17T10:27:00.001-03:00</published><updated>2010-05-17T10:30:44.039-03:00</updated><title type='text'>Presidenciáveis encaram saia-justa no rádio popular</title><content type='html'>ENTREVISTA ESTADÃO&lt;br /&gt;10 de maio de 2010  0h 00&lt;br /&gt;Flávia Tavares, Angela Lacerda, Júlio Castro, Tiago Décimo e Carmen Pompeu - O Estado de S.Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um jornalista que chame um presidenciável de pé frio ou o atraia para uma saia-justa com perguntas maliciosas seria, muito provavelmente, evitado ao máximo pelos candidatos e suas assessorias. Mas, num período em que os políticos ainda não podem fazer propaganda e se dirigir sem intermediários ao eleitorado, a mídia é sua principal arma e os tais jornalistas "inconvenientes" são até procurados pelos pré-candidatos.&lt;br /&gt;Quando os presidenciáveis viajam pelos Estados e têm o objetivo de se mostrar para o público local em programas de grande audiência falar com radialistas populares é parada obrigatória. É o caso dos jornalistas Eduardo Costa e Mônica Miranda, da Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte. Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) já passaram pelos microfones da emissora de maior audiência de Minas.&lt;br /&gt;No início de abril, Dilma foi a Belo Horizonte determinada a reforçar a estratégia de se vincular à terra em que nasceu - e da qual se mudou em 1973, indo para Porto Alegre. A petista escorregou na "casca de banana" lançada pelos entrevistadores ao admitir a hipótese de o eleitorado mineiro optar por um movimento já batizado de "Dilmasia" - de votar em Dilma para presidente e no aliado de Aécio Neves (PSDB), Antonio Anastasia, para o governo. Detalhe: os então pré-candidatos do PT ao governo de Minas, Patrus Ananias e Fernando Pimentel, acompanhavam a ex-ministra no estúdio.&lt;br /&gt;"Quando Dilma respondeu aquilo, percebi que ela tinha falado uma grande bobagem", disse a apresentadora. Costa e Mônica concordam num ponto: a petista e Serra estão se esforçando ao máximo para contrariar a impressão geral de que são pouco carismáticos.&lt;br /&gt;Jogo de cintura. "Ir a programas populares, seja de rádio ou de TV, é a forma que os políticos têm de falar para um público que não assiste à TV Câmara ou à TV Senado", avalia Sirio Possenti, professor do Departamento de Linguística da Unicamp e especialista em análise do discurso. "A linguagem tem de se diferenciar para essa audiência. Se o político não consegue falar na toada do apresentador, pode ser tido como muito duro e sem jogo de cintura."&lt;br /&gt;Na Rádio Itatiaia, Mônica tentou tirar Serra do sério ao lembrar a fama de pé frio do ex-governador no futebol e atribuir a ele a derrota do Cruzeiro na decisão da Taça Libertadores do ano passado - Serra assistiu ao jogo no Mineirão, ao lado do então governador Aécio Neves. O tucano, palmeirense fanático, reagiu com fleugma.&lt;br /&gt;Para Eduardo Costa, a entrevista mais interessante foi a de Marina, que relatou sua história de vida. Mônica não concorda, mas lembra que a pré-candidata do PV foi a mais "paparicada" na rádio. "Como diz um amigo, quem vota na Marina é ambientalista e jornalista", provoca.&lt;br /&gt;Em Pernambuco, o microfone obrigatório é de Geraldo Freire, "o comunicador da maioria". O programa é o Supermanhã, líder de audiência há 19 anos. A emissora é a Rádio Jornal de Pernambuco, a que "fala para o mundo". Com essas credenciais, Freire, 57 anos, 44 de carreira, não precisa de esforço para ser escolhido pelos presidenciáveis nesta fase de pré-campanha.&lt;br /&gt;Em abril, ele entrevistou Serra e Dilma. Amigo do presidente Lula, ouviu dele, no ar, em uma de suas visitas ao Estado que "quem vem a Pernambuco e não vem ao programa do Geraldo Freire, não vem a Pernambuco". Pelo microfone de Geraldo já passaram personalidades políticas como Tancredo Neves, Mário Covas, Ulysses Guimarães e Fernando Collor.&lt;br /&gt;Bom relacionamento. Irreverente, Geraldo fala palavrão no ar e não poupa ninguém. Ele sempre declara seu voto depois de cada eleição, o que nunca o impediu de ter bom relacionamento com políticos de todos os matizes ideológicos. É considerado amigo de Lula - relação iniciada quando o presidente "não era nada" - e do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB).&lt;br /&gt;Em sua mais recente visita à Bahia, em abril, Serra teve como última programação uma entrevista. no estúdio da Rádio Metrópole FM, ao apresentador Mário Kertész, que já foi prefeito de Salvador. Menos de uma semana depois, no dia 20, foi Dilma, quem "apareceu" no dial da capital baiana, em entrevista, por telefone, a José Eduardo Alves, conhecido como Bocão, apresentador da Rádio Sociedade AM.&lt;br /&gt;As entrevistas não foram garimpadas pelos apresentadores ou pela produção das emissoras. Foram os próprios assessores dos candidatos que entraram em contato com as rádios. "Nosso programa tem audiência de 120 mil pessoas por minuto", justifica Bocão. "É uma rádio feita para a zona rural, para a periferia. É natural que procurem."&lt;br /&gt;Na avaliação do publicitário &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, a campanha de Dilma é que está forçando essa aparição e a de Serra vai atrás. "Ela é a candidata de gabinete, que precisa aumentar sua exposição. No momento, eles estão buscando ampliar o tal índice de conhecimento. Só depois vão apresentar propostas e pedir votos", opina o publicitário.&lt;br /&gt;Para &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, quando os pré-candidatos são entrevistados e cantam, por exemplo, um tango ou um samba - como Dilma e Serra já fizeram -, eles mostram aos eleitores que são humanos e "destroem a ideia de que políticos são produtos como sabonetes".&lt;br /&gt;Âncora do programa Osman Lincoln é o Show, que vai ao ar na rádio Cultura Jovem Pan AM, de Joinville, Osman Lincoln entrevistou Dilma por telefone em 26 de abril. Durou 40 minutos. "A repercussão da entrevista superou todas as expectativas. A Dilma aproveitou bem o espaço para expor suas ideias. Já estamos mexendo os pauzinhos para ouvir Serra e Marina."&lt;br /&gt;Segundo Sirio Possenti, o tom de voz no rádio pode ser determinante para causar uma boa impressão. "Se o candidato gagueja, não fica à vontade, passa uma ideia de insegurança, de pouca clareza. Se fala firme, parece ser uma pessoa segura e sólida."&lt;br /&gt;Possenti atribui esse esforço de aparecer em programas populares a uma tendência mundial de mudança no discurso político. "A intenção dos políticos agora é parecer simpático, parecer seguro e parecer saber o que diz", explica.&lt;br /&gt;Espaço na agenda. A assessoria de Dilma chegou a pedir que ela fosse ouvida pelo radialista de maior audiência do Ceará, Paulo Oliveira, quando esteve em Fortaleza em 13 de abril. A petista deu azar, pois não tinha nenhum espaço na agenda entre 5 e 9 horas da manhã - e acabou participando do programa conduzido por Ênio Carlos, titular do horário que sucede o de Paulo Oliveira, na Rádio Verdes Mares.&lt;br /&gt;Serra agendou para o dia 18 deste mês sua participação no programa. O radialista pretende fazer-lhe duas perguntas básicas: "Quem é José Serra?" e "O que José Serra pretende fazer como presidente da República?". "Vou abordar também o boato de que ele não gosta de nordestino, espalhado na região nas eleições de 2002", diz Oliveira. "Ao responder perguntas maliciosas ou difíceis e mostrar que não são robôs, os candidatos tendem a se aproximar do eleitorado", afirma Possenti.&lt;br /&gt;Para entenderAs mudanças na lei eleitoral aprovadas pelo Congresso no ano passado permitiram oficialmente que pré-candidatos concedam entrevistas a emissoras de rádio e televisão. De acordo com a nova regra, entrevistas não constituem propaganda eleitoral antecipada, desde que não haja pedidos de votos - os pré-candidatos podem, inclusive, expor plataformas de governo e assumir promessas de campanha.