quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Marketing Político - e sua importância para a população


Desde os primórdios da civilização, a grande preocupação da população é saber o que os políticos fazem com a representatividade depositada nele através do voto.
Arautos, anúncios em praças públicas e os mais rústicos recursos são usados desde sempre com o intuito de informar os cidadãos sobre as atividades dos políticos enquanto no exercício de seu mandato.

Observando isso, o legislativo federal, quando da construção da Constituição que rege o Brasil, fez questão de colocar como cláusula a obrigatoriedade da comunicação de atos e ações dos representantes públicos em seu art.5º inciso XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.

O art. 37 regulamenta a forma de se comunicar onde reza: A Constituição Federal, em seu parágrafo primeiro do artigo 37, determina que “a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos”.

Mas como fazer isso? Onde buscar as técnicas que garantam transparência, lisura e legalidade a essa comunicação, respeitando assim as leis e levando o beneficio da informação a população?

Aqui entra a moderna ferramenta chamada “Marketing Político” que tem entre suas técnicas a comunicação política.

Infelizmente em nosso país, a palavra “Marketing” ganhou conotações completamente errôneas do que realmente essa ciência representa enquanto técnica democrática de comunicação. O Marketing Político Eleitoral então se tornou o vilão da democracia, sem ao menos os usuários da palavra saberem o que isso quer dizer enquanto técnica ou ciência. Nos países mais desenvolvidos, essa técnica é respeitada como arma democrática de comunicação entre os políticos e a população, constando em várias grades de Universidades altamente respeitadas no mundo como matéria obrigatória em cursos de comunicação e ciência política. No Brasil, já temos o curso ministrado pela ECA – USP (a universidade mais respeitada em nosso país) sobre Marketing Político, ministrado por expoentes mestres da área.

O Marketing Político - Eleitoral vem substituir o coronelismo arcaico e viciante da democracia, nos atendo ao que coloca o Dr. Miguel Reale Jr, eminente jurista brasileiro, no prefácio do livro “Estratégias Eleitorais e Marketing Político” de Carlos Augusto Manhanelli – 1988 - 7ª Edição Editora Summus Editorial: “... o marketing político é essencial a prática democrática da persuasão como técnica que se vale de idéias e sensações, da organização e da avaliação acerca do próprio candidato, do eleitorado em geral, dos segmentos a serem atingidos, dos concorrentes e das pesquisas de opinião pública.
Há uma relação entre a elevação do nível de civismo, consciência política do eleitorado e a exigência de que as comunicações políticas e campanhas eleitorais se estribem nos conhecimentos e técnicas de marketing político.
Na medida em que o coronelismo, os currais eleitorais e o clientelismo perdem força, o eleitorado, liberto das amarras do obscurantismo e da subserviência, requer a prática do Marketing Político como técnica de cooptação e persuasão".
“Ganha à democracia, que significa, antes de tudo, exercício de cidadania”.

Incontestável, pois, o benefício á população e ao processo democrático advinda do conhecimento do ente político das técnicas de comunicação política e Marketing Político, seja ele do município, estado ou país, para a transparência de um mandato, seus atos e ações, assim como para a informação da população advinda da atividade política, gerando o respeito à cidadania e a democracia.

Prof. MS Carlos Manhanelli – Presidente da ABCOP – Associação Brasileira dos Consultores Políticos, autor de 16 livros sobre a matéria, Professor de Marketing Eleitoral e Comunicação Política na Universidade de Salamanca – Espanha, participou de 258 campanhas eleitorais no Brasil, America Latina e África, em 39 anos de profissão. Membro eleito para o Hall da Fama da revista americana “Campaigns & Elections”. Site www.manhanelli.com.br

Marketing Político - O MARKETING POLÍTICO PÓS - ELEITORAL

O MARKETING POLÍTICO PÓS - ELEITORAL

“AQUELES QUE SOMENTE COM SORTE SE TORNARAM DE CIDADÃOS COMUNS EM PRÍNCIPES, COM POUCA FADIGA ASSIM SE TRANSFORMARAM, MAS SÓ COM MUITO ESFORÇO ASSIM SE MANTEM”
“O PRÍNCIPE – NICOLO MACHIAVELLI”

Acabaram-se as eleições municipais. Prefeitos e Vereadores tomam posse. Alguns sentam na cadeira e dizem: ”Agora eu tenho o poder”, os mais conscientes pensam: ”Agora começa a campanha permanente. Quatro anos para mostrar e divulgar porque me elegi ao cargo”.

Ai começa a dúvida. O que fazer para conversar com a população e saber realmente quais as demandas existentes?

A resposta é uma só: usar o marketing pós - eleitoral.

Um dos grandes erros da maioria dos políticos é achar que seus eleitores não guardam rancor do esquecimento a que são relegados. De quatro em quatro anos o eleitor se vinga do voto que deu na eleição anterior.

Nas ultimas eleições municipais (2.012) apenas 42% dos Prefeitos em condições de reeleição conseguiram a vitória, ou seja, 68% dos Prefeitos que pleitearam a reeleição, não conseguiram.

Os Prefeitos e Vereadores que não conseguiram se reeleger, ou que não conseguiram eleger seu sucessor, desperdiçaram a mais poderosa e barata arma do Marketing Eleitoral que um político pode dispor: seu próprio mandato.

Muitos dos políticos modernos, já se conscientizaram que a população tem carências constantes e que entre estas carências está a afetiva.

Lembre-se você como político vive de imagem e construir uma imagem de político confiável e com credibilidade nos dias de hoje, é todo o diferencial que se procura.

Você terá que reconstruir, ao menos em parte, a campanha eleitoral

Logo após a posse, você terá que montar sua estrutura de comunicação.

Normalmente as estruturas de comunicação e imprensa nas estruturas políticas, trabalham apenas com mídia, ou seja, sua preocupação básica é a de levar ao conhecimento de jornais, revistas, rádios e TVs o conceito de divulgação das ações políticas. A mídia, no entanto, compreende apenas uma pequena parte de um planejamento de Marketing.

Este erro não deve ser imputado às assessorias, que na maioria das vezes é muito bem intencionada. Os próprios políticos ainda tratam este tema com descaso e falta de profissionalismo.

Não é comum encontrar um político que acredite desde o primeiro dia de seu mandato na importância e no poder do marketing e da comunicação. Ou porque ele julga que um bom trabalho termina por aparecer – e neste caso – basta trabalhar e esperar – ou porque não é capaz de perceber o que o marketing e a comunicação trarão para a formação de sua força política eleitoral. Então o marketing e a comunicação terminam sendo as ultimas das prioridades. E sem entender a importância do marketing e da comunicação, tratando estes temas com pouca ou nenhuma importância, o resultado só poderá ser o fracasso na tarefa da informação e da sua imagem pública.

O político necessita do Marketing Político em suas gestões, para ampliar as pontes de comunicação com suas comunidades, prestar contas periódicas, criar clima de aceitação e simpatia, abrir fluxos de acessos, identificar pontos de estrangulamento nas estruturas burocráticas de seus gabinetes, identificar anseios, expectativas e demandas sociais e criar um clima de confiança e credibilidade, virtudes tão requisitadas dos políticos, porem raras.

Quando o político não trabalha a comunicação de suas ações, acaba deixando espaços para que a oposição divulgue a sua “versão dos fatos”, na maioria das vezes distorcida. É preciso ocupar todos os espaços disponíveis.

Como estamos vendo, o Marketing Político pode e deve ser usado tanto no executivo, como no legislativo e em qualquer das esferas (Municipal, Estadual ou Federal).