&lt;br /&gt;Antes das alterações, havia margem na legislação para considerar estas entrevistas como propaganda fora de época - uma posição, no entanto, que nunca foi acolhida pela Justiça. As mudanças do ano passado apenas incorporaram a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100510/not_imp549475,0.php"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100510/not_imp549475,0.php&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-6021120135970301016?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/6021120135970301016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/presidenciaveis-encaram-saia-justa-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6021120135970301016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/6021120135970301016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/presidenciaveis-encaram-saia-justa-no.html' title='Presidenciáveis encaram saia-justa no rádio popular'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1285411965032463214</id><published>2010-05-15T12:51:00.003-03:00</published><updated>2010-05-15T12:54:25.511-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DILMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ENTREVISTA AO DCI 03/05</title><content type='html'>Diário Comércio e Industria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03/05/10 - 00:00 POLÍTICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Dilma precisa tomar as rédeas da campanha, avaliam especialistas&lt;br /&gt;anderson passos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA - A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT-RS), precisa tomar as rédeas de sua campanha eleitoral para evitar erros como os cometidos na largada da sua pré-candidatura. A avaliação é de cientistas políticos ouvidos pelo DCI que ainda não descartam uma eventual chapa pura do PSDB e veem a pulverização dos votos do ex-presidenciável Ciro Gomes (PSB) entre todos os concorrentes da disputa. Para os especialistas, a tensão no PT é decorrente da divisão de comando da sigla, aliada à inexperiência da candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O consultor &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt; atribui ao PT a maior parcela de culpa do fraco desempenho de Dilma em eventos públicos e entrevistas na televisão. Para o analista, o PT está dando as cartas do discurso dela, o que não pôde fazer com o presidente Lula nas duas últimas eleições. “O Lula foi blindado pelo Duda Mendonça num acordo tácito firmado com o PT em 2002 e 2006. O João Santana [marketeiro de Dilma] não é o culpado dessas manifestações equivocadas que ela vem fazendo. Acontece que o PT está dando as cartas nesse momento, e a Dilma está perdendo o foco.” &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; disse que o PT teve de “engolir Lula” e que Dilma terá de fazer movimento semelhante para não se contaminar pelas ideias do partido. “Ela tem de se impor. Tem bagagem e formação cultural para isso, diferentemente do Lula, que foi blindado.” Mais cauteloso, Ricardo Ribeiro, da MCM Consultores, reconheceu que a campanha de Dilma não vai bem, mas esquivou-se de responsabilizar o partido. Para ele, a inexperiência de Dilma está falando mais alto. “Ela fez declarações infelizes em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&amp;amp;id_noticia=325841"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;viagens&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; a Minas Gerais e ao Ceará e, mais recentemente, se saiu muito mal no episódio da foto da atriz Norma Bengell publicada no site dela e na entrevista ao Datena”, lembra. Já o consultor político e professor de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&amp;amp;id_noticia=325841"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; da Universidade de São Paulo, Gaudêncio Torquato, disse que ainda é muito cedo para fazer uma avaliação definitiva porque a campanha, de fato, só começa após as convenções partidárias e com a propaganda gratuita em rádio e TV. Para ele, o que está ocorrendo com Dilma é que “muita gente puxa ela pelo braço” e a leva para qualquer direção. “Todo mundo cobra que a Dilma mude a sua atitude, mas é preciso ter cuidado: o eleitor percebe o artificialismo dos candidatos. A Dilma tem de ser ela mesma, apresentar as ideias que ela tem sobre o Brasil.”Dos consultores ouvidos pelo DCI, apenas Ricardo Ribeiro ainda faz menção à possibilidade de que o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) componha a chapa puro-sangue como vice de José Serra. “Dependerá da campanha do Antônio Anastásia [PSDB] ao Governo de Minas. Se PT e PMDB confirmarem um entendimento no estado, os tucanos poderão investir numa nova &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&amp;amp;id_noticia=325841"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;oferta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; para o Aécio em troca de mais exposição ao Anastásia, por exemplo.” Torquato e &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt;, no entanto, defendem que a investida sobre o senador Francisco Dornelles (PP) também pode trazer bons frutos à chapa presidencial tucana. Torquato reconheceu as virtudes do pepista, mas alertou a que o PP ocupa um ministério no Governo Lula [Márcio Fortes, Cidades] e tem &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&amp;amp;id_noticia=325841"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; um quadro polêmico com o Paulo Maluf. &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; avalia que a saída de Ciro provocará uma divisão equânime dos votos dele para Serra e Dilma.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&amp;amp;id_noticia=325841&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1285411965032463214?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1285411965032463214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-ao-dci-0305.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1285411965032463214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1285411965032463214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-ao-dci-0305.html' title='ENTREVISTA AO DCI 03/05'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-368167110537912221</id><published>2010-05-03T10:11:00.006-03:00</published><updated>2010-05-03T10:55:17.925-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ENTREVISTA CORREIO BRAZILIENSE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Renata Mariz&lt;br /&gt;Publicação: 30/04/2010 07:00 Atualização: 30/04/2010 08:11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Lula entre os mais influentes Revista norte-americana inclui o presidente pela segunda vez na lista das personalidades com maior prestígio internacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho de engraxate para ajudar a família, a perda do dedo em acidente como operário de fábrica e a morte da primeira mulher na sala de parto de um hospital público constam da apresentação de Luiz Inácio Lula da Silva na revista Time, que o elegeu, ontem, um dos 25 líderes e uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Além de passagens sobre a origem humilde do presidente do Brasil, o texto escrito pelo cineasta Michael Moore, a pedido da publicação, aponta o Bolsa Família como um dos maiores feitos de Lula. O pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, José Serra, principal oponente do nome petista para a sucessão, Dilma Roussef, elogiou a indicação do presidente pelo Twitter. Para especialistas em marketing político, estar na lista da Time é uma conquista invejável, mas sem grandes frutos no campo político.“É um verdadeiro prêmio ser indicado por uma das publicações mais sérias do mundo. Não só para o Lula, mas para o Brasil. Na cabeça da maioria da população, porém, essa é só uma das tantas reverências que ele já recebeu, como quando Obama o chamou de ‘o cara’”, compara o presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli.&lt;/strong&gt; O presidente dos Estados Unidos é outro da lista dos 25 mais influentes. Logo que a revista divulgou os nomes, chegou-se a pensar que Lula era o número um entre os premiados, por estar no topo do comunicado. Em seguida, a Time esclareceu que não existe ranking.Antenado ao Twitter, Serra foi um dos que se confundiram. Na primeira mensagem postada, afirmou: “Parabéns ao presidente Lula, escolhido líder do ano pela revista americana Time. É bom para o Brasil”. Em seguida, alertado por uma internauta sobre o esclarecimento da revista, escreveu: “Não é um ranking. O presidente Lula é um dos 25 líderes. Bom do mesmo jeito para o Brasil”. A inclusão do presidente na lista da Time é uma consequência da política externa praticada por ele, na opinião de Carlos Sérgio dos Santos Monteiro, da CP3 Consultoria, Planejamento, Publicidade e Pesquisa. “Foi uma conquista fantástica para um país que só era conhecido pelo futebol e samba há até bem pouco tempo”, comenta. Em 2004, Lula já havia aparecido na lista da Time — ocasião em que foi descrito como “a voz dos países em desenvolvimento”.Em rede nacional de rádio e TV ontem à noite pelo Dia do Trabalhador, Lula falou sobre os feitos do governo — indo das melhorias econômicas até a Copa do Mundo. Não deixou de mencionar o pré-sal como um dos passaportes do país para um futuro melhor. Enquanto o programa era divulgado, o presidente se reuniu com quatro ministros, senadores da base aliada e com José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, para traçar um cronograma de votação do marco regulatório do pré-sal, no Senado. Ficou decidido que o ponto mais polêmico, os royalties, só será votado depois das eleições. Os outros projetos — criação da Petrosal, capitalização da Petrobras e o Fundo Social — têm de estar aprovados até o fim de maio. “No projeto do Fundo Social, vamos emendar o texto do modelo de partilha (das áreas a serem exploradas). Esse projeto voltará para a Câmara”, afirmou o senador Romero Jucá.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiobraziliense.com.br/"&gt;http://www.correiobraziliense.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;/app/noticia182/2010/04/30/politica,i=189683/LULA+ENTRE+OS+MAIS+INFLUENTES.&lt;br /&gt;shtml&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-368167110537912221?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/368167110537912221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-correio-braziliense.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/368167110537912221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/368167110537912221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-correio-braziliense.html' title='ENTREVISTA CORREIO BRAZILIENSE'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7043056277089044991</id><published>2010-05-02T14:25:00.005-03:00</published><updated>2010-05-03T10:54:15.741-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SERRA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ENTREVISTA AO DIÁRIO DO NORTE - NATAL RGN</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;3 por quatro - Carlos Manhanelli: "Não há candidato de laboratório&lt;br /&gt;Tribuna do Norte – Natal – R.G.N&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Publicação: 02 de Maio de 2010 às 00:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Augusto Manhanelli&lt;/strong&gt; é considerado um dos mais ativos consultores de marketing do país. Basta uma rápida conversa para perceber a larga experiência acumulada por ele. Longe de frases prontas e jargões, &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; fala com propriedade, desmistifica conceitos e aponta as mazelas da política brasileira atual. Para ele, não há candidato fabricado em laboratório. “Não é possível (fazer um candidato de laboratório). Um candidato tem que ter qualidades e condições mínimas para ser político”, destaca &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;. No entanto, ele admite que as perspectivas para a política administrativa brasileira não são nada animadoras enquanto “o direito de ser candidato for hereditário”. “Enquanto o direito de ser candidato no Brasil for hereditário, ou seja, sempre os mesmos ou seus parentes e aderentes dificilmente teremos esperança de dias melhores”, analisa o escritor e consultor, que tem mais de dez livros lançados. Nessa ótica, o eleitor brasileiro também não dedica atenção às propostas coletivas. Até que ponto o eleitor dedica importância a propostas dos candidatos? O eleitor brasileiro ele realmente compara propostas? “Ele compara quando observa vantagens individuais. Poucos os que votam por melhorias coletivas”, responde de pronto. &lt;strong&gt;Manhanelli &lt;/strong&gt;já participou de duas campanhas presidenciais no Brasil e no Equador, mas não revela o nome dos seus clientes. “Não revelo os nomes dos meus clientes, por isso tenho a confiança deles”, diz o autor. &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; chama atenção para a diferença entre as atuações dos candidatos da chapa majoritária e proporcional. “Na majoritária, temos como condição primeira, a liderança do candidato no próprio partido. Nas proporcionais, conta a liderança geográfica ou social. Quanto ao que conta mais, não existe um fator único que leve ao voto e ao não voto. É uma somatória de fatores que fazem com que o eleitor decida o voto”, comenta o consultor. Questionado sobre qual a campanha mais difícil que já fez, em mais de 200 onde já atuou, &lt;strong&gt;Carlos Manhelli&lt;/strong&gt; diz que a complicada é aquela onde o candidato busca uma assessoria de marketing, mas não sabe exatamente o que é o trabalho. “A campanha mais difícil é aquela em que o candidato contrata um trabalho de marketing e nem tem ideia do que vem a ser isso. Contrata porque ouviu falar que é bom e que precisa, mas para que serve, não tem nem ideia”, comenta o escritor. O convidado de hoje do 3 por 4 é um consultor renomado, um escritor conhecido, um profissional que traz lições na própria argumentação sobre campanha política. Começaria pegando um “gancho” com o nome do novo livro (lançado recentemente chamado “Marketing Eleitoral – O passo a passo do nascimento de um candidato”): como nasce um candidato? Nasce das necessidades da população, detectada através de pesquisas, onde se tem a convergência da verdade do candidato com essas necessidades. Muito se fala em “candidato fabricado em laboratório”. É possível? Não é possível. Um candidato tem que ter qualidades e condições mínimas para ser político. A liderança de um candidato está relacionada a quê: comunidade, sindicato, entidade? No caso de candidato a cargo proporcional, sim. Ele deve ser líder. Sem isso, não é candidato nem a inspetor de quarteirão. No trabalho que o senhor realiza de consultoria, qual a grande diferença de atuação entre o candidato da proporcional e da majoritária? O que conta mais para cada um desses candidatos? Na majoritária, temos como condição primeira a liderança do candidato no próprio partido. Nas proporcionais, conta a liderança geográfica ou social. Quanto ao que conta mais, não existe um fator único que leve ao voto e ao não voto. É uma somatória de fatores que fazem com que o eleitor decida o voto. O senhor faz um trabalho de consultoria. Perguntaria: o que difere a consultoria do assessor de marketing? Em que cada um pode colaborar para o trabalho do candidato? O assessor é aquele que trabalha diretamente com o candidato, dependendo financeiramente deste. O consultor tem o papel de médico, é terceirizado e não depende financeiramente do candidato. Os dois são importantes em qualquer situação. O senhor já trabalhou em mais de 200 campanhas políticas. O que torna uma campanha política difícil? A campanha mais difícil é aquela em que o candidato contrata um trabalho de marketing e nem tem ideia do que vem a ser isso. Contrata