Devemos nos deter um pouco no item informática. Com a explosão da internet em todo o mundo, este veiculo tornou-se um dos mais privilegiados para um gabinete legislativo ou executivo. Com a informática podemos administrar um bom banco de dados, contatar com os meios de comunicação, obter noticias e fatos que possam ajudar nas decisões, emanar orientação para todos os colaboradores do mandato, etc.

O Marketing Político compreende um conjunto de meios, formas, recursos e ações de pesquisa, comunicação e mobilização que sustentem suas atividades e vise aumentar a dimensão pessoal/administrativa do executivo ou legislativo, sua gravidade política, liderança e popularidade, num movimento planejado para convergir com todos os fatores auxiliares, para um ponto preciso no futuro, arrebanhando discordantes e reafirmando seguidores.

O Marketing Político deve ser visto como um meio pelo qual o político promove o bem estar e o desenvolvimento de seus eleitores e não como meio de ludibria-los.

(Texto baseado no livro “Marketing Pós Eleitoral – O que o Marketing pode fazer por você depois de eleito” – Editora Summus)

Prof. MS. Carlos Manhanelli – Presidente da ABCOP – Associação Brasileira dos Consultores Políticos, Diretor de relações internacionais do POLITICOM, autor de 16 livros sobre a matéria, Professor de Marketing Eleitoral e Comunicação Política na Universidade de Salamanca – Espanha, participou de 258 campanhas eleitorais no Brasil, America Latina e África, em 39 anos de profissão. Membro eleito para o Hall da Fama da revista americana “Campaigns & Elections”. Site www.manhanelli.com.br




Marketing Político - CURSO PÓS ELEITORAL

MARKETING POLITICO CURSO PÓS ELEITORAL

A COMUNICAÇÃO NO MANDATO.

http://www.cursomarketingpolitico.org.br/#poseleitoral

Data: 01/03/2013 - Hora: 09:00
Local: Hotel Regent - São Paulo - SP

Grade Programática: 1ºdia Início do Curso - 9h

 9h às 10h30 MARKETING
 Prof. Carlos Manhanelli

O que é Marketing?
Marketing Político
Propaganda Política
Marketing Eleitoral
Propaganda Eleitoral
10h30 às 11h - Coffee Break
11h às 12h PROPAGANDA
Prof. Carlos Manhanelli

Lei da Simplificação
Lei da Ampliação e Desfiguração
Lei da Orquestração
Lei da Transfusão
Almoço das 12h às 14h
14h às 15h30
AS PESQUISAS NO MANDATO
Prof. Caio Manhanelli

Avaliação do mandato
Necessidades, anseios e desejos que a população tem do executivo e do legislativo
Quando fazer uma qualitativa
Quando fazer uma quantitativa

15h30 às 16h - Coffee Break

16h às 18h

LEGISLAÇÃO BÁSICA PARA O DEPTO DE COMUNICAÇÃO
Profª. Dra. Carla Manhanelli e Prof.Ms Carlos Manhanelli

A Lei de responsabilidade Fiscal (LRF)
O que pode e o que não pode na Divulgação, Comunicação, Propaganda e Publicidade durante o mandato.
Lei de licitação para comunicação.
Término do dia - 18h


2º dia Início -
9h 9h às 10h30
ESTRUTURA DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
Prof. Carlos Manhanelli

Secretário, Diretor ou Coordenador Imprensa
Publicidade e Propaganda
Mobilização, articulação, eventos e cerimonial
Relações Públicas
10h30 às 11h - Coffee Break
11h às 12h30

O USO DA INTERNET NO MANDATO
Profª. Gil Castillo

Ferramentas da Internet na Comunicação
Maximizando a Internet como divulgador de ações e serviços
Uso da interatividade em benefício do mandato

Almoço das 12h30 às 14h

14h às 15h30 SERVIÇOS DE MARKETING E O DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Prof. Carlos Manhanelli

O Marketing Político permanente
A Assessoria de Imprensa no mandato
Objetivos de uma assessoria de Imprensa no plano de marketing político
Como montar um bom departamento de Comunicação Social
Como divulgar o trabalho político

15h30 às 16h - Coffee Break

16h às 18h

COMO ENFRENTAR JORNALISTAS COM ÊXITO, ESCREVER UM BOM COMUNICADO, AS MANHAS E ARTIMANHAS DOS JORNALISTAS E O QUE SE ESPERA DE UM DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO EFICIENTE?
Prof. Carlos Manhanelli

Avaliação de erros e acertos das ultimas eleições
Técnicas para se manter no poder
a imagem e a mídia
O que busca a imprensa
O dia típico de um repórter
O que um repórter detesta
Estrutura do comunicado
Preparando a entrevista
A mensagem

Término do Curso - 18h

Organização: Manhanelli & Associados Apoio: ABCOP - Associação Brasileira dos Consultores Políticos

Investimento: R$ 850,00 (oitocentos e cinquenta reais) Incluso: coffee break para os dois dias, exemplar do livro “Marketing Pós Eleitoral”, apostila em CD e Certificado de Participação

Formas de Pagamento: DEPÓSITO: Para que a sua matrícula seja efetivada, envie o comprovante do depósito da matrícula no valor de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) para o fax: (0xx11) 3782-9935 ou ao e-mail manhanelli@manhanelli.com.br. Dados para depósito: Banco do Brasil, agência nº 3559-9, conta corrente nº 44.159-7, em nome de Manhanelli Associados Ltda. OBS.: os R$ 400,00 restantes deverão ser pagos no início do primeiro dia de aula, à vista.

Pagamento pelo PagSeguro deverá ser efetuado na íntegra até o dia 14/02/2013. Pode ser feito por boleto, ou no cartão em até 12x.

PARA ASSOCIADOS DA ABCOP DESCONTO DE 15% SOBRE O VALOR DA INSCRIÇÃO

MAIORES INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: 0xx11 - 3782-9935 ou 0xx11 - 3782-9900 com Dra. Carla ou Sra. Sula, ou pelo site www.manhanelli.com.br Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ssm9kyLJrlI
Informações: http://www.cursomarketingpolitico.org.br/#poseleitoral

Marketing Político - En clase con Carlos Manhanelli

En clase con Carlos Manhanelli: Marcos para la competición política en campañas electorales

“¿Cuándo digo Marketing, qué palabra os viene a la mente?”