porque ouviu falar que é bom e que precisa, mas para que serve, não tem nem idéia. O senhor faz trabalho de consultoria não só no Brasil, mas também no exterior. O que chama atenção da campanha no Brasil da realizada nos demais países? Não existe diferença nas técnicas empregadas no Brasil e em outros países democráticos. O talento do consultor está na adaptação destas técnicas à realidade de cada país ou cidade. Até que ponto conta o carisma do candidato para ele ser eleito? Conta bastante, principalmente nas campanhas proporcionais. Qual a “fotografia” que o senhor tem do pleito de 2010 no Brasil? Neste momento é uma grande incógnita, mesmo porque a campanha eleitoral mesmo ainda não começou. Estamos tendo apenas alguns embates de pré campanha. O eleitor está interessado na campanha política ou está desinteressado? Por quê? Tem ainda poucas pessoas interessadas no processo eleitoral, mesmo porque ainda temos uma copa do mundo antes das campanhas eleitorais, que deverá permear a atenção da população por um bom tempo. Campanha eleitoral no Brasil sempre é muito cara. Até que ponto o dinheiro influencia para o candidato ganhar a eleição? A democracia tem seu preço. Quanto custou as duas ditaduras que tivemos em nosso país? Dinheiro ajuda, mas não garante eleição. Criatividade e vontade ajudam muito mais. Até que ponto a divulgação de pesquisas eleitorais influencia no voto do eleitor? Estudos nos EUA e no Brasil detectam um efeito chamado “Bad Wagon” traduzindo para o nosso “Maria vai com a outras”. Existe sim uma parcela da sociedade que é influenciada pela divulgação de pesquisas, mas é uma parcela e não sua totalidade. No pleito 2010 o que será determinante para o voto? Vários fatores serão determinantes para o voto, porem, o alto índice de aceitação do governo Lula, será sem duvida um dos fatores determinantes na hora do voto. Muito se fala em ficha-limpa. Essa discussão chega ao eleitor ou fica só na imprensa? Infelizmente fica na mídia, por enquanto. Temos que fazer um esforça para aumentar a consciência política do nosso povo. O senhor afirmou que o carisma conta muito para um candidato. É possível “construir um carisma” ou é algo nato de cada pessoa? Carisma e simpatia não se constrói. É nato. A tentativa de construção dessas qualidades parecerá teatro e o povo vai perceber sem dúvida. Se o senhor tivesse que dar um conselho para quem deseja ser candidato em 2010, o que o senhor diria? Majoritário: apresentar propostas que possam somar e trazer mais benefícios a população. Proporcional: terá que se destacar no meio de tantos. É possível ter esperança de “dias melhores” com o perfil de políticos postos hoje no Brasil? Enquanto o direito de ser candidato no Brasil for hereditário ou seja sempre os mesmos ou seus parentes e aderentes dificilmente teremos esperança de dias melhores. Até que ponto o eleitor dedica importância a propostas dos candidatos? O eleitor brasileiro realmente compara propostas? Ele compara quando observa vantagens individuais. Poucos os que votam por melhorias coletivas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Detalhes &lt;strong&gt;Carlos Augusto Manhanelli&lt;/strong&gt;, 54 anos, participou, ao longo de 35 anos de 238 campanhas políticas e eleitorais realizadas no Brasil e no Exterior, e vive dando cursos para consultores de marketing político no Brasil, América Latina, Estados Unidos, África e em diversos países da Europa. Ao contrário de consultores como Duda Mendonça, João Santana e outros, &lt;strong&gt;Manhanelli&lt;/strong&gt; não faz campanhas – orienta sobre como fazê-las. Dá conselhos para os candidatos e seus assessores. Atualmente, presta consultoria em oito países, para dezenas de políticos brasileiros e candidatos presidenciais de outros países. Tem 10 livros publicados e está lançando agora o décimo primeiro no qual resume, didaticamente, toda a sua trajetória, desde seu começo nos departamentos de marketing das principais televisões brasileiras até o momento em que se enveredou pelo marketing político e eleitoral e nunca mais saiu dessa atividade. O livro Marketing Eleitoral – O passo a passo do nascimento de um candidato foi lançado pela Geração Editorial e conta com 144 páginas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Perfil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Uma boa campanha eleitoral?A que tem um bom candidato&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O que não pode faltar a um candidato?Vontade, disposição, saúde e honestidade de ações e atitudes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7043056277089044991?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7043056277089044991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-ao-diario-do-norte-natal-rgn.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7043056277089044991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7043056277089044991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-ao-diario-do-norte-natal-rgn.html' title='ENTREVISTA AO DIÁRIO DO NORTE - NATAL RGN'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7124241375669963670</id><published>2010-05-01T12:35:00.002-03:00</published><updated>2010-05-01T12:37:28.589-03:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA NA REDE VIDA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Processo eleitoral é tema de entrevista na Rede Vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Manhanelli esclarece dúvidas sobre as eleições de 2010 no programa Caminhos da Comunidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última sexta-feira (23), o consultor político e mestre em comunicação social, professor Carlos Manhanelli, e o sociólogo e mestrando em antropologia politica, Caio Manhanelli, firmaram um debate junto ao apresentador Sebastião Missiara, sobre as tendências da campanha eleitoral deste ano.&lt;br /&gt;Todos lembraram que o confronto será mais intenso após o término da Copa do Mundo, período em que as coligações partidárias de todo o país devem estar minuciosamente articuladas.&lt;br /&gt;Dentro desse contexto, o professor Manhanelli lembra que o voto é movido pela emoção e não pela razão, assim sendo, o candidato que emocionar mais, sai na frente. “O voto se conquista com o coração e não com a cabeça”, defende.&lt;br /&gt;Este ano, o pleito elegerá além do presidente da República, deputados estaduais e federais, senadores e governadores em todas as cidades do país, e apesar dessa ordenação eleitoral, o consultor político lembra que as estratégias para as campanhas majoritárias e proporcionais devem ser diferenciadas. “Quem está apostando no uso na TV para as campanhas de deputado estadual e federal vai dar um tiro no pé”, entende Manhanelli justificando que o espaço de cada candidato é muito pequeno e o número de pretendentes é alto, o que não ocorre nas campanhas majoritárias, ou seja, para a presidência da República e os governos estaduais.&lt;br /&gt;Uma alternativa cogitada por Missiara, no decorrer do programa, é o uso da internet, tema bastante debatido nas ‘rodas de consultoria política’. Apesar de mostrar-se como mais uma alternativa de comunicação eleitoral, o sociólogo Caio Manhanelli entende que essa ferramenta servirá prioritariamente para abastecer a mídia de informações. “É mais fácil um boato correr pela internet, do que as informações de um candidato, porque o material produzido pela internet é muito questionável”, comenta. Ainda assim, o sociólogo entende que a ferramenta contribuirá muito com a grande mídia, que utilizando-se das informações, posteriormente checadas, veicularão, levando noticias ao grande público, alvo das eleições&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7124241375669963670?