Con esta pregunta, el profesor Manhanelli abrió las sesiones sobre “escenarios electorales y marcos de competición”. Manhanelli arrancó con una exposición teórica del marketing tradicional, recorriendo sus distintas fases en el siglo XX: el modelo productivo de Ford de 1910, la propaganda para ventas de los años 40 y finalmente, las primeras técnicas reales de marketing de los años 60, con la consiguiente aparición del consumidor como protagonista.
El marketing político, como misión de los gobernantes, evolucionó de la misma manera: A principios del XX, la política era simple “producción” del gobierno donde el pueblo, como consumidor, no tenía relevancia. Más tarde, Goebbels inició con el nazismo la “propaganda política”, con el fin convertir la política en entretenimiento. El marketing político real, enfocado a satisfacer las necesidades y deseos del pueblo, apareció a partir de los 60 con las técnicas del debate (Kennedy y Nixon), los análisis de las encuestas y la difusión en los medios de comunicación.
El marketing político tiene como principal objetivo el mantenimiento y ampliación del público, desarrollando distintas técnicas como crear espacios controlados en los Medios de Comunicación, conseguir estar “en boca de todos”, lograr relevancia internacional, aprender a comunicarse, autoevaluarse…etc.
El marketing electoral en cambio, no es una misión sino una tarea con fecha de caducidad. Su único objetivo es, como apuntó Manhanelli, “¡Ganar, ganar y ganar!”. Se trata de un proceso competitivo que sólo obedece a una regla moral: “En política no hay enemigos, sólo adversarios”. Por tanto, sus técnicas hacen más énfasis en la propaganda que en la comunicación. Una campaña electoral se plantea como un ataque militar: primero se ataca por el aire, después con la artillería y finalmente con la infantería.
En la segunda sesión, Manhanelli nos habló del uso de los medios de comunicación en las campañas electorales:
Televisión: Es el medio más influyente de todos ya que puede cambiar mentalidades a través de las imágenes creadas. Se rige por la irracionalidad y el entretenimiento. La política se convierte en un show donde el político se dirige directamente a su electorado. Es por tanto el medio más difícil de controlar y que requiere más entrenamiento (Mediatraining). Todo detalle es de máxima importancia (tipo de ropa, color, maquillaje, gestos, lenguaje…).
Radio: La radio es un medio más fácil de conquistar y se caracteriza por su rapidez,  inmediatez y bajo coste. Lo más importante es saber controlar el tono de voz y usar la verbalización correcta. Su uso es imprescindible para el candidato puesto que marca las noticias para el resto de los medios y tiene gran difusión.
Mítines: El objetivo final de los mítines es pedir el voto. El político se posiciona aquí como un héroe que va a solucionar los problemas actuales de la población. El político se sirve de la emocionalidad y del clímax para atraer al público y ganar votantes.
Slogan: Es un mensaje corto, lleno de contenido y fácil de recordar. Tiene que expresar una meta y diferenciar al candidato del resto. Siempre tiene que ser positivo.
Jingle: Es un mensaje cantado de corta duración (máximo dos minutos) que resalta las cualidades del candidato. Tiene que tener ritmo y dar vida a la campaña.
Por último, el profesor Manhanelli escogió las campañas de Lula y Dilma en Brasil para demostrarnos como se aplica la teoría a la práctica, haciendo especial hincapié en la transformación de ambos candidatos a lo largo de su carrera política.
Ambas sesiones estuvieron siempre acompañadas de ejemplos visuales; desde extractos de películas y documentales, hasta intervenciones políticas en televisión y vídeos humorísticos. Todo concepto quedo plasmado con un ejemplo visual e incluso a veces, musical.
Manhanelli nos mostró así el lado más dinámico y real de la consultoría política, gracias a unas sesiones magistrales y perfectamente organizadas. No sobró ni un minuto.
Al finalizar la clase, el profesor Manhanelli pudo incluso contarnos su sueño de “un mundo mejor”, demostrándonos que el idealismo no choca con la profesión, y que cuando uno pone pasión y verdadero empeño en su docencia, hasta el Portuñol se entiende a la perfección.
Todos los alumnos se quedaron con buen sabor de boca, con la lección bien aprendida pero sobre todo, con ganas de más.

* Carlos Manhanelli es Fundador y Presidente de ABCOP (Asociación Brasileña de Consultores Políticos). Milita en el área de consultoría política electoral desde 1974 y coordina varias campañas electorales en Brasil, y en América Latina y África (248 job´s políticos). Presidente de la compañía “Manhanelli & Associados”, fundada en 1978, miembro del IAPC, ALICE Y Centro interamericano de Gerencia Política, director de ALACOP. site: www.manhanelli.com.br
* Redactado por la alumna Montse Ferrero.

Marketing Político - Entrevista México

Entrevista para a 9ª Cumbre Latinoamericana de Marketing Político realizada em Águascalientes - México

En México, y en otros países, los partidos políticos, candidatos y gobiernos tienen muy bajos niveles de credibilidad entre los ciudadanos. Sin embargo, las personas y las empresas dedicadas a la mercadotecnia política, se esfuerzan en presentarlos como atractivos y capaces de solucionar los problemas de las sociedades.
En términos comerciales, sería equivalente a impulsar la venta de productos o servicios chatarra, que de antemano se sabe no habrán de satisfacer plenamente al consumidor, antes bien agravarán las situaciones.
Ante ese escenario:
· ¿Resulta éticamente válido apoyar en sus campañas a candidatos y partidos, a sabiendas de que no cubrirán las expectativas del votante?

R= En primer lugar no estoy de acuerdo con la declaración anterior. El Marketing Electoral tiene como premisa resaltar las cualidades, fortalezas e imagen (ya en el candidato y demandados por la población) con el fin de satisfacer las necesidades identificadas en la investigación. En segundo lugar, en ABCOP - Asociación Brasileña de Consultores Políticos con una filosofía que sólo funcionan para los candidatos que se votan, lo que significa que transmitir confianza y credibilidad. Marketing electoral no es el teatro o el engaño. Marketing electoral es detectar las necesidades, deseos y precisión de la población y por lo tanto si el candidato está trabajando cumple con estos requisitos. Si no es así, apenas un trabajo de Marketing Electoral no tendrá éxito.

*¿Se convierte el asesor en mercadotecnia política en un cómplice del engaño que se hace al electorado?
*O ¿el asesor en mercadotecnia política cumple su función de impulsar campañas y candidatos, con independencia de la calidad profesional y personal que tengan?

R= Creo que he respondido a esta pregunta con la respuesta a la primera pregunta.

*Parece ser una constante que en los últimos años que las encuestas previas a las elecciones no suelen reflejar los resultados finales.
¿El votante ha desarrollado la habilidad de responder a las encuestas sin reflejar realmente sus intenciones?

R= Búsquedas electorales no son oráculos. Las encuestas son diagnóstico y no pronóstico, o si refleja sólo el momento, como una fotografía que registra ese preciso momento. En el segundo lado de la imagen es otro. Si la investigación fuera la verdad de los hechos, no necesitaríamos elecciones. Las investigaciones muestran tendencias que no siempre se presentan.

¿Hay manera de llegar a conocer realmente el pensar de los votantes antes de las elecciones?

R= Si alguien sabe que factor tiene un elector a votar por determinados candidatos, déjame sé que voy a ser rico. No hay manera de saber de antemano lo que lleva al elector a votar por un determinado candidato. Se trata de una suma de factores que hace que él decida a votar por un candidato o no.
Algunos intentos se han realizado en esta dirección.
En 1950, bajo la dirección de Angus Campbell se hizo el modelo de Michigan, La principal metodología de esta corriente fueron las encuestas. A partir de los datos recogidos de una muestra, los investigadores de Michigan trató de sacar conclusiones capaces de predecir el comportamiento general de los votantes. Demostrada para ser válida sólo para el 15% del electorado estadounidense.
El modelo sociológico: - Una interpretación sociológica de la votación es el fenómeno preocupación fundamentales que subyacen en la decisión de voto. Entre estos fenómenos es el hecho de que las instituciones, las prácticas, ideologías y objetivos políticos que guían la conducta de votación puede presumir de las divisiones, divisiones, existentes en una sociedad determinada. Lo que también demuestra escasa validez.
Por último, el modelo de elección racional producida por Anthony Downs, donde los votantes decidir su voto a un cálculo sobre los posibles beneficios que se pueden obtener a partir de la victoria de este candidato o que (es decir, racionalmente). El gran problema de la teoría de la elección racional, es que tal teoría da a los votantes un tipo de racionalidad que sólo se puede conseguir con un alto grado de información, esta información no es siempre accesible a la gran mayoría de los electores.
No hace mucho tiempo en los estudios de EE.UU. se hicieron sobre el comportamiento de la mente en el momento de la votación de la tomografía del cerebro, para conocer la reacción cuando se cite el nombre del candidato o partido preferido y encontró un cambio en el lóbulo emocional de las personas. Lo que nos lleva a pensar que el factor emocional es una serie de factores fuertes que deciden la hora de votar.