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7124241375669963670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-na-rede-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7124241375669963670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7124241375669963670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/05/entrevista-na-rede-vida.html' title='ENTREVISTA NA REDE VIDA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-4088233672266522057</id><published>2010-04-26T09:45:00.004-03:00</published><updated>2010-04-26T13:40:00.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><title type='text'>A SAÍDA DE CIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WRIPZCcpI/AAAAAAAAAF8/F-xfPyiLse4/s1600/foto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464433293640495762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WRIPZCcpI/AAAAAAAAAF8/F-xfPyiLse4/s200/foto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Especialista em opinião pública e análise de pesquisa eleitoral, o consultor político Marcelo Serpa avaliou que, de acordo com os números das últimas sondagens, a eleição presidencial do Brasil deve ser resolvida, este ano, logo no primeiro turno. Palestrante do 9º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político que ocorreu sexta-feira e sábado passados, em Fortaleza, Serpa explicou que a provável antecipação do resultado é efeito da saída do deputado federal Ciro Gomes (PSB-SP) do páreo. Segundo sua teoria, os votos que iriam para o parlamentar cearense deverão migrar para um dos dois principais pré-candidatos na disputa, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). ``Além disso, a tendência é que os cerca de 17% do eleitorado que ainda estão indecisos irá se definir. Eu estou apostando que esses votos também migram para quem está no topo, não para a Marina Silva (PV)``, previu, tentando deixar claro que, a depender do andamento da campanha, ``tudo pode mudar``. A tese de Marcelo Serpa é a mesma que Ciro defendia, para convencer o PSB a lançá-lo na disputa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entretanto, não se convenceu. O petista tem dito que a entrada do cearense no jogo enfraquece a candidatura de Dilma. Amanhã, o PSB deverá rifar os planos de Ciro, em reunião da Executiva nacional. Marcelo Serpa considerou, ainda, que a tendência é que nenhum dos dois principais candidatos ``dispare`` na competição. "Deverá ser bastante acirrada. O índice de rejeição deles é quase o mesmo". (HR)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-4088233672266522057?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/4088233672266522057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/saida-de-ciro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4088233672266522057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/4088233672266522057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/saida-de-ciro.html' title='A SAÍDA DE CIRO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WRIPZCcpI/AAAAAAAAAF8/F-xfPyiLse4/s72-c/foto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-3113850277662845049</id><published>2010-04-26T09:41:00.001-03:00</published><updated>2010-04-26T13:41:22.626-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ELEIÇÕES LABORATÓRIO PARA INTERNET</title><content type='html'>Bastam alguns minutos de frente para o computador para perceber que as eleições de 2010 deverão ser ``um grande laboratório`` para a campanha na Internet, conforme apostou a publicitária Gil Castillo. Com um detalhe: as ferramentas digitais podem ser ainda mais importantes na disputa proporcional, embora mantenham papel secundário, apesar de crescente, na eleição majoritária. Sem tempo suficiente na propaganda de TV, os candidatos a deputado estadual e federal terão muito a ganhar recorrendo aos sites, blogs e redes de relacionamento. A tese é defendida pelo consultor político Chico Santa Rita, que esteve ao lado de Gil no 9º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político, em Fortaleza, no último sábado. Segundo a publicitária, o fim das restrições legais ao uso da Internet aponta para a criação de um verdadeiro ``palanque virtual``. E as táticas já estão sendo testadas. No mundo virtual, a campanha já está quente. Alem de perfis em sites de relacionamento os pré-candidatos do PT e PSDB à Presidência da República reuniram a militância nos sites "os amigos da presidente Dilma (Rousseff)" e "os amigos do (José) Serra", respectivamente. A participação dos políticos na rede de microblogs Twitter virou quase obrigatória. Usuário assíduo da ferramenta, o provável candidato à reeleição ao Governo do Ceará, Cid Gomes (PSB), chamou a atenção do eleitor/internauta ao improvisar, na última semana, uma entrevista coletiva na Internet. Da web às ruas Ao lembrar que ``Internet, sozinha, não ganha eleição``, Gil disse que um dos desafios dos candidatos é fazer com que as atividades virtuais gerem ações no mundo real, algo parecido com o que ocorreu na eleição do presidente Barack Obama, nos Estados Unidos. Ela minimizou o fato de no Brasil, ainda ser grande o número de pessoas sem Internet. Segundo Gil, o País é um dos campeões em tempo de permanência na web. (Hébely Rebouças - &lt;a onmouseover="ddrivetip('')" onmouseout="hideddrivetip()" href="mailto:hebely@opovo.com.br"&gt;hebely@opovo.com.br&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-3113850277662845049?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/3113850277662845049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/eleicoes-laboratorio-para-internet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3113850277662845049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/3113850277662845049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/eleicoes-laboratorio-para-internet.html' title='ELEIÇÕES LABORATÓRIO PARA INTERNET'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-7273534656733157901</id><published>2010-04-26T09:28:00.003-03:00</published><updated>2010-04-26T13:42:36.561-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PESQUISAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>ERROS E ACERTOS DE UMA CAMPANHA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WQRrGdlwI/AAAAAAAAAF0/vsZfdRHQdOo/s1600/foto+02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464432356185970434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WQRrGdlwI/AAAAAAAAAF0/vsZfdRHQdOo/s200/foto+02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A estratégia de campanha adotada pela candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, vai contra as necessidades que o cenário atual exige. A avaliação é do especialista em marketing político-eleitoral, Rubens Figueiredo. ``A política da continuidade deveria ser utilizada, mas, ao invés disso, Dilma está fazendo uma campanha agressiva, revanchista e rancorosa``, analisou o especialista. Um dos palestrantes do 9º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político, que acontece em Fortaleza, Figueiredo afirma que Dilma deveria apresentar um discurso ``pacificador, de união e continuidade``. Estratégia tucana Quanto à postura adotada pelo candidato do PSDB, José Serra, Figueiredo avaliou como correta a estratégia do tucano. De acordo com ele, o tucano acertou em optar por uma campanha que não vai contra o governo Lula e induz o eleitor a comparar o seu currículo com o da petista. ``O Lula que é um fenômeno mundial de aprovação. Isto é inquestionável. O posicionamento dele (Serra) está correto ao dizer que -o Brasil pode mais-, porém, sem confrontar diretamente o Lula``, afirmou Figueiredo, que é diretor da Empresa de Pesquisa e Comunicação (Cepac) e da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (ABCOP). Planejamento Segundo Figueiredo, a elaboração da campanha eleitoral deve ser feita a partir das pesquisas de intenção de voto. Somente mediante os apontamentos realizados, o candidato deve definir sua estratégia eleitoral, o caráter emocional e a forma como vai se utilizar dos Meios de Comunicação para a divulgação. O especialista citou as campanhas presidenciais de 2006, quando no segundo turno, então candidato a reeleição, Lula teria adotado um tom muito mais agressivo contra os adversário, diferente do discurso usado nas campanhas de 2002. Isto, segundo ele, baseado na análise da opinião dos eleitores. Para o advogado com formação em marketing político-eleitoral, Paulo Taques, foi-se o tempo em que vitória nas eleições implicava tranquilidade. Segundo ele, o planejamento jurídico não termina vencido o pleito. ``Acabou aquela cultura de que o candidato ganhava a eleição e a Justiça Eleitoral não mais o incomodava``. Para a publicitária e consultora política, Gil Castilo, a liberação da Internet como ferramenta de campanha eleitoral, também caracteriza uma aproximação e até mesmo interação entre candidato e eleitor. O evento, que teve início ontem, se estende até às 19h de hoje e está sendo realizado no Hotel Oásis Atlântico, na Avenida Beira-Mar, Meireles&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-7273534656733157901?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/7273534656733157901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/erros-e-acertos-de-uma-campanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7273534656733157901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/7273534656733157901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/erros-e-acertos-de-uma-campanha.html' title='ERROS E ACERTOS DE UMA CAMPANHA'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WQRrGdlwI/AAAAAAAAAF0/vsZfdRHQdOo/s72-c/foto+02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-8433155890615849768</id><published>2010-04-26T09:21:00.004-03:00</published><updated>2010-04-26T13:44:17.856-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ELEIÇÕES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MARKETING POLÍTICO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CAMPANHAS ELEITORAIS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PROPAGANDA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANHANELLI'/><title type='text'>NOTICIAS DO CONGRESSO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WQACi2RaI/AAAAAAAAAFs/-U12kUUDKiE/s1600/foto+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464432053241398690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WQACi2RaI/AAAAAAAAAFs/-U12kUUDKiE/s200/foto+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;sexta-feira, 23 de abril de 2010&lt;br /&gt;&lt;a name="2848490536134865594"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://meuceara.blogspot.com/2010/04/congresso-em-fortaleza-discute.html"&gt;Congresso em Fortaleza discute estratégias eleitorais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_QHqc4TFX6J0/S9JaEA0elyI/AAAAAAAABck/ZS6Xi3-CCGo/s1600/Manhanelli2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QHqc4TFX6J0/S9JZW5vlLVI/AAAAAAAABcU/J1VLg6MiUZE/s1600/Rubens.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O 9º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político começou na noite desta sexta-feira (23) com palestras dos consultores políticos Rubens Figueiredo e Carlos Augusto Manhanelli, dois dos principais profissionais brasileiros da área.&lt;br /&gt;Na palestra de abertura, Rubens Figueiredo falou da importâncias das estratégias eleitorais para o sucesso nas campanhas, destacando que a falta de credibilidade dos políticos é um dos maiores desafios dos candidatos. Mostrando dados de pesquisas que apontam que políticos e instituições políticas são as classes menos acreditadas pela sociedade, o consultor explicou que a construção de boas imagens é a chave do sucesso eleitoral.&lt;br /&gt;Na segunda palestra da noite, Carlos Augusto Manhanelli, presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos, destacou assuntos do livro que lançou após a explanação. A obra Passo a Passo do Nascimento de um Candidato, 11º da carreira, é, segundo o autor, uma síntese de sua vida como consultor e marketeiro, profissão que exerce desde 1976. Manhanelli já trabalhou em 238 campanhas, no Brasil, Estados Unidos e vários países da América Latina e África, e de acordo com ele obteve sucesso em 80% delas.&lt;br /&gt;Em entrevista coletiva que deu antes de iniciar a palestra, Manhanelli falou da tendência das novas tecnologias e da internet nas campanhas de 2010 e ressaltou que o instrumento que foi um dos grandes responsáveis pela vitória de Barack Obama, nos EUA, não pode ser usada da mesma forma no Brasil. "Aqui a realidade é outra, as estratégias são diferentes. Não sabemos ainda como funciona. Esta vai ser a primeira vez em que vamos utilizar a internet em sua totalidade em uma eleição. Vamos fazer um grande laboratório na disputa dester ano e saber o que funciona e o que não funciona". Manhanelli afirmou que aqui a televisão, principalmente as inserções de 30 e 60 segundo, ainda será o principal meio de divulgaçãodas campanhas. (veja o vídeo)&lt;br /&gt;&lt;a href="rtsp://v4.cache5.googlevideo.com/video.3gp?app=blogger&amp;amp;fmt=13&amp;amp;cid=d0d43267080a01e1" type="video/3gpp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sobre a polarização da eleição entre dois candidatos, como se desenha o cenário eleitoral deste ano, Manhanelli afirmou que é muito ruim para a democracia. "Não se tem debates mais aprofundados ou diversidades de ideias para que o eleitor possa escolher", completou.&lt;br /&gt;O congresso continua neste sábado, com palestras de renomados profissionais, como Fernando Lacerda, Marcelo Serpa, Tadeu Comerlato, Paulo Taques, Gil Castillo, Chico Santa Rita, além do Desembargador Luiz Gerardo de Pontes Brígido, presidente do TRE Ceará.&lt;br /&gt;&lt;a title="http://meuceara.blogspot.com/" style="COLOR: green" href="http://meuceara.blogspot.com/"&gt;Meu Ceará - http://meuceara.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-8433155890615849768?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/8433155890615849768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/noticias-do-congresso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8433155890615849768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/8433155890615849768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/noticias-do-congresso.html' title='NOTICIAS DO CONGRESSO'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9WQACi2RaI/AAAAAAAAAFs/-U12kUUDKiE/s72-c/foto+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-1329470534322853897</id><published>2010-04-24T09:13:00.002-03:00</published><updated>2010-04-24T09:15:53.556-03:00</updated><title type='text'>MERCADO DE TRABALHO NAS ELEIÇÕES</title><content type='html'>Carlos Augusto Manhanelli, Speaker da Guru’s Agency  &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9Lg2DM8tFI/AAAAAAAAAFk/KWGHqBir24g/s1600/20100213+-+Clase+Carlos+Manhanelli+-+030.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463676517131007058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9Lg2DM8tFI/AAAAAAAAAFk/KWGHqBir24g/s200/20100213+-+Clase+Carlos+Manhanelli+-+030.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desde a antiga Roma que as eleições geram trabalho. No ‘Comentariolum Peticionis’, em bom português, Breve Manual de Campanha Eleitoral escrito, em 64 a. C., Quinto Túlio Cícero, para o seu famoso irmão, o orador Marco Túlio Cícero, que naquele ano decidiu candidatar-se a cônsul, encontramos a constatação dos famosos nomencladores dos políticos romanos, escravos libertos, que tinham como atribuição decorar nomes de pessoas do povo, para que os candidatos aos vários cargos pudessem se dirigir à população pelo nome de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(....) Uma boa assessoria deveria providenciar visitas importantes à sua casa e plateias para os discursos, além de um ‘nomenclator’, o providencial assessor que lhe assopra no ouvido os nomes das figuras importantes que estão por perto.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o período eleitoral chega e modifica a rotina dos cidadãos, sendo responsáveis por mobilizar a atenção e centralizar o foco dos assuntos na política. Assim, diversos segmentos da esfera pública ganham força, como o sector terciário, através de empregos temporários e informais. E há uma forma infalível de identificar essa época de aquecimento económico: é só observar o número de pessoas trabalhando nas campanhas, seja na distribuição de santinhos, dirigindo carros de som ou mesmo no marketing eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As campanhas eleitorais são responsáveis por um aumento significativo do mercado de trabalho em diversas áreas, desde a mão-de-obra não especializada (distribuição de santinhos, segurador de placas, empacotadores e carregadores) até os famosos especialista em Marketing eleitoral, publicitários, advogados, jornalistas, etc.&lt;br /&gt;Com a proximidade das eleições, os institutos de pesquisa no Brasil procuram reforçar as suas equipas de campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No “Data Folha” o número de selecções e de formação duplica durante o ano eleitoral. Os candidatos devem ter habilitações de nível superior ou ensino médio completo.&lt;br /&gt;O número de contratados no Ibope em anos eleitorais é 14 vezes maior do que nos outros anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Sensus” também recebe cadastros de candidatos pelo site. Nas últimas eleições (2008) os técnicos em informática que foram responsáveis por instalar e operar as urnas eletrônicas nas eleições municipais foram selecionados pela internet. No total, foram 13.587 vagas em todo o País. Só em São Paulo ofereceram-se 1.862 novas oportunidades de emprego nesta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma área que gera recursos é a dos famosos ‘Jingles’ eleitorais. Existem compositores que chegam a fazer oito jingles por eleição. Os preços variam em torno de R$800,00 (Oitocentos Reais) a R$5.000,00 (Cinco mil Reais) para cada canção, dependendo da fama e experiência do compositor, num processo que envolve também outros instrumentistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons profissionais de rádio e TV, nesta época, são caçados e contratados a peso de ouro. Quanto mais experiência em campanhas eleitorais, e quanto mais conceituado o veículo de comunicação que trabalha, mais valorizados são.&lt;br /&gt;Hastear bandeiras e distribuir santinhos também foram opções para os que estavam em busca de uma renda a mais. O cenário é bastante comum na capital e no interior do País, principalmente nos trechos onde há sinais (sinaleiras, semáforos). Nem o sol forte ou a possibilidade de receber uma recepção hostil desanima os que se aventuram nesse trabalho. Na média recebem R$200,00 (Duzentos Reais) por quinzena para trabalhar durante oito horas por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais, as eleições exigem especialistas na área para serem implementadas de forma adequada e profissional.&lt;br /&gt;Os especialistas em marketing, também chamados de ‘marqueteiros’ — às vezes em tom pejorativo, fazem parte de uma carreira multidisciplinar que inclui conhecimentos nas áreas de pesquisa, psicologia de massa, estratégia, propaganda e publicidade, marketing, jornalismo, rádio e TV, direito eleitoral, informática, relações públicas, noções da operação e logística na distribuição de material, etc. Esses profissionais unem-se em torno de duas paixões: política e comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos aspectos da profissão é que a remuneração é concentrada, pois o que se ganha na campanha corresponde à quantia que o profissional receberia em um ano na sua actividade anterior, aproximadamente.&lt;br /&gt;O Profissional em Marketing Eleitoral tem que se manter sempre actualizado e em sintonia com o que ocorre nas campanhas eleitorais do mundo todo. O que acontece em uma campanha eleitoral nos E.U.A. pode servir de exemplo e influenciar novas estratégias em outras partes do mundo (o uso da internet na ‘campanha Obama’).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o Marketing Eleitoral tem ganho status de ciência, que já passa a ser estudada em universidades que oferecem a matéria em sua grade curricular, formando mestres e doutores com essa especialização e ‘expertise’. O Profissional moderno da área deve ter um bom conhecimento teórico e principalmente prático, para que possa coordenar uma campanha eleitoral. O mercado abre-se não apenas para campanhas políticas, mas também para associações, federações, sindicatos, clubes de futebol, entidades de classe, e todas as instituições que demandem um processo electivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil vive uma carência enorme de profissionais realmente habilitados para este mercado, gerando vários oportunistas, sem a menor formação académica ou experiência de trabalho, que se arvoram em ‘Marketing Políticos’. E o são na tradução mais pejorativa da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos na maioria dos países democráticos a existência de associações de consultores políticos, que separam o joio do trigo ou seja ‘Marketeiros’ de ‘Marketólogos’, oferecendo ao mercado condições de diferenciá-los e contratar os verdadeiros profissionais da área, os ‘Marketólogos’. Hoje só cai no “conto do marketeiro eleitoral” quem quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como ocorre no Marketing Eleitoral, há uma carência de advogados eleitorais, cuja missão é resguardara legitimidade dos resultados das urnas eleitorais. Uma das tarefas é cuidar de questões referentes ao registo e à impugnação de candidaturas e às especificidades da lei eleitoral em relação, por exemplo, à propaganda eleitoral. Passadas as eleições, o trabalho é centrado nas prestações de contas dos partidos políticos com a Justiça Eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, para qualquer candidato, tão importante quanto contratar um ‘Marketólogo’ é ter uma consultoria especializada em direito eleitoral. O profissional em direito eleitoral deve estar sempre actualizado sobre as jurisprudências nessa área. Amplo conhecimento da Constituição e da legislação eleitoral também são fundamentais. Nos últimos anos, a principal tarefa atribuída aos advogados dessa área passou a ser a atenção a pendências de candidatos e de partidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o Marketing Eleitoral abre-se como uma nova frente de trabalho para quem realmente quer ser um profissional da área, lembrando que o trabalho de marketing tem que continuar após a eleição pois, mesmo depois de eleito, o candidato ainda precisa de visibilidade. A esse trabalho chamamos ‘Marketing Político’, pois de forma diferente do ‘Marketing Eleitoral’ (usado apenas para se conseguir um mandato), o ‘Marketing Político’ será desenvolvido para quem já tem um mandato político, mandato este que será a base de todo o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil&lt;br /&gt;Carlos Augusto Manhanelli é Speaker da Guru’s Agency, marca da High Play consultores, e é Mestre em Comunicação Social Autor de 10 livros na área de Marketing Eleitoral, Presidente da ABCOP – Associação Brasileira dos Consultores Políticos e Professor no curso “Master em Assessoria de Imagem y Consultoria Política (MAICOP)” da Universidad Pontificia de Salamanca – Espanha – UE.FONTE: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pdtdf.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=68&amp;amp;Itemid=68" target="_blank"&gt;&lt;a href="http://www.pdtdf.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=68&amp;amp;Itemid=68"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.pdtdf.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=68&amp;amp;Itemid=68&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-1329470534322853897?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/1329470534322853897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/mercado-de-trabalho-nas-eleicoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1329470534322853897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/1329470534322853897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/mercado-de-trabalho-nas-eleicoes.html' title='MERCADO DE TRABALHO NAS ELEIÇÕES'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S9Lg2DM8tFI/AAAAAAAAAFk/KWGHqBir24g/s72-c/20100213+-+Clase+Carlos+Manhanelli+-+030.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-2604952644479647527</id><published>2010-04-19T09:56:00.002-03:00</published><updated>2010-04-19T09:59:48.832-03:00</updated><title type='text'>Entrevista ao Zero Hora</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Alianças nacionais. problemas locais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Embate de Dilma e Serra para a Presidência gera desavenças nos Estados, divide partidos e dificulta construção de alianças&lt;br /&gt;Polarizados na disputa pelo Planalto, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) enfrentam dificuldades para conciliar as pretensões eleitorais com os interesses de aliados nos Estados. É um jogo movido a barganhas, chantagens e dissimulações, e não raro, o boicote até entre colegas de partido.– Há uma questão de sobrevivência das lideranças regionais, onde muitas vezes o candidato a presidente tem poder limitado. Teremos traições de todas as ordens – prevê o historiador Marco Antonio Villa, da Universidade Federal de São Carlos. Capitalizando a popularidade do presidente Lula, Dilma largou em vantagem na construção de palanques estaduais. Entre os principais candidatos a governador, desfruta do apoio de 37, contra 29 que preferem Serra. A iminente saída de Ciro Gomes (PSB) da eleição presidencial pode ampliar o arco de aliados. Em contrapartida, o tucano tem menos conflitos locais. Enquanto Dilma enfrenta dualidades em 15 Estados, Serra tem problemas em seis.– Os partidos se consideram donos dos candidatos. Quando fecham aliança nacional, querem obediência em todos os Estados. Só que há composições políticas diferentes das acertadas nos gabinetes de Brasília – diz &lt;strong&gt;Carlos Manhanelli&lt;/strong&gt;, presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos. Assustado com as resistências, o PT promove jantar na segunda-feira, no qual se reúnem Dilma, o comando de campanha e representantes de PMDB, PDT, PR e PC do B. O encontro foi organizado para tentar frear dissabores verificados após as viagens desastrosas da ex-ministra a Minas Gerais e ao Ceará. Serra, por sua vez, tem evitado visitas a Estados conflagrados e deixou a costura de acordos a cargo da direção do PSDB. Nas próximas viagens, sequer cogita participar de eventos partidários. O tucano deu prioridade a encontros com entidades e caminhadas por grandes centros urbanos, mantendo prudente distância da navalha dos acordos eleitorais.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1938232549239651747-2604952644479647527?l=marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/feeds/2604952644479647527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/entrevista-ao-zero-hora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2604952644479647527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1938232549239651747/posts/default/2604952644479647527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marketingpolitico-manhanelli.blogspot.com/2010/04/entrevista-ao-zero-hora.html' title='Entrevista ao Zero Hora'/><author><name>Manhanelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11688631043794239837</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='23' src='http://2.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S23uFvY0f0I/AAAAAAAAAAM/MtunXHeB5AI/S220/MOSSOR%C3%93.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1938232549239651747.post-993346823285210107</id><published>2010-04-18T23:11:00.002-03:00</published><updated>2010-04-18T23:18:33.065-03:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA AO DIÁRIO DO NORDESTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S8u9bLfWY1I/AAAAAAAAAFc/S7zfeIlquzU/s1600/imagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5461667247755256658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 63px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t0YxTcZ6IEY/S8u9bLfWY1I/AAAAAAAAAFc/S7zfeIlquzU/s200/imagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entrevista - Carlos Manhanelli&lt;br /&gt;*presidente da Associação Brasileira de Consultores Políticos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;´Não existe voto partidário, o voto é na pessoa´&lt;br /&gt;PRESIDENTE DA Abcop diz que as eleições deste ano servirão de "laboratório" para avaliar uso da internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing político é importante para as eleições, mas não é determinante porque os políticos não são fabricados, é o que defende o cientista político Carlos Manhanelli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o marketing político vem ganhando cada vez mais força nas últimas eleições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing político surgiu no Brasil em 1954, na campanha pela Prefeitura de Belo Horizonte, disputada por Celso Azevedo (UDN) e Amintas de Barros (PSD). A campanha de Celso Azevedo, o vencedor, foi feita pela JMM, empresa de João Moacir de Medeiros, o pioneiro do marketing político no Brasil. A campanha do Celso estava muito ruim e, caso não houvesse uma mudança de rumos, ele iria sair completamente arrebentado. Foi então que, em cinco semanas, João Moacir de Medeiros aplica todas as técnicas que conhecia de propaganda e marketing e acaba revertendo a situação do Celso. Com isso percebemos que já em 1954, com pouca tecnologia na área de comunicação, numa época em que era mais utilizado o rádio, você tem uma demonstração da força do marketing político, mesmo com insuficientes recursos e quase nada de tecnologia. Hoje, com toda tecnologia desenvolvida, com a veiculação que se tem, com as ferramentas tecnológicas, até a internet, você imagina o que é coordenar toda uma campanha sem um profissional. O profissional de marketing político tem o papel de coordenar todas as ações de marketing, comunicação, publicidade e propaganda envolvidas em uma campanha eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O velho estilo de se fazer política, com comícios, discursos, corpo-a-corpo com os eleitores, está ultrapassado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, isso não está ultrapassado e não vai ficar ultrapassado em tão pouco tempo. As pessoas estão confrontando as novas técnicas de comunicação, com as técnicas mais tradicionais. Isso não é verdadeiro. Você tem que casar as técnicas mais tradicionais com as técnicas mais modernas, cada uma tem seu estilo, cada uma dessas técnicas ainda cabe em uma campanha eleitoral, nas suas proporções devidas. Hoje todo mundo fala muito que a internet vai ser o grande fenômeno de comunicação das campanhas eleitorais, mas não é bem assim. Por exemplo, nós fizemos uma pesquisa de designação de metas nas campanhas eleitorais, e o investimento em internet, de acordo com os membros da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop), não passará de 9% do valor que vai ser investido nas campanhas. Então nós temos as tradicionais ferramentas de campanha eleitoral misturadas com as novas técnicas, significando um avanço tecnológico nas campanhas eleitorais. As [técnicas] tradicionais ainda têm o seu peso, nós temos pessoas, hoje, que participaram da campanha da década de 1950 e que ainda são suscetíveis aos métodos tradicionais de ferramentas de campanhas eleitorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um candidato com chances de se eleger nasce espontaneamente ou é criado a partir de estratégias de marketing?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um candidato hoje tem que ser, no mínimo atualizado, em políticas públicas, existe um e