¿Los partidos y candidatos engañan a los electores con las encuestas previas, o ellos mismos son engañados por las casas encuestadoras?

R= Los candidatos les encanta ser engañados por los institutos de investigación y terminan obligando a los menos escrupulosos "predecir" los números para darse a conocer. Para aquellos que trabajan con la estrategia de campaña, los números son lo de menos. Yo siempre digo en mis clases y conferencias que "¿Quién teme a números no participa en las campañas electorales" Para nosotros lo importante son los índices de comportamiento de los votantes antes de la campaña y el candidato. A quién le gusta número es los medios, que normalmente pone en primera plana, como si ya fuera el resultado de la elección.

En América Latina y los países en desarrollo las redes sociales cobran mayor importancia cada año. Sin embargo, los porcentajes de la población con acceso y conocimiento para hacer uso de las redes sociales, sigue siendo bajo. ¿Por qué a pesar de estar tan desarrolladas, las redes sociales no parecen haber sido han sido tan determinantes en nuestros países como lo han sido en los países del Medio Oriente?

R= La televisión y la radio en el Oriente Medio no tiene la importancia que tiene en Occidente. Dicho esto, los medios de comunicación varían en función de su importancia en la sociedad. Yo haciendo campaña en el continente africano y darse cuenta de que en algunos países donde las estaciones son estatales o no tiene credibilidad o la importancia de la información, el peso de la campaña es pequeño. Uno de los trabajos de la mercadotecnia electoral es detectar qué tipo de comunicación del vehículo alcance del votante en los hechos y las noticias locales creíble.

¿Son las redes un instrumento de distracción y entretenimiento pero no han alcanzado el grado de madurez que les permita realmente convencer y llevar a tomar acción a millones de usuarios en América Latina?

R= En una reciente entrevista con un diario brasileño me dijo la siguiente frase que se puede establecer esta respuesta. "El acceso a Internet ha crecido, es cierto, pero la política no es un problema ya tratado en las redes sociales". En otras palabras, "la política" no es "sexo" (ni aquí ni en Google).
El Internet todavía llegar allí, pero respetando su función de vehículo de comunicación interactiva.

Mutatis mutandis.

Prof. MS. Carlos Manhanelli
El fundador y Presidente de ABCOP (Asociación Brasileña de los Consultores Políticos) militan en el área de consultoria política electoral desde 1974 y coordinan varias campañas electorales en el país y en América Latina y África (242 job´s políticos). El presidente de la compañía “Manhanelli & Associados”, fundada en 1978, miembro del IAPC, ALACOP Y ALICE. Profesor de la Universidad Pontificia de Salamanca – España.
Votado por los lectores de la revista estadounidense "Campañas y Elecciones" como uno de los 5 mejores consultores políticos de Ibero – América como parte del “Salón de la Fama”
El autor de 16 (dieciséis) libros en el tema, incluyendo:" las Estrategias Electorales y Marketing Político 8ª edición, - " La Elección es Guerra" 3ª Edición" - " EL Mercadeo Pos - electoral - las Técnicas de Marketing Político para un mandato de éxito" - "Marketing Electoral - Las huellas del nacimiento de un Candidato " – “Internet y las elecciones - Bicho de siete cabezas?”, Site: www.manhanelli.com.br

Marketing Político - MARKETING POLÍTICO - Jingles Eleitorais

27/12/2012

ENTREVISTA SOBRE O LIVRO “JINGLES ELEITORAIS E MARKETING POLÍTICO – Uma dupla do barulho”.
Jornal do Interior da UVESP - União dos Vereadores do Estado de São Paulo

1 – Como nasceu à idéia de se fazer um livro exclusivo sobre jingles eleitorais?

R – Este livro nasceu do meu TCC de mestrado, onde meu orientador Prof. Dr. Adholpho Queiroz, propôs o desafio de encontrar e classificar todos os jingles eleitorais das campanhas presidências no Brasil. A partir deste desafio comecei a percorrer as bibliotecas, discotecas e literatura que falassem a respeito. Uma das surpresas foi que não existe nenhuma literatura que fale exclusivamente de jingles eleitorais. Esse tema sempre aparece como capítulos, textos ou apêndices, mas nunca como tema central de um livro. A partir desta constatação, a dedicação de 3 anos de pesquisa desaguou nesta obra que agora apresento que consagra a matéria comunicação política e marketing eleitoral.

2 – E como se apresenta este seu 13° livro sobre a matéria comunicação política e Marketing Eleitoral?

R - No capitulo 1 dessa obra, aprofundamos o conceito de Marketing Político e Marketing Eleitoral, de cujas técnicas os jingles eleitorais fazem parte. Analisando o processo que caracteriza o marketing, entenderemos o papel dos jingles nas campanhas eleitorais.
No capitulo 2 o jingle é analisado como elemento publicitário e como técnica de persuasão dirigida ao consumidor. Buscamos o conceito teórico e prático dessa ferramenta, cuja presença nos meios de comunicação ainda hoje é marcante, garantindo que a mensagem publicitária seja transmitida de forma convincente.
O capitulo 3 analisa o Jingle eleitoral como peça publicitária, contando com a ajuda de teorias consagradas, elaboradas por autores reconhecidos para estudá-lo e classificá-lo.

2 - Existe diferença entre Marketing Político e Marketing Eleitoral?

R - Sim. O Marketing Político é aquele desenvolvido por um político que já está no mandato, ou seja, seu objetivo maior é manter e ampliar o poder conquistado. No caso do Marketing Eleitoral, o objetivo é apenas cooptar votos e persuadir eleitores para votar no candidato. A outra diferença é que o Marketing Político dura o tempo em que se for político, já o Marketing Eleitoral tem duração e finalização prevista. Então Marketing Político é missão, Marketing Eleitoral é empreitada.

3 - O que é um Jingle?

R - Um Jingle é uma propaganda musicada. Ele não nasce de nenhum movimento social ou cultural, mas sim de uma encomenda para fazer um produto conhecido e desejado. O Jingle é uma ferramenta da propaganda e como tal, existe para convencer.

4 - E o Jingle Eleitoral?

R - O Jingle Eleitoral nasce em 1929 na campanha eleitoral de Julio Prestes contra Getulio Vargas. Sendo a primeira vez que se usa o Rádio em uma campanha eleitoral, o Jingle se atrela a campanha com musicas encomendadas que exaltassem os candidatos ("Seu Julinho vem" e "Gege"). Após a primeira ditadura (Vargas) o jingle retoma seu lugar na propaganda eleitoral e conclama vários compositores e cantores famosos para fazer e gravar jingles para candidatos. Herivelton Martins, Sinhô, Silvio Caldas e Francisco Alves são alguns dos nomes que despontam na feitura e gravação de Jingles para campanhas presidenciais no Brasil.

5 - Para você quais os melhores jingles eleitorais feitos até hoje?

R - Temos muitos jingles eleitorais de qualidade, pois os compositores sempre capricharam nas encomendas. Mas para mim o "Varre varre vassourinha” a "Caixinha do Ademar" e o “Vou Jangar” da campanha Presidencial de 60, o "Bota o retrato do velho outra vez" campanha de 1950, "Ei Ei Eymael o democrata cristão" várias campanhas, "Lula Lá (Sem medo de ser feliz)" campanha de 1989 e "Deixa o homem trabalhar" campanha de 2.006 são os melhores "chicletes de ouvido" feitos até hoje.

Prof. MS Carlos Manhanelli . Presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos, Prof. Titular na Universidade Pontifícia de Salamanca – Espanha, Mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo, já participou de  258 processos eleitorais e de comunicação política no Brasil, América Latina e Continente Africano.
site: www.manhanelli.com